Use o Silencio quando Ouvir
Que Entre.
Quando o ser se torna ter
E quando o ter se torna ser
Jamais tentamos, mas, por mais que entre
Somos mais.
E lutar no trabalho no estudo
Nunca é
Pois, por mais que desejemos não
Sempre ter.
O perigo do "olhar viciado": Quando o retrato do passado impede o progresso 👁️🚫
Muitas vezes, a visão de um gestor fica presa a um "retrato": aquela imagem estática de um liderado que já conquistou total confiança. É exatamente aí que mora o perigo. No ambiente corporativo, a evolução constante é a única regra, e o progresso exige que saibamos diferenciar o resultado (presente) dos resultados (futuro).
O desafio da impessoalidade
O que fazer quando as conquistas de ontem (o retrato) começam a obstruir a visão de novas vitórias? Isso geralmente acontece quando o sentimento transborda a relação profissional, criando "pontos cegos". Para evitar que a proximidade cause cegueira técnica, o líder precisa dominar a arte de conhecer processos e pessoas por dentro e por fora.
A Lupa vs. A Régua 🔍
A lupa do líder não deve ser uma régua de comparação, mas sim um instrumento de análise. As circunstâncias precisam ser avaliadas de todos os ângulos. Quando aplicamos essa visão:
• A impessoalidade se conecta à imparcialidade.
• O "resultado" individual se transforma em resultados coletivos e constantes. 📈
• O olhar amadurece e o clima organizacional se fortalece.
Líderes que não viciam seu olhar tornam-se referências de justiça e eficiência. Afinal, uma gestão madura é aquela que entende que o sucesso passado é degrau, não sofá. 🚀
#Liderança #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #DesenvolvimentoProfissional #Feedback #CulturaOrganizacional
Quando eu era pequeno, acreditava nas pessoas, na medida em que fui crescendo, comecei a desacreditar. Chegou um dia em que o meu corpo e alma começaram a cansar. Quando a energia estava prestes a acabar, veio uma força maior e me abasteceu, dando-me esperança em continuar a viver. Fui pego de surpresa num grave acidente e tive a oportunidade de continuar a viver, mesmo ciente de que a energia estava prestes a acabar.
Gosto do teu cheiro,
da sensação suave que me invade quando me aproximo.
Teu cabelo — tão lindo,
mesmo quando se entrega ao desalinho.
Teu sorriso tem a estranha habilidade
de me quebrar por dentro;
desvio o olhar,
porque tua luz me espanta.
Não sei se te verei amanhã,
mas já me preocupo com a roupa
que vestirei para o encontro.
Escrever te é mais fácil:
tua voz me silencia,
rouba-me a palavra,
obriga-me a tossir para disfarçar
o descompasso do coração.
Eu não sei o que é o amor.
Mas sei, com certeza,
o quanto é bom
estar contigo.
A Resiliência do Tempo, Quando O Passado Ecoa no Presente
Eco de um passado distante, mas que ainda se faz presente como uma grande porta que fica aberta permanentemente, ecoando o fato de autora, talvez, uma prova de que o tempo também é resiliente.
Ecoa materializado em alguma construção antiga, nas suas paredes, utensílios, artes e cenários ou guardado em uma memória viva — na mente daqueles que vivenciaram ou dos que ouviram e leram atentamente.
Ecoado por estar descrito nas páginas de algum livro de história entre a escrita, a fala e a leitura; nas suas marcas deixadas pela natureza, ecoando de várias formas e até espalhadas pela selva de pedras.
Me encontro em alto mar sem sequer saber nadar, quando o amor não cabe no peito e escorre pelos olhos, transformando cada lágrima em sal que se mistura às ondas. O vento rasga minha pele e a distância ecoa dentro de mim, mas ainda assim, me recuso a desistir. Entre altos e baixos, eu e ela nos perdemos e nos encontramos, como navios à deriva que insistem em cruzar o mesmo horizonte.
