Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

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"Tem uma coisa que prefiro dura. Refiro-me à conversa. Prefiro conversa dura às tais conversas moles ou conversas fiadas ou conversas pra boi dormir. Poizé!"
Frase Minha 0672, Criada no Ano 2013


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Só há uma coisa mais forte do que o meu medo de certas pessoas: é a vontade de enfrentar essas pessoas."
Texto Meu 0988, Criado em 2020

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"Na passagem do ano vamos rogar paz e amor entre todos. Nem uma coisa nem outra vai ocorrer entre todos, infelizmente!"
Texto Meu No.1082, Criado em 2022

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A primeira vez


eu queria ser a primeira vez de alguém
em alguma coisa, podia ser até uma briga
eu queria ser o primeiro, o precursor
mas ultimamente tenho sido último, doador
por que não posso ser feliz? o que de tão errado eu fiz?
não sei, sinceramente não sei, meu coração está em pedaços
eu sinto vazio, existe, no meu coração, muito espaço
mas no fundo, no fundo de verdade, eu preciso de espaço
mas que espaço é esse que tanto ocupa minha mente?
não sei, apenas sou conivente, convenientemente
se eu te amo e tu me amas
por que meu coração está em chamas?
não sei se defino ou definho na minha situação
sinto que perdi minhas escamas, minha pele, minha proteção
estou só, vulnerável, ao dispor, à livre mão


enfim, já aceitei que não sou sua primeira vez
mas pela primeira vez, me ame como se amasse pela última vez.

Se for para lembrar de mim lembre de uma coisa boba que fiz.

Sua filha não é obrigada a escutar você brigando com ela por uma coisa que sua filha não fez. Cresce!

E você (adulto) não pode sair por aí achando que pode fazer o que quiser com sua/seu filha/filho, tá bom?

Conexão que arde


Tentar esquecer uma conexão que arde é a mesma coisa que cutucar a saudade com a distância,


Um coração casca grossa é sensível a insistência do retorno, porque as ideias opostas não se separam com tanta facilidade,


Através do choro as noticias chegam sobre você e elas deixam marcas nas lembranças, então começo a montar o quebra-cabeça na linguagem do amor que apenas nós dois conhecemos,


E independente do que os meus olhos veem como arte o meu coração está preparando em silêncio na certeza do que nunca deveria ter acabado.

⁠⁠“Somos matéria animada. Não somos duas coisas. É uma coisa só: matéria viva espiritualmente. Nem Deus – com todo respeito – pode aniquilar a alma, espiritual, imortal etc. Alma não age sem corpo, não há ação sem órgão. Não veríamos, não ouviríamos, nem pensaríamos sem cérebro. Agora, a morte. Sempre se disse a solene imbecilidade que a alma se separa do corpo, até os católicos dizem isso: ‘vamos rezar esta missa pela alma de fulano de tal’. Isso é heresia! No Concílio de Nicéia já se definiu como dogma de fé que alma sem corpo não age. Ora, se é imortal, é indestrutível e sem corpo não age, então está se exigindo a ressurreição. E isso a Parapsicologia estudou muito bem.”

Uma coisa que amo é colocar meu fone, aumentar o volume, e deixar a música tomar todo o meu ser. Vibrar intensamente, sentir, deixar o som me dominar. Pensar, imaginar, lembrar. Sentir que meu coração acompanha cada batida.
A música é, para mim, terapia. É o momento onde mergulho em meu próprio abismo interior, sem que ninguém possa interromper. Sem que haja qualquer interferência. Os problemas, a correria, tudo some. Em seu lugar fica a música, em uma estranha união com o silêncio. Tudo toca e silencia ao mesmo tempo. E eu preciso do som e do silêncio.
Vivo entre os extremos, mas a música traz uma espécie de paz, calma, conexão. Há momentos onde necessito silenciar completamente, outros onde preciso ouvir, e também há aqueles onde preciso do som e do silêncio. Quando a música é tudo e nada. Não sei se mais alguém já se sentiu assim, se entendem o que digo. Talvez eu pareça louca falando isso, mas tudo o que sei é que, sem isso, não viveria.
- Marcela Lobato

Não se atinja com um olhar torto, com uma acusação ou uma palavra, a única coisa que pode te ferir é um soco, algo físico.


