Vc foi muito Falso Comigo
Depois que assumi a minha sombra, depois que assumi meu lado ruim, foi libertador!
Muito bom saber e aceitar que você, eu, não é somente bom, legal, graças a Deus me permito ter meu lado "bruxa" incorporado.
Ele te defende, coloca limites, dizer "não", me libertou.
Nem sempre a "Fada" é bom, nem sempre a sombra é legal, a mistura de ambas te torna completa e mais segura de si!
Gostei da experiência de ser a vilã!
#Foi Deus quem quis assim!
"Essa frase afirmativa, fez-me pensar muito durante um momento. Você meu caro leitor, acredita nela?
Bem, em nossos erros e falhas por sermos humanos, pecamos. O que é ser humano você pode pensar. Ser humano é está associado a sociedade em suas imperfeições. Ser humano é errar porque isso de fato está em nossa natureza carnal.
Porém, pelo fato de sermos humanos e falhos, é de nossa natureza envolver outras pessoas, ou culpando-as.
Essa afirmativa que :
"Foi Deus quem quis assim"
Leva-me a refletir que, quando algo que fizemos, deu errado, ou não concluiu, é então ai que sub-jugamos que não estava nos planos de Deus. E aí, que entra o erro do ser humano. Eu porém, deixo claro que não acredito nessa frase. Até quem diz isso, lá no fundo, sabe que não é verdade!
Um rapaz que começa a namorar com uma menina, no começo vai tudo bem, eles se amam, afinal, no começo sempre é lindo não é mesmo?
Porém eles brigam, se separam, um vai pra lá e outro pra cá, vivem sua vida como antes. E um dos dois em uma conversa com um amigo(a) diz:
"Foi Deus quem quis assim, não estava nos planos dele."
Percebo que ao fazermos isso, estamos pressupondo que algo acabou porque Deus não ordenou. E porque Deus não quis?
Não, não.
Você quem pressupôs isso meu amigo. Temos o livre arbítrio certo? Sabendo disso, Deus em sua plenitude, não tem o menor interesse em suas ações. Se algo acabou, ou nem começou, é porque não deu certo, e ponto. Não tem essa de Deus. Por que ele faria isso?
Vida que segue.
Eu quero muito que seja para sempre,
porque você pra mim foi um presente,
da vida, do meu sonho, com você me imponho.
Pra te ter até o fim, sinto você em mim,
até quando estamos longe, separados,
eu lembro de você em cada coisa que eu faço.
Já provei pra mim mesmo o que eu quero,
sem você aqui eu me desespero.
Mas eu espero que você entenda,
meu jeito é assim, por favor me compreenda.
Eu amo você e não da pra esconder,
quando eu te ver quero sentir seu prazer.
É muito gratificantes pensar que todas as nossas emoções e a nossa capacidade de raciocinar não foi imposta e independe de forças que estão fora de nosso alcance. Por isso, tudo aquilo que sentimos e pensamos foi criado unica e exclusivamente por nós mesmos, e assim temos a capacidade de modificar a qualquer momento aquilo que pensamos que somos e aquilo que sentimos.
Por isso, cabe unica e exclusivamente a cada um viver da maneira desejada, e pensar que tudo que está ao nosso redor foi feito por pessoas não mais espertas que a gente, e que limites, como o medo, são impostos por nós mesmos e muitas vezes são apenas uma ilusão.
Eita, como foi bom nossa amizade, sinto muito falta, acredito que não era amizade e sim amor, eu sentia um amor enorme por você e hoje veja como estamos mal se falamos, não curto mais fotos suas e nem você as minhas, sinto falta de tudo, e nossos planos de formatura? aonde foram parar hoje vejo você com outra pessoa que não seja eu dói, quero desejar muito felicidades pra você e que eu também estou muito bem. "Faust Lira"
... tenho muito ainda a aprender... se tem uma coisa que custei , levou tempo ..mas aprendi foi não depender de aceitação e amizade forçada.. Gosto de sinceridade ainda que cause desconforto...
#FlaviaLeticia
Depois de muito tempo eu aprendi a ESPERAR. Não foi fácil, eu confesso. Passei por períodos longos em diferentes situações na minha vida. Eu sofri, chorei, não entendia, não me conformava em não ver as respostas das minhas orações atendidas. Como eu questionei a Deus. Eu cheguei no fundo do poço, quando a Misericórdia Infinita do Pai me resgatou. Me restaurou e começou a realizar milagres. É verdade. Depois de longas esperas vi aos poucos a realização das minhas preces. Hoje aprendi a viver somente no tempo presente sempre com muita gratidão. Não questiono mais e espero sempre o melhor de Deus. Tudo que eu passei que causou dor e sofrimento vejo como degrau para meu crescimento espiritual. Sou eternamente grata pelos "nãos" recebidos. Foram eles que me transformaram numa pessoa melhor.
