Vamos fazer Loucuras os dois

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Nós, os livros e a vida.


A vida é assim: somos como livros.
Lemos, e somos lidos.
Vamos escrevendo nossa história, e somos escritos por Deus também;
Lá um dia, seremos fechados e depositados numa grande estante, onde já se encontram outros livros.
Mas por ali sempre vai passar alguém que irá tomar um livro daqueles e o lerá.
E o que aprender daquela história lhe ajudará na escrita e compreensão do próprio ser.
Somos letras, e escrita. Somos como livros.
Assim é a vida.


(Fabi Braga, 15 e 16/11/2025)

Não falemos aqui do amor Eros, a paixão
Vamos mais a fundo, buscar mais riqueza
O amor Eros é incêndio que cessa
O amor verdadeiro é firme convicção.


Vejo ser certeiro descrever o amor
Apontando quem mais amou
O Cristo, que deixou sua glória e esplendor
E humilhou-se, sofrendo escárnios e dor

Na cruz, Jesus nos ofereceu 100% do seu amor. Agora, cabe a nós decidir se vamos compartilhar 5, 10 ou 100% do amor que há em nós com as outras pessoas.

Vamos felicitar a vida.

Para termos um mundo mais humano, vamos pegar muitas armas e canhões e atirar as mais lindas flores.

Família


Vamos nos unir mais ainda em Oração.
Pois Deus Tudo Pode.


Todos Pela Saúde do Nuno!

Vamos enlouquecer
Despir-se se livrando
Das vestes intimas
Não teremos tempo em usar as mãos
Pois estarão mais ocupadas
E os pensamentos
Envolvidos
Pela indecência
Que promete nos trazer o prazer
Venha provar-me
Sentir-me
Beijar-me
E em um tanto se realizar;

Nunca vamos encontrar uma boa música em um lugar ruim, e mesmo essas pessoas que ali frequentam, ainda que tenham um bom poder de compra, geralmente não tem bom gosto!

VAMOS ESCULPIR NOSSA ALMA?

As pessoas hoje em dia estão dando tanta importância ao conteúdo externo…
e nem se tocam que o corpo é efêmero e em breve se desfaz…
virando cinzas e pó e no túmulo apenas uma frase:
- Aqui um corpo esculpido jaz, porque a alma e o cérebro já se foram há muito tempo atrás…

A vida é como uma novela, dependendo de como se acorda sempre vamos interpretar no nosso dia a dia um personagem diferente (da gente).
Por quê?
- Ficção é mais fácil de interpretar do que a nossa própria realidade.

Vamos dançar!




E quando a porta fecha, as palavras andam em curvas no desfiladeiro da possessão,


Admito sofrer de um leve desvio entre a verdade e a negação,


Outro dia vi uma árvore a beira de um rio observando a força de sua correnteza com atenção por horas, ali ela percebeu que tudo tem seu tempo para acontecer tanto na revolta quanto na calmaria,


Cada experiência tende a nos despertar para um chamado diferente e cheio de emoções,


O que nos permite ressignificar a nossa história é saber acessar o nosso passado buscando luz e inspiração para se apaixonar pelo novo com sabedoria e reciprocidade,


Então, vamos dançar no labirinto sem repetir os mesmos passos e que o encantamento de cada momento nos faça abrir as portas certas da nossa curiosidade.

Fracasso social(política)

Até quando; vamos continuar respirando esse ar tão poluído; recheado de ganância, egoísmo, mentiras e individualismo?
Até quando; seremos tratados como escravos de um sistema criado para poucos ganhadores soberbos?
Até quando; eu e você beberemos e comeremos das sobras dos pobres em espírito?
Até quando; suportaremos ser cuidados e guiados de forma enganosa por esses políticos que carregam em suas mãos e nas suas faces manchas de sangue de inocentes?
Até quando; vamos permitir que os nossos sonhos sejam construídos em cima de um castelo de areia?
Até quando; vamos ficar esperando o dia seguinte nascer sem esperanças, respeito e sem luta?
Até quando?

Reflita: a cor não faz a pessoa, o ódio não resolve nada, e o tempo mostra que todos vamos para o mesmo lugar. Então, por que não amar e respeitar todos, independentemente da pele ou do cabelo, já que somos todos iguais na vida e na morte?

Os melhores momentos de nossas vidas são quando nos damos, sem pensar em quanto vamos receber.

"Então vamos viver,
quem sabe um dia a gente se esbarra por aí..."
Haredita Angel
13.08.17

Nós não temos escolha!!!
Se vivermos para agradar os outros, vamos sofrer por deixarmos de ser o que somos!
Se vivermos como somos, vamos sofrer por não agradar os outros!
PS: Eu prefiro "sofrer" por ser eu mesmo, não nasci para agradar os outros!!!

Vamos que vamos e também agradecer a Deus por mais um dia de vida e que nos abençoe nesta nova jornada. Que seja um dia iluminado e abençoado para todos nós. Que a paz esteja convosco.

Vamos colorir a vida!
Não a pinte do cinzento da tristeza,
Nem de qualquer outra cor, que não lhe dê beleza...
Que tal começar com o amarelo, a cor da alegria,
Para que possa iluminar todo o seu dia?!

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.

Vamos ajudar o próximo, o próximo pode ser você.