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Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

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A vida
A vida é uma flor plantada...
O destino é uma conseqüência de um passo dado...
O amor é um presente de uma jornada difícil...
Um beijo é o desabafo de um sentimento...
Você é uma criação incrível de Deus...
Ele te ama!
Valorize a vida como a maior benção recebida.
Valorize o amor recebido como o maior tesouro.

Inocência é uma palavra que tenho dúvidas se um dia tive. Porque a vida me ensinou desde cedo a encarar os fatos como eles realmente são , e não como fantasias que outros viam.

Não sabemos dos mistérios da vida pois a felicidade mesmo é uma surpresa.
Se soubéssemos tudo o que está prestes a acontecer, não existiria o sentimento de esperança e se não precisássemos esperar a vida seria uma corrida sem sentido.
Sofrer não é um castigo, é uma resposta do livre arbítrio. Por isso não temos nada a reclamar e devemos agradecer pela possibilidade de fazermos escolhas.
O bom da vida é aprender por si mesmo e se os obstáculos não existissem não seríamos capazes de diferenciar o que nos faz bem daquilo que nos faz mal.

Cada nova vida que nasce é uma prova
de que a natureza ainda não perdeu
as esperanças na humanidade. "

Razão de uma força que transmite vida
você é fonte que transborda amor
e cicatriza qualquer ferida
e faz de mim um sonhador!

Construir uma vida com mentiras é como construir uma casa feita com tijolos de açúcar, parece doce, mas vai ruir.

Confusão.
Pode ser uma definição da vida, pois nada faz sentido, e quando faz a vida muda e escreve novas linhas novos caminhos.

Escrevivendo

A vida é como a Divina Comédia. Uma ilusão da qual não nos damos conta.
E que sempre tem a razão... Seja qual for.
Talvez, um jogo... Com suas estratégias mais mirabolantes a criar.
Fomos criados com um único objetivo, um teste: nós, humanos, somos capazes de sobreviver às regras do jogo da vida?
Esquecemos para que realmente viemos ao mundo.
Simples... Viver e morrer.
palavras opostas, mas tão interligadas.
Quando tentamos descobrir qual o sentido da vida, quando um dia chegamos a nos pergutnar "O que estou fazendo aqui?", percebemos quão engraçada é a vida, e como é tão difícil entendê-la.
Descobrimos o que esquecemos o que um dia sabia, mas não havia parado para refletir no que vivia.
(Deu pra acompanhar?)
Que sustentamos essa ideia de que a vida é pra ser vivida intensamente.
Sim, talvez.
Mas também para descobrir que o que tiver que acontecer, simplesmente aconteça. Sem ilusão de destino.
Encontrar o "quem sou eu".
Tudo é prova, tudo é desafio, tudo é lição.
Erro ou não, é lição.
Passamos a achar graça quando entendemos um dia que somos meros ratinhos de laboratório.
e logo após, fingir que esquecemos o que um dia descobrimos.
E assim, tocar em frente o caminho onde paramos... no "mundo fantástico" dos desafios.

Pinte a vida. Deus nos deu mais um dia, mais uma chance de ser feliz, de colorir o mundo, escolha as cores da alegria, da amizade, da felicidade, dos sonhos, das ilusões e das fantasias. Sorria e pinte o sete!

Amar a si próprio(a), além de ser uma ótima escolha, é sabedoria de vida.

Lembrem-se: a busca por uma vida melhor exige dedicação e reflexão a todo instante. Exige presença.

Uma pausa para vida...Afinal, viver e' a prioridade... E viver bem!