De uma noite muito louca
Tudo começou quando você me olhou, sua aproximação foi aos poucos.
Primeiro pedindo amigos para conversar comigo, depois conversamos ao pé do ouvido e o que poderia ser impossível (falando de minha parte) aconteceu. Saímos do local onde estávamos com nossos amigos para um local mais reservado.
E foi quando você me encostou na parede, passou as mãos no meu cabelo aproximou seus lábios do meu e me deu um selinho olhou pra mim e deu um sorriso. Daí em diante tudo o que eu poderia fazer era te beijar.
E foi um beijo com pegada, com encaixe, um beijo demorado e gostoso que simplesmente foi perfeito. Desses beijos de pessoas que estão apaixonadas. E quanto mais eu beijava mas eu queria beijar.
AO PARTIR.
Ao partir, você deixou saudade...
Foi muito o que deu-me:
Amor, carinho, vontade...
E, antes de ir,
Avisou-me que iria partir,
Mas tolo como sou,
Não me preparei,
Apenas imaginava um futuro para nós,
E não conseguia imaginar
Minha vida novamente no singular.
Você foi-se e não levou consigo
Aquilo que conquistou comigo,
Deixando-me um grande embrulho,
Um embrulho cheio de memórias,
Um embrulho que não quero jogar fora,
Mesmo que, às vezes, seja um peso para mim.
Menina.
Não questione nunca sua beleza, muito menos sua inteligência. Nem ouse chorar, pois foi ele o incapaz de enxergar o brilho em sua alma, captar seus traços de loucura e fazer parte dessa linda bagunça.
Tampouco sinta-se culpada, pois foi ele que não soube lidar com sua forte personalidade, seus momentos de intensidade, mergulhar na tempestade de sentimentos e desperdiçou esse amor que transborda em seu peito.
Não corra atrás, toma cuidado para não se humilhar e encha a cara de amor próprio. Por maior que seja sua vontade de ter um amor de verdade, vá devagar, sem se preocupar, sem se atirar. Deixa ser, como será.
Menina.
Não fique triste se, aos poucos, ele for se afastando e o relacionamento desbotando. Tá tudo bem. É normal a energia, aos poucos, diminuir até desaparecer. E se ele simplesmente sumir ou, então, dizer “adeus”, sorria.
Pois foi ele quem perdeu.
A França foi o centro cultural da Europa muito antes das pompas de Luís XIV. Os ingleses, antes de se apoderar dos sete mares, foram os supremos fornecedores de santos e eruditos para a Igreja. A Alemanha foi o foco irradiador da Reforma e em seguida o centro intelectual do mundo -- com Kant, Hegel e Schelling -- antes mesmo de constituir-se como nação. Os EUA tinham três séculos de religião devota e de valiosa cultura literária e filosófica antes de lançar-se à aventura industrial que os elevou ao cume da prosperidade. Os escandinavos tiveram santos, filósofos e poetas antes do carvão e do aço. O poder islâmico, então, foi de alto a baixo criatura da religião -- religião que seria inconcebível se não tivesse encontrado, como legado da tradição poética, a língua poderosa e sutil em que se registraram os versículos do Corão. E não é nada alheio ao destino de espanhóis e portugueses, rapidamente afastados do centro para a periferia da História, o fato de terem alcançado o sucesso e a riqueza da noite para o dia, sem possuir uma força de iniciativa intelectual equiparável ao poder material conquistado.
Como agora estou por aqui, foi por ter sobrevivido às aventuras vividas no Congo.
Valeu muito como experiencia de vida, pois é vivendo que damos o real valor à vida...
Ósculos e amplexos,
Marcial
UM BRASILEIRO NA AFRICA (epílogo)
Marcial Salaverry
Nosso grande objetivo, quando decidimos embarcar nessa aventura africana, era uma tentativa de acertar nossas finanças, seriamente abaladas por algumas besteiras cometidas, e também por motivos de saúde.
Havíamos previsto ficar pelo menos 10 anos por lá, que julgávamos seria o necessário para fazer um bom “pé de meia”. Aliás, o objetivo era fazer os dois pés...
As coisas foram um pouco facilitadas quando comecei a viajar, pois os ganhos triplicavam, como também eram triplicados os riscos de vida que corria. Havíamos reduzido em dois anos a previsão de nossa estadia lá. E poderíamos, talvez, eliminar mais um ou dois anos, tão bem corria tudo.
