Use o Silencio quando Ouvir
Um garoto está realmente apaixonado por uma garota quando ele para de jogar bola para falar com ela, deixa vídeo games de lado para conversar com ela ao telefone, dá atenção completa no msn e nunca deixa os papos pararem, sempre arruma um assunto, quando o orkut dele está sempre nas visitas recentes dela e principalmente quando esse sente ciúme besta até dos próprios amigos, tudo pra ficar mais perto dela.
Quando tiver a leve sensação de que não esta sendo compreendido, não se desespere... Reflita, que é por isso que todas as coisas existem, para quando chegar na hora certa essa compreenção vir á a tona. Assim se faz ser um DEUS que vive pra ser experimentado e compreendido. Até este ainda não se realizou em suas obras.
As pessoas são capazes de criar outra parte delas quando querem. Uma parte que elas realmente gostem e com isso possam ser elas mesmas.
@Ichihara__Yuuko
Quando se tem uma enorme vantagem,assume-se pequenos riscos para mostrar a sua superioridade perante os perdedores.Isso se chama Arrogância.
@Ichihara__Yuuko
Quando te vi a primeira vez sabia que não seria a ultima, algo me dizia que ia ter você por muito tempo e espero que seja. Não entendo o meu sentimento por você, queria entender como ele pode crescer tanto sem ao menos lhe conhecer direito. Mas... dizem que o amor é assim, você nunca sabe o "porque" apenas só sente.
Cara só existe certo ou errado, quando você consegue convencer todas as pessoas, sem nenhuma acreditar no oposto. A partir que alguém vê de outro modo, significa que existe outra realidade presente ali.
Rio muito quando quero chorar,finjo um sorriso quando na verdade quero desabar de tanto chora pedi e implorar pra você fica.
A Infância,
Tenho saudade dela. De quando as paredes do quarto eram cor azul marinho,
De quando o guarda roupa era arrumado pela minha mãe, modéstia parte muito bem, diga-se de passagem, as roupas pela qual vestia eram escolhidas por ela também, e os sapatos na época eram engraxados em casa mesmo.
De quando o horário de ir para cama era pré- determinado e não havia ato rebelde que o reprimisse, 22:00 no máximo, isso nos fins de semana, claro.
Saudade de quando acordava às sete da manhã de um domingo, pegava as cobertas da cama, e corria para ver os desenhos na parabólica nova que meu pai comprara.
De quando “refri”, sempre coca- cola, como de costume, era coisa rara, isso para não sair da dieta. Só nos fins de semana, especialmente nos domingos, quando íamos almoçar na casa de minha avó, feijoada nesse tempo era clichê piegas.
Saudade de quando conversas forjadas virtualmente pela internet não chegavam nem perto de substituir as tardes de brincadeiras incansáveis, afinal, computador nem sequer existia em nosso vocabulário.
Saudade de quando nas raras vezes meu pai comprara os potes de sorvete , geralmente nas férias, quando meus primos de Curvelo vinham com mais freqüência para cá, e corríamos para o antigo salão de festas no segundo andar da casa, que passara a ser agora utilizado como refúgio de brinquedos e nosso humilde “parque de diversões” onde também deliciávamos o pote inteiro, que variava de napolitano com chiclete, ou puramente chocolate com creme.
Saudade de quando andar de bicicleta demorava para ser aprendido, mas deste tal já se tornava regra obrigatória para todo final de semana, e não nos cansávamos.
Confesso, joelhos ralados ou roupas sujas de terra não ‘doíam” tanto como decepções, corações partidos e ilusões atuais.
Saudade de quando ler era aventura completa, quando se tratava de heróis e princesas, cavaleiros e suas espadas. Admito. Na época tinha louca admiração e fanatismo por Rei Arthur com sua espada de Excalibur tirada da pedra e dada pela Dama do Lago.
Saudade de quando levávamos Bob, nosso cachorro, para passear, e quando as brincadeiras de polícia e ladrão substituíam as brigas de irmãs de hoje.
Eu tenho saudade de tudo que é puro, e ficou eternizado.
Nossa infância marca, e jamais pode se dar ao direito de ser esquecida tampouco desprezada.
É única, excepcional, exclusiva e sem outra definição menos merecedora.
Eu me recordo muito bem desses tempos, desde os divertimentos até os dolorosos “puxões de orelha” do meu pai .
Um tempo em que APROVEITAR era princípio básico de sobrevivência da espécie, e que não havia muita importância em seguir regras ou padrões de sociedade já impostos, pois estávamos bons e felizes como estávamos.
Saudade de quando o “ser” era mais importante que o “ter”,
De quando os amigos se contavam nos dedos,
De quando lágrimas eram verdadeiras e não apenas borravam maquiagens. Saudade tranqüila mas um pouco dolorosa, pungente.
Saudade sim.
Saudade que lhe diz: “Olha, não faça-me apenas uma mera boa lembrança. Me faça um marco. Um fato. Uma história que você, jovem adolescente louca, é e foi o sujeito principal.
Não me faça substantivo, mas um verbo intransitivo.
Não me esqueça, mas eternize-me.”
Tal como ela é, e sem mais delongas, infância é infância e não há como negar.
Blog: http://bolgdoano.blogspot.com/
Mulher é mulher quando acha beleza e valor nas coisas mais simples.
Mulher é mulher quando valoriza a Palavra de Deus.
Mulher é mulher quando faz do dia uma festa.
Mulher é mulher quando ama sem condições.
A todas as mulheres que amam e sabem viver,meus aplausos e agradecimentos.
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