Vaidade
Quando alguém te elogiar o nome de Jesus tem que ser exaltado, se esse elogio não exaltar o nome do Senhor, não o aceite e nem o receba!
Gostar da vitrine, não significa que goste da loja. Assim são as pessoas, gostam da aparência e não do convívio.
O grande mal deste século, e de todos os outros, causa original de tantos e diversos males particionados, é aquela mistura catastrófica e calamitosa de orgulho e vaidade, que por muitas vezes acontece dentro de nós.
Quem se auto denomina um ser iluminado demais, corre o risco de estar fazendo lume é com a chama da vaidade no fogo da prepotência que está a lhe arder a alma.
Alguém pode se achar muito sábio aos seus próprios olhos; contudo, nunca negando o TEMOR DO SENHOR, que segundo a palavra é o princípio de toda e qualquer sabedoria. Antes vem o TEMOR, depois a sabedoria. Sem TEMOR, o falar em sabedoria é pura vaidade.
São Narcisos
Ao contemplar seu reflexo no mundo:
Embaçado, distorcido.
Seus traços já não são imundos:
Alterados, induzidos.
O lixo que preenche o fundo:
Entulho, informativo.
O líquido que paira no cubo:
Colorido, chamativo.
E assim ele definha, pois...
As cores que tanto te chamam:
Cubos, líquidos.
Os entulhos que te informam:
Lixo, profundo.
Que induzem aquilo que alteram:
Seus traços, imundos.
Por embaçar o que distorceram:
Seu reflexo, no mundo.
Fomos um casal de invejar
Nós tínhamos defeitos tão perfeitos
Difícil acreditar, pra mim não acabou
Duvido que não tenha
Nem uma pontinha de saudade
Se existe amor, esquece a vaidade
Verdade!
Era fogo, era chama.
Ali subia, aquecia e tornava lava vulcânica,
Incendiava a alma e aquecia o coração.
Era luz, era brilho;
Iluminava o dia, feito sol de primavera.
Batia claro e quente e fogo.
Era cor, era vida.
Pele pálida, raios de esplendor
Pelos cerrados, cabelos negros esvoaçados.
Era água, era mar;
Matava a sede e inundava por dentro
Era úmido, era frio, era profundo.
Era ar, era vento;
Sopro de alma que alivia a dor
Calmaria e agitação, turbilhão de sentimento.
Era Terra, era solo
Ancorava ali um anseio insano
Era firme, intenso e eterno!
Era sonho, devaneio;
Molhava no mar, queimava no fogo.
Sem cor, sem brilho, sem ar...
Tornava terra e ali seu epitáfio que jaz dizia:
Vaidade, sonhos enfim...!
Homens e mulheres adultos, tem sim que cuidarem do seu corpo, sua aparência, saúde, também da parte financeira. sem tornar-se escravo do trabalho ou moda.. Mas temos que nos torna belos não só no visual para impressionar ou conquistar e ter a falsa ilusão de poder, mas belos em comportamento, nas palavras, na sabedoria, no amor ao próximo, na simplicidade e respeito, e uma receita infalível é sermos menos egoístas, narcisistas, avarentos e preconceituosos e nos tornarmos bonitos mas com a simplicidade e eficiência de quem usa a sabedoria que provém de Deus, demonstrando que dentro de nós bate sim um coração humano e com essência divina.
Provavelmente você irá me encontrar diversas vezes com a mesma roupa, e com o mesmo carro, pois o que eu tenho a oferecer esta dentro da minha mente e do meu coração e não apenas em uma vitrine de vaidade. Deus nos ensina através do tempo a sermos, moderados, cautelosos, precisos e verdadeiros, não ser omisso, menos estrela e mais presente e a usar muito da sabedoria.
Vi ainda outro mal debaixo do sol, que pesa bastante sobre a humanidade:
Deus dá riquezas, bens e honra ao homem, de modo que não lhe falta nada que os seus olhos desejam;
Mas Deus não lhe permite desfrutar tais coisas, outro as desfruta em seu lugar.
Isso não faz sentido; é inconstância; é orgulho vão; vaidade.
Um dia você descobrirá, que trocou histórias por coisas e verá que as histórias valiam muito mais que as coisas.
Não espere ficar velho pra descobrir que não fez o que amava e só fez o que o mundo ditou por dinheiro.
Quem só se importa com sua aparência e status social, não conhece o amor, a simplicidade e vive na ilusão do vazio.
Quero apenas poder ser parte
Deu um sentimento que se reparte
E não entope
Me confronte
Me conforte
Me sufoque
Deixa eu provar da arte
Encontrar a parte
Despir-me a alma
Voar ao norte
Dançar com o vento
Viver o momento
Aprender com o tempo
Aprender vivendo
Andar feito um zumbi
Perder -se em si
Reféns do medo e da tecnologia
Afogados na vaidade e hipocrisia
Tudo se distancia
Me bate euforia
A vontade é gritar
Acordem!
Precisamos enxergar
Não é o mundo que vai acabar
É as pessoas que estão a degenerar
Satisfazem as artificiais vontades
E só realça uma falsa sensação de liberdade
