Veio e Passou como um Cometa

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Paz interior é a felicidade plena, coração leve como uma pena, livre da angústia, da raiva, do sofrimento e tudo que te reprime, que deixa seu peito apertado.

'Não vejo a felicidade como o lugar aonde desejo chegar, mas como cada pequeno pedaço de terra que piso ao caminhar'

Como você consegue ser assim… Imperfeitamente perfeito pra mim?

Nem sempre



Nem sempre as coisas vão acontecer como queremos, nemsempre vamos vencer todas as nossas lutas, nem semprevamos caminhar e chegar onde queremos, pois muitasvezes queremos chegar a um lugar, mas nossos pés estãonos levando a outro e nem estamos percebendo isso.Nem sempre nosso coração vai bater forte e nossosolhos vão brilhar; muitas vezes vamos sentir como seestivesse parado e nossos olhos vão estar como que sefechando.Nem sempre vamos olhar ao redor e encontrar um amigo asorrir pra nós. Quase sempre vamos encontrar vozesquase aterrorizantes a nos dizer palavras sem vidaalguma.Nem sempre as pessoas que amamos vão pensar como nóspensamos. Muitas vezes teremos que esconder dentro denós o que pensamos pra que o amor possa ter vez eoutras vezes teremos que magoar a quem amamos pra quepossamos continuar a existir.Nem sempre seremos velozes e ágeis a correr para obem. Nem sempre seremos as pessoas que planejamos ser. Nem sempre Deus nos dará aquilo que tanto pedimos. Nemsempre vamos ficar contentes com essa sábia decisão deDeus em nos proteger dos nossos maus desejos. Nem sempre vou entender porque quero coisas que nãodevia querer. Nem sempre vou deixar de querer. Muitasvezes vou querer pra sempre e nunca vou poder obter.Ou talvez obtenha e constate que realmente não deveriater obtido, mas nem sempre há volta.Nem sempre terei vontade de estar aqui. Muitas vezesnem terei vontade de estar, ou ser, ou existir.Nem sempre a vida nos trará agradáveis surpresas; enem sempre saberei enxergar as que já chegaram.Nem sempre olharei no espelho e ficarei contente com oque vejo, mas nem sempre ficarei triste. Muitas vezesaté pensativa.Nem sempre minha casa será o meu lar. Muitas vezesminha casa será somente o teto onde me abrigo.Nem sempre as pessoas que moram lá serão minhafamília. Muitas vezes serão apenas as pessoas quemoram lá, mesmo tendo o mesmo sangue que eu.Nem sempre aceitarei o fato de não ser tão amado porquem tanto amo. Nem sempre amarei tanto quem tanto meama.Nem sempre entenderei porque preciso fazer o que nãogosto, ou ser o que não quero, ou dizer o que nãopenso. Nem sempre preciso fazer nada disso, mas namaioria das vezes faço, pois nem sempre tenho coragemde ser o que sou, na verdade nem sempre sei o que sou,ou quem sou.Nem sempre meus medos vão me abandonar. Nem sempreesses medos me farão mal. Muitas vezes serão minhaproteção. Nem sempre entenderei o porquê de muitas coisas. Nemsempre preciso entender.Nem sempre poderei respirar sem que doa. Nem semprepoderei andar sem que doa. Nem sempre poderei andar.Muitas vezes terei que parar, outras terei que correr.Nem sempre a história foi assim, na verdade nem erapra ser assim.Mas mesmo assim, sempre, sempre e sempre posso sorrir;mesmo sem sentir vontade, pois um dia alguém prometeuque não seria assim pra sempre.E sempre posso me lembrar que nem sempre Deus foisomente Deus; mas um dia foi, ao mesmo tempo, Deus ehomem pra que nem sempre eu precisasse ser um pecador.Nem sempre todos vão se alegrar com isso. Nem sempreprecisamos ser indiferentes a isso.Mas se no meio dos seus “nem sempre” você perceber agrandiosidade desse fato; nem sempre corra, mas semprese entregue e saiba que nem sempre em nossas vidas ascoisas serão de graça, mas isso é pela Graça!!! Alguémnem sempre foi egoísta e exigiu algo; mas antes amou,e quis, muito ao contrário, quis dar algo. E comprousua vida e deu a você. Pagou um alto preço por você! Apenas se entregue e o mais Ele fará!

Se você não quer saber a verdade, faça como eu, não pergunte. Apenas abra caminho, sorria e aguente o tranco.
(Não pode ser verdade)

A maior certeza que tenho é a morte, que é vida eterna para quem crê em JESUS CRISTO, como suficiente salvador de nossas vidas.

Gritei,mas ninguém me ouviu. Senti como se o mundo desabasse pela segunda vez. Tentei abrir os olhos, mas as lágrimas ardiam demais, mas senti elas rolarem feito cachoeira a baixo. Me encolhi na cama feito um bebê, tentei segurar o choro para não mostrar que eu havia cedido, segurei o coração pra ele não morrer, finge que ia passar.

Quem disse que o amor num dói? Quem disse que meu coração está inteiro? Quem disse que esse sorriso no meu rosto é de felicidade? É só você olhar em meus olhos pra perceber onde estão os pedaços do meu coração, pra saber o que se esconde por trás de um menina-mulher, que parece tão feliz e tão segura.

Pior que te perder uma vez, é ter a chance de te ter de volta e nem ao menos conseguir te tocar! Por uma noite, senti você me amar, olhar nos meus olhos e dizer que não vive sem mim. Que amor é esse que escolhe quando aparecer, que não sabe o quanto dói, e que nem imagina o que é a palavra: “Eu te amo”, se dita da boca pra fora.

Descobri que o privilégio de ser amado não ficou para todos, e que infelizmente não escolhemos a quem amar.

