Valorizar as pequenas coisas
As pessoas conquista um amigo através de pequenas coisas. mas perde em seguida por pequenas coisas também. O cara chega no Bar e paga uma cachaça para outro.. e se tornam amigos naquele momento.. mas logo em seguida a pessoa que recebeu a bebida, pede um cigarro ao outro.. ai normalmente ja desfaz a amizade dizendo:
Poxa meu, alem de pagar uma cachaça, você quer um cigarro também?.. não vai dizer que quer meus pulmões também!. É sempre assim o que começa fácil, termina fácil, tudo deve ter dedicação, amizade não se conquista em um momento, mas em momentos podemos ver se é amizade mesmo!
Não deixe as pequenas coisas te deixarem pra baixo. Você tem várias razões para olhar pra cima e agradecer a Deus.
Eu, você – O mar e nós.
Saudade das pequenas coisas, saudade dos pequenos gestos. Sobre saudade, sei lá, eu não sei se tu vais me entender. Saudade pra mim é algo indefinível. É a ausência do presente. É andar em grupo e não se sentir parte dele, porque o pensamento está voltado para trás. Para aquela rosa vermelha que alguém colheu. Para as ondas de um mar no verão passado. É olhar o jardim e ver nele um outro. Talvez mais feio ou mais florido. Mas é aquele outro..
O nome ele era sinônimo de saudade. Os braços dele envoltos em minha cintura, sua risada baixa, sua pele quente. Sua forma de passar a mão direita sobre o cabelo escuro quando estava nervoso. Saudade é o modo como ele passava os dedos por meu corpo, contornando minha estrutura e desregulando meus princípios mais supremos. Quando ele beijava minha clavícula e acariciava minha têmpora com as costas das mãos, afirmando que nada possuía mais efeito do que meus olhos brilhando por nós e gritando o seu nome. Ainda não consigo definir. Saudade é acordar na cama dele e ter a honra de vê-lo dormir. Ar tão sublime parecia inofensivo, parecia ser meu por alguns instantes. Saudade é o choque que nossas peles ecoavam quando entravam em sintonia, o modo como nossas pernas se encaixavam, a forma como nossas almas se embalavam. Ainda não sei se me compreendes. Saudade era quando os motivos para ficar superavam os que queriam que eu fosse embora. É sentir o coração martelar e mesmo assim permanecer dormente e gostar da dor. É fazer da tua dor a minha dor. Da tua cama a minha cama. Da tua vida a minha. Saudade era aquela cabana pequena onde o telhado de palha nos permitia contar as estrelas, saudade se dava devido ao fato da tua voz rouca falando besteiras no contorno dos meus ouvidos, me abraçando mais forte a cada poema declamado à luz da lua. Ainda não consigo compreender. Saudade era quando teus olhos sorriam ao encontrar os meus. Trágico fim. Tu fugiste com a beleza da noite. Enfim, chorei. Senti frio, tua ausência. Meus pés pesados, minha mão gélida. E uma lágrima sempre rolava, dos olhos que antes sorriam. Saudade. Senti a carícia da areia fina que não machuca, do silêncio gritante a cada pequena onda. Mas eu ansiava por dias melhores. Queria que em todos os dias a primavera ditasse paz e harmonia. Queria que o revés fosse esquecido. Que o passado não pesasse. Que o futuro atraísse. Mas é impossível quando tua alma multicolorida invade a cidade, encobre o céu e me enlouquece. Isso é saudade? Ficarias tu orgulhoso por ser o protagonista de todas as minhas desgraças? Aquelas as quais espalhei entre mil estrofes... Mas fique tranquilo, jamais contarei sobre o nosso segredo a alguém, ninguém nunca saberá daquela mania tosca tua de dizer que se importava comigo a cada maldito final de semana. E acabou. Eu estava a quinze mil pés do chão e mesmo assim ainda conseguia canalizar os pensamentos nele. Avistando tudo lá de cima, inconscientemente eu não me surpreendia, pois encontrava um azul mais anil e mais bonito quando olhava no fundo daqueles olhos. Os mesmos que refletiam o céu e traziam o ar infinito para si. Doce, fresco e perigoso. Meu veneno agridoce favorito que agora parecia não possuir resto nenhum em minha saliva. Saudade é incompreensível mesmo. Ilusória. Comparei-o com aquela nuvem ao longe tão sólida, entretanto que o ilusório vício me impedia de perceber que era só fumaça o tempo todo. Estas nuvens, as mesmas que em algum momento do passado já desbravei. Sim, eu toquei as nuvens. Vi um infinito errante através da pequena janela. A chuva caía e com ela minhas lágrimas acompanhavam a gravidade. Saudade é aquilo que captura as melhores demonstrações de afeto e as arremessa de uma forma intensa num presente considerável, é aquilo que te algema e aprisiona nos porões da loucura que não te deixam ir. Indo. Rindo. Remando. Re-amando. Não importa se sou um bom marinheiro, a tempestade dele me inunda e eu naufrago. Outra vez.
Eu vivi porque amei e amei até demais.
E nós morremos jovens.”
Deus. Eu não preciso vê-lo para acreditar que ele existe. Basta eu olha para as pequenas coisas e ver que em tudo tem sua mão!!!
A beleza esta nas pequenas coisas, nos pequenos gestos, na simplicidade do toque, na pureza do amor, naquele olhar que no momento certo... diz tudo!
Isto, define a suprema felicidade da vida.
Com isso verás, que as coisas mais lindas, são aquelas que a simplicidade as tornam eternas no coração daqueles que ás vivenciaram.
São as coisas simples que tornam a nossa vida tão especial. Nas pequenas coisas eu vejo a providência, o livramento, o cuidado, a mão de Deus.
Como pequenas coisas acontecem em nossas vidas para nos levarem ao amadurecimento, são tão mínimas que quase imperceptíveis.
A mulher que sou hoje, com certeza será muito diferente daqui a uns anos, mas que nenhuma delas possa perder essa menina cheia de sonhos.
Que eu não tenha que me comportar como uma pessoa tal, pois não sou a pessoa tal.
Que eu envelheça sem ultrapassar nenhuma etapa, sem me exigir uma maturidade que virá naturalmente com o tempo.
Que essa nova realidade não se choque ao ter que aprender a lidar com a maldade humana!
Sempre pense que não há obstáculos em sua vida, não se limite a pequenas coisas, expanda a sua mente. Se você colocar isso em pratica, será uma pessoa de futuro.
Aquele que não é capaz de encontrar a felicidade nas pequenas coisas do dia a dia, consome toda a sua energia numa busca por um prazer que não existe e morre a espera de uma satisfação que nunca chega.
