Veio e Passou como um Cometa
Amores aprisionados
como troféus na estante
são números...
dados.
Amor é pra ser con-vivido
repartido, doado
O real como experiência precária e fragmento envolve perspectiva, deformação e repetição. Não se o alcança à baciada nem por atacado. Talvez ele precise mesmo de uma propedêutica reduzida, ao modo de uma solidão preliminar. Além de tudo, há outro problema que é o de dizer. O real não se diz, ele simplesmente acontece, eventualmente se escreve.
Vez em quando precisamos nos esvaziar do lixo que há em nós, assim como fazemos como a nossa caixa de emails.
COMO NEGAR
Como negar o poema
Se só uma página rabisquei hoje
E na folha que o escrevi
Eu deixei marcado com a caneta
Que o escrevi, com preguiça
Como teria não sido eu
Se os versos impressos
Não fluem na, como na alegria de outros?
Basta que se ponha bem perto
A lupa do maior tamanho
E verão minhas impressões digitais.
Como dizer que foi outro quem o fez?
Se a vida que se relata é a minha.
Se o amor que foi embora
Era o meu.
Se a tristeza que se aproxima
É toda minha.
Se a individualidades são da minha pessoa
Se os lamentos são do meu costume?
Se ele saiu assimétrico, sem rimas
Como só eu faço
Se o alívio de terminá-lo
Está impresso no meu rosto.
Prá que confirmar o que não gosto.
PRESO
Como eu poderia ter-e em minha boca
Para o beijo e para o verbo,
Se o sabor de tudo isso sentido
Continua a ser detrás,
Daquele tempo que não se parte.
E para atender estes teus olhos
Cor da clara noite, lanternas acesas.
Como posso? Dos meus olhos
Deixados lá, nas encostas de orvalho
No vidro límpido que debaixo dele
Viajam peixinhos graçapés.
A minha boca ficou no desejo
Das frutas doces de eterno gosto.
Salvo meu beijo, que não o dei,
Na menininha irrequieta e tímida
Na forma de nuita ansiedade,
Por minha vontade que não se expressava.
E até o beijo da minha boca
Ficou solidificado, nos lastros das árvores.
Nas mãos dos meus pais, dos meus avós
E de meus padrinhos, na santa devoção
De estar beijando também outro pai.
De onde tirarei de mim para te entregar
Por este amor sentindo em mim
E que há em mim somado
Ao que deixei do que eu era todo
Retidos de ternuras
Que foram desta maneiras
Tocados pelos meus olhos,
Entretidos nos corpos de seda
Das afeições, caminhos, não resolvidas
Mas que em mim, detidos
Repassam a mim as fragrâncias e o desejo
Que preteri, em vez de fazê-lo.
Pegar minha baladeira e sair
Depois de uma chuva de inverno.
Vivo de sombras, perdido na imensidão do vazio.
Como existir para o mundo, se o mundo deixa de existir.
Tenho medo dos sonhos, que tiram a paz e sufocam a realidade. Na esperança que rouba pouco a pouco a alegria de viver.
A futilidade dos sonhos, tendo em vistas grossas a necessidade alheia.
Recomeçar é uma sensação muito boa, é como se fosse uma obrigação deixar tudo para traz e viver só o que é novo.
Eu sei das coisas, conheço bem a vida como ela é, sei o que é certo e errado mas nem sempre tenho discernimento para por todo meu conhecimento em prática.
Sou como vento que sopra em busca de direção,senguindo em frente sem limites,mais na certeza que vou encontrar a felicidade no dia seguinte.
A felicidade que se foi não volta,é como o passado que deixa lembranças,por isso não lamente o que se foi,pois a que se foi deixará cicatris,mais o as que virão farão sua vida ter um final feliz.
Viva a vida intensamente como se naõ houvesse o amanhã , mais viva com cautela , porque a vida é bela .
Nossos sonhos devem ser como a agua do mar. Infinita,mas possivel de encontra-lá,dificil mas possivel realiza-lo.
E em nenhuma circunstâncias poderá ser perfeito como EU, pois a mancha que reflete em meu espelho, corrigida foi.
SUBLIM-AÇÃO IMPRÓPRIA
Meu canto fica calado
No canto de uma casa,
Como peça de lego que não se casa,conforme as extremidades.
Que peça logo destino que me conforme,
Num momento do passado,
Em que foi passado a limpo toda minha verdade
Nas águas de um crisol ela nada,
Em meio ao fogo infinito de quase nada
Arde minha alma e não muda
No canto da casa, ela continua muda, calada.
Sempre que você olhar para o céu estrelado, lembre-se de mim...lembre-se que eu sou como uma estrela...longe, mas perto...que estará sempre olhando para você, e que muitas vezes cai de solidão...
Buscar por amizades quando se precisa é como árvores em uma grande tempestade.As fracas caem,somente as fortes e bem plantadas permanecem no lugar firmemente...
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