Único
Quantas vezes insistimos em permanecer no erro, já que o erro é o único referencial cômodo que temos.
O quanto ser vulnerável é dolorido, descabido.
Ao invés da exposição e da expressão, preferimos dizer "agora não" e nunca tocar no profundo do que precisa ser dito, revisitado e amado.
É no isolamento que nos consertamos individualmente, mas é somente em conjunto que construímos algo totalmente novo, que não é nem meu, nem seu.
Formamos o nosso, laço dado, remendado, que nenhum ego sai sobreposto.
Até quando iremos nos separar para sentirmo-nos completos?
O único condenado injustamente que eu conheço foi Jesus Cristo. Pena que ninguém defende ele como defende os políticos.
O unico que parou o próprio coração, e deixou de respirar por 3 dias, nessa terra.
Amou incondicionalmente toda humanidade.
Resucitou, nos amando com a mesma intensidade e magnitude de quando foi morto por nos,
Numa cruz.
Um raio solar
Uma luz que nos ilumina
O passado faz lembrar
Único evento que nunca termina
Estremece a minha mente
Quando ouço vós falar
O conforto a gente sente
Na onda morna a beira mar
Quero estar consciente
Junto a ti desejo estar
Desejo envolvente
Esperando para brilhar
A recompensa chegará
Vou conseguir escolher
O descanso da alma alcançar
Para um dia compreender
"Único medicamento sem moderação e contra-indicação é o AMOR. É grátis, e quanto mais se toma...mais se quer doar."
—By Coelhinha
“Você acha que seu caso (problema) não tem solução? Porque não busque e confie naquEle que é o único Deus que soluciona tudo. O mesmo que criou todas as coisas, abriu o mar vermelho, deu seu único filho para que sejamos curados e salvos, é o mesmo que pode mudar sua vida seja como estiver. Os céus e a terra vivem envolta do Seu poder. Viva com Ele. Viva pra Ele.”
—By Coelhinha
Único Medicamento sem moderação e contra-indicação é o AMOR:
É grátis e quanto mais se toma... mais se quer DOAR.
—By Coelhinha
'Se realmente você ama muito e se importa por alguém,
o único que você quer pra essa pessoa é a felicidade,
inclusive mesmo que você nao possa dar.'
—By Coelhinha
“E quem disse que o amor precisa ser perfeito?! O único que ele precisa é ser verdadeiro.”
—By Coelhinha
“ Engraçado como pessoas que dizem gostar de você, ser sua amiga e o único que poderia era se sentir FELIZ POR VOCÊ ESTAR, mais o egocentrismo é tanto que se você conta algo, ela até finge que não ouviu ou não viu e deixa a inveja aflingir seu ego e demonstrar que gostaria que está felicidade fosse somente sua.”
—By Coelhinha
"Desacelere sua alma. Ela impede seu espírito de crescer na vontade do Criador. O único a ter velocidade é em Judas20."
—By Coelhinha
"Não há NADA PERDIDO pra Deus sem ter solução. Ele é o ÚNICO que criou todas as coisas e é o ÚNICO que pode transforma-las."
—By Coelhinha
"O único governo capaz de MUDAR uma nação, é o governo de Cristo. Só Ele estabelece a ordem."
—By Coelhinha
NATAL ÍNTIMO E ÚNICO
O Homem Cristo,
O Jesus,
É a misteriosa voz,
Falante em alguns de nós,
Num misto
De sensações,
Que agora até nos seduz
Desde o nascimento à cruz,
Conforme as disposições.
Que ninguém nos leve a mal
Nas coisas dos sentimentos,
A vida rebenta em eventos,
Sacros ó profanos é igual,
Por mim, é sempre Natal.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 12-12-2023)
O ser humano é o animal mais perigoso que conheço porque é o único capaz de matar de forma totalmente gratuita, talvez por isso prefira a companhia e o amor incondicional dos animais ditos irracionais.
A ordem é o único caminho sem curvas para se alcançar o progresso, o primeiro passo se chama disciplina!
CAMILLE MONFORT — A LIBÉLULA QUE NASCEU DO BRILHO DE UM ÚNICO MUTISMO EM AFASIA.
Ela desceu como quem não pisa mas evapora em segredos em desígnios.
E, no instante em que o porão respirou para recebê-la, eu senti que não era uma mulher que se aproximava…
era um estado da alma.
Camille Monfort surgia sempre assim:
na fronteira onde o silêncio se torna obra,
onde o indizível se condensa em forma,
onde o olhar ainda não sabe que está olhando.
Era uma libélula.
Não dessas que tremulam ao sol, finas e triviais,
mas uma libélula surgida da própria sombra,
uma criatura que aprendeu a voar
do brilho de um único mutismo em afasia.
Porque Camille nunca precisou de palavras.
Ela carregava dentro de si um silêncio que não era ausência,
era presença demais.
E quando entrou no porão,
a escuridão, que até então parecia imóvel,
ergueu-se num sopro quase tímido,
como se reconhecesse nela
a única capaz de decifrá-la.
Ela caminhou até mim.
Não tocou nada.
Mas tudo ao redor se ofereceu como se fosse tocado.
Os objetos antigos, as sombras que eu temia,
aquela dor encostada no canto,
todos se voltaram na direção dela, como se aguardassem que fosse Camille a lhes conceder destino.
E então ela falou.
Mas não com voz.
Falou com o vazio entre seus lábios, com aquele intervalo que precede toda linguagem, com a pureza de uma afasia que não é falha, mas transbordamento.
Era como se dissesse:
"Tu não tens que temer o que é teu.
Toda dor que escondeste esperava por mim.
Vim para devolver-te ao que foste antes do medo."
Eu a vi se inclinar para o chão,
como quem escuta a memória de uma pedra.
E suas asas, ah, essas asas que não existem,
mas que todos sentem, se abriram na penumbra com a serenidade de um ser que conhece sua própria eternidade.
Camille não era mulher.
Era um sopro antigo,
uma lembrança viva de que o espírito tem profundidades que o corpo não alcança.
E ainda assim, ali, tão perto,
ela parecia feita de matéria sensível: pele alva, olhar de penumbra, murmúrio de eternidade no contorno da boca.
“Além da dor”, murmurou o silêncio dela,
“há sempre um lugar onde tu voltas a nascer.”
E nesse instante,
eu soube que Camille Monfort não tinha vindo me visitar.
Não. Ela tinha vindo me devolver.
Devolver-me à minha essência,
às minhas ruínas, à minha claridade esquecida, àquela parte de mim que só aparece quando uma libélula de luz pousa no subterrâneo da alma.
Camille,
a etérea,
a inaudível que tudo diz,
a que paira sobre o não dito,
a que veste a noite e abre a aurora, olhou-me pela última vez antes de falar aquilo que jamais ousarei esquecer:
"Eu sou a tua luz quando não acreditas mais na luz.
Sou a voz que nasce quando tu emudeces.
Sou o que resta quando tudo em ti se partiu."
E então…
ela se dissolveu devagar,
como quem regressa ao próprio mistério, deixando no ar
um pólen de eternidade
que ainda hoje respiro, triste,pesado e sem ar complexos.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
