Vamos ser Amigos sim

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Existe uma ilha, Kalokairi... As pessoas costumavam pensar que se você navegasse partindo de lá, cairia do outro lado do mundo. Esse parece o lugar certo para mim.

No seu caso, o tempo te favorece como faz com uma árvore, o vinho e o queijo.

As melhores coisas da vida, as melhores de todas, acontecem inesperadamente.

⁠Eu ainda me lembro das noites em que eu ficava sentado no chão frio do banheiro, com água quente caindo sobre o meu corpo. Eu fechava os olhos e deixava as lágrimas se misturarem com a água, como se assim pudesse dissolvê-las e fazê-las desaparecer. Mas, mesmo após tantas lágrimas derramadas, eu ainda me sentia sufocado pela tristeza que tomava conta de mim.
Eu passei anos tentando me encaixar em mim mesmo, tentando aceitar a minha condição, mas a verdade é que eu não sabia como fazer isso. Eu me sentia sozinho e isolado, como se ninguém pudesse entender a dor que eu sentia. A sociedade parecia estar sempre a minha volta, me julgando e me condenando por algo que eu não tinha controle.
Eu só queria ficar bem, só isso, mas isso parecia cada vez mais distante. Eu me afundava cada vez mais em uma escuridão que parecia não ter fim. Eu me perguntava se algum dia iria conseguir superar essa dor, se algum dia iria conseguir ver a luz novamente.
Eu não conseguia encontrar uma saída. Meu caminho parecia escuro e sem fim. E o peso do estigma do HIV parecia estar sempre lá, pesando sobre mim. Cada dia era uma batalha para encontrar a força para me levantar e seguir em frente. Muitas vezes, pensei em desistir. Afinal, o que eu tinha a perder?
Eu me sentia preso em um ciclo sem fim de tristeza e desespero. Não havia nada que pudesse me tirar desse abismo de solidão e desesperança. E o gigante letreiro "HIV" continuava a piscar em minha mente, me lembrando constantemente de que eu era diferente, que eu estava doente, que eu era um risco para os outros.
O choro, o chão, o chuveiro eram a minha única forma de escape. Ali era meu lugar. E assim, muitas vezes eu chorava, onde ninguém podia me ver ou ouvir. Eu gritava internamente, desesperado por alguém que pudesse me entender...
Eu estava só, mas algo dentro de mim, meu eu, minha alma, veio me abraçar. Ela pegou em minhas mãos, olhou fundo em meus olhos, os olhos dela também choravam, sorriu e disse: "Nós vamos conseguir".

Inserida por positivosim

⁠Quando descobri que tinha o vírus, tive medo do preconceito que enfrentaria. E, infelizmente, isso aconteceu. Eu vi os olhares tortos, ouvi os comentários maldosos e senti o afastamento das pessoas que eu amava. E não foi só uma vez, isso aconteceu muitas vezes.
O preconceito pode ser tão doloroso quanto qualquer doença física. Ele nos faz sentir como se estivéssemos sozinhos, como se ninguém nos quisesse por perto. E isso pode afetar profundamente nossa autoestima e bem-estar emocional. Eu lutei muito para superar o preconceito que enfrentei e, apesar de ainda me incomodar às vezes, eu aprendi a lidar com isso.
Mas o que me preocupa é que o preconceito ainda é uma realidade para muitas pessoas que vivem com o vírus. E isso é injusto e cruel. As pessoas que vivem com o vírus já enfrentam tantos desafios em suas vidas, como lidar com a doença e o tratamento, e não deveriam ter que lidar também com o preconceito.
O preconceito é uma doença social que precisa ser combatida. Precisamos aprender a conviver com as diferenças, a aceitar as pessoas como elas são e a não julgar ninguém pelo que elas têm ou não têm. Todos nós merecemos respeito, amor e compaixão, independentemente de qualquer coisa.
Não se isole, não tenha medo, não se esconda. Eu aprendi que o preconceito e o medo da rejeição são coisas que as pessoas carregam em si, e isso não tem a ver comigo. Eu sou muito mais do que meu diagnóstico, e se alguém não consegue ver isso, o problema é deles. Hoje eu entendo que todas essas pessoas têm algo a temer também, e são elas que precisam de ajuda. Não permita que o medo dos outros te afete, não se deixe abalar pelo preconceito. A vida é muito curta para viver em isolamento e com medo. Seja corajoso, saia da sua zona de conforto e mostre ao mundo quem você realmente é. Acredite em si mesmo e lembre-se de que você é capaz de superar qualquer obstáculo que surgir no seu caminho.

