Util So quando Precisam
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Quem sabe a dimensão do barulho de um diagnóstico é só quem o vive, os que fazem disso um espetáculo, só imaginam.
Os que atravessam o instante em que um diagnóstico cai sobre a própria vida, sabem: não é apenas uma palavra, é um estrondo que reverbera por dentro.
O barulho não vem do som, mas do silêncio que se instala depois — aquele em que o futuro precisa ser reaprendido, os planos se recolocam em caixas frágeis e o coração passa a ouvir demais.
Para quem vive, o diagnóstico não é manchete nem assunto de corredor.
É matéria de oração, de medo contido, de coragem silenciosa.
E é o peso de ter que continuar respirando enquanto a alma tenta entender o que mudou sem pedir permissão.
Já os que transformam isso em espetáculo ou comentário ligeiro escutam apenas o eco distante.
Imaginam o impacto, mas não conhecem o abalo.
Confundem curiosidade com empatia, opinião com presença e ruídos com cuidado.
Talvez por isso, diante do diagnóstico alheio, o gesto mais humano não seja perguntar, expor ou explicar — mas silenciar, respeitar e permanecer.
Porque há dores que não pedem palco, mas abrigo.
E há barulhos que só quem os escuta por dentro sabe o quanto ensurdecem.
A mentira repetida só vira verdade por ser uma das moedas que custeiam o aluguel das cabeças desocupadas.
A verdade nunca dói, o que dói é o fato de ela diferir das nossas vontades.
E a mentira não cria raízes por força própria.
Ela precisa de solo fértil: mentes desocupadas, críticas adormecidas e consciências terceirizadas.
Repetida, não se transforma em verdade — apenas em hábito.
E hábito, quando não questionado, passa a ser confundido com realidade.
Há quem alugue a própria cabeça por conforto: pensar cansa, duvidar exige coragem e confrontar narrativas cobra um preço muito alto.
A mentira paga esse aluguel com promessas fáceis, inimigos prontos e explicações que dispensam reflexão.
Em troca, exige apenas silêncio interior e obediência ruidosa.
Mas a verdade nunca foi aceita como moeda corrente.
Ela às vezes pesa demais, incomoda, desalinha certezas e devolve ao indivíduo a responsabilidade de pensar.
Por isso, circula muito menos.
Não porque seja fraca, mas porque recusa ser aceita sem resistência.
No fim, a mentira só prospera onde o pensamento crítico tirou férias ou nem sequer existiu.
E talvez o maior ato de rebeldia hoje seja reocupar a própria mente — expulsar o inquilino confortável da repetição e devolver à verdade o espaço que sempre foi dela.
A escola da vida, ensina muito sim mas só para aqueles que tenham paz no coração e muita humildade para aprender.
Na impotente oportunidade de sermos muito felizes, só existe um caminho de felicidade, redobramos os esforços, ora sem nexo e incoerente, de sermos mil vezes mais generosos em multiplicar a felicidade de todo aquele que também, não tem. A justa e perfeita lei da vida é ser feliz, diante de toda opositora tristeza, só cabe uma unica verdade espalhar felicidade por onde caminha para que os outros que hão de caminhar por onde passa tenham um pouco mais de chance, de serem bem mais felizes que você.
Em todo mundo das artes, no Brasil e no exterior, temos a mesma máxima. Só falsificam obras de artistas que tem um grande valor artístico, um grande valor financeiro e que se tornaram muito famosos em seus tempos. Os que viveram nas artes e não galgaram mérito e nem destaque, algum, dificilmente são falsificados.
Só existem ocupações criminosas efetivas e majoritárias com a exploração de muitos serviços nas comunidade de baixa renda onde não existe a presença do estado. O confronto policiais são quase inevitáveis na recuperação dos domínios, com muito derramamento de sangue mas a vitória só se solidifica na pratica se o estado passa a partir de então, a oferecer novos serviços de qualidade de forma regular e gratuita, a toda população local destes lugares que antes estavam reféns da criminalidade.
Contra o Halloween estrangeiro, no dia 31 de Outubro, só mesmo o nosso Saci Pererê brasileiro, indigena e negro.
Toda ação policial do estado para recuperacao de territorios dominados pela criminalidade, so tem exito realmente, se o estado se instala de forma forte no dia seguinte da ocupacao. Caso contrario, a criminalidade devagarzinho volta, mais forte e mais feroz.
PODER
A lei do mais forte só é suspensa por força igual; o fraco é o eterno terreno de batalha onde o mais forte desafia o igual.
Viver é um ato de coragem,
Muitos só existem.
Viver é ser o que se é
Sem temer sua verdade
Cada qual tem sua verdade.
Minha verdade não é a sua
E talvez a sua verdade
esteja longe da minha verdade.
Somos nós que escrevemos o caminho,
entre erros, silêncios e fé.
A sorte é só o nome bonito
do que a alma decide ser.
Pregadores covardes são aqueles que só usam o púlpito para se auto promoverem e nunca para conhecerem publicamente as ovelhas antes ou depois da sua pregação.
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