Há dias em que o céu se fecha e o mundo parece ruir, quando seu silêncio pesa mais do que qualquer tempestade. Mas então, basta um só olhar dela para que o sol volte a nascer dentro de mim, mesmo que por instantes. O amor que carregamos é feito de cicatrizes e promessas, de gritos e abraços tardios, e por mais que doa, é isso que nos mantém flutuando.
Eu sigo, com o peito cheio de água e esperança, sentindo na pele o peso da minha própria voz cansada, lutando para estar ali, lutando por ela. Porque no fim, mesmo que o mar tente me engolir, é por esse amor que eu escolho continuar respirando...
✨️💕"...apenas venha...chegue de mansinho...devagarinho...e quando meus olhos...o seu olhar cruzar...naquele momento...exato pedaço do tempo...pra sempre...vou jurar...te amar."💕✨️
Quando ela partiu, minha vida mudou.
O brilho dos meus dias aos poucos se apagou.
Se eu pudesse voltar no tempo só por um momento,
ouvir sua voz em ligação e acalmar meu sofrimento.
Se eu pudesse te dizer, mãe, tudo que guardo no coração,
talvez a saudade doesse menos na escuridão.
Porque a vida já não é a mesma desde a sua partida,
uma parte de mim também perdeu a vida.
Quando me olho no espelho, vejo quem eu queria ser,
mas perdida em mim mesma, ainda tento sobreviver.
Parece que meus sonhos perderam o sentido,
desde que você partiu, meu coração ficou ferido.
A verdade é que nada voltou ao lugar,
minha alma aprendeu silenciosamente a chorar.
E eu queria somente o silêncio, sem precisar explicar,
porque existem dores que ninguém consegue enxergar.
A dor diária me corrói por dentro lentamente,
como se meus ossos gritassem silenciosamente.
Meu coração aperta, a vontade de chorar é intensa,
mas sigo de pé, mesmo vivendo essa sentença.
Por muito tempo precisei apenas continuar,
mesmo sem forças para sentir ou desabar.
Talvez por isso minha dor ainda fale tão forte,
como uma saudade que nunca encontra o fim nem a sorte.
Porque eu preciso viver, mesmo sem direção,
mesmo carregando saudade em cada respiração.
Talvez agora eu tenha a liberdade que sempre quis alcançar,
mas de que vale a liberdade se você não está para compartilhar?
Espero um dia conseguir mostrar minha verdade,
as dores e os silêncios que escondi por necessidade.
Eu vivo o meu luto todos os dias sem cessar,
e talvez por isso as pessoas não consigam me entender ou escutar.
Porque essa dor não sara, ela aprende a permanecer,
e todos os dias eu escolho não me perder.
Você pode escolher vencer ou desistir,
pode escolher sonhar, acordar e seguir.
E mesmo cansada, mesmo sem forças para entender,
eu continuo aqui… tentando vencer.
Quem é Sâmia Bemvindo?
Quando me perguntam quem sou eu, costumo responder contando quem fui e tudo o que vivi para me tornar a mulher que sou hoje.
Entre a correria do dia a dia, as saudades que carrego no peito, os sonhos deixados de lado e as renúncias feitas em silêncio, aprendi a sobreviver mesmo com a dor morando dentro do meu coração. Já conheci a solidão, o desprezo, os julgamentos, a inveja, o luto, o medo e a insegurança.
Minha vida começou a mudar no momento em que decidi viver o meu próprio tempo e enxergar a vida com outros olhos. Na escrita, sempre encontrei abrigo. Sempre gostei de escrever sobre tudo o que vivi, porque nunca fui de ter muitos amigos, nem de compartilhar minhas dores com o mundo. Então, por muito tempo, tudo o que enfrentei em silêncio foi Deus quem segurou comigo.