Inserida por positivosim

⁠Quero lhes contar uma passagem que me marcou profundamente. Eu vi uma campanha contra a AIDS e me deparei com uma imagem que me feriu demais. Na imagem, um escorpião, representando um homem soropositivo, estava deitado com uma mulher saudável. Fiquei chocado ao ver o vírus sendo representado por um inseto peçonhento e até letal. Eu luto contra muitas coisas todos os dias e, infelizmente, também tenho que lidar com o preconceito e a falta de compreensão da sociedade em relação à minha condição. Mas ser comparado a um escorpião me deixou arrasado. Eu não sou um bicho venenoso, sou um ser humano que enfrenta desafios diários como todos. Eu sou um ser humano, cheio de sonhos, de sorrisos e de amor. Eu acredito em um mundo melhor, onde as pessoas possam ser respeitadas e aceitas, independentemente de sua condição física ou social. Eu luto por essa causa todos os dias, mas às vezes, a dor e o sofrimento parecem ser maiores do que a esperança. Essa imagem apenas reforçou a estigmatização e a discriminação que sofremos como soropositivos.
Mesmo assim, eu nunca desisti, pois sei que cada pequeno passo em direção a um mundo mais justo vale a pena.

Inserida por positivosim

⁠Quando recebi o diagnóstico positivo, uma infinidade de sentimentos me invadiu, e um dos maiores medos que senti foi o medo de ser rejeitado. Eu temia que as pessoas se afastassem de mim, que me julgassem, que tivessem medo de se aproximar e de me tocar. Também tinha medo de perder a minha autonomia, de não poder mais fazer as coisas que eu gostava ou de precisar depender dos outros. Além disso, tinha receio de que a minha vida profissional fosse prejudicada, de que as pessoas não quisessem trabalhar comigo ou de que eu perdesse oportunidades por conta da minha condição de soropositivo. E, por fim, o maior medo que eu senti foi o medo de morrer, de não ter mais tempo para viver os meus sonhos e de deixar as pessoas que eu amo.
Todos esses medos foram difíceis de lidar, mas com o tempo, aprendi que não podia deixar que eles me dominassem. Fui atrás de informações sobre a minha condição, busquei apoio em grupos de ajuda, e fui trabalhando minha autoestima para não me sentir inferiorizado em relação aos outros. Aos poucos, fui me adaptando à nova realidade, e percebi que ainda tinha muitos sonhos a realizar e muitas coisas para viver.
Se você está passando por isso, saiba que é normal sentir medo e insegurança, mas é importante que você busque ajuda e informações para lidar com a situação. Não deixe que o medo te paralise, e lembre-se sempre de que você é capaz de viver uma vida plena e feliz, mesmo com a condição de soropositivo.

Inserida por positivosim

⁠Realizar o diagnóstico precoce do HIV é essencial para um tratamento adequado e uma melhor qualidade de vida. Falo por experiência própria, pois tive a sorte de realizar o teste a tempo e iniciar o tratamento rapidamente. Por isso, não subestime a importância de fazer o teste regularmente e cuidar da sua saúde. E você, já fez o seu teste hoje?

Inserida por positivosim

⁠Muitas vezes, quando passamos por um momento difícil, tendemos a nos isolar do mundo e focar apenas em nós mesmos. Eu passei por isso quando recebi meu diagnóstico e me preocupei em cuidar de mim, evitar o preconceito e o julgamento alheio. Mas essa escolha me levou à introversão, ao ponto de me tornar uma pessoa solitária. Durante esse tempo, outras pessoas também passavam por dificuldades e, infelizmente, eu não fui capaz de estar presente para elas. Fui egoísta e falhei nesse ponto.
A ironia da vida é que a mesma ação que me curou, acabou gerando outro problema: a solidão. Aprendi que, mesmo cuidando de mim, não posso me esquecer da importância de estender a mão ao próximo, de estar presente e disponível para as pessoas que precisam de mim. A solidão é uma dor que pode ser evitada se cultivarmos relações saudáveis e verdadeiras.
Por isso, meu conselho é: cuide de si mesmo, mas não esqueça da importância de cuidar do outro também. Não cometa o mesmo erro que eu e esteja sempre disposto a ajudar aqueles que precisam. Às vezes, um simples gesto de atenção e carinho pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

