Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Todos os dias, ao acordar, ponho em minha mente uma missão: Fazê-la feliz.
À noite, o sossego de meu sono depende de sua felicidade.
Se você está feliz, considero-me satisfeito.
Sua alegria é minha alegria.
Amo-te muito.
Minha alma suspira a cada momento, transmite o que o destino já decretou um amor uma paixão. Oasis num coração de ilusão, meu espírito é independe e voa nas asas dos sonhos e nele vai se entregar pra mim.
E deleitarei pela primeira vez, cantarei ao teu ouvido, ouvirá o, mas forte dos furacões, mas furiosos dos vulcões acalmasse ao toque dos nossos corações.
O amor me torna tão imprevisível
É uma controvérsia emocional
me desculpa se te quero da minha forma
e se nos conhecemos
se sinto falta do seu beijo
você mexe muito comigo
E mais uma vez eu acordo
Mais uma vez tu chega na minha casa,
eu abro a porta tu logo me dá um beijo e diz, tudo bom amor?
Eu com um enorme sorriso te respodia, sim amor!
Tu me abraçava era um daqueles abraço a qual tu não quer nunca mais soltar.
A gente ficava unto aki no sofá, conersando horas e horas, pra nós não era nada.
Depois fomos ao meu quarto deitamos na cama, juntos e abraçados conversavamos sobre o mundo inteiro, era uma das melhores sensações que eu sentia, o mundo poderia acabar naquele momento mais eu morreria feliz pq eu estava ao lado dele.
Ele foi embora, mas logo volta vamos sair junto com nossos amigos.
Ele chega mais uma vez aki na minha casa, iremos juntos encontrarmos com os nossos amigos no local marcado.
Fomos andando de mãos dadas, abraçados, não consigo descrever o que eu sentia naquele momento, é algo tão bom!
Chegando lá comprimentamos a todos, todos nós adoram como casal, pelos menos em nossa frente.
Ele encontra amigos dele por lá, me apresenta a todos como namorada, meu coração ia a mil, tudo aquele era muito bom.
Enfim esse dia acabou.
A tarde do outro dia, mais uma vez ele vem aqui em casa, mais uma vez juntos.
E assim ele fazia todos os dias, com o tempo, eu não cansava de estar unto dele, a cada vez queria estar maais com ele, isso me trazia um bem tão grande.
E a melhor parte é que ele sentia o mesmo por mim.
Nosso amor era o mais lindo de todo o mundo.
Jamais trocaria aquelo que eu tava vivendo e sentindo por nadaa no mundo.
Sentada no sofá com ele, do nada começa a tocar um barulho, um barulho chatoo, eu não queria ouvir aquilo, e eu procurava e procurava e nada.
Enfim..
Ouço um grito, Juliana acorda que já ta na hora de se arrumar pra ir ao colégio.
Então eu acordo, nada foi real, tudo sonho, um liiindo sonho.
Aquele sonho lindo me fez tão mal, eu queria mais, eu queria aquele sonho como a minha realidade.
Eu queria poder correr pra casa dele, quando ele abrisse a porta eu dissesse amooor, e ele me retribuisse.
Eu só queria ter ele pra mim.
AVISO DO ESPAÇO
Estava descansando em minha sala, deitado em um sofá estampado com flores, e uma cortina que deixava as luzes entrar bem fraquinha, aquecendo minha paz.
Quando um estrondo perturbador me tira do lugar.
Vou até meu quintal e vejo que lá está uma pequena cratera cravada no chão, dela uma fumaça exalava e dentro uma rocha ainda em fervura queimava minha grama.
Após certo tempo olhando, percebo que uma rachadura aparece e faz com que a rocha parta ao meio,
Dentro da mesma observo que um pergaminho esta intacto, retiro e leio em uma língua que nunca vi em toda vida, mas que naquela hora parecia o meu idioma.
Nele continha uma grande situação de algum canto, que estava assim:
- Que pena irmãos, vejo que nossos vizinhos estão à beira do fim, como eles se proliferaram e acabaram com sua casa?
- Como eles acabaram com o verde?
- Como eles desgastaram tanto o solo?
- Eles têm sorte de não poderem ver essa visão de suas águas,
- Como elas secaram rápido, tão rápido quando o fim de quem a abrigava.
- Como eles não Vêem que estão contribuindo para o seu maior castigo?
Que o universo e sua divindade considere a minoria e as poupem de ver o que estamos vendo,
Pobre planeta, pobre terra.
As minhas forças se findaram não as tenho mais; existe uma tristeza dentro de minha alma que eu não consigo me libertar eu a cultivei e agora, mesmo que eu deixe a porta aberta ela não vai embora se acostumou comigo e eu com ela.
Minha Ilha
Na ilha o mar é mais azul,
cenário feito por um mago,
uma sonho de águas claras,
onde o vento me diz
que aqui serei feliz....
Ancorada no azul da ilha,
tudo é detalhe, detalhe de amor,
como dois barcos na areia,
secretos amantes fora do mar.
Respirando o outono tropical,
caminho no verde musgo da trilha,
areia fina, mar azul, lua no céu,
e o vento vem me dizer
que aqui existe o amor...
