Único
O nosso próprio tempo não temos, há um único que segue sua rota, não se importa com lamentos, lembrete salutar de que
não devemos demorar
para vivermos.
A felicidade não se restringe a realização de um único sonho, mas o acúmulo de bênçãos que se conquistam ao longo dos anos que vivemos.
“SE PUDESSE DAR UM ÚNICO CONSELHO AO SEU ALUNO, QUAL SERIA?”
SURPREENDA-NOS!
A única palavra que daria como conselho ao meu aluno, em geral, seria “Surpreenda-nos!”, pois ela resume todos os objetivos dos processos de ensino-aprendizagem tão almejados pelos amantes do saber. Logo, o aluno se depararia com um grande desafio a ser superado a sua frente, e isso seria uma das chaves de um despertar cognitivo decisivo, direcionado e empolgante; o que desencadearia a uma sequência de ações/reações epistemológicas benéficas ao mesmo, pois o ato do descobrir é, ainda, mágico, encantador e estimulante. Uma vez que o aluno que estuda é um estudante pesquisador.
É bem verdade que a experiência diária em sala de aula nos leve a perceber niveladamente o grau de interesse, conhecimento e comprometimento da grande parte dos alunos e isso de fato é preocupante devido os dados serem abaixo tanto do esperado como em relação ao lecionado; tal disparidade nos faz até, consequentemente, questionar nossa metodologia, transposição didática, experiência e domínio seja de classe ou, mais ainda, de conteúdo. Podemos até ter certa culpa por essa realidade arcaica e que ainda é perene, porém a maior parte fica com os discentes negligentes que não cumprem o que lhes é (im)posto. No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite. Vale salientar que se o professor não for capaz de estimular o questionar dos alunos, muito menos conseguirá extrair respostas seguras. Pois o aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
Portanto, tudo dependerá das prioridades do aluno, visto que se ele se portar deontologicamente, tal escolha proporcionará um estudante autodidata e pesquisador assíduo capaz de ir além das fronteiras das ementas curriculares, não se conformando com o que é exposto em aula ou limitando-se ao conteúdo didático do livro, de modo que tais motivações levará o aluno a caminhos magníficos e direções excelentes o que na realidade surpreenderá a todos! Já que ir muito além da média será algo, agora, determinado e previsto. De modo que acreditar sempre no grande potencial latente do aluno será fundamental para ele despertá-lo e pô-lo em prática. Por fim, ele entenderá o meu conselho “surpreenda-nos!”, pois será algo recíproco.
Tem gente que acha que tem todo tempo pela frente e se esquece (ou não ligam) que o único tempo que temos é o agora e que mesmo esse agora dura só um instante.
ALMA DESCONTENTE
Oh! Meu Único Norte
Luz consoladora
Eterno d'alma forte
Astro da minha paz
Rasga o peito...
Agita as asas...
Acende à claridade
Perfume de Amor...
Enquanto "eu" sou veneno d'alma
Bendito que me deste a vida
Eu que sou uma alma descontente
Tu que me alimentas à vida
Eu sou eterna dor e pranto
Tu Sacerdote Eterno da fé
Eu iconoclasta do desespero
Ah! Meu desejo é ter um coração cheio de prazeres e venturoso
Um mártir sacrossanto do fracasso
Um poeta, filósofo autodidata tresloucado dolorido
Que busca no peito reprimido
O consolo do Cristo redivivo
Se do mundo não vinguei-me em vida
A morte será-me eterna vigança.
Amém!
CAMILLE MONFORT — A LIBÉLULA QUE NASCEU DO BRILHO DE UM ÚNICO MUTISMO EM AFASIA.
Ela desceu como quem não pisa mas evapora em segredos em desígnios.
E, no instante em que o porão respirou para recebê-la, eu senti que não era uma mulher que se aproximava…
era um estado da alma.
Camille Monfort surgia sempre assim:
na fronteira onde o silêncio se torna obra,
onde o indizível se condensa em forma,
onde o olhar ainda não sabe que está olhando.
Era uma libélula.
Não dessas que tremulam ao sol, finas e triviais,
mas uma libélula surgida da própria sombra,
uma criatura que aprendeu a voar
do brilho de um único mutismo em afasia.
Porque Camille nunca precisou de palavras.
Ela carregava dentro de si um silêncio que não era ausência,
era presença demais.