Até que um dia, uma pessoa muito querida segurou minha mão e disse:
“Em nossas vidas enfrentamos batalhas e desafios, mas saiba de uma coisa: minha família é sua família.”
Naquele instante, algo dentro de mim mudou. Chorei como há muito tempo não chorava. E naquele abraço invisível, comecei a enxergar a vida diferente. Passei a agradecer mais, a viver o que antes eu apenas suportava.
Para reencontrar quem eu era, precisei abrir mão de sonhos, vontades e partes de mim que ficaram pelo caminho. Mas foi exatamente nas perdas que descobri minha força.
Hoje, carrego cicatrizes que ninguém vê, mas também uma fé que ninguém destrói. Aprendi que a dor não define quem eu sou, ela apenas me ensinou a florescer mesmo nos dias mais difíceis.
Hoje eu sei quem eu sou.
Sou feita de recomeços.
Sou poesia escrita pelas mãos da vida.
E mesmo depois de tantas tempestades, continuo escolhendo florescer.
“Era o guarda do poço, quando caíam eu pegava pela mão, mas quando caí vi apenas a luz ficando distante numa escuridão profunda...”
A tarde ensina o crepúsculo nos últimos raios do pôr do sol, quando pássaros distantes se acomodam no céu do dia, que passa lento no domingo pleno de paz e esquecimento. A cidade silencia a máquina no dia das mães e comemoro os filhos que eu não tive a habitar os espaços com uma doce ternura de ausência. E não há arrependimento se muito se sabe das escolhas da vida. Estou viva e não há na sala nenhum ser que fala. Nas linhas de minha mão encontro o meu mapa, que afirma que tudo tarda e nada indaga. Penso em você que pode ser qualquer pessoa que a câmera enquadra. Sua figura em imagem que menos diz do que uma cantiga passada. Porque tudo é contemplação se os pés serenos pisam o chão da história construída com a memória de dias leves que deixam sua marca no destino, se o passado e o agora faz o futuro. E sinto algo dúbio entre uma saudade vaga e a vontade de não revistá-la. É como querer e não querer simultaneamente. Uma figura que mais bela se faz no passado e no presente encontra pouco espaço. E se demora além da hora, se ainda falo e digitam os dedos. E penso em uma calma certa, que nada me falta, se te ver deixa minha alma atravessada, mais procuro minha voz encarnada. A calma e o tédio cruzam um limiar, que é justamente onde te encontro em minhas lembranças. Tudo é pura distância se desconheço o passar dos instantes e habito o tempo psicológico que muito mais é relativo, se memórias esquecidas ainda povoam o presente e se senta em minha frente. O encanto se perte no palpável. As coisas findas, muito mais que lindas ficarão. Ouço murmúrios de poetas antigos que na sala conversam comigo. E cito seus versos como se fossem meus, já que em meu ser floresceu. E muito além vou quanto mais autêntica me faço e poemas revoltosos são mais teatro do que verdade, se me tenho contida e mais me abro para a vida. Também não me calarei, mas que minhas palavras sejam sucintas e não se demorem, pois que o verso chore calado e se vai fatigado quando se alonga em controversas que não acrescentam cores a minha tela. Mais um domingo se passa e no silêncio de minha casa tenho um coração em brasa, que é intenso quando fala e é intenso quando cala. Senhora Dona Sancha, coberta de ouro e prata, mostre a felicidade rara. Queremos ver sua cara. Logo vai raiar a madrugada. Fui no tororó, beber água não achei, achei a Mona Lisa, cujo sorriso não me esquecerei. A renascença chove em meu rosto e haja vista o que já está posto. Fui no tororó, beber água não achei, de sede de amor eu não morrerei.
“Hoje eu entendo que o tempo mostra aquilo que os olhos não enxergam quando estamos olhando a primeira camada...”
Mãe é casa acesa.
É colo que acolhe, oração silenciosa e amor que permanece mesmo quando o tempo passa.
Mãe transforma cansaço em cuidado e dias comuns em lembranças eternas.
Hoje, celebramos essas mulheres que fazem da própria vida um lugar de amor.
Feliz Dia das Mães!
Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna
Quando a solitude nasce da escolha e do equilíbrio, compreendemos que estar só é diferente de sentir-se sozinho. É nesse silêncio interior que passamos a valorizar ainda mais a presença, os afetos e as conexões humanas
Quando o sujeito tem algo de bom para oferecer é mais amado e bajulado. O mesmo, ao entrar em crise de escassez, corre o risco de ficar alijado, esquecido. O que não acontece com o cérebro: células e neurônios tentam salvá-lo.
F. Meirinho
Quando você olha pra dentro,
descobre que não está só.
Tem um amor aí… quietinho,
que sustenta e acolhe.
Até na solidão,
existe encontro.
E, quando você aprende a ficar bem com você,
o amor floresce ao redor.
- Edna de Andrade
O dia de hoje é saber melhor no que sentir quando somos menos
Que os outros no fundo a fundo sabem que são pior que nos não precisamos
Se sentir bem mais ou bem menos que os outros porque se o sol brilho mais
E porque o dia de amanhã só pertence a Deus porque me sentir assim se o mundo é melhor que viver
Sendo umilhado por outros que se acham melhor que ouros são no fundo a fundo
pior que eu e você do outro lado da porta tem a forma
de mostrar o quanto do o
Sol brilha lindo pra mim brilha pra você anoite ser perfeita por você então
Tudo mundo todo dia ser como um ser humilhado por não ser o que outros
Pensa mas tem gente que se acha melhor que o outros são no fundo
Vazio bem mãos que você por fala mal por ter inveja são vazia por dentro por
Noite e sol e dia Jesus Cristo é mais lindo que o mar de estrelas e solidão
Para de viver como as estrelas então para quem gosta de humilhar esses
Tem invejo de ser mãe de terço que você tem por isso quer fala mal quer
fofoca então força a ser falado mal mas não tem nada de qualquer isso
Pode ser o que nunca esperamos espurito de ser feliz abra seu olho
Noite e sol e dia Jesus Cristo é mais lindo que o mar de estrelas e solidão
Para de viver como as estrelas então para quem gosta de humilhar esses
Tem invejo de ser mãe de terço que você tem por isso quer fala mal quer
fofoca então força a ser falado mal mas não tem nada de qualquer isso
Pode ser o que nunca esperamos espurito de ser feliz abra seu olho
Todo mundo vê todo mundo sabe que o lindo mar de solidão mais
Sou humilhado quero ser feliz por viver como um lindo brilho na estrela que
Vem além do céu quando você olha e vê aquela estrela brilhar no céu
Noite e sol e dia Jesus Cristo é mais lindo que o mar de estrelas e solidão
Para de viver como as estrelas então para quem gosta de humilhar esses
Tem invejo de ser mãe de terço que você tem por isso quer fala mal quer
fofoca então força a ser falado mal mas não tem nada de qualquer isso
Pode ser o que nunca esperamos espurito de ser feliz abra seu olho
Noite e sol e dia Jesus Cristo é mais lindo que o mar de estrelas e solidão
Para de viver como as estrelas então para quem gosta de humilhar esses
Tem invejo de ser mãe de terço que você tem por isso quer fala mal quer
fofoca então força a ser falado mal mas não tem nada de qualquer isso
Pode ser o que nunca esperamos espurito de ser feliz abra seu olho
No palco da vida,
quando as cortinas se fecharem de um lado,
todas as coisas nos serão reveladas do outro.
Descobriremos então o que valeu a pena,
mas muito mais, o que não valeu a pena viver,
pois estávamos presos às ilusões do mundo material.
Por isso,
aqueles que mais se entregarem às experiências espirituais,
serão os que menos sofrerão do sentimento
de terem desperdiçado a vida.
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