Coração só bombeia sangue, tristeza é mental e sua mente você controla.
Aprenda a ter controle sobre si.

prega uma coisa e faz outra Ela critica nos outros os erros que ela mesma comete escondido.


Ser Lucia Reflexões

A mesma coisa que consideramos uma piada admirável para nossos vizinhos, nós moralizamos como um crime contra nós mesmos.

Vivemos em uma época, muito conturbada com um excesso de informações sobre muita coisa. No entanto, entre verdades, mitos e mentiras disponibilizadas na rede internacional de computadores, a internet global alguma coisa fica mas a grande maioria se desfaz em pouco tempo, pelos próprios absurdos que elas são. Com isto a humanidade, fica cada vez mais órfã de sabedoria diante da super poluição mental e visual de desinformações, que nos afastam para o crescimento, resgate e o avanço tecnológico que o planeta e a humanidade consciente, tanto precisa.

Só sei de uma coisa, sinceramente, meu coração é demasiadamente pequeno para guardar raiva, ódio e magoas de alguém, por isto frente ao primeiro momento, logo perdoo. Meus desafetos, que têm corações grandes e memórias de elefantes, que guardem os deles porque eu que tenho memória de formiga, confesso, já esqueci.

Uma das leis de negócio diz: você vai dar valor, valor e mais valor que a coisa que seu cliente mais vai dar em troca é dinheiro.

Entenda uma coisa o caso da homo sexualidade normalmente esta relacionado a genética humana e não a assistir ou não programas que estimula a algo, um exemplo é o de Hitler adorava seu cachorrinho e assistia desenho da Disney e isso não impediu de ser um genocida!!

A paz é tão importante que há apenas uma coisa acima dela. A verdade.

A confiança é como um vaso, uma coisa linda. Quando se quebra pode até ser colado, mas sempre haverá sinais que mostrará que ele está quebrado. Assim se dá com a confiança: quando a perdemos, podemos até a conseguir novamente, mas nunca será a mesma coisa.

改善 — Kaizen significa “melhoria contínua”.
Uma pequena coisa hoje,
melhor do que ontem.

Entre dois amigos


— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, **Entre dois amigos**


— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.


Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.


— Você fala da arte — disse, por fim.


— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.


Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.


— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.


Miguel ergueu os olhos.


— E você acha que isso é erro?


— Acho que é incompatibilidade.


— Incompatibilidade com o quê?


— Com a essência.


Miguel encostou-se na cadeira.


— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.


— Vive, sim. Apenas paga o preço.


— Que preço?


— A inadequação.


Miguel sorriu levemente.


— Isso parece mais orgulho do que filosofia.


— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.


— E você nunca tentou viver como os outros?


Augusto soltou um riso curto.


— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.


— E?


— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.


Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.


— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.


— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.


— E você?


Augusto desviou o olhar para a rua vazia.


— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.


— Então a arte é uma prisão?


— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.


Miguel assentiu lentamente.


— E não há conciliação?


— Há tentativas.


— E fracassos?


— Quase sempre.


O silêncio voltou, mais denso agora.


— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.


— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.


— E quem não reconhece?


— Vive melhor, talvez.


— E você prefere?


Augusto demorou a responder.


— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.


Miguel pousou o copo.


— Então não se trata de escolha.


— Nunca se tratou.


— Trata-se de condição?


— Exatamente.


Miguel respirou fundo.


— Nesse caso… não somos artistas.


Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.


— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.


E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.
— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos.
— E você acha que isso é erro?
— Acho que é incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a essência.
Miguel encostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu levemente.
— Isso parece mais orgulho do que filosofia.
— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso curto.
— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.
— E?
— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.
Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.
— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.
— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.
— E você?
Augusto desviou o olhar para a rua vazia.
— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.
Miguel assentiu lentamente.
— E não há conciliação?
— Há tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, mais denso agora.
— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.
— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.
— E quem não reconhece?
— Vive melhor, talvez.
— E você prefere?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo.
— Nesse caso… não somos artistas.
Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.