Contudo, algo estava para acontecer. A política estava começando a se modificar, e o tratamento das autoridades para com os estrangeiros começou a mudar. Sutilmente, mas notava-se que havia algo de podre na Republica Democrática do Congo, e que não era a chikwanga...
Em fins de 1970, eles inventaram um novo documento para os estrangeiros, a famigerada “Carte Jaune”, ou seja, “Cartão Amarelo”, começando assim a fazer algumas restrições quanto a nossa permanência lá. Por causa desse documento, muita gente teve que deixar o País. Como eu estava legalmente empregado, com Contrato de Trabalho em vigor, apenas teria que apresentar um diploma que justificasse alguma especialização. Escrevi para minha família, pedindo que enviassem algum Diploma para lá. E meu sobrinho enviou-me um Diploma de Especialização em Corte e Costura, emitido pela Singer. E eu virei “Tecnicien en Couture”. Com algumas gorjetas bem distribuídas, tudo ficou arranjado. E poderíamos continuar por lá.
Foi quando comecei a viajar pelo interior do Congo. Graças a esse diploma da Singer, permaneci por lá, e pude então viver todas aquelas aventuras.
De repente, não mais que de repente, os ares começaram a ficar pesados. E outras mudanças estavam no ar.
O Presidente Joseph Desiré Mobutu, resolveu cortar todos os vínculos colonialistas, e começou a mudar o nome de todas as cidades, ruas, praças, enfim, tudo que tivesse nome estrangeiro, a começar por ele mesmo, que passou a se chamar Mobutu Sese Seko. A Republique Democratique du Congo, mudou para Zaire. Comecei a ver as coisas mal paradas.
A situação estava nesse pé, quando fui para a viagem ao Kivu, e em Goma, fiz amizade com o Cônsul Geral da França lá, e durante um jantar ele me confidenciou o que iria acontecer no Congo, perdão, no Zaire, e fiquei arrepiado com o que ouvi, pois iria mexer diretamente em nosso bolso, e eventualmente com nossa vida, pois a segurança iria passar a ser insegurança...
Torna-se necessária uma pequena explicação, pois segundo meu contrato de trabalho, meu pagamento era dividido em 75% depositados na Bélgica em francos belgas, e 25% em dinheiro local, mais que suficiente para nossas despesas, pois tinha toda a assistência da firma, no que diz respeito a despesas médicas, farmacêuticas, odontológicas, e também moradia.
Bem, segundo meu amigo Jules, a coisa a partir de 1972 iria mudar radicalmente. Até Junho de 1972, iriam ser proibidos os depósitos de salários em contas no exterior, e o salário seria pago integralmente em zaires... Vi literalmente as coisas ficarem pretas, e resolvi que estava na hora de voltar ao Brasil. Iria aproveitar que já estava com direito a férias, e simplesmente diria Adieu Congo, perdão, Zaire.
Mas havia um problema. Como viria em férias, a firma iria pagar as passagens de ida e volta, mas se eu me demitisse dizendo que não regressaria, a viagem seria por minha conta.
Foi aí que mostrei pra eles o que é o “jeitinho brasileiro”. Vendi o carro, alegando que iria comprar um novo quando voltasse, e deixei o carro encomendado na concessionária. Quase um mês antes de minha viagem, peguei todos os objetos que queria trazer, e cuja saída não era permitida, como peças de marfim e madeira entalhada, enfiei em 8 baús de zinco, chamados de “mal-en-fer” e levei ao aeroporto para despachar como “bagagem não acompanhada”. Uma razoável quantidade de zaires foi suficiente para tornar desnecessária a revista das malas pela alfândega local, e para garantir que seriam embarcadas no mesmo avião em que eu viajaria, para que chegassem comigo ao Brasil. Os funcionários da alfândega de Kinshasa ainda estão esperando que eu leve os sapatos brasileiros que prometi para meu regresso.
Passei os últimos dias, despedindo-me dos locais, e apenas os amigos mais chegados é que souberam que não voltaria.
Dei um adeusinho para Chuttes, Ma Valée, Boulengerie du Parc Hembize, piscina da OUA, e avisei aos crocodilos do Congo que seu jantar brasileiro ficaria adiado sine die...
Senti um friozinho na barriga, quando fui chamado pela alfândega, na hora do embarque. O que eles poderiam querer? Foi apenas para me lembrar que estavam esperando pelos sapatos brasileiros. E eu disse que dentro de dois meses estaria de volta...
