Vazias
Às vezes a gente cansa...
Cansa de coisas rasas, situações vazias, pessoas que punem por meio de uma mesma ação todos à sua volta por causa de uma situação específica só no mundo dela.
Aí a vida segue...
Vozes ecoavam a medida
Que eu ia falando com você
Pensamentos eram como
Duas garrafas vazias
Prontas para serem cheias
Com muito amor e cuidado
Transparência
Igualdade
Liberdade
Solidão já não faz parte
Do nosso amor tão grande
Imensidão nos conforta
Teu amor bate a porta
Esperando me encontrar
No final do dia estou eu
Esperando por você
Pelo teu beijo
Cheiro
Abraço
Carinho
Com o teu conforto
Realmente não importa nesta vida a estupidez, o ódio e a artificialidade de pessoas vazias. O que vale mesmo é o que te faz feliz, sorrir e lhe traz uma gostosa doçura no olhar.
Hoje em dia com esse mundo tão cheio de pessoas vazias e seus sentimentos falsos, não há nada que eu goste mais do que quando você me estica os braços para dar-me do seu abraço. Por mim eu moraria para sempre dentro dele, pois me transmite paz, tem o calor do teu corpo, é sincero e verdadeiro coisa rara nesse mundo de hoje. Ele conforta e tranquiliza quase que dizendo: - Agora te protejo contra todo o mal desse mundo. Me fazendo voltar a acreditar que ainda exista atos de amor sincero e gente verdadeira nesse mundo tão podre.
Hoje em dia com esse mundo tão cheio de pessoas vazias e seus sentimentos falsos, não há nada que eu goste mais do que quando você me estica os braços para dar-me do seu abraço.
Corre atrás não, se cansar por pessoas vazias, não vale a pena
Sua alma é grande, não importa se você é pequena, mas tem um coração grande
Bloqueia se for preciso, ou simplesmente não fala
Procura curar essa ferida dele(a) que estar ai, sufocando
E que é preciso aprender a ser feliz com você mesmo(a)
Pessoas vão e vem, como o tempo passa
Tudo continua na mesma
Dias, anos, meses, um ciclo
E para cada ...-feira temos um sentimento
Não são todos os dias, que nos deixam para cima
Nem os fins de semanas
Assim como você acorda desejando um ótimo dia
Procura desejar paz, e pensamentos positivos para você
Fala para seu coração seguir, sem magoar você
As pessoas são ciclos, mas que vem em formas diferentes
Diferentes de ...-feiras que temos o gosto de sentimentos diferentes
Pessoas chegam sem avisar, a semana não
Pessoas fingem, a semana faz
Pessoas somem, a semana aparece
Pessoas ilude, a semana só aburrece
As pessoas são seus próprios esconderijos
A semana é toda transparente e fica montada em sua cabeça
TUDO ERA LINDO EM PARIS
Essa é a madrugada mais fria
e a ruas estão vazias...
Vazias de mim, de você...
Em nada se parece a primavera
dos nossos porquês, dos porquês
da vida embriagada.
Nem tudo é literal...
O carnaval se arrasta na estradas
vestidos de trapos humanos,
junto às sombras do que fomos
e que nos tornamos
Relâmpagos cortam os céus de Paris
Enquanto penso nas ruas de Scrambuer!
E outono chegou...
A flor -de- liz, solta no ar
o seu matiz, e seus pomos
vê-se em alguns jardins;
Tudo era tão lindo em Paris!
As Sete Aberrações
IIV - O Mundo
Sete latas vazias, espalhadas sobre a pequena mesa da sala. Uma oitava, em minha mão direita, apoiada no braço do sofá, enquanto insisto em assistir à tv com meus olhos pesados e piscantes. Os energéticos não pareciam estar sendo tão efetivos em manter-me acordado e afastado da próxima aberração que havia de vir.
No meu primeiro bocejo, tudo continuava normal, as latas deitadas respingavam no carpete enquanto as propagandas da programação noturna não cessavam. Fechei os olhos por instantes no bocejo seguinte, instantes suficientes, para que outra vez, mergulhasse em devaneios.
Minha pele se arrepiou quando grandes estrondos começaram a tomar conta do lugar. O chão parecia tripidar conforme os barulhos, que mais pareciam onomatopeias para passos, vinham em minha direção: nas escadas, depois no corredor, finalmente chegando à porta. Fiz tudo o que podia para mantê-lo longe e não adiantou, agora, estava mais amedrontado do que nunca.
"Como pode? Eu não dormi! Estou acordado, você não pode vir!" Lamentava, desesperado.
Até que, por poucos segundos, os barulhos cessaram. Aquele hiato foi logo quebrado com o maior dos estrondos até agora. Pude ver a porta sendo arremessada, fechadura e dobradiças de metal arrebentadas e assim, finalmente, aquela figura monstruosa revelou-se.
Sua pele, ou melhor, sua ausência de pele, revelava a carne viva, nervos e algumas veias da criatura obesa, humanoide, de cabelos e olhos negros. Meu estômago revirou-se, quase me fazendo vomitar. Pensei em correr, mas mero pensamento, meu corpo já havia sido paralisado graças ao medo e à angústia.