E quando entrou no porão,
a escuridão, que até então parecia imóvel,
ergueu-se num sopro quase tímido,
como se reconhecesse nela
a única capaz de decifrá-la.
Ela caminhou até mim.
Não tocou nada.
Mas tudo ao redor se ofereceu como se fosse tocado.
Os objetos antigos, as sombras que eu temia,
aquela dor encostada no canto,
todos se voltaram na direção dela, como se aguardassem que fosse Camille a lhes conceder destino.
E então ela falou.
Mas não com voz.
Falou com o vazio entre seus lábios, com aquele intervalo que precede toda linguagem, com a pureza de uma afasia que não é falha, mas transbordamento.
Era como se dissesse:
"Tu não tens que temer o que é teu.
Toda dor que escondeste esperava por mim.
Vim para devolver-te ao que foste antes do medo."
Eu a vi se inclinar para o chão,
como quem escuta a memória de uma pedra.
E suas asas, ah, essas asas que não existem,
mas que todos sentem, se abriram na penumbra com a serenidade de um ser que conhece sua própria eternidade.
Camille não era mulher.
Era um sopro antigo,
uma lembrança viva de que o espírito tem profundidades que o corpo não alcança.
E ainda assim, ali, tão perto,
ela parecia feita de matéria sensível: pele alva, olhar de penumbra, murmúrio de eternidade no contorno da boca.
“Além da dor”, murmurou o silêncio dela,
“há sempre um lugar onde tu voltas a nascer.”
E nesse instante,
eu soube que Camille Monfort não tinha vindo me visitar.
Não. Ela tinha vindo me devolver.
Devolver-me à minha essência,
às minhas ruínas, à minha claridade esquecida, àquela parte de mim que só aparece quando uma libélula de luz pousa no subterrâneo da alma.
Camille,
a etérea,
a inaudível que tudo diz,
a que paira sobre o não dito,
a que veste a noite e abre a aurora, olhou-me pela última vez antes de falar aquilo que jamais ousarei esquecer:
"Eu sou a tua luz quando não acreditas mais na luz.
Sou a voz que nasce quando tu emudeces.
Sou o que resta quando tudo em ti se partiu."
E então…
ela se dissolveu devagar,
como quem regressa ao próprio mistério, deixando no ar
um pólen de eternidade
que ainda hoje respiro, triste,pesado e sem ar complexos.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Quem quebra a confiança, rompe o único elo que sustenta quaisquer tipos de relacionamentos sadios.(Guto Lopes)
Assim como Jesus é o único caminho que leva à Deus, o arrependimento é a única porta pra se chegar a Cristo, depois que abri-la, cuide para que fique trancada. (Guto Lopes)
AMOR: Sentimento único, verdadeiro e da melhor espécie. Sentimos por determinadas pessoas. Algumas de forma mais leve, outras de uma forma mais escancarada, mas em todos os casos, jamais saberemos rotular como amor. É tão grande que chamar de AMOR seria se igualar a todos aqueles que dizem “eu te amo” como quem diz “bom dia”. E quem sente sabe que é muito mais intenso do que isso. Amor. Sentimento perfeito e não-rotulável. Calmo, puro e paciente.
Todo ser humano é único...
Todo ser humano é capaz...
Todo ser humano tem potencial para fazer, tanto o bem quanto o mal...
O luto pode ter terminado, mas não haverá um
único dia que não pensaremos em você.
❝ ...Ha dias que a saudade nos sufoca,
tentamos ser fortes, não chorar, mas
quando o coração transborda, começa
a sair pelos olhos. Hoje dói menos, mas
a vontade de ter você aqui aumenta a cada
dia mais. Todos os dias lembro de você,
das músicas que gostava, das farras que fazia,
das vezes que encostava sua cabeça no meu
ombro e chorava. Ontem também pensei em você,
anteontem, aliais esquecer é impossível. Foi tão rápida
sua partida aina dói ver tudo que você deixou para traz.
Sua lembrança continua viva dentro de mim, eternizada
em meu coração. Dói mais quando vejo nossa mãe e nosso
pai chorar escondido para ninguém notar a falta que você ainda
nos faz. O luto pode ter terminado, mas não haverá um único dia
que não pensaremos em você, meu eterno e querido irmão...❞
----------------------------- Eliana Angel Wolf
❝...Todo dia é bom e especial.
