Use o Silencio quando Ouvir
Quando seguramos uma tocha para iluminar o caminho alheio, consequentemente clareamos o nosso próprio caminho. Somos coletores do bem que espalhamos! Entre possibilidades, escolha ser o bem espalhado.
(Aline M. Abdalah)
Bom dia! Que a paz esteja convosco, neste novo amanhacer. Sabe quando você fala com Deus, no seu secreto, saiba que ele está lhe ouvindo e sabe da suas necessidades, mas tenha fé, que as coisas que você vem pedido, elas vão chegar. Se mantenha firme na sua fé com Deus e glorifique o seu nome em tudo na sua vida.
Quando nascemos, já ganhamos um dom de Deus, sem saber qual? Basta crescermos, pra descobrir, quais são? Descobriremos com o tempo de vida que Deus nos dá, aqui na terra, para usarmos. Descubra o seu dom e usa o seu talo, pra fazer coisas boas. E será abencoado nesta vida por Deus.
Quando alguém penetrar em seu olhar, está entrando em seu ❤️, invadindo sua mente, sua vida, até que você perceba, já caiu com as quatro rodas no estacionamento da sua casa. Até que você acorde, já mudou sua rotina por completo. O que será isso? Kkk
Quando se termina um ciclo, com alguém, outra porta se abre, porque o que está pra vir, possa ser o que estava ao seu aguardo, antes desse, que acabou. Basta te fé e acreditar, porque Deus pode tudo.
Quando você pensar que as coisas estão dando ruim é justamente onde Deus quer te encaixar, fazendo teste pra te deixar forte. Olha pelo lado de Moisés, fugindo do Egito, se sentindo fraco e impotente, precisou passar por isso, pra depois voltar e levar multidões pro deserto e passar pelo Mar Vermelho. Davi era pastor de ovelhas, foi perseguido por Saul muitas vezes, mas precisava passar por esses testes, até se tornar um grande Rei de Israel.
Acho legal quando estamos sendo lembrados no pensamento de alguém, e ela recebe um sinal em seu ❤️ que mexemos com suas emoções.
Sempre quando há uma separação, pode ver que elas buscam fazer trilha, rapel, novas aventuras, só pra mostrar que estão bem. Mas na realidade estão vazias por dentro. Querendo se curar, mas não consegue tão rápido, porque a ferida continua lá dentro.
A verdadeira mudança não começa quando o mundo muda. Ela começa quando a consciência deixa de repetir o mesmo código.
Quando ensinar já não basta
Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.
A responsabilidade afetiva é muito falada e pouco usada, pois quando se cobra o mínimo, é motivo para uma grande discussão sem admitir que o erro foi não ter responsabilidade afetiva como tinha prometido..
A educação faz sentido, quando ao sentirmos há o sentido da existência, e por consequência sentimos o sentido de protagonizar e contribuir para os outros e para nós mesmos. Essa é a a educação que a instituição deve promover a todos, sem extinção.
Quando se trilha um caminho e nessa estrada que se fez ao caminhar onde
se plantou e nesse plantio se fez a regação correta não tem como não nascer flores e produzir frutos!
Se Outras Vidas Existirem
E eu queria saber, nas outras vidas
quando foi que nossos olhos se encontraram.
Se foi na chuva de uma cidade antiga,
ou no silêncio de um campo abandonado.
Queria saber em qual delas
a gente esqueceu de amar.
Se foi o medo que trancou a porta,
se foi a pressa que não soube esperar.
Me pergunto se foi injusto
não termos ficado juntos.
Ou se o destino, com suas mãos invisíveis,
só quis nos proteger de mundos que ainda não eram nossos.
Mas mesmo sem resposta,
mesmo sem lembrar do começo,
eu escolheria de novo o teu tropeço,
o teu riso, o teu avesso.
Porque se amar é também perder
e reencontrar sem saber,
então que venham outras vidas,
outras despedidas,
outras chances de te ter.
Eu viveria tudo novamente.
A dor. A espera. O quase.
Só pra sentir mais uma vez
esse amor que nem a morte desfaz.
"Aprende a amar-te profundamente.
Assim quando te julgarem,
Não serás vítima do medo e assim
Poderás entender aqueles que não sabem."
Faço da minha vida a alegria que desejo ao próximo
Quando escolho ser alegria, espalho luz em cada gesto, em cada palavra e em cada silêncio. A vida se torna mais leve quando entendemos que o bem que oferecemos ao outro é também o bem que cultivamos em nós. Alegrar alguém é florescer por dentro, e é nesse florescer que encontramos a verdadeira essência da existência.
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