Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

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⁠O dia do nosso "sim". A minha melhor escolha é você. Desejo que todos os sentimentos especiais e puros do dia do nosso casamento alimentem o nosso amor para sempre.
Você é meu pedaço de céu na terra. Que a nossa caminhada seja de muita parceria, cumplicidade, respeito e paz.

Eu cumpri minha promessa até onde meu fôlego permitiu. Tentei ser o guia, a mão firme, o farol. Mas não percebi que, ao tentar iluminar seus caminhos, eu estava apagando os meus. Não posso mais te carregar, porque agora nem eu sei onde estou. Preciso ir embora para encontrar a luz que eu perdi dentro de você."

“Eu sei o que eu falo. E principalmente, eu sei o que eu vivo. Quem não vive minha rotina não pode definir minha verdade.”

Até parece que a raça do outro é melhor que a minha.

Tua alma enxergou a minha
As partes iluminadas e escurecidas
Amou-a com profundidade,
Maestria
[...]

Eterno é o meu espírito que tão distante está do que realmente é,
mas, que na aurora da minha luz, anseia voltar-se para casa e colidir com a superioridade do meu ser, direcionando o que eu tiver de mais belo para todo o universo.

Minha paciência não é infinita. Ela só parece, até você testar.

Minha âncora é teu sorriso!
Sem ela
Declínio.

Se eu vir...?

"Se eu ver" não existe,
minha língua perde o afeto.
Não vou deixar minha palavra triste,
então assumo em me sumir por completo.

"Cansado de ouvir 'não' de quem deveria estender a mão. Minha resposta para o mundo agora será a minha vitória."

Os abrigos da alma


Teu amor é o abrigo que minha alma procurava quando o mundo parecia vento frio em rua vazia.
Em teus braços encontro silêncio que cura, e no teu olhar, uma casa acesa mesmo em noite tardia.


Há tempestades que não assustam mais, porque tua voz é teto firme sobre meus medos.
Teu riso cobre minhas cicatrizes como cobertor antigo,
e teu carinho faz primavera nascer nos meus invernos.


Se um dia o mundo desabar lá fora,
que desabe
— aqui dentro há morada.
Pois teu coração é refúgio eterno no meu, e minha alma escolheu em ti fazer morada.

A maturidade tem me ensinado a dominar minha ansiedade, esperar faz bem a saúde, respeitar o tempo de Deus é o melhor que podemos fazer.

Nos meus momentos de quietude e solidão eu ouço minha própria voz. Não há como fugir de mim mesma quando estou só. Neste momento tudo faz sentido, tudo se encaixa como num jogo de quebra cabeça com todas as peças.

Cansei de brigar com minha essência e querer ser o que deixava os outros confortáveis. Quem quiser caminhar comigo terá que aceitar também os meus espinhos, caso não queira está tudo bem, siga em paz o seu caminho que eu sigo o meu.

⁠Estou presa na minha incapacidade de mudanças, logo eu que amo o mutável, amo recomeçar. Por puro comodismo suporto o que não deveria suportar, quando na verdade eu anseio pela doce sensação que a liberdade me trará.

Minha coragem mora no rascunho, não no diálogo.

A minha idade ja não define mais, quem sou.

ENQUANTO ELA DORME

é noite, e perto de mim dorme a minha amada
eu, à distância de mil pensamentos,
tento ouvir seu ressonar de paz.
será que ela sonha?
será que quando acordar
se lembrará que vivo estou?
a minha amada tem os olhos azuis
da cor da esperança
suas mãos são finas,
macias como lã de algodão.
ela tem um corpo esculpido
de quase perfeição.
minha amada,
quando sorri ilumina a noite
a noite de treva e solidão.
mas, a minha amada dorme,
minha amada não sabe
que morro aqui, ao seu lado,
acordado, tentando dormir também
para lhe encontrar.
oh, se ela pudesse me ouvir,
oh, se ela pudesse vir aqui
por um instante.
minha amada não respira
o mesmo ar que eu.
de onde estou não posso chegar até ela,
a não ser em pensamento.
nossa cama parece um imenso oceano,
e eu só tenho as mãos para lhe abraçar.
tudo que eu queria nessa vida
era que ela pudesse ouvir meus pensamentos
para que ela soubesse o quanto a desejo,
oh, quem dera,
que ela um dia desses
me acordasse com um beijo.
mas a minha amada dorme,
enquanto eu escrevo poesias,
em delírios que me consomem,
mesmo distante
em noites de insônia
como uma sombra
eu ainda a vejo..

⁠FOLHA MORTA

Se a minha boca não te surpreende
se o meu corpo não te satisfaz,
o que te falta para ir em frente,
pra seguir teu rumo, me deixar em paz?

A vida a dois não é cláusula pétrea
se for por força de obrigação
o amor definha, vira folha morta
logo um se despede, outro fecha a porta
é o fim da rota de contradição.

Mas o medo de ficar sozinho
fecha o caminho da libertação
se não há coragem pra pular no abismo
prefere-se o cinismo, vida de ilusão.

Logo tudo cala, quando ninguém fala
a porta se fecha e a luz se apaga
e os dois se encaixam na mesma prisão.

Sou um renascentista


Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.