Veio e Passou como um Cometa

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Se tudo dependesse de ter um propósito… muita gente nem daria o primeiro passo...

Se você possui uma inteligência ou um nível de consciência elevado, precisa compreender que nem todos estão preparados para ouvir o que você enxerga com clareza e que muitos preferirão uma mentira confortável a uma verdade inconveniente.

Às vezes, um Detox ideológico cai bem.

A justiça de Deus nunca falhará. Pode parecer que a injustiça venceu por um tempo, que pessoas erradas prosperaram ou que aquilo que você sofreu ficou sem resposta. Mas Deus vê o que ninguém vê, conhece a verdade..."

"A angústia nasce da farsa. No fundo da consciência, o impostor sabe que é um estranho habitando uma armadura alheia. O pavor constante de que descubram que por baixo da casca não há nada, tornando a sua existência um teatro miserável."

- Leandra Pinheiro

Habilidade não é um dom estático, mas a paciência lapidada pela repetição diária.
É a ponte invisível que transforma a intenção crua em execução precisa.
Enquanto o talento apenas abre portas, é o treino constante que sustenta a permanência.

Tinham que criar uma PL para extinguir o PL! Um partido de ladrões, lunáticos e lesa-pátrias. De tão liberal, libera geral!⁠

É preciso atenção! O aceno de TRUMP aos Bolsonaro é um sinal claro de intervencionismo! O Brasil é soberano e dos brasileiros!

No Brasil, a máfia recebeu um nome menos agressivo e intimidador! Seu endereço fica na Praça dos 3 Poderes e atende por Congresso!

⁠Um longo sacrifício pode em pedra o coração tornar!

William Butler Yeats
The Collected Poems of W. B. Yeats.

Nota: Trecho do poema Easter, 1916 (Páscoa, 1916).

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⁠É amor que eu estou buscando, Mas de um tipo belo e inaudito que não está no mundo.

A oração, a leitura, a meditação e o estudo da Palavra de Deus são um remédio eficaz para a desintoxicação virtual, porque nos afastam do excesso que distrai a mente e nos aproximam da presença de Deus, renovando o coração, purificando os pensamentos e alinhando a vida com a vontade do SENHOR.


(Cf: Josué 1.8; Filipenses 4.8)

A Bíblia não é apenas um livro religioso dado para preparar o homem para o céu, mas a revelação infalível de Deus para ensinar o ser humano a viver diante dEle na terra; porque toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, repreensão, correção e educação na justiça (2Tm 3.16–17), sendo lâmpada para os pés e luz para o caminho (Sl 119.105). Rejeitar sua autoridade é andar em trevas, mas submetê-la à vida é conhecer a verdade que transforma o coração, governa os relacionamentos e conduz o homem à verdadeira sabedoria diante de Deus (Jo 17.17; Pv 1.7; Mt 22.37–39).”

"O evangelho não é um projeto de reforma social, mas também não é indiferente à sociedade; ele transforma o coração humano e, por meio de pessoas transformadas, produz frutos concretos na vida social."


(Rm 12.2; Mc 8.36)

"Abrir a porta da sua vida para qualquer pessoa é um risco. Seja criterioso com quem conquista espaço no seu mundo."

Longe de paridade. Associado à um inigualável, associado colossalmente com aptidão de sobrepujar a preeminência sem aviltar minha cerne.

"O imitador não passa de um parasita existencial incapaz de evoluir. Sua busca por vitórias comparativas serve apenas como um curativo provisório para a sangria do ego ferido, na vã esperança de que superar a sua marca apague o próprio vazio."

- Leandra Pinheiro

Um doce de vó

Minha vó morava perto do campo de futebol. Era comum, depois das brincadeiras no campo — que ficava onde hoje existe o colégio —, passarmos pela casa dela.

Certa vez, eu e um amigo encontramos uma velha bola de capotão. Estava furada, com o couro bastante desgastado, quase no fim da vida. Mas, para dois meninos, uma bola nunca estava velha demais. Demoramos um tempão para consertá-la e deixá-la em condições de voltar aos gramados.

Ou, pelo menos, ao quintal da minha vó.