Inserida por positivosim

⁠Não é segredo para ninguém que o HIV traz consigo uma carga emocional muito grande. Receber um diagnóstico positivo pode ser um choque, e a partir daí, começamos uma jornada de cuidados com a saúde que nos acompanhará para o resto da vida. Mas mesmo diante desse cenário, podemos escolher como lidar com o vírus.
Eu escolhi me libertar dele, torná-lo apenas uma pequena parte da minha vida. Não vou negar que foi difícil, foram muitos anos de medo e incerteza, mas hoje eu posso dizer que superei o HIV. Ele não me define, não me limita, não me representa.
Muitas vezes, colocamos toda a nossa energia no combate ao vírus, e acabamos esquecendo de viver a vida como gostaríamos. Mas o fato é que, apesar do vírus, podemos continuar tendo uma vida plena e feliz. É importante lembrar que, mesmo que a cura ainda não seja uma realidade para todos, podemos sim controlar o vírus através do tratamento e da prevenção. E acima de tudo, podemos nos cuidar para nós mesmos, não para o vírus.
Eu escolhi não permitir que o HIV dite as regras da minha vida. Em vez disso, concentro minha energia em cuidar de mim, em ser feliz e viver plenamente. E isso é possível para todos nós. Claro, cada um tem sua própria jornada e suas próprias escolhas a fazer, mas espero que minha experiência possa motivar outros soropositivos a escolherem o mesmo caminho.
A mensagem que quero deixar é: cuide-se, tome os medicamentos, use preservativos e faça exames regularmente. Mas acima de tudo, não se permita ser definido pelo HIV. Lembre-se de que você é muito mais do que o vírus e que é possível levar uma vida plena e feliz, mesmo diante desse desafio.

Inserida por positivosim

⁠A notícia de que estamos a um passo da cura do HIV é algo que enche de esperança a todos nós que convivemos com o vírus. Mas, ao mesmo tempo, é inevitável pensar em como a presença do HIV em nossas vidas já nos mudou. Eu já convivo com o vírus há mais de 10 anos, e ele já me tirou tanto. Mudou minha forma de viver, de me relacionar, de encarar a vida. No entanto, apesar disso tudo, eu superei o vírus. Ele não me representa. Eu aprendi a me cuidar para mim, e não para o vírus. Eu aprendi a valorizar cada momento, cada relacionamento, sem medo ou preocupação. A cura do HIV seria uma vitória incrível para a ciência, mas para mim, mudaria pouco na minha rotina. Porque eu já decidi que o vírus não vai me tirar mais nada.

Inserida por positivosim

⁠Descobrir que tenho o HIV foi como estar em uma balança, em um lado estavam todas as minhas qualidades e no outro, o peso do diagnóstico positivo. Por um tempo, a balança ficou instável, oscilando entre altos e baixos, entre a sensação de equilíbrio e o medo do vírus ser pesado o suficiente para anular minhas qualidades. Eu sabia que ainda era a mesma pessoa, mas a presença do HIV criou um sentimento de desequilíbrio. Com muito trabalho e esforço, consegui recuperar o equilíbrio e minha balança passou a ser preenchida principalmente pelas minhas qualidades, deixando o vírus em segundo plano.
Conseguir superar o peso do diagnóstico e recuperar o equilíbrio não foi fácil, mas foi possível. Hoje, minhas qualidades são tão pesadas que o HIV é apenas um detalhe em minha vida. Se você está passando por essa mesma situação, saiba que é possível recuperar o equilíbrio e ter uma vida plena e feliz. Foque nas suas qualidades, nos seus pontos fortes e encontre a força para lidar com o HIV. Não deixe que o vírus defina quem você é, mas sim, use suas qualidades para definir o vírus como apenas mais um desafio a ser superado.