O garboso avião da Panam nos levou a Dacar, com escalas em Monrovia, Accra e Lagos.
Com essas escalas todas, tentem visualizar a cena. Neyde, Iara, Alexandre e Marcial, cada qual com três sacolas de mão, precisando carregar tudo em cada escala, já que nada poderia ficar no avião... As crianças quase sumiam debaixo das sacolas com seus brinquedos favoritos...
Em Dacar, ficamos algumas horas esperando a conexão com o avião da Swissair que nos traria ao Brasil. Consegui acesso ao Depósito de Cargas, e constatei que meus amigos da alfândega congolesa, perdão, zairoise, haviam cumprido sua palavra. Lá estavam meus queridos baús, que seguiriam para o Brasil no mesmo avião.
Quando o avião decolou, dei uma última olhada para a África, e mentalmente mandei um adeus a todos os amigos que lá havia deixado. Senti um nozinho na garganta, e meu filho viu aquela lágrima furtiva, e chorou junto.
Havia sido uma bela aventura, foram anos em que pude reavaliar todos meus conceitos de vida.
Vi que solidariedade é o maior veiculo para se chegar à felicidade. Vi que mais do que nunca existe Alguém lá em cima que olha por nós. E como estava pertinho Dele, fechei os olhos, e agradeci por toda ajuda que me deu lá, e que não foi pouca.
E deixo por conta da imaginação de quem quiser, a emoção que senti ao sobrevoar o Rio de Janeiro, ao passar pertinho do Cristo Redentor, ao pisar em território brasileiro, e, suprema glória, tomar um guaraná gelado...
Assim foi a grande aventura da minha vida. Claro que tive que me segurar para manter minha decisão de não regressar, pois quando devolvi as passagens de retorno para a firma em Kinshasa, avisando que não voltaria, por “questões de saúde”, eles devolveram as passagens, com uma bela gratificação, e um novo contrato de trabalho em excelentes condições. Ocorre que eles não sabiam que eu sabia da grande modificação que ia acontecer. Então, fiquei com a gratificação, e tornei a devolver as passagens e o contrato avisando que minha decisão infelizmente, era irrevogável.
Pensei que seria capitulo encerrado em minha vida, pois sequer imaginava que um dia iria escrever minha história africana.
E agora, sinceramente, lamento não ter feito anotações do que vivi lá. Tive que buscar no cantinho da memória as lembranças do que lá passei.
UM BRASILEIRO NA ÁFRICA, relata com fidelidade o que vivi num país que se chamava Congo, mudou para Zaire, e voltou a ser Congo... Como eles estarão lá?
Caso este livro chegue às mãos de alguém que ainda lá esteja, ou que lá tenha vivido, e que chegou a conhecer o “Brasileiro do Hasson”, que receba o abraço que não consegui dar quando resolvi voltar de vez para o Brasil, com muita saudade, e boas lembranças das aventuras lá vividas. Ao escreve-las, algumas vezes tive que parar, para deixar que a saudade falasse através de algumas lágrimas que teimosamente acompanham boas recordações, principalmente os momentos vividos na convivencia dos amigos portugueses que sempre dedicaram uma amizade sincera a este brasileiro maluco...
Quem sabe um dia voltarei para rever locais, e talvez alguém que ainda lá esteja, e enquanto isso não acontece, procuro sempre fazer de cada dia,UM LINDO DIA, e às minhas queridas amizades, desejo o mesmo.
Hoje
Hoje eu quis muito estar contigo ,
o máximo que consegui foi pensar em
ti segundo à segundo em cada
respiração em cada batida do coração
você esteve e esta .
Tentei me desabraçar de minhas
obrigações para poder ao teu abraço
estar no receio de te causar desconforto
contive-me por que sei que você
também tem suas obrigações ; mas que mundo, um dia após o outro e as
obrigações nos consumindo todo o
tempo ao qual podíamos nos estar ,
ainda é hoje e tenho a esperança de
te ver hoje,minha vida e existência ,
meus desejos e alegrias se dão hoje ,
se posso amar mais e mais !......vidas
é e sempre será hoje ,mesmo que
tenhamos a convicção de que ocorrera
um próximo hoje ,o hoje de hoje ele é
majestoso e fala por si-só ,ele é único
no universo e nunca ocorrera um outro igual
meu hoje foi muito louco fiz muitas coisas
subsequentes ,mas mesmo assim
meu dia ficou vazio por que ainda
quero te ver hoje.
É triste, lamentável e muito doloso querer mudar algo que foi feito e que não tem mais como mudar. Por isso pense e repense antes.