A casa dela tinha um quintal bem grande, perfeito para nossas partidas. Marcamos o gol com as camisetas no chão e começamos nosso campeonato particular de “chute em gol”: cada um batia três vezes e depois trocávamos o batedor.

A brincadeira ia muito bem.

Até minha vó aparecer.

Veio caminhando em direção ao nosso campinho com uma faca na mão. Antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, pegou a pobre bola e, sem a menor cerimônia, deu umas dez facadas nela.

Dez!

E, como se a bola fosse a única culpada pela desordem, ainda sobraram para mim alguns cloques na cabeça, dados com aqueles dedos duros de vó.

Acabou-se a festa.

A bola, que já tinha sobrevivido sabe-se lá a quantas peladas antes de chegar às nossas mãos, dessa vez parecia definitivamente morta.

Mas não estava.

Dias depois, encontrei o cadáver debaixo do assoalho da casa da minha vó.

Resgatei aquele pobre pedaço de couro e fui atrás do meu amigo, o companheiro das cobranças de falta. Examinamos a situação e resolvemos ressuscitá-la. Só que, depois das facadas da minha vó, não havia remendo que desse jeito.

Então tivemos uma ideia.

Uma péssima ideia, naturalmente.

Fizemos um enxerto e enchemos a bola com areia.

Ela ficou pesada feito uma pedra.

Foi aí que nasceu uma nova brincadeira.

Colocávamos nossa “bola” num ponto estratégico da rua, onde costumavam aparecer outros meninos, e fingíamos estar batendo faltas. Bastava esperar.

Logo surgia algum candidato querendo mostrar suas habilidades.

— Deixa eu bater uma?

Era tudo o que queríamos.

O sujeito tomava distância, ajeitava o corpo, corria cheio de confiança e...

PÁ!

Chutava aquela bola cheia de areia.

Nós caíamos na gargalhada. Os outros meninos que já conheciam a brincadeira também. E assim a velha bola de capotão, que não servia mais para jogar futebol, encontrou uma segunda profissão: castigar os pés dos desavisados.

Até que, certo dia, apareceu um menino bem maior do que nós.

Ele também quis mostrar suas habilidades.

Tomou distância, correu e soltou o pé.

Quase torceu o tornozelo.

Dessa vez, ninguém teve muito tempo para rir.

Furioso, ele distribuiu uns tapas nos menores — eu e meu amigo incluídos — e, para completar o castigo, levou embora nossa bola cheia de areia.

Foi o fim definitivo daquele capotão.

Pensando hoje, talvez tenha sido melhor assim.

Primeiro minha vó tentou matar a bola com dez facadas. Nós a ressuscitamos, enchemos de areia e a transformamos numa armadilha. Depois apareceu alguém maior, acertou nossas contas e levou embora o corpo do delito.

E minha vó?

Minha vó nunca ficou sabendo da ressurreição.

Ainda bem.

Porque, conhecendo aqueles dedos duros, desconfio que os cloques da segunda vez teriam sido muito piores.

Ivo Terra Mattos

As Aves Que Aqui Cantam


O verde rompe o asfalto com firmeza,
um sopro de aragem na urgência do dia,
onde o concreto ergue sua frieza
e a vida pulsa em pura sinfonia.


Não há muro alto que cative o vento,
nem torre fria que anule o seu cantar;
o tempo avança em cada movimento,
lembrando a alma o dom de respirar.


As aves que aqui cantam na cidade
são as mesmas que cantam em todo lugar;
até no cemitério cantam a vida é passageira,
e o peito vibra ao ver o sol raiar.


Recordam o pó, mas cantam a aurora,
o instante breve, o sopro que é eterno,
a ânsia pura de viver agora
antes que chegue o silêncio do inverno.


Vagar pelas ruas é buscar o sentido
no voo ligeiro que cruza o azul,
entre o grito urbano e o peito ferido
que busca o norte, o leste, o sul.


Ser ave e ser homem é cruzar o abismo,
é ser faísca acesa na escuridão,
encontrar no trânsito o lirismo
e a paz profunda dentro do coração.

Abrir um livro é viajar na imaginação.
Este ato tão importante para a mente humana
quanto a criatividade .
Que é a capacidade que o indivíduo
utiliza_se para criar imagens,
idealizar ideias
e formar
novos conceitos .