POIS É

A verdade pode durar uma vida inteira, perseguir uma mulher madura, assaltada de lembranças provocadas por uma amiga que mexe com uma varinha "o fundo lodoso da memória". E, de repente, a avó percebe uma convulsão na sua realidade, porque de repente outra verdade se sobrepõe. Explica. Reduz. E ao mesmo tempo amplia. Pois é. A verdade, em Lygia Fagundes Telles, é tão crua quanto esclarecedora. O que está em seus contos é a vida, sua própria e de outros, tão real e tátil como o chão áspero de cimento.
Reli, com assombro renovado, seu Papoulas em feltro negro, que ela incluiu no livro "Meus contos preferidos". Em onze páginas, Lygia roteiriza, organiza, sumariza, romantiza, anarquiza e enfim suaviza e cicatriza uma vida inteira.
Ojeriza.
Fuga.
Medo.
Ansiedade.
Mentira.
Não foi sem intenção que a narrativa das memórias suscitadas por um telefonema se concentre na latrina do colégio. Era o ponto da tangência. O ponto da fuga. A casinha fedorenta era melhor do que a sala de aula, com aquela presença esmagadora, opressora da professora castradora. Mentira! Tão bem dissimulada que pareceu verdade, por cinqüenta anos. E a verdade, um dia, lhe atinge a face como a aba de um chapéu de feltro, ornado de papoulas desmaiadas.
A memória é sinestésica. E os elementos formais estão ali, polvilhados no conto de Lygia, a declarar a ação dos sentidos. O tato da memória traz a aspereza do giz, o suor das mãos, o pé que esfrega a mancha queimada de cigarro no tapete. A audição da memória pede que se repita a Valsa dos Patinadores, como se repetiu a lembrança pela voz da companheira sessenta e oito, da escola primária. Mas o cheiro da memória remete, primeiro, a urina. A latrina escura. E eis a visão da memória a denunciar a obliteração. Negro quadro-negro. Trança negra. Saia negra. Feltro negro.
No meio do negrume, o sol reflete o seu fulgor majestoso na vidraça. É o esplendor do flagrante descobrimento. "O sol incendiava os vidros e ainda assim adivinhei em meio do fogaréu da vidraça a sombra cravada em mim." Dissimulação - mesmo em meio a tanta luz, há uma sombra. É uma sombra que persegue a personagem até o reencontro com a professora. Sombra, por definição, é uma imagem sem contornos nítidos, sem clareza. Como a professora, morta-viva, "invadindo os outros, todos transparentes, meu Deus!" E Deus, que sombra é esta a que chamamos Deus?
Pois é. Neste conto de Lygia, o gosto da memória, ou a memória do gosto, está ausente. Não se manifesta o sabor. Por que não se manifestou o saber, é por isso?
O conto é partícula de vida. É meio primo da História. Mais do que eventos, registra caráter, caracteres, costumes, clima, ambiente, formas, cores, preferências, gostos. O conto é uma das modalidades da história feita arquivo. Por isso conto, contas, contamos. O conto oral é o livro em potência, a história em potência. Ambos pertencem a quem os usa, e a quem de seus exemplos faz uso.
A escola deve ensinar a ler. Mas também deve ensinar a ouvir. Por isso, também na escola, que é um complemento da família, é preciso haver quem conte histórias. Como Lygia, que nos faz lembrar que é preciso haver a lembrança de uma infância vivida, o acalanto de uma voz querida, contando histórias, ilustrando a vida.
Lygia é de uma franqueza pontiaguda.
Este conto, em especial, é uma escancarada confissão de humanidade. A personagem é Lygia, ou qualquer um de nós. A personagem é frágil. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era forte. Imaginava-se executora. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era executada. Humana, enfim. Eis a verdade. Eis Lygia. Pois é.



Jornal das Letras, edição de agosto de 2007

"A vida se apresenta para alguns mais cedo, para outros mais tarde... É tudo uma questão de escolha, você vai escolher seguila agora ou encontra-la mais a frente"

nao quero entra na sua vida para fazer uma visitinha..
Quero entra na sua vida para FICAR!!!

Conseguir sucesso na vida adquirindo bens materiais e pertencer a uma família equilibrada faz de todos nós um vencedor. Mas em todas as coisas somos mais que vencedores quando reconhecemos que Jesus nos amou primeiro e se entregou a morte na cruz do calvário em nosso lugar.

O maior tristeza da vida deve ser a seguinte: descobrir que se está condenado à morte, por uma doença inesperada, e saber que ainda falta muita coisa boa para curtir... muitos sonhos para realizar.

Sempre lutei, sempre dei o melhor de mim na vida me considero uma guerreira, matei muitos leões e percebo que quanto mais responsabilidade mais nos amargamos e nos frustramos desejamos mais do que podemos ter, quero sempre abraçar o mundo.
As vezes sinto que vou sucumbir, as vezes penso em deixar tudo de lado, tudo mesmo.
Será que vale apena tanto esforço, tanta dedicação sinto que a cada dia estou me transformando numa pessoa que não queria ser, amarga, triste, sem brilhos nos olhos.
Acho que vou sucumbir!

Tive amores eternos com fins cronometrados, e também passa-tempo que durou uma vida. Tive medo de perder, e perdi sem notar. Tive medo de arriscar, e quando vi já estava no chão, me reerguendo de um lugar que achei que nunca me levantaria se caísse. Tememos o que está por vir, e esquecemos que o presente é incerto a cada minuto posterior. Cada suspiro pode ser o último, ou o primeiro.

Guardei meu coração em uma caixa sem vida e sem cor,
onde tudo parecia tão distante de nós.
Agora não resta mais nada além de um sol embriagado.
É hora de se lançar ao mar outra vez, sem medo da fúria das ondas.
Eu vi a luz de perto, e senti ela me queimar.
Eu estava tão alto e tão distante de tudo,
mas agora eu posso sentir o chão mais do que nunca.
Eu estarei sempre aqui, mesmo quando todos tentarem ofuscar você.
E mesmo que os invernos insistirem em te derrubar
eu estarei sempre aqui pronto pra te aquecer...