Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Estou pensando em escrever um livro, tenho este sonho desde quando era jovem.
No começo queria escrever a respeito das minhas aventuras vividas com grandes amigas, mas acho que hoje posso escrever sobre as dores do mundo, poderia explicar a quem interessasse como é viver em função da felicidade, não que alguém precise ler uma explicação para saber como ser feliz, este sentimento brota de formas diferentes dentro de cada um de nós às vezes efusivas outras apagadas, mas nem por isso deixam de ser felicidade.
Sempre pressupus de que detinha a chave do sucesso, era imbatível, quase mulher maravilha, estava pronta para o que desse e viesse, mas hoje vejo os sentimentos rendidos ao capitalismo, sim, ao capitalismo. Até as emoções no mundo de hoje estão em cotação no mercado da felicidade, já se foi o tempo em que pra ser feliz bastava ser companheiro, hoje vivemos num mercado onde tudo, ainda não é o bastante.
Sérios problemas acontecem quando no mercado inflacionado pelas ofertas começam a desmoronar castelos sólidos, várias princesas vêem ameaçados os seus futuros tronos de rainha, pois os príncipes, encantados com o número assustador de plebéias a se oferecerem no mercado acabam por agir como tolos Bobos da Corte.
Mas o mundo não acaba para as princesas, pois diz o ditado que, quem já foi rainha nunca perde a majestade, mas o problema é, os príncipes em busca de uma nova vida acabam retrocedendo ao pântano e virando grandes sapos bobos.
Já vi sapo virar príncipe, mas nunca imaginei que um príncipe se pusesse a sacrifício para retornar a sapo, devem ser as moscas, que por algum motivo desconhecido se fazem apetitosas, ou quem sabe deve ser a ajuda da bruxa, que por inveja quer a desgraça da vida.
Para as princesas fica aqui um conselho, nunca entregue de uma só vez o saco com todas as moedas de ouro, se não o príncipe logo vai te achar pobre.
Para os príncipes digo que a perda da rainha certa para sentar-se ao lado do seu trono é a destruição do seu reinado.
E para as plebéias ou moscas do pântano enquanto estiverem dançando no salão nobre do palácio, no baile de máscara, não esqueçam nunca de fixarem bem cada uma de suas mascaras, pois sem elas não haveria dança.
Sejamos amigo do jovem, não espere que ele os trate como amigo, afinal, você é um adulto, e as suas experiências computam-se como as trilhas de exemplos.
Em tudo há um tempo, e o jovem deve esperar o amanhã, de outro modo, não haverá o futuro a que tanto aspira.
O espírito de um jovem é como o vento, muda-se constantemente em várias direções podendo ocasionar destruições quando não é guiado.
Mesmo que você seja como um bebê em conhecimento
Seja como jovem para aprender
seja como ancião para ensinar
Quando temos um corpo jovem, nos falta experiência de vida. Quando temos experiência de vida, nos falta um corpo jovem.
... ele era um jovem, um jovem cuja as coiisas gostava de aprender, realmente gostava, ele sabia disso. Não mais se alienava em suas noites de domigo tão sádicas e entediadas, só tinha um motivo pra continuar a aprender, o mesmo fato que o fizera viver durante esses anos se não pra ele mesmo. Ele era o que mais importava pra ele. Parecia mais uma daquelas histórias da série vagalume, queriia mistériios, verdades, mas nem sabia onde as encontrar. Ah, se não fosse seu estudo e prazer pelas coisas ignoradas, se não fosse isso, ele nada seria.
As suas manhãs mais vividas despertavam sua coragem pelo novo e incerto, gostava tanto das manhãs, até pensou que quem o fortalecia daquela maneira era o sol que todos os dias ressurgia com mais vontade de brilhar, mas pouco a pouco desviou seus olhares, começou a observar os passáros, e despertou a grande vontade de ser livre... Mas não foi longe com suas manhãs, nem com sua ansia de liberdade, creio que não.
Já que vivia pra si mesmo, sei que também tinha muitos planos pro futuro indeterminado, quem sabe casar-se, ter filhos, ou mesmo envelhecer na imensidão de seu império (se construisse um, é claro), se tornando o mais podre e insuportavel possivel. Bem que sua mãe dizia 'Filho meu vai ser rico', ah se ele se tornasse um, ela morreria incondicionalmente feliz.