Mas hoje é único e exclusivo,
por isso sorria muito, ame muito,
poetisa muito, abraça muito,
e seja muito, mas muito feliz
mesmo...❞
---------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
A verdadeira motivação nasce quando compreendemos que cada momento é único e irrepetível. Viver bem não é correr contra o tempo, mas estar inteiro em cada instante. É agir com propósito, mas também saber pausar. É sonhar grande, sem perder o encanto pelas pequenas conquistas diárias. O equilíbrio vem quando aprendemos a honrar o agora — nem presos ao passado, nem ansiosos pelo futuro. Respirar fundo, agradecer, seguir com leveza. Cada escolha feita com consciência se torna um passo firme no caminho da realização. Viver bem é viver presente, e dar o seu melhor… exatamente onde você está.
Somos feitos de muitos eus. Em um único dia, podemos ser o sonhador e o crítico, o confiante e o inseguro, o sereno e o ansioso. Dentro de nós, coexistem vozes, desejos e emoções que, por vezes, parecem se contradizer. Há momentos em que a alegria transborda, seguida por um vazio inesperado. Em outros, a calma se dissolve em pressa, o amor em dúvida.
Nosso desafio não é silenciar esses eus, mas escutá-los sem se perder. É reconhecer cada sentimento como um visitante passageiro, um mensageiro que revela algo sobre nós. O equilíbrio não é anular as emoções, mas acolhê-las com compaixão, sem permitir que uma delas domine o cenário.
Quando aceitamos nossa complexidade, encontramos o ponto central — um espaço de paz onde todos os eus podem coexistir, sem guerra, apenas sendo. Esse é o verdadeiro equilíbrio: ser inteiro, mesmo sendo múltiplo.
À Deriva na Busca por Ajuda: Quando o Extremo se Torna o Único Caminho
Em um mundo onde a interconexão digital oferece uma infinidade de recursos e soluções, é surpreendente observar como algumas pessoas, ao buscar ajuda, acabam se perdendo nos meandros de suas próprias dificuldades. Há uma parcela da sociedade que, por diversas razões, apenas procura auxílio quando atinge o extremo, quando as águas turbulentas da vida já ultrapassaram a altura das cabeças e não há mais solo firme sob os pés.
Essa jornada rumo ao extremo geralmente começa com um hesitar constante. Pessoas relutantes em abrir mão de sua independência emocional, resistindo ao apoio que lhes é oferecido por medo do julgamento ou da vulnerabilidade. À medida que as adversidades se acumulam, essa hesitação se transforma em desespero, e o grito por socorro, anteriormente abafado, torna-se ensurdecedor.
Quando finalmente esses indivíduos decidem dar o passo rumo à busca de ajuda, muitas vezes é tarde demais. A pressão acumulada explode em emoções avassaladoras, e a jornada pela recuperação torna-se uma subida íngreme, cheia de desafios aparentemente intransponíveis. É como se, ao chegar ao extremo, as cordas de esperança se tornassem mais finas, e a possibilidade de uma recuperação completa se transformasse em um caminho tortuoso.
A busca por ajuda deveria ser uma jornada de autocuidado e fortalecimento, mas para aqueles que só a empreendem quando estão à beira do precipício, torna-se uma escalada árdua. A rede de apoio, embora presente, parece distante, pois as amarras do desespero dificultam a percepção das mãos estendidas que poderiam oferecer suporte.
Essas histórias de extremos são um lembrete impactante da importância da empatia, do diálogo aberto sobre saúde mental e do entendimento de que buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas sim de coragem. Às vezes, a linha tênue entre o desespero e a esperança é ultrapassada antes que a verdadeira magnitude da situação seja compreendida.
Neste mundo que muitas vezes parece girar em uma velocidade avassaladora, é vital reconhecer a fragilidade inerente à condição humana. Encorajar as pessoas a buscar ajuda antes que alcancem o extremo é um gesto de compaixão que pode salvar vidas e transformar o caminho da escuridão para a luz.
Que Seja para sempre em quanto dure esse amor que viver dentro do meu coracao que bater por único motivo de voce existir em minha vida,em simples rima tento explicar o que da minha boca nao sair, que eu ti amo, e quero fazer voce feliz ,pois teu amor é meu desejo de consumo,que meu verdadeiro rumo,nao teria sentido sem alguem para amar todos os dias da minha vida
O único jeito de não errar é não fazendo nada e, ainda assim, vão te criticar por não ter feito nada.