Meu amor é esta ilha,
são os olhos brilhantes
do homem que me ama,
São as ondas do mar,
são os pássaros que esvoaçam,
são as caricias do vento,
esta é minha ilha, meu destino
a ilha do meu amor...
Venha quando e como vier, minha morte física significará
apenas uma cessação total da consciência. E se esse inferno cristão, por uma chance em
dez bilhões, for uma realidade de após a vida, tenho certeza de que o Príncipe das
Trevas terá muito trabalho em inventar uma tortura que eu não considere como mero
aborrecimento
Venha quando e como vier, minha morte física significará
apenas uma cessação total da consciência. E se esse inferno cristão, por uma chance em
dez bilhões, for uma realidade de após a vida, tenho certeza de que o Príncipe das
Trevas terá muito trabalho em inventar uma tortura que eu não considere como mero
aborrecimento.
Minha dor hoje é tão intensa que acho que minha Alegria é uma doeça e a minha tristeza é minha única saúde.
Minha rede
Quando era jovem, bem jovem, dormia todos os dias da minha juventude em uma rede quentinha, confortável e forte. Lembro que me balança bastante nela. Ah, como era bom, como era divertido. Balançava alto, cada vez mais alto, quase que dando uma volta completa no ar. Lembro também que eu me enrolava dentro dela, todo o corpo dentro e coberto, quase que como uma casa. Ela era resistente a tudo, inclusive a mim mesmo, e olha que eu exigia bastante dela. Sempre tomei o cuidado de tirá-la vez ou outra para lavar e secar, definitivamente era um cuidado sem igual. Brinquei bastante dentro da minha rede, descansei muito no seu interior, adormeci inúmeras vezes envolto por ela.
O tempo passou, e parece que aquela rede tão resistente, já não é mais assim. Começou a ranger, a desfiar. Perdeu um pouco da sua cor original também. Há que diga até que se trata de outra rede. Fico com receio de balançar muito alto, já não sei se ela suportaria as minhas alturas. Ainda durmo dentro dela, mas já não me enrolo como antes, pois tenho medo de puxá-la demais e ela soltar fios e criar pequenos buracos, acho até que ela já tem alguns, eu que ainda não os vi. Hoje levo um lençol para dentro para poder cuidar do frio. Ainda cuido bastante dela, mas confesso que tenho receio desse cuidado todo terminar deixando-a ainda mais velha e mudada. Dizem que lavar demais desbota e enfraquece o tecido. Isso é estranho pra mim, sempre pensei que fosse o contrário, inclusive em se tratando da minha rede.
Queria que ela me fizesse dormir como antes. Sinto falta daquela sensação...
Vermes de uma Carcaça
Veja minha desgraça
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça
Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida
Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça
Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.
Nunca mais brinquei com uma massa de modelar. Nem pintei a parede com a marca da minha mão melada de tinta. Nunca mais fui criança.
Sonhei um dia que eu era
uma rosa cor-de-rosa,
perfumada e bela.
Do alto da minha juventude
olhava o jardim e me sentia
uma rainha que tudo sabia.
Até o dia em que descobri
que meu colibri havia
ido beijar outras flores
em outros jardins.
Via minhas pétalas caírem
uma a uma e me entristecia.
Quando um duende verde
e saltitante apareceu e disse:
Ó Rosa! Não olhe só para si.
Veja suas flores e seis espinhos.
Cada um deles é um filho,
uma canção nas cordas
do seu violão,
um sonho a ser realizado.
E pela primeira vez senti
que não existe fim,
apenas um reciclar de vidas,
e não era a primeira.
Olhei de novo e vi
que eu não era só aquela rosa.
Eu era a roseira inteira.
Era apenas uma pretensão minha
Que o mundo parasse
E que eu consertasse o mundo
Pra que o mundo consertasse a mim
Acreditava que todo mundo seria do
bem, mas não era isto que eu via
Quem dera fosse...
Doce ilusão meu bem
Foram muitas decepções
E foi assim que eu cresci
Eu me refiz quando não mais podia
Só se levanta quando cai,
comigo aconteceu muitas vezes!
Mas eu venci meu bem...
Eu aprendi que os planos são meus,
e se não me coloco no devido lugar,
Certamente, alguém irá me colocar
em algum lugar, aonde eu não vou
querer estar...
Hoje sei que o meu lugar é aonde a
minha paz me alcance!
Uma garrafinha de água, um livro de calorias, um computador na minha frente e duas agendas. A de dois mil e nove, e a de dois mil e dez. Resolvi ver o que havia nelas, admito, levei um susto. Quem um dia teve seu nome escrito a caneta azul, na primeira página do ano, de dois mil e nove, hoje, tem seu nome escrito a caneta vermelha, em uma data sem importância no ano de dois mil e dez em baixo do seu nome, havia um lembrete.
Posso ver como os "olhos do coração" quando uma pessoa vai ser algo importante em minha vida.
Você também pode ver, basta apenas fechar os olhos e escutar aquilo que chamamos de sentimento.
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