As coisas parecem tão simples, mas se eu podesse sumir agora, o único lugar onde iria me esconder, seria nos teus braços...

“Tudo aquilo que nos leva a coisa nenhuma e que você não pode vender no mercado como, por exemplo, o coração verde dos pássaros, serve para poesia”.

(Trecho extraído de “Matéria de Poesia” do livro em PDF: Meu quintal é maior que o mundo)

Te amo desde a primeira vez que te vi. Te amo como nunca nem jamais amei alguém. Você é a mulher que mais me fez feliz. É só você que me entende, que me compreende quando o mundo parece se voltar contra mim. Sei que já fui ingrato, sei que já errei com você. Sei que já deveria ter feito tudo para mudar e demorei. Sei que você me ama, mais do que qualquer coisa. E eu levo a única e maior certeza de tudo nessa vida. Você pode não ser fisicamente eterna, mas para mim, em meu coração você é.

Eu te amo, mãe. ♥

Eu queria que nossa amizade voltasse a ser como era antes, mas você se afastou e talvez meu coração não aguente tanta dor. Você era uma das minhas pessoas favoritas no mundo. Os sorrisos eram inúmeros ao seu lado, mas você se foi sem explicação. Doeu a distância. Doeu não saber os "porquês". Você hoje voltou, se explicou, até entendi os motivos, mas de certa forma ainda convivo com o fato de ter sido esquecida por alguém que eu tanto amo.

Fiquei pensando que poemas são como pessoas. Algumas você entende de primeira. Outras você simplesmente não entende... E nunca entenderá.

Triste é ser humano e sofrer como selvagem
Triste é saber que estamos nesta vida de passagem.

Triste é chorar enquanto muitos estão a sorrir
Triste é saber que neste mundo ninguém morre por ti.

Não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância

Bloco do eu sozinho(a)

É com o amor e a alegria, de quem tem o coração como guia, que este bloco se anuncia.

Os Teus Dias

Se podesse contar contaria as estrelas, se podesse voar voaria pro céu, como não posso contar as estrelas nem voar para o céu; contarei os meus dias até voar para os teus.

É como uma árvore criou raízes fundas dentro de mim. Os galhos atravessam, crescem para fora, me abrigam e eu me deito à sua sombra.

Dizem que aqueles que estão nas alturas como que são atraídos por si mesmos para baixo, para o abismo. Creio que muitos suicídios e homicídios só foram levados a cabo porque o revólver já estava na mão. Aqui também há um abismo, aqui também há um declive de quarenta e cinco graus, do qual é impossível não escorregar, e algo incita irresistivelmente a puxar o gatilho.

Gente é mais ou menos como rio:
Tem os que gostam de perigo e se lançam de grandes alturas
Tem os de muitos braços que atiram pra todos os lados
Tem os de muitos redemoinhos que comem bois e gente
Tem os que gostam demais de si e viram lago
Tem os que só sabem correr parados
São os empoçados os pantaneiros os alagados
Tem os que transam com a terra formando ilhas
O fundo de alguns é de pedra. Tem os de peixes coloridos
Outros têm água clarinha. E tem gente córrego seco
E tem gente riacho escuro. Alguns a terra engole vivos
E tem até rio que corre pra trás
O rio que eu sou nasceu em janeiro

Indiaroba - fragmentos da nossa história

A história de Indiaroba, como a de muitas cidades, é marcada por uma teia de vivências e transformações que refletem não apenas os acontecimentos, mas também os sentimentos e os desafios enfrentados ao longo dos tempos. Essa terra, entre os rios Sergipe e Real, foi palco de disputas e encontros, onde os povos nativos se uniram aos primeiros colonizadores, dando forma a uma história de resistência, adaptação e sobrevivência.

No início, os franceses, com a ajuda dos indígenas, adentraram as águas do rio Real, ainda em 1575, mas seus vestígios desapareceram como o eco de um tempo que se apaga na memória coletiva. O território, um cruzamento de destinos entre as províncias da Bahia e Sergipe, foi marcado pelas rivalidades entre os capitães-mores, e cada disputa territorial refletia a busca incessante por um lugar de pertencimento. O que se transformou em Indiaroba não nasceu de uma fundação simples, mas de um processo de construção coletiva, onde cada ação, cada decisão, moldava as raízes de uma identidade.

Em 1750, com a chegada dos padres jesuítas e a fundação da capela de Nossa Senhora do Carmo, a cidade começava a se desenhar de forma mais concreta, tornando-se um espaço de fé, tradição e cultura. A disputa pela sua organização administrativa, entre os municípios de Abadia e Santa Luzia, só confirmava a importância de Indiaroba como uma peça central nesse tabuleiro geográfico. Mas, como toda história, a luta pela definição da cidade não seria linear nem simples.

Na virada do século XIX para o XX, um novo marco se desenhou: em 1938, com a emancipação política, a cidade iniciou uma etapa de maior autonomia, e seu crescimento seria impulsionado pela industrialização do camarão e pelo turismo. Sua posição geográfica, entre Sergipe e Bahia, tornou Indiaroba uma porta de entrada para o Estado sergipano, e o que antes parecia uma luta por reconhecimento, agora se tornava uma celebração de suas conquistas e particularidades.

Indiaroba é uma cidade que respira as marcas de sua história — um povo que resistiu ao tempo, que preservou a cultura e que se reinventou. Hoje, a cidade reflete não apenas as lutas e vitórias do passado, mas também a esperança do futuro, com um povo que conhece o valor da sua terra e da sua identidade, buscando preservar o que é mais precioso: suas raízes.

©Jorgeane_borges

Se pela manhã você souber com precisão como será o seu dia, você está meio morto - quanto mais precisão, mais morto você está.