Vc Nao sabe o quanto eu te Considero

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Eu queria um coração reciclável.

É um sentimento que eu nunca consegui agarrar com minhas mãos de tanto que ele voa alto e de tanto que ele é imenso...

Jota Cê

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Eu só tenho esperas. Ele traz a tranqüilidade de mais nada esperar.

Eu tô dançando com a vida, de rosto colado, abraçando apertado, que delícia é VIVER!

E nem me venha com textos intermináveis, coisas que cobram muito tempo eu tendo a deixar incompletas, não me leve a mal, apenas, resuma o seu blábláblá, poupe o nosso tempo. Aprenda a se resumir, (quase) ninguém precisa das suas explicações, e ás vezes até os que precisam, não as querem.

Deus permita que eu envelheça com ternura..
Que eu continue a lembrar dos meus tempos de infância,
de quanto fui feliz na minha mocidade,
quando eu não andava, mas flutuava,
dançando pela vida...em pura alegria.
Ah!!! quantas saudades eu sinto !
Tudo quero guardar na lembrança
da criança e mocinha que fui!
As brincadeiras divertidas onde não havia maldade,
era somente felicidade!
Até em tempos de dificuldades de tudo se achava graça.
Deus permita que eu viva minha velhice
mesmo com todas as dificuldades
pois essas,costumo tirar de letra,
assim com a vida aprendi...
Não quero esquecer de quem comigo esteve
em todas as horas
e dos meus filhos e netos.
Já consigo me ver velhinha
com uma bengalinha, a saracotear por aí.
Feliz como sempre,
ao lado dos que me são importantes .
Contando minhas histórias
e rindo dos instantes
em que eu dançava na rua.

Ninguém entende esse amor que sinto por você. Para ser sincera, nem eu mesma entendo. Só sei que sinto e que nunca diminuiu um mm sequer.

Há situações em que eu jamais preciso agir. Por exemplo: meu complexo de superioridade, ele próprio, sempre põe pra correr meu provável complexo de inferioridade!

Eu me enganei demais com você, pensei que pelo menos como amigos seriamos para sempre, amarga ilusão que alimentei ferozmente.
Hoje em dia você me ver passar e fingi que nunca vivemos as mais profundas emoções!

Acho que fiquei tempo demais lendo o “Caras como eu”, acabou me dando inspiração demais, ou talvez seja só a minha T.P.M. ultra carente que queira se manifestar.
Mas inspirada no título... Meninas como eu, são assim, complicadas de se decifrar, mas não somos impossíveis, talvez quando a gente chore, ou quando xingamos até a 18ª geração dos nossos namorados, na verdade nós estamos simplesmente querendo um carinho.
Meninas como eu, dormem com dois travesseiros (ou mais), um pra apoiar a cabeça (em alguns casos, esse é o mais alto, pra dar a sensação de “peito de namorado”), e um do lado, pra que quando acordarmos, a cama não seja tão vazia quando ele não estiver por perto. Meninas como eu, gostam de quando eles ficam bravos e nos censuram de todas as formas, mas não conseguimos dormir se essa raiva durar até a hora do “boa noite”.
Meninas como eu, sussurram o nome dele bem baixinho ao acordar, enquanto abraça bem forte a primeira coisa macia e aconchegante que surge pela frente (aí a funcionalidade do segundo travesseiro ou daquele ursinho de pelúcia).
Sonhamos com o gosto do beijo dele, com o toque suave de suas mãos, com aquele cafuné que faz qualquer mulher dormir feito um anjo em questão de minutos. Pedimos em segredo para que o som da nossa voz seja eternamente uma melodia soando suavemente nos ouvidos deles, pedimos que o brilho dos nossos olhos seja sempre o motivo que os faz sorrir, que o silêncio seja sempre sinônimo de paz e de aconchego, que a ternura e a harmonia nunca nos abandonem.
Meninas como eu, têm a sorte de encontrar tudo aquilo que sempre sonhou, onde menos esperava e quando menos esperava, porque o choque é arrebatador, é absurdamente envolvente e arranca qualquer possibilidade de voltar atrás.
Meninas como eu, têm o seu coração tomado por um ser especial que chega como quem não quer nada, e vem roubando a atenção, vai dominando os pensamentos e todos os desejos. Meninas como eu, dizem para si mesmas “eu odeio ele”, mas quando ele liga, o coração tenta sair pela boca, a doçura da sua voz envolve a alma e você se dá conta de que ele é tudo o que você quer para todos os dias de sua vida, e é ele quem vai ocupar o espaço ao lado do seu, na sua cama, por todas as manhãs que estarão por vir.