Mas talvez talvez o que mais impressionava eram suas fantasias, seus grandes e importunos sonhos de criança, do qual até mesmo desprezava, mas que depois de um acidente doloroso passou a dar mais valor, passou a pensar na vida como uma só, a viver o hoje sem esperar que o sol ressuja amanhã e aprendeu também a conviver com as dores do seu íntimo abalado.
Seu fim?
Bom, acho que foi um fim incerto, mas necessário para seu próprio descanso, quem sabe até para o seu entendimento ou algo do tipo, realmente eu nem sei responder. A história não tem fim, ela não é minha...
Era meia noite e o sol brilhava,..um jovem velho sentado em um banco de pedra feito e madeira dizia calado;....O mundo é uma bola quadrado que gira parado...
Nada disso tem sentindo ,...mais o que realmente tem sentido nesse mundo de bananidades....a não ser o amor e as verdadeiras amizades?
."É engraçado o que um jovem consegue se lembrar...Porque eu não me lembro de quando eu nasci...Nem do que ganhei no meu primeiro natal... Nem de quando fui no meu primeiro piquinique, mas...Me lembro da primeira vez que ouvi a voz mais doce do mundo... nunca tinha visto nada mais belo em toda minha vida.Ela parecia um anjo"
(Forrest Gump)
Desejando encorajar o progresso de seu jovem filho a piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski. Depois de sentarem a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la. Aproveitando a oportunidade de explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito "PROIBIDA A ENTRADA". Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão". Naquele momento, o grande mestre de piano piano, e sussurrou no ouvido do menino: "Não pare, continue tocando". Então, debruçando, Paderewsky estendeu sua mãe esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou a sua mão direita ao redor do menino e crescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa. O público estava perplexo. É assim que as coisas são com Deus. O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluída. Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente poem ser lindas. Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se: Deus não chama aqueles que são quipados. Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre stará lá para amar e guiar você a grandes coisas. Só é últil o conhecimento que nos torna melhores!
JOVEM CARPINTEIRO
Em sua vida, tudo deve ser construído, nada deve ser destruído... Um dia iniciei a construção de uma escada e a cada degrau uma história, numa certa etapa da vida outras pessoas fazem dela suas, para subir, às vezes esquecendo-se de tudo e de todos. Desço e dou oportunidades a outros de continuar, erguendo outra: linda e forte... Observando sempre minha criação para ver como está com quantos degraus a mais ela deve estar? Pois estamos aqui na vida para deixar o que temos de mais importante: o conhecimento, a tolerância, o amor devem ser repassados e não guardados.
Quando jovem não fui rebelde, até porquê, ainda não
conheci um rebelde que tenha solucionado os seus
problemas com menos dificuldades.
Se eu hoje quisesse eu não conseguiria ser eu mesmo...
Um jovem simples, caseiro, feliz em apenas assistir um pouco de TV e colocar os pés no sofá em Paz... Sabendo que nada atrás daquela porta depende de mim pra dar certo ou ser feliz, sabendo que ninguém espera ou necessite de mim pra ser feliz... Pois eu hoje sou um nada, mas um nada que mesmo querendo não consegue ser neutro a tal ponto de não interferir na vida de ninguém...
Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas
sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra, mas que ainda tinha condições
de voar...
Ao levantar voo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um
rato que roía uma das mangueiras que dava sustentação para o avião
permanecer nas alturas.
Preocupado pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu
incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.
Então, voou cada vez mais e mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem conseguindo assim fazer uma arrojada aventura ao redor do mundo que era seu grande sonho…
MORAL DA HISTÓRIA:
Se alguém o ameaçar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO… Se alguém o criticar, VOE CADA
VEZ MAIS ALTO…
Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, e por fim, se alguém o injustiçar….. VOE CADA VEZ MAIS ALTO…
Sabe por quê? Os ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos ratos….. não resistem às grandes alturas!
Um jovem americano que faleceu de câncer três anos após o diagnóstico dedicou-se a aