Vc foi muito Falso Comigo

Cerca de 110974 frases e pensamentos: Vc foi muito Falso Comigo

⁠Foi à vontade de Deus que o Apóstolo João fosse exilado.
Foi à vontade de Deus que o Apóstolo Paulo fosse encarcerado.
Foi à vontade de Deus que Estêvão fosse apedrejado.
Foi à vontade de Deus que Jesus Cristo fosse crucificado.
Porque você acha que Deus tem que te blindar das tempestades desse mundo caído ou se não você vai ser desviar?

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⁠Muitas pessoas não sabem, mas a primeira patrologia da história foi escrita por um protestante. O termo patrologia foi cunhado pelo Luterano Jhonannes Gerhard no livro - Patrology the lives and works of the fathers of the church.

Assim, fico estupefato quando vejo um protestante dizer que a patrística o fez retornar ao catolicismo ou se tornar católico, sendo que foram os protestantes que recuperaram o interesse pela patrologia.

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⁠Sim, o decreto já foi feito; e aconteceu antes da fundação do mundo. Mas que decreto? Certamente este: “Eu colocarei diante dos filhos dos homens a vida e a morte, a bênção e a maldição. E a alma que escolher a vida viverá, assim como a alma que escolher a morte morrerá.”

John Wesley

Nota: Trecho do sermão 128.

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⁠Quem não é visto, não é lembrado???

José estava preso quando foi lembrado (Gn 41);

Gideão malhava trigo escondido no lagar (Jz 6);

Davi apascentava ovelhas no dia da unção (1° Sm 16).

Não importa onde você esteja; Se Deus tem um propósito com a sua vida, ninguém poderá te esconder!

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⁠Moisés não foi esquecido no deserto; José não foi esquecido na prisão; Jonas não foi esquecido dentro do peixe; Lázaro não foi esquecido no túmulo e Jesus não ficou na cruz. Continue crendo, Deus não se esqueceu de você!

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⁠A primeira pergunta que o sacerdote e o levita fizeram foi: “Se eu parar para ajudar este homem, o que vai acontecer comigo?” Mas então o Bom Samaritano apareceu. E ele inverteu a pergunta: “Se eu não parar para ajudar este homem, o que vai acontecer com ele?”

Martin Luther King

Nota: Trecho do discurso "I've Been to the Mountaintop" (Eu estive no topo da montanha, em tradução literal), de 3 de abril de 1968. Foi o último discurso dado pelo ativista, que foi assassinado no dia seguinte.

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⁠Estamos diante do fracasso quase total de uma geração de evangélicos que foi alimentada com campanhas, atos proféticos, congressos irrelevantes, pregações superficiais, muito show e entretenimento, e quase nenhum ensino das doutrinas bíblicas. O resultado é uma geração rasa na palavra e rasa na intimidade com Deus.

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⁠O calvinismo não é bíblico, nunca foi e nunca será enquanto não abandonar a incondicionalidade! Esse é o primeiro de muitos passos que ele terá que dar para ser bíblico é ortodoxo. Por enquanto, o calvinismo e apenas um grande esforço de engenharia teológica humana, numa tentativa desesperada de acomodar e adaptar as Escrituras e Deus em um esquema determinista e fatalista.

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⁠O pastor foi dado para servir a igreja e não se servir dela.

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⁠Feliz Natal
- O primeiro Natal foi celebrado no céu e na terra.
- Anjos e homens se alegraram.
- Na pequena cidade de Belém, na casa do pão, nasceu o Pão da vida.
- O Verbo Eterno, pessoal e divino se fez carne.
- As profecias se cumpriram.
- Naquela noite, nasceu o Sol da Justiça.
- Deus se fez homem, o Eterno entrou no tempo, o Imenso Esvaziou-Se, O mais Exaltado entre os anjos, Humilhou-Se.
- Sendo o Rei dos reis, Fez-se servo.
- Sendo rico e o dono do mundo, Tornou-Se pobre.
- Sendo transcendente, nasceu de uma virgem.
Esse é o grande mistério do Natal que ainda hoje celebramos. Celebramos porque Jesus está vivo. Está vivo e no trono. Está vivo e vai voltar. Está vivo entre nós e dentro de nós.
Feliz Natal e boas festas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Muitos acham que a maior vitória na vida de Davi foi derrotar o gigante Golias, mas não foi! Uma das maiores vitórias na vida de Davi foi derrotar o orgulho, reconhecer o seu pecado quando Natã lhe confrontou, se arrepender perante Deus e enfrentar as consequências desse pecado.

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⁠Jesus Cristo veio para salvar a TODOS, mas nem TODOS O querem.

Jesus foi claro quando disse em João 6.40: “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que TODO aquele que vê o Filho, e CRÊ nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”

Agora compare com João 5.40: “E não quereis vir a mim para terdes vida.”

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⁠A função de Cristo foi morrer pelos nossos pecados, a função da Igreja é semear o Evangelho que transforma o pecador, a função do Espírito Santo é convencer o homem caído do pecado, e a função de Deus será julgar a todos no grande dia.

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⁠Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Quem foi que disse que Deus vai curar todos os doentes? O apóstolo Paulo ficou doente na Galácia e teve que ser amparado pelos irmãos dali (Gálatas 4:13-14). O profeta Eliseu morreu doente de uma enfermidade (2º Reis 13:14). Epafrodito, fiel testemunha de Jesus, adoeceu gravemente e quase morreu (Filipenses 2:25-30). Timóteo tinha frequentes problemas no estômago (1º Timóteo 5:23). Paulo partiu de Mileto deixando Trófimo doente naquela cidade (2º Timóteo 4:20). Os cristãos hebreus, quando se converteram, perderam os seus bens (Hebreus 10:34). Se Deus quer curar todo mundo e quer que todos sejam bem sucedidos na vida como muitos dizem, como explicar tudo isso? Assim, não ser curado não significa falta de fé da pessoa e nem que Deus não age mais.

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⁠A Bíblia foi o primeiro livro impresso do mundo. Gutemberg a imprimiu em Mogúncia, Alemanha, no ano de 1452. Antes, a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher; abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas etapas. O AT em 1445, pelo Rabi Natã; o NT em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. Steven publicou a primeira Bíblia com versículos (Vulgata Latina) em 1555, que se divide assim até hoje.

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⁠A manifestação do Verbo Vivo que se fez carne foi o evento histórico que dividiu o universo, mudando os rumos da trajetória humana, transformando vidas e quebrando paradigmas.

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⁠O mundo é como uma sala de espera para eternidade; ele é para nós o que o deserto foi para os Hebreus; não um lugar de descanso, mas de travessia

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⁠O paralítico foi curado porque tinha amigos que o levaram até Jesus. E seus amigos, estão levando você para onde?

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