Trazia consigo um cheiro horrível de putrefação e em uma das mãos, algo parecido com o pernil de um animal, com o qual se alimentava. A criatura começou a aproximar-se em seus passos lentos e estrondosos, desengonçados de certa forma. Quando estava próximo o suficiente para que seu malcheiro quase me asfixiasse, pude ver que debaixo de seu braço esquerdo, trazia um corpo.
Sentou-se ao meu lado e não disse uma palavra sequer, como se eu sequer estivesse lá. Em seu colo, colocou tal corpo, que mesmo com uma aparência completamente mórbida, estava vivo. Era uma criança, um pequeno garoto esquelético, com uma corrente presa ao pescoço e aos braços. Ele me encarou por um momento, com um olhar de desentendimento. Minha mesa, que outrora coberta de latas vazias, tornou-se farta de ali
O monstro esticava seus braços, enchia suas mãos de comida e devorava ferozmente. A cada leva de alimento que o monstro devorava, a criança esticava suas mãos, tentando agarrar e roubar alguma migalha para que saciasse sua fome.
Entrei em desespero, então, qualquer sinal de medo em mim, simplesmente desapareceu. Tentei atacar ao monstro com socos, mas ele continuava sem sequer se mexer. Era como se eu realmente não estivesse lá. Então, fiz o que podia, levantei-me, peguei um copo de água e dei de beber ao garoto, depois, coloquei um pouco de comida em suas mãos e o pequeno devorou-a em um piscar de olhos, chorando de emoção ao finalmente conseguir sentir o sabor de um alimento.
Ele me deu um sorriso e então não pude aguentar a emoção. Comecei a chorar, assim como ele.
"Qual o seu nome, menino?" Perguntei. Quando ele tentou responder, uma algema presa a correntes tapou sua boca e suas narinas.
"O pequeno não é ninguém, não passa de número" uma voz grave respondeu atrás de mim.
"Solte-o! Você vai matá-lo, não está vendo?" Comecei a puxar a corrente com todas as minhas forças, mas nada adiantava.
"E a quem isso seria um problema? A você, que assim como essa criança torna-te escravo de suas necessidades, enquanto cria novas necessidades inexistentes? A mim, que me sustento do desespero daqueles que lutam para conseguir o superficial, e nada conseguem? Ou a ele, cuja vida tão miserável é repleta de doenças, dores, tristezas e tão presa a correntes, as quais o próprio criou e entregou às minhas mãos para que o controlasse?"
O menino finalmente começou a se debater, esticando suas mãos e agarrando minha camisa com todas as forças que tinha.
"Eis em vossa frente o retrato daquilo em que escolheste viver! Quem está abaixo sofre, prendendo-se em correntes, enquanto no topo, tudo que existe sou eu, nutrindo-me de tal circunstância, até que em seu finório momento, tudo o que resta é o que estás testemunhando, e a angustia de finalmente saber, que toda a luta foi em vão!"
Suas mãos soltaram minha camisa devagar. Seus olhos, agora sem qualquer brilho, fecharam-se lentamente, sua cabeça inclinou-se para trás, até que começasse a cair do colo da criatura.
"Sinto muito, mas por não dormir, tiveste que conhecer-me na vida real. Sugiro que não tente nos evitar na próxima noite. Apenas durma!"
Segurei o garoto no colo, enquanto em prantos, ouvia a gargalhada grotesca daquela aberração, seguida de quatro badalares. Fechei meus olhos e abracei o corpo do pequeno com todas as minhas forças. Mesmo de olhos fechados, senti como se um clarão tivesse se alastrado no local, então abri os olhos outra vez.
Estava sentado no sofá. Em minha mão, a lata vazia de energético ainda pendia, derramando algumas gotas. A porta, ainda estava trancada, no seu lugar de costume. Levantei-me, peguei o controle na mesa e desliguei a tv.
As pessoas são vazias e quando percebem isso elas tentam se preencher com coisas fúteis, como o amor.
Observar uma foto de um bife na churrasqueira enquanto nossas prateleiras estão vazias... agora sei como se sente um cachorro filho dessas ruas frias.
Lacunas vazias que se poderiam preencher mesmo que apenas com a sua voz.
Entraves entre nós, tornei-me meu próprio algoz.
Tudo errado começamos e não foi como eu, de fato, queria.
Independente disso eu devia ter agido mas não conseguia, se lhe contasse, você sequer acreditaria.
Complexado e moldado pelas circunstâncias, não me permiti lhe dizer.
Inesperado? Claro que não, eu posso compreender.
Abnegação da minha parte, entrega total partia de você.
- Ilustre Refém.Jr
se você é assim uma pessoa que se desmotiva só porque as pessoas [vazias ] falam de você ,então eu vou lhe a passar uma receita simples eficaz.
quando alguém se levantar contra você seja onde for falando coisas que não fazem parte de seu perfil ,ignore, pois essa pessoa estar mentindo sobre a pessoa que você realmente é . nunca devemos deixa leva ao nível de tal ,pois la onde a mesma optou viver na total delinguencia psicológica ela vai vencer você .
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