Veio e Passou como um Cometa

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Programadores e artistas são os únicos profissionais que tem como hobby a própria profissão.

Tem dias, que desejo só minha sombra como companhia, eu não entendo, pois no dia seguinte, tudo que mais quero é alguém do meu lado.

“O que eu não entendo, criatura, é como você continua estacionando seu coração em local proibido. Você já não foi multado que chega? Onde mais precisa doer pra você levar jeito?”

Basta olhar bem no fundo dos meus olhos, pra ver que já não sou como era antes.

- Vazio

E quantas vezes você se sente sozinho, respira e percebe que nada é como antes e que agora nem você é mais o mesmo. Buscar dentro de si, parece ser em vao, até mesmo o seu coração mudou. O que era cheio, vazio se tornou, distante de tudo, sozinho no mundo, você e seus 5 minutos de solidão.

Letras são como tintas, palavras como pincéis, frases são como uma pintura na tela concluída.

Meninas como eu, estremecem ao som da voz dele. Meninas como eu, sorriem sozinhas enquanto se lembra de algo doce que ele tenha dito, fecham os olhos e imaginam o quão suave deve ser o toque dos lábios dele.
Meninas como eu, só precisam de um Outono, um chocolate quente, meias coloridas e um abraço bem gostoso que dure a noite toda, não exige uma lareira, só uma cama bem grande para que possamos rolar abraçados até cair no tapete, rir deliciosamente e trocar beijos e carícias em uma noite de amor.
Meninas como eu, gostam de ouvir o som da respiração dele, ou de vê-los dormir. Meninas como eu, se esforçam absurdamente para evitar que o jeito dele, conquiste nossos corações, meninas como eu, tentam dizer para si mesma que apaixonar-se é errado, e muitíssimo perigoso, dizem para si mesmas que não podem deixar que alguém como ele se aproxime tanto. O problema é que quanto mais tentamos nos afastar, mais o jeito dele nos cativa, e quando nos damos conta (tarde demais, como sempre), ele já invadiu todo e qualquer espaço possível e impossível dentro do nosso coração. Meninas como eu, têm a feia mania de achar que pode controlar seus sentimentos, de achar que consegue manter o controle de toda e qualquer situação, sem levar em conta que, meninos como ele, não levam isso a sério. Não levamos em conta que aquele sorriso é arrebatador, nunca paramos pra pensar que não importa o quão fria você pareça ser, aquela voz doce e aveludada sempre vai conseguir te aquecer e, estranhamente te envolver como ninguém jamais conseguiu.
Meninas como eu, lutam até a sua última vida para fugir de um amor tão imensurável assim, mas percebem que morrer de amores por ele, é a única coisa que nos faz sentir mais vivas do que nunca.

⁠Ninguém pode nos dizer como lidar com o fim do mundo. Certo? Nem mesmo nós.

⁠— Você não deveria me chamar assim.
— de que?
— De Ferro, como se os Deuses estivessem me protegendo.
— Você está vivo, não está?

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

como voce se sente desistindo de tudo que conquistou ? sinto me eu normalmente p-p-s-m

Não escolhemos quem ou como amar, se alguém declara seus sentimentos por ti não despreze nem ignore essa pessoa, mesmo sem reciprocidade não deixe que essa pessoa se arrependa de ter amado.

Se eu não tiver compaixão pelos meus colegas, como o Senhor teve compaixão de mim, então não conheço nada do amor do Calvário. Se posso ferir o outro ao falar a verdade, mas sem me preparar espiritualmente, e sem sentir mais dor do que o outro, então não conheço nada do amor do Calvário. Se os elogios dos outros me alegram demais e acusações me deprimem; se não posso passar por mal-entendidos sem me defender; se eu gosto de ser amado mais que amar, servido mais que servir, então não conheço nada do amor do Calvário. Se quero ser conhecido como quem acertou em uma decisão, ou quem a sugeriu, então não conheço nada do amor do Calvário. Se eu ficar no lugar que pertence apenas a Jesus, fazendo-me necessária demais para uma pessoa, em vez de levá-la a se agarrar nele, então não conheço nada do amor do Calvário. Se eu me recusar a ser um grão de trigo que cai na terra e morre, então não conheço nada do amor do Calvário. Se eu quero qualquer lugar no mundo, a não estar no pó ao pé da cruz, então não conheço nada do amor do Calvário.

Ela fazia eu me sentir como se pudesse encontrar o meu lugar. Logo eu, que nao pertenço a lugar nenhum

Fiquei pensando como fazer frases poéticas, lembrei que é só revelar nossos sentimentos...

" O relógio corre, mas quando imagino teus gestos, o tempo curva-se como se pedisse licença para existir. "

Na pista de dança, como na vida, você só pode ser tão bom quanto o seu par.

Não somos corretos como os outros
casais. Para ter noção, nem data de
aniversário de namoro nós temos.
Mas a gente não liga pra isso.
Estamos tão ocupados fazendo cada
segundo juntos valer a pena, que vai
chegar um dia, pode ser daqui a
1 ou 2 anos, quem sabe, que vamos
nos dar conta do quão corretos
um para o outro nós somos.

Esqueça o passado e viva o presente alguén já disse. Mas como esquecer o passado, se é dele que tiramos todas as lições que aplicamos em nosso presente. O certo é viver o presente, tirando como certo o melhor que tivemos no passado!

A biologia determina muito a maneira como vivemos. Desde que nascemos sabemos respirar e comer. Quando envelhecemos novos instintos vêm à tona. Nos tornamos espaçosos. Aprendemos a competir. Buscamos abrigo. Mais importante de tudo? Nós reproduzimos. Mas às vezes a biologia pode se virar contra nós. Sim, biologia é um saco, às vezes.
[…]
A biologia diz que somos o que somos desde o nascimento. Que nosso DNA é gravado em pedra. Imutável. Mas o DNA não explica tudo o que somos. Somos humanos. A vida nos muda. Desenvolvemos novos traços. Ficamos menos espaçosos. Paramos de competir. Aprendemos com nossos erros. Enfrentamos os piores medos. Por bem ou por mal, encontramos maneiras de superar nossa biologia. O risco, é claro, é mudarmos demais a ponto de não nos reconhecermos. Encontrar o caminho de volta pode ser difícil. Não há compasso, ou mapa. Devemos fechar os olhos, dar um passo, e rezar para chegarmos lá.