Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Em uma pequena aldeia situada entre colinas, vivia uma velha sábia chamada Clara. Ela era conhecida por sua profunda conexão com o passado, possuindo a habilidade única de viajar no tempo usando o poder de suas memórias.
Seu dom permitiu-lhe reviver momentos de sua própria vida e também da vida de outras pessoas, um talento que ela usou para ajudar os necessitados;
Numa tarde ensolarada, um jovem chamado Miguel chegou à aldeia em busca da ajuda de Clara.
Ele estava sobrecarregado pela culpa e pelo arrependimento, assombrado por uma decisão que tomou anos atrás e que mudou o curso de sua vida para sempre. Miguel havia perdido contato com sua família, seu verdadeiro propósito e sua paz interior.
Desesperado por redenção, ele ouviu rumores sobre as notáveis habilidades de Clara e esperava que ela pudesse guiá-lo através do labirinto de suas memórias. Clara, sentindo a agitação de Miguel, acolheu-o na sua aconchegante casinha. Ela o sentou perto da lareira, um brilho bruxuleante lançando sombras dançantes nas paredes.
Com um sorriso gentil, ela começou a contar sua história de sabedoria e cura.
“Ouça com atenção, Miguel”, começou.
"As memórias são como fios que nos conectam ao nosso passado, presente e futuro. Elas têm o poder de moldar a nossa percepção do tempo, tanto real quanto imaginário."
Enquanto Clara contava as suas histórias, a mente de Miguel vagueava pelo labirinto das suas próprias.
Ele se via como um menino, cheio de sonhos e aspirações, mas também diante de escolhas difíceis. Relembrou o dia em que abandonou a paixão pela música, optando por um caminho mais seguro. Essa decisão o deixou se sentindo perdido e desconectado, imaginando o que poderia ter acontecido.
Clara gentilmente guiou-o através de suas memórias, o encorajando a confrontar seu passado. Juntos, eles exploraram o momento crucial em que ele se afastou de sua verdadeira vocação. Miguel sentiu uma onda de emoções, arrependimento misturado com um renovado senso de propósito.
À medida que Clara e Miguel continuavam a sua viagem no tempo, encontravam outras almas sobrecarregadas pelos seus fantasmas.. A capacidade de Clara de guiá-los nos momentos mais sombrios trouxe cura e encerramento, permitindo-lhes recuperar suas identidades perdidas e encontrar a paz dentro de si mesmos.
Através do poder da memória, Clara ensinou a Miguel que o passado não nos define, mas molda o nosso potencial. Mostrou-lhe que nunca é tarde para se redescobrir e se reconectar com os seus entes queridos e para abraçar o seu verdadeiro eu.
Com nova clareza, Miguel despediu-se de Clara, grato pelo presente que ela lhe concedera.
Ele voltou para sua família, munido das lições do passado e da determinação de construir um futuro melhor. E assim, Miguel embarcou numa viagem de autodescoberta, usando o poder das memórias como bússola. Ele reacendeu seu amor pela música, compartilhando seus talentos com aqueles ao seu redor e inspirando outros a abraçarem seus sonhos esquecidos.
A partir desse dia, a aldeia tornou-se um local onde o tempo e a memória se entrelaçam, onde as histórias do passado guiam os passos do presente. E no centro de tudo isso, Clara permaneceu, sempre tecendo suas histórias e ajudando outros a encontrar o seu caminho.
Turismo em Tóquio,
sujeito se hospeda no hotel,
raramente sai, uma voltinha de táxi,
um lanche na barraca, e volta contando
vantagem do que não viu.
(Renata Guimarães Lima)
você não é uma garota qualquer
você é poesia, arte,
você me causa um mix de sentimentos
amor, alegria, euforia, até mesmo saudade, mesmo que nós nunca tenhamos nós vistos
Definir o Mundo Digital como uma “Revolução Tecnológica” é um erro, da mesma maneira que chamar uma Tsunami de uma onda comum.
Na vastidão da solidão, sou uma estrela solitária, sem constelação que me abrace. O coração é um jardim sem flores, onde o eco do silêncio dança ao vento. Meus passos, como notas sem melodia, vagam pelo vazio, sem compasso a guiar. As cores da paixão se apagaram, transformando o mundo em um esboço pálido de sombras.
O tempo é um rio estagnado, suas águas quietas, sem rumo a seguir. Sou um marinheiro sem bússola, à deriva em um oceano sem estrelas para me guiar. Minha alma é uma partitura em branco, sem notas a entoar. Os sentimentos, outrora como sinfonias vibrantes, agora são murmúrios abafados, como um suspiro preso no peito. Neste universo particular, sou uma estátua de mármore, imóvel e sem vida. O sentido da existência escapa entre meus dedos, como grãos de areia levados pelo vento. Oh, como é amargo viver nesta névoa de desolação, onde o horizonte se estende para além do olhar, sem promessas de auroras douradas.
