Veias
A arte que corre em minhas veias anseia em criar o tempo todo, - mais forte que a razão. Não consigo parar um minuto sequer sem pensar em fazer arte.
Tem que estar ali na ponta da linha
o que você sonha em alçar
aos tempos noturnos, nas veias das borboletas.
Eu sinto, assim como sinto o passar suavemente do sangue em minhas veias, sem perceber. Eu sinto, como cada batida do meu coração que segue o ponteiro do relógio. Preciso do brilho, do concreto. Mesmo quando em um escuro total, enxergo a formosa forma que possui; a luz que é só tua e como te destacas no escuro, no horizonte. Às vezes, vai pra um lugar só teu e fica sem dar o ar de sua graça, mas eu sei que está lá, esperando para brilhar. Aparece calma no anoitecer, e vai desaparecendo visualmente quando começa o dia, mas nunca para de brilhar, pois aqui ou em qualquer lugar tens inúmeras pessoas que vivem na noite apenas para te apreciar e tentar entender o porque de tanta beleza.
Os caminhos da vida são iguais a veias do corpo humano. Umas levam para lugares onde sabemos o fim, outras não, e algumas nos dão dupla escolha, no qual essas podem ser as mais perigosas.
Eu sinto a sua falta, sinto que sem você faleço cada dia um pouco... as minhas veias ainda contém esse sangue ascoso que escorre lentamente até o meu inútil coração, que o distribui ele pelo meu mórbido corpo.
A felicidade invade todo o meu corpo, tentando encher minhas veias de ar puro e marcando-me o mais profundo que seja."
Repetidamente eu sou cheio de emoção, seu amor corre através das minhas veias e eu sou preenchido com a mais doce devoção enquanto eu, eu olho para seu rosto perfeito!
levante-se
sente-se
vá com calma.
Eu ainda sinto o veneno correr em minhas veias.
O sol clareia a terra , as plantas vida parecer tem ..
Mas , eu te pergunto ..
o que te motiva a viver ?
o que sente quando sente os raios do sol e a brisa do vento?
Do buraco você saiu?
Gosta da luz ou prefere o chão?
Como um papel branco , esperando para ser preenchido.
Rosne.
Tenho certeza que meu sangue vai fluir em suas veias , do mesmo modo como fluiu em minhas , de uma maneira que não podemos ver nem tocar , apenas sentir , como um coração batendo forte á dois
Hoje ao acordar pela manhã olhei Para o espelho
E vi o sofrimento correndo pelas minhas veias
O meu rosto mostrava um semblante totalmente despedaçado
Meu corpo já não era mais o mesmo
Percebi o tempo perdido
Meu coração já não agüentava tanta pancada
Sinto meu corpo mais leve
Como se o tempo tivesse mim encontrado;
Eis que to a porta e bato
A tristeza e a solidão mim convida
Para fazer parte do grupo dos desesperados
Não sei o que e carinho
Pois mim sinto tão sozinha
Não sei o que e amor
Eu sinto tanto rancor
Não sei o que e paixão
Sinto um dor no meu coração
Mim deu carinho mim deu tanto amor
E hoje sinto falta do que já se passou.
Hoje sei que os poetas são outros, trazem o líquido das esferográficas nas veias e equações insolúveis nos bolsos.
***Não sou santa, tenho um certo veneno correndo pelas veias. Mas também não sou uma peste total: ainda tenho certo doce neste – bombardeado – coração.***
Imaginei-me percorrendo as tuas veias, a navegar junto ao sangue do teu corpo e, aconcorando-me, com emoção, numa das ilhas do arquipélago da tua mente, desembarquei meus sentimentos no cais do teu porto-coração!
Se minha cabeça se agita ao te ver, meu corpo estremeçe para que eu te faça deslizar em minhas veias.
Ame suas tripas, seu intestino, seu coração, seus rins, seus pulmões, suas veias. Ame-se por dentro!
Escrevo tão e somente para sentir-me viva.
É meu oxigênio, sangue que pulsa em minhas veias, enorme desejo de respirar livre.
Escrevo e sinto meu coração acelerar de êxtase, sinto meu corpo ir e voltar ao infinito em menos de minutos,
sinto a força da renovação, a fé de espírito.
Escrever sempre foi meu refúgio, amigo oculto, passo dado rumo ao céu. Não saberia seguir adiante sem explodir, sem falar tudo que engasga em minh'alma.
Não saberia viver, então.
Sou isso, uma força contida em palavras, sou um enigma, uma interrogação.
Não me conheço, até que eu mesma me descreva, me exponha, fale sobre mim intimamente e subjetivamente através do que é a minha vida:
o que escrevo, sou, permaneço.
Oh dor!
Até quando tú me consumirás?
Até quando te sentirei correr nas minhas veias?
Diariamente sou atormentado por ti
Te sinto ao meu redor como um leão voraz!
Não te esqueçerás de mim?
Vai-te embora! Que os ventos te levem...
Para bem longe...
Para o abismo, para as profundesas.
O que te fiz para merecer tal desgraça?!
INDULGÊNCIA! INDULGÊNCIA!
Oh! Até quando, até quando...
O privilégio de ser amado não está correndo por entre cada gota de meu sangue nas veias de um corpo esgotado e cansado de apanhar por sentimentos.
O amor é algo impiedoso, quente e fluente, que nos ensina a aprender, mas também a vingar. Aprender que, com o tempo, o sorriso que você dá baseia-se no rosto de outro ser. Vingar àqueles que tentaram roubar o rosto, fazendo tua vida rotular algo que não se emenda nos padrões amorosos.
Cá estamos nós, implorando por aprendizado e vingança.
