Veio e Passou como um Cometa
“Como uma idéia que existe na cabeça
e não tem a menor obrigação de acontecer
Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então,
alegria que me dá, isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso,
caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver
O que eu ganho, o que eu perco
ningueém precisa saber “
Certas coisas são bem melhores como estão.
Eu nem sei o motivo pelo qual estou revoltado.
Não tenho se quer um problema que realmente me preocupe.
Talvez seja isso... Revolta por falta de revolução.
Não me abandone no fim do verão
pois o outono chegará como uma facada
o frio mostrará que estou só na estrada
e vou ter de continuar em meio a solidão.
O coração é como uma folha em branco onde o que você escreve não pode ser apagado. Se você errar, pode até tentar corrigir, mas as marcas estarão ali para sempre.
Duas espécie de coisas,quer o verdadeiro homem: perigo e divertimento. Quer por isso,a mulher,como o mais perigoso dos brinquedos.
E naquela ânsia de dizer mil coisas (coisas simples como sinto sua falta, meus pêsames, te amo), não disse nada. Ficou só, fechando os olhos, vivendo a noite no dia, silenciando silencioso, e esperando algum som. Nada ouviu. Sequer uma pulsação. E na ânsia de dizer mil coisas acabou não dizendo nada. Ficou a sós com sua surdez inseparável, lembrando de um tempo em que conseguia gritar: Não importa, Liberdade ou Paraíso, eu vou com você!
Entrou no metrô daquela quarta-feira sem segurar a mão de ninguém.
Seguiu seu caminho, esperando alguém entrar na próxima estação.
Ninguém entrou.
Olhou aqueles dois nomes ao longo da linha. Apenas lembrou, de uma forma triste que só aqueles que sentem saudade lembram. Risos, viagens, jantares, brigadeiros, filmes nunca terminados. Coisas de sempre, coisas simples, simples como dizer sinto sua falta, meus pêsames, te amo. Não diria nada. E passaria a vida se arrependendo de cada palavra não dita, de cada impulso involuntário reprimido. E viveria assim, num vagão vazio, esperando alguém entrar (Liberdade, Paraíso, Barra Funda, ou a velha e silenciosa São Judas). Ficaria ali, todas as quartas-feiras, esperando alguém que ele desconhecia e conhecia tão bem para poder, enfim, segurar sua mão na noite.
Liberdade ou Paraíso, não importava. Poderia ser Diadema. Iria com ela.
Se não gosto,
Porque choro?
Se não amo,
Porque sinto?
Você me fez sangrar,
Machucou como
Eu nunca pude imaginar.
O dia vai passar,
A noite irá chegar,
A dor irá cessar,
E nada mais existirá!
Borbulhante
Guardei meu poema dentro de uma bolha de sabão.
Como não ficar seduzida
Pela circunferência lisa e transparente,
Onde o arco-íris passeia docemente,
E morre de amores pela espuma colorida?
Acomodada na nova moradia,
O poema suspirou e adormeceu.
Quando acordou já não mais me pertencia.
A bolha de sabão se deslocara
E o poema apaixonado que eu criara
Descobriu de repente que era teu.
Não se pode definir como virtude a matança dos próprios concidadãos, a traição aos amigos e a demonstração de falta de lealdade, de piedade, de consciência e de ideal moral: essas práticas podem conquistar poder ao príncipe, nunca a glória.
Quero conhecer seus lindos olhos castanhos, sentir o seu abraço quente como o fogo da paixão;
Me dê a oportunidade de estar ao teu lado com imensa dignidade e clareza que conduz os meus sentimentos;
Deixe-me dizer o que sinto realmente, adentrar pelas suas entranhas e enfeitar os seus passos com minhas verdades e carinhos;
Quero ser teu com todas as certezas para que grave o meus sentimentos em teu coração;
O que seria do bem se os gatos que tem sete vidas, fossem tão mau intencionados como algumas pessoas o são ?
Como poderíamos ter conhecido o coração de Deus? Como poderíamos ter entendido a misericórdia de Deus? Não fosse o nosso pecado e desgraça, como poderiam ter sido demonstrados semelhante clemência e amor? Venham, pois, ó culpados, animem-se, busquem a graça. Assim como o médico precisa dos enfermos a fim de que possa exercer sua capacidade para curar, assim também o Senhor da misericórdia precisa de vocês para ele demonstrar a graça que pode conceder. Se eu fosse um médico, e desejasse uma clínica, não procuraria saber a respeito da região mais saudável, mas uma localização onde os enfermos encheriam o meu consultório. Se tudo quanto eu buscasse fosse praticar o bem ao meu próximo, eu desejaria estar no Egito ou em algum outro país acometido pelo cólera ou pela peste, onde pudesse salvar vidas humanas.
“Quando sentir que a vida está perdendo a cor, vire a página e inicie uma nova história
Como um arco-íris, que sob a luz do sol em seu espectro contínuo, brilha
sobre gotas de chuva”
Sua doce tristeza gelada, é amarga e contagiante, Como os estranhos sentimentos da minha mente delirante, meu coração amargo, esta ficando oco e paralisado, e por isso, eu deixo, minha triste felicidade, de lado, pois meus pulmões rasgados, estão perdendo seu ar, e você sempre vai ser a minha linda estrela guia, que eu nunca mais poderei alcançar...
— Deus! Crer em Deus! Sim como o grito íntimo o revela nas horas frias do medo — nas horas em que se tirita de susto e que a morte parece roçar úmida por nós! Na jangada do náufrago, no cadafalso, no deserto — sempre banhado do suor frio — do terror e que vem a crença em Deus! — Crer nele como a utopia do bem absoluto, o sol da luz e do amor, muito bem! Mas se entendeis por ele os ídolos que os homens ergueram banhados de sangue, e o fanatismo beija em sua inanimação de mármore de há cinco mil anos! Não credo nele!
Num efêmero instante
Encantei-me por você
Música a nos embalar
Antes de o sol nascer
Como as brumas da madrugada
Misteriosas sobre o mar
Voaste ao sabor da brisa
Deixaste teu cheiro no ar
Sorrisos na chegada
Um olhar na despedida
Mistérios pairando no ar
Nos acasos e devires da vida
De ti que nada sei
Tenho a intensidade que senti
Da tua boca que beijei
A cor dos gemidos que ouvi
Assustar-te eu não quis
Quando falei de saudade
Dou-te o frescor do anis
E as canções de liberdade
Tenho a pureza dos poetas
Teço meus versos ao vento
Se voltares, à alegria brindaremos
Ao partires, fica o encantamento!
Sentimentalmente eu me abri.
E como num jogo de azar,
lancei a suposta sorte
de você me amar.
De também se apaixonar.
Mas, como sorte não tenho.
Eu perdi.
Ponto,
pra mais uma das tentativas
frustrantes da vida.
O meu amor tinha os olhos de ressaca, como os de Capitu. Mas os olhos dele eram do tipo que puxavam para dentro e não deixava mais sair. Eu me afogava dentro daqueles olhos.
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