Veio e Passou como um Cometa

Cerca de 463211 frases e pensamentos: Veio e Passou como um Cometa

Que o Senhor renove suas forças hoje, assim como está escrito: “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças.” (Isaías 40:31)
Que você caminhe com confiança, sabendo que Deus cuida de cada detalhe e prepara caminhos que você ainda nem imagina.
Que a paz d’Ele alcance seu coração e traga clareza, equilíbrio e esperança.
Que este dia seja marcado por graça, direção e a certeza de que Deus está à frente.

⁠Momentos são como pequenas histórias que escolhemos viver e desenham nosso caminho!

Cid Moreira

Nota: Postagem no Instagram de agosto de 2023.

Quando o Amor Espera na Porta


Ela caminha devagar pelos dias,
como quem ajeita o coração antes do passo.
O amor lhe bate à porta — suave, paciente —
mas ela, com medo de abrir, gira a maçaneta do tempo
e posterga o instante que poderia ser abraço.


Guarda na bolsa desculpas pequenas,
nas mãos, incertezas que tremem.
O primeiro encontro é um barco ancorado,
pronto para partir…
mas ela ainda revisita marés antigas
para ver se pode confiar no vento.


Ele espera do lado de fora,
não como quem exige,
mas como quem reconhece a beleza
de um jardim que floresce no seu ritmo.
E ela, mesmo sem admitir,
registra em silêncio a presença dele
como quem anota um sonho que talvez aconteça.


Ah, se ela soubesse —
o amor não pede pressa,
pede coragem.
A vida não exige certezas,
exige passos.


Talvez amanhã…
ou no próximo suspiro…
ela abra a porta.
E descubra que, às vezes,
o encontro que mais tememos
é exatamente o que o destino
sempre quis entregar.


Escrito por Clayton Leite

Quem deseja escapar da escuridão deve agir como a luz...
⭐️

O medo não vem de perder tempo, mas de não poder aproveitar esse momento que passa como fogo no vento.
🕊

Aceite o desconhecido como parte do caminho.

Nem sempre as coisas são como eu penso, mas é uma determinação de Deus pra que todas as coisas permaneçam perfeitamente em nossa vida.

A vida seria muito mais fácil se pudessemos voltar as conversas para trás ou apagá-las, como vídeos. Ou se pudessemos instruir as pessoas a ignorar o que acabamos de dizer, como fazem nos julgamentos,

Às vezes penso e analiso como tudo foi criado: Os planetas, as estrelas o mundo que vivemos.
É tudo muito complexo para entender!!
Mas Têm algo mais complexo ainda: O ser humano.
Esse mata, destrói, cobiça, polui, engana e pode até AMAR.
Essa é a criatura mais complexa de todo universo.

Como a fênix que ressurge das cinzas, o coração renasce após a dor, e o sol, incansável, volta a pintar o céu com cores de esperança — porque cada fim é apenas o solo fértil para um novo começo.

⁠Não ignore o que atravessa a sua alma como se fosse o ar adentrando os seus pulmões. Não ignore a sua intuição quando ela lhe pede para parar, ou seguir, dizer sim, ou não.
Não ignore os sinais, que igual aos sinos das catedrais, então gritando dentro de você.
Ouça o que o seu coração tem a dizer.
Nildinha Freitas

⁠Nem sempre escrevo o que vivo em mim. Escrevo para aprender, aprender como eu não devo ser.
Nildinha Freitas

Aquela moça que, na rua, é o retrato da educação, elogiada por todos como exemplo de bondade. Mas, em casa, revela-se um verdadeiro demónio: espalha ódio, destrói a paz e transforma o lar num inferno. O pior não é a máscara que veste para o mundo, mas o que faz àqueles que mais deveriam ser protegidos. Como se não bastasse ser cruel, ainda se faz de vítima

As vezes Deus se cala para observar como é que nos comportamos quando ele esta em silêncio.

Certas coisas se não vivecemos não saberíamos como é.

Quando ele [Deus] nos adotou como seus filhos, seu desígnio era acalentar-nos, por assim dizer, em seu próprio seio.

Olhar seus olhos me foi como estimulante,
Fez meu coração pulsar vibrante.


Seu sorriso iluminou nosso caminho,
Com você, nunca estarei mais sozinho.

Perguntou-me como foi meu dia,
Sem saber o que dizer, fui viver uma fantasia.


Onde vivíamos felizes depois de um longo dia,
E você se reclinava sobre meu colo, me trazendo nostalgia.

⁠problemas são como feridas,
ou você trata ou eles pioram.

Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos...
O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias...
Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras...
E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta…
A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu.
Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda.
A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos.
E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou,
a voz que se perdeu no labirinto das horas.
Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais.
Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito,
do “eu te amo” abortado antes de nascer…
E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo
e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós.
E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano,
como se a casa inteira sentisse tua ausência.
As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos,
arrastam memórias como correntes antigas.
E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu
um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo.
Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio
saindo da boca de quem deseja e não tem.
A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza
E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos
como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina.
Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem,
tão rápidos que machucam
E o coração esse velho sobrevivente
bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto.
Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada