Use o Silencio quando Ouvir

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Conecte-se com pessoas que têm conexões, para que mesmo quando a sua conexões tiver fraca continues forte pela conexão dos conectados.

⁠A cura só vem quando temos coragem de botar pra fora.

The Last of Us (série)
2ª temporada, episódio 1.

Nunca pare de sonhar. São os sonhos que dão sentido à caminhada, mesmo quando o chão treme. Ame sua religião ou política, acreditar em algo maior que si mesmo sustenta a alma nos dias escuros. Mas nunca transforme essa chama em arma. Respeite o sonho alheio como respeita o seu. A grandeza não está em convencer, mas em conviver. O mundo já está cheio de muros; construa pontes. Siga com ternura, ouça com coragem e lembre-se: ninguém chega sozinho a lugar nenhum. Sonhe, ame, respeite – e siga em frente.

⁠Folhas da Vida


As pessoas só vão realmente te conhecer quando você morrer. Claro que não serão todas do mundo, mas algumas com quem você se relacionou, ou até mesmo aquelas em quem você apenas esbarrou pela vida e talvez nunca mais viu.
Quando esse dia chegar, falarão bem ou mal de você, dependendo da sua conduta. Irão refletir sobre quem você foi, e algumas talvez se lembrarão dos momentos que viveram ao seu lado.
A vida da gente é como as folhas: algumas são arrancadas dos galhos, outras caem naturalmente, secam com o sol e com o tempo, depois voam para longe e viram adubo que fortalece a terra.
Assim também são as nossas histórias de vida: exemplos únicos que servem para fortalecer o nosso ser e toda a nossa jornada na Terra.


— Mara Ferly

A escrita, quando bem canalizada, é curativa.

ABRAÇO QUE EU NÃO TIVE

Eu já sorri quando a alma chorava
Pra ninguém perguntar se doía
Já fui presença quando me faltava
Um ombro, uma voz, uma companhia

Eu já ajudei quem caiu no caminho
Enquanto eu caía por dentro também
Fiz do meu peito um lugar de carinho
Mesmo sem ter onde pousar em alguém

Eu sou o abraço que eu nunca recebi
Sou a palavra que ninguém me falou
Sou o cuidado que faltou pra mim
Mas que em mim nunca faltou amor

Eu sou sorriso em dia de tempestade
Sou força quando o peito desabou
Quem vê coragem não vê a metade
Do tanto que essa alma suportou

Eu já enxuguei lágrimas alheias
Com as minhas presas no olhar
Já disse “fica, vai ficar tudo bem”
Quando eu queria alguém pra ficar

E fui aprendendo no silêncio da vida
Que ser forte também cansa demais
Por trás de toda mão estendida
Tem um coração pedindo paz

Quando a tarde organiza seus últimos argumentos a raiar no céu pássaros fragmentos, a opinião pública se mostra pragmática e cobra as horas do tempo arrastado no ardor do esquecimento de qualquer contratempo questionável. A tarde responde lânguida que são inefáveis os minutos da existência e é caro o azul celeste a se espraiar pelo ambiente. E mais tardam suas verdades existentes. Em aveludadas cores laranjadas o pôr do sol se despe do amarelo e reflete em águas a perder de íris. A alvíssima açucena se demora perene em lírios brancos convertidos na janela de paz que levo comigo. Nos meus olhos auríferos descortino a retina de um mar bravio e apascento as águas com o meu brilho a ensurdecer calafrios na lua imponente que esplendorosa doa seu brio. E desce uma noite fria sobre as de ramagens incertas e convalecem as insesatas flores do inverno. Navios partem e voltam, levam e trazem, e se julgam donos dos mares e das vidas exauridas de despedidas. E contumaz me desvio de desatinos desvios dos portos do meu destino. E há viventes que coadunam comigo, se lhes falo e me dão ouvidos, em suas escamas douradas que muito sabem das estradas. Deletério seria fingir que não vê e perder lagos elísios no enlevo sossego de quem já não se importa, pois que é inútil bater na porta de quem parte sem volta. No fulgor de um fausto tempo outras alegrias se diziam e voltavam comigo a rir e sorver o dia como quem escreve uma poesia no imarcescível interstício de uma flauta suave a acalentar os versos no impoluto momento de se desfazer e deixar a semente crescer. Novas frondes arbóreas cruzarão o horizonte e suaves sombras da tarde se farão eternidade.

Toda a melhoria feita no imóvel, quando feita em caráter de urgência evita ainda mais a desvalorização do imóvel e outras alterações; quando feitas em carácter estético e de conforto agregará valor ao imóvel.

"O caminho nasce quando você decide caminhar" ( O apanhador de nuvens de algodão)

Quando a solitude nasce da escolha e do equilíbrio, compreendemos que estar só é diferente de sentir-se sozinho. É nesse silêncio interior que passamos a valorizar ainda mais a presença, os afetos e as conexões humanas

Ecos da alma, capazes de nos levar para tão longe, mas também de nos trazer para mais perto quando nos permitimos compreendê-los.

Quando as flores do seu jardim já não têm o mesmo fulgor, a mesma cor, o mesmo perfume… não adianta apenas regá-las. Antes disso, é preciso mudar as raízes.

Foi ontem, quando começou nossa eternidade! Quando nos reconhecemos, assim o amor se fez, de uma vez para nunca mais se repetir igual e tão perfeito!

"Quando nos for permitido conhecer a alma de alguém, em suas mais profundas nunces e possibilidades, logo teremos acesso irrestrito a todos os seus segredos e desejos inconfessáveis..."

As relações abalam-se quando há invasão de privacidade... a discrição é um dom da inteligência.

Giovanna & Benício

Quando a vida se tornar difícil
Busquem um livro
Ou escutem uma canção do seu eterno vozinho.
O Amor será sempre nosso guia neste mundo caótico.

Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

A Crueldade da Poesia


A poesia me abriu o peito
e pediu meu sangue.
Quando a entreguei,
ela leu em silêncio, sorriu
e foi embora.


Fiquei ali,
com o coração pingando,
verbo amputado, sem sentido,
entendendo — tarde demais —
que a poesia não consola,
nem o poeta, nem a musa.
Poeta não é herói:
ela o consome,
o destrói.

O AMOR, QUANDO ELE CHEGA


I
O amor, quando ele chega,
altera o tempo e o clima,
transforma a rota do vento,
desloca o eixo da Terra
e o hemisfério se inclina.
II
O amor, quando ele chega,
organiza o caos infindo,
desmantela o imponderável,
rasga as vestes da razão,
e o que antes era utópico,
nas cordas do coração,
desamarra o improvável.
III
O amor, quando ele chega,
desperta o desconhecido,
faz oscilar estações
pra confundir os sentidos.
IV
E, nessa linha de sombra,
respira uma verdade fatal:
o amor, quando ele chega,
nos expõe à vil tragédia
que não raro é seu final.

Todo e qualquer projeto ao qual o homem se dedique está fadado ao fracasso quando confrontado com a complexidade do universo.