Sou como uma sinfonia, uma arte multifacetada, uma canção que se reinventa a cada acorde, um amanhecer de cores diversas. Posso ser a brisa suave ou o mar agitado, ou o calor do verão que aquece a alma.
Sinto-me como um quebra-cabeça incompleto, peças soltas na busca de sentido. Sou uma melodia sem partitura definida, uma tela em branco aguardando pinceladas do destino. Às vezes, questiono se há uma definição concreta para o que sou ou se sou apenas um eco perdido no universo, uma nota sem compasso.
Sou um eco de notas dispersas, uma tela sem contornos definidos, um verso sem rima certa. Como uma sinfonia sem partitura, me desfaço e me refaço em cada acorde da vida, perdido na melancolia da minha própria complexidade.
Quando olho para uma floresta, o que desejo ver são os animais que nela habitam.
Quando olho para um outro Ser humano, o que desejo ver nele é uma floresta, mas em muitos só consigo emxergar uma motoserra.
Eu amei uma pessoa, fiz poemas e declarações, mas as coisas entre nós nunca deram certo. E, cansado de sofrer por não ser correspondido e de receber migalhas, me afastei, e assim matei o romântico e quebrei a idealização. Não foi fácil; no início sofri bastante, a imagem dela não saía da minha mente, fiz vários julgamentos sobre meu próprio comportamento. Mas consegui entender que a minha felicidade só viria de dentro e que eu precisava me priorizar. Mas agora, recentemente, percebi que ainda gosto dela, e estou em um dilema se devo retomar contato ou não.
Se em uma rua, de um lado tiver um oportunista e do outro um ladrão. Faça a escolha certa.
Passe ao lado do ladrão. Ao menos saberá os riscos que corre. Pode ser roubado, apanhar ou morrer.
No caso do oportunista, você pode descobrir que ele contratou o ladrão.
Curitiba cidade esplendorosa...
Com uma população primorosa...
Com muita flor cheirosa...
Uma cidade que respira cultura...
Onde transeuntes veem muita escultura...
Seu habitante, na maioria, faz muita leitura!!!
Uma paixão
Paixão é o céu azul! A alma com canto
O que entorpece e alimenta a sensação
É o olhar que roubou o tom do encanto
A poética lua em serenata pro coração
Paixão é emoção, sedutora, um recanto
No peito: tão cheio daquela doce ilusão
Sentido, sede, tentador, contenta tanto!
Dando entusiasmo a nossa imaginação
Paixão é arrebatamento que nos aloja
A beleza balsâmica do amor que forja
É a matiz que aquece o toque, arrepio...
Paixão, explosão de desejo, sentimento
Sussurros, suspiros, ignoto seguimento
Pois, vida sem paixão, um poema vazio!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/09/2023, 11”54” – Araguari, MG
Imagine o que deve ser acordar pelo balanço de um veleiro ancorado, com o sol entrando por uma janela, e quando se espreita deparamo-nos com o reflexo do sol sobre o mar sereno, que se assemelha a um “autêntico espelho”, ai o cérebro não tem como, baixa a guarda e entra no registo vagaroso e de descanso, de fazer qualquer coisa sem nenhuma meta, e opta por deixar a preguiça entrar e passear em nós, aquela preguiça prazerosa…
Se por alguma razão não poder estar aqui hoje presente, não entristeças, feche os olhos e distraia-se que o poder da água é tal que uma simples imersão em uma banheira de espuma ou mesmo com os pés em uma bacia com água quentinha é milagroso…
Não exite estreite seus laços com a água, porque hoje a melhor versão de ti poderá estar a acontecer…
Deny jossubo
Um forte querer, uma paixão ou um desejo alucinado são prisões. O não sentir e o não querer são a chave dessa prisão. Por fim, a temperança, nos prende ou nos liberta à medida em que dominamos nossas emoções
Exibindo toda sua beleza, vestido de azul, o mar é uma fonte inesgotável de estímulos e sensações agradabelissimas, quando processadas em nosso cérebro, trazidas do campo visual, pavilhão auditivo e na estrutura olfactiva…
A vida oceânica, sem margem de dúvidas repercute dentro de nós diminuindo o sofrimento psicologico…e diante dele desvanecem as inquietações do Mundo material, e ocorre o bem estar, que nos leva a gratidão…gratidão…gratidão…
E diante disto, porque não dizer: “Que o Mar é parte do paraíso, aquela em forma liquida”…
Deny jossubo
Tome Nota!
Você pode não ter dinheiro, você pode não ter uma mansão, você pode não ter um carro do ano.
Mas, se você tiver Deus no seu coração, você tem tudo. Você possui a maior riqueza que existe na vida, que é a presença do Senhor.
Pense nisso.
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