Sobre estar só, eu sei.

Irônico foi quando vieram me perguntar se eu era bipolar.
Eu respondi: Sou, sim. E logo depois: Mas é claro que não.

Quando se trata de você, eu posso ser a pessoa mais egoista do mundo.

Até hoje, vou te contar, eu penso na mensagem que você nunca mandou, nas coisas que você nunca me disse. Ainda espero, em silêncio e relutante. Lembro da gente nas músicas que você nunca me dedicou. Sinto saudade de você, que nunca foi meu. Do nós, que sempre foi eu. Saudade da coisa mais linda que já me aconteceu, mas que na verdade, nem chegou a existir. A loucura mais sensata da minha vida, ou a sensatez mais louca, quem sabe? Amei muito e de verdade, não nego. Ele ou uma idealização, não posso distinguir ao certo, mas era amor e isso não é contestável. E hoje eu me pergunto, com a minha vida seguindo tão bem e a ausência despercebida num canto, se ainda amo. Nada mudou, além de mim, e tudo parece tão diferente, tão distante, tão fora de mim e dessa vez, acredite quem quiser, por repulsa minha. Mas creio que seja um quase ou pós amor, muito carinho, alguma coisa menor e bonita assim. Porque, seja lá o que ainda resta, é quieto e não grita mais nos meus silêncios, nos meus ouvidos. Não me tira o sono, não me tira o juízo, a paz. Não é espaçoso, muito pelo contrário, compacto. Dizem que o amor é assim, calmo, sereno, brisa. Mas eu não acredito nesse amor que não invade, não vira do avesso, não desarruma. Não consigo imaginar o amor batendo na porta, comportado no sofá. Esperando você oferecer um copo d’água, café, bolo. Com licença, por favor, muito obrigada. Não o meu amor, não comigo. Meu amor pula a janela, põe os pés no sofá e pede mais uma almofada. Reclama que tá com fome e abre a geladeira pra ver o que tem de bom. Rouba o controle, muda o canal, faz bagunça. Meu amor é tempestade, terremoto, erupção. Brisa, comigo, só o fim, só sem mim. Sereno, deixo claro, só meu adeus.

O homem que eu amei

Ele é sincero, amigo, companheiro...
É puro, é verdadeiro...
Que nunca me deixou só...
Ele me abraçava com a mesma intensidade
que dizia que me amava...
Ele dizia que pra sempre ia me espera...
Ele era doce, ás vezes quase ingénuo...
Ele era inteligente, sedutor..
O homem que eu amei...
Me cercava com carinhos..
Me acalmava, estava sempre do meu lado...
Mas ele se cansou
Mais eu o amei
Eu ainda amo esse homem...
Mas, hoje prefiro me referir
como homem que eu amei!

Eu duvido que alguém lembre do passado com tanta alegria como eu lembro. As pessoas têm mania de olhar pra trás e já se lamentarem. Pra mim não é assim sempre. Claro que, assim como todo mundo, eu também tenho saudade de muita coisa, muita gente e muito tempo da minha vida. Mas eu lembro também que lá atrás, nesses dias, eu pensei, ou falei "vou aproveitar agora porque isso acaba; daqui uns anos não terei mais isso". Fiz minha parte, aproveitei como pude. Tentei aproveitar ao máximo. Agora não há nada a fazer mesmo. Nada nem ninguém vai voltar nem fazer voltar. Então por que ficar sofrendo tanto por isso? Prefiro agradecer por ter tido a oportunidade, por ter agarrado as oportunidades que tive. A vida continua, e o dia de hoje pode, sim, trazer tanta saudade daqui 10 anos quanto aquele dia 10 anos atrás.

Eu troco minha paz por um beijo seu. Eu troco meu destino pra viver o seu. Eu troco minha cama pra dormir na sua. Eu troco mil estrelas pra te dar a lua. E tudo que você quiser. E se você quiser, te dou meu sobrenome. Tem gente que tem cheiro de rosa, de avelã. Tem o perfume doce de toda manhã. Você tem tudo, você tem muito. Muito mais que um dia eu sonhei pra mim. Tem a pureza de um anjo querubim. Eu trocaria tudo, pra te ter aqui.

Eu sou caçadora de palavras porque elas têm mania de me encontrar nos desencontros.

Quando me disseram que eu podia apagar tudo que eu tinha escrito, acho que pensei que eu podia fazer o mesmo com as coisas que eu tinha feito.

Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem

Dolores Duran

Nota: Trecho da música A noite do meu bem.