Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

Cerca de 557638 frases e pensamentos: Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

改善 — Kaizen significa “melhoria contínua”.
Uma pequena coisa hoje,
melhor do que ontem.

Entre dois amigos


— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, **Entre dois amigos**


— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.


Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.


— Você fala da arte — disse, por fim.


— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.


Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.


— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.


Miguel ergueu os olhos.


— E você acha que isso é erro?


— Acho que é incompatibilidade.


— Incompatibilidade com o quê?


— Com a essência.


Miguel encostou-se na cadeira.


— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.


— Vive, sim. Apenas paga o preço.


— Que preço?


— A inadequação.


Miguel sorriu levemente.


— Isso parece mais orgulho do que filosofia.


— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.


— E você nunca tentou viver como os outros?


Augusto soltou um riso curto.


— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.


— E?


— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.


Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.


— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.


— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.


— E você?


Augusto desviou o olhar para a rua vazia.


— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.


— Então a arte é uma prisão?


— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.


Miguel assentiu lentamente.


— E não há conciliação?


— Há tentativas.


— E fracassos?


— Quase sempre.


O silêncio voltou, mais denso agora.


— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.


— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.


— E quem não reconhece?


— Vive melhor, talvez.


— E você prefere?


Augusto demorou a responder.


— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.


Miguel pousou o copo.


— Então não se trata de escolha.


— Nunca se tratou.


— Trata-se de condição?


— Exatamente.


Miguel respirou fundo.


— Nesse caso… não somos artistas.


Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.


— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.


E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.
— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos.
— E você acha que isso é erro?
— Acho que é incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a essência.
Miguel encostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu levemente.
— Isso parece mais orgulho do que filosofia.
— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso curto.
— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.
— E?
— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.
Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.
— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.
— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.
— E você?
Augusto desviou o olhar para a rua vazia.
— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.
Miguel assentiu lentamente.
— E não há conciliação?
— Há tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, mais denso agora.
— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.
— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.
— E quem não reconhece?
— Vive melhor, talvez.
— E você prefere?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo.
— Nesse caso… não somos artistas.
Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.

Há uma coisa que destrói o ser humano por fora, e outra que o destrói por dentro: a vaidade e o orgulho.

Há uma coisa que Deus abomina e outras que o Senhor vomita: o ódio, a covardia e a traição.

Uma coisa que você deve evitar e duas que você nunca deve fazer: não confie em quem faz o mal, não seja amigo de quem zomba dos outros e não perca a fé em Deus.

O problema das igrejas de hoje é dizer uma coisa e fazer outra completamente diferente.

Uma coisa é certa nessa era informatizada, o que mais se tem é informação, porém o que menos se vê é conteúdo!

Confiar e esperar em Deus é uma coisa, esperar somente Dele e por Ele é outra coisa! Isso se chama comodismo irresponsável!

Estarem reunidos é uma coisa, estarem unidos é outra coisa!

Já apaguei e refiz muitas vezes, uma coisa que não gosto é refazer, porém o necessário é inevitável.

“Pense pequeno para fazer uma coisa grande”.

[Cromossomos]


Mesmo sabendo que não é muito,
Eu só posso te dar uma coisa,
Absolutamente
tudo.


(Michel F.M. - Altas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Amor… uma coisa que todos ansiamos.
Algo leve, feliz e recíproco.
Mas também algo do qual recuamos, talvez por medo
medo de não ser sincero, de não ser verdadeiro.
Até porque, nos dias de hoje, reciprocidade em alguém é difícil de encontrar.

"Uma coisa é dizer-se Cristão.
Outra coisa é levar a sério!"
Haredita Angel
12.02.25

O dinheiro é uma
coisa secundária para
um Homem e uma
Mulher que se amam
de verdade.


___Sim_⁠

.. Desejar que eu fique bem é uma coisa,
outra coisa é ver isso acontecendo. Não queria que fosse, mas me parece que vai ser sem você. É uma pena amor, é realmente uma pena..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

As vezes eu peso uma coisa e só consigo tela ,muito tempo depois,mas valeu a pena,pois eu consegui,agora eu tenho!!!
NEVER SAY NEVER

Inserida por JessicaGrandino

Para uma bailarina.

Não existe coisa mais bela
Talvez nem tamanha felicidade
De voltar o meus olhos e vê-la.
Como em uma dança, a sua complexidade,
Sua voz como música clássica,
Seu andar como ballet,
E você, um quadro da beleza da primeira mulher.

Fico triste em saber
Que você sofreu com o amor,
Uma bailarina sem soldado,
Que desperta em mim um clamor,
De guardá-la em uma caixinha com a mais bela canção,
Para evitar que sofra, e dance
E darei valor na sua mais insignificante ação.

Inserida por vitorap

Um hábito não é uma necessidade, saudade é sentimento ,pessoas já é outra coisa, a saudade muitas vezes não é reciproca.

Inserida por kenyaseko

Não sei se é melhor viver feliz com a mentira , ou infeliz com a verdade . Uma coisa é certa , a Verdade liberta , e a Mentira iludi .

Inserida por mahlima