Inserida por positivosim

⁠Assim como na natureza, em nossas vidas, precisamos encontrar um equilíbrio entre as nossas qualidades e os obstáculos que enfrentamos. O HIV pode ser um desses obstáculos, mas não pode ser o único fator a definir quem somos. Devemos cuidar de nossas flores, regá-las com amor, confiança e autoestima, para que elas floresçam mesmo em meio às ervas daninhas.
É claro que essa tarefa não é fácil, requer esforço, dedicação e muitas vezes ajuda de outras pessoas e recursos disponíveis. Mas, assim como na natureza, quando cuidamos do nosso jardim com carinho e perseverança, as flores acabam por superar as ervas daninhas e a beleza do jardim se torna ainda mais evidente.

Inserida por positivosim

⁠Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade que estigmatiza e discrimina as pessoas que convivem com o HIV. Muitas vezes, a ignorância e o medo da transmissão fazem com que as pessoas ajam de forma preconceituosa e discriminatória.
É muito triste quando uma pessoa em quem confiamos se afasta de nós simplesmente por termos o vírus. É uma sensação de exclusão, de não pertencimento, que pode causar um grande impacto emocional em quem já carrega consigo a carga da condição sorológica.
No entanto, é importante lembrar que nem todas as pessoas são assim. Existem pessoas que são empáticas, acolhedoras e capazes de entender que o HIV não define uma pessoa e que a transmissão é muito mais difícil do que se imagina. São essas pessoas que devemos valorizar em nossas vidas, aquelas que nos apoiam e nos amam sem julgamentos.
E se por acaso encontrarmos pessoas que agem de forma preconceituosa, é importante lembrar que a ignorância é uma escolha e que não podemos controlar as atitudes dos outros. O que podemos controlar é a nossa própria atitude, e escolher não permitir que a ignorância dos outros nos afete.
Em vez de buscar validação e aceitação dos outros, é importante aprender a se amar e se aceitar como somos. É preciso encontrar força em nós mesmos para superar as dificuldades e seguir em frente. E se precisarmos de apoio, é importante buscar ajuda em grupos de apoio, terapia ou em amigos e familiares que nos amam incondicionalmente.
O importante é lembrar que somos muito mais do que nossa condição sorológica e que merecemos amor, respeito e dignidade, independentemente do que os outros pensam ou dizem.

Inserida por positivosim

É tão facil, mas tão facil falar ..que ate papagaio fala ..
Agir é onde se separa as pessoas integras de meros " papagaios"
o resultado todo mundo quer / pagar o preço pouquissimos .
- ASSUMA SUA RESPONSABILIDADE-

Inserida por 2nd_edy

Todos procuram agradar as pessoas importantes; todos querem ser amigos de quem dá presentes. Se o pobre é desprezado até pelos seus próprios irmãos, não é de admirar que os seus amigos se afastem dele. Ele se cansa de procurar os amigos, mas eles não se importam com ele.

Salomão
Bíblia Sagrada. Provérbios 19:6-7

Nota: Nova Tradução na Linguagem de Hoje

...Mais

Um jovem que casara há pouco estava sentado no sofá em um dia quente e úmido, bebendo chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse:

Lembre-se sempre dos seus amigos! – aconselhou

Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venha a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando…

Que estranho conselho – pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.

Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.

Na medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.

Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:

O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa…
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor se transforma em afeto.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração para sem avisar.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.

Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.

Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros…

Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós

Tenho dito inúmeras vezes o quanto sou grato pelos amigos que tenho, não apenas para dar-lhes entendimento sobre o fato, mas, para firmar esse sentimento que com o tempo transformou-se em irmandade. Não me atrevo a dizer ser um bom amigo, mas entre o "ser" e o "não ser", busquei todas vezes ser o melhor.

⁠A sociedade é a união de pessoas para um bem maior.

A relação entre a tecnologia e o meio estudantil nunca foi pré-estabelecida por pressupostos fixos, sendo assim, não existe uma linha tênue do emprego da tecnologia na educação. Partindo da perspectiva social, a tecnologia vem sendo usada para meios de entretenimento, fator que a torna extremamente atrativa não só para o lado bom, mas para o lado ruim também. O seu emprego no meio estudantil quebra paradigmas de aprendizado que permeiam séculos. Sua flexibilidade e facilidade de uso abrem novos horizontes de possibilidades de métodos de ensino.

Inserida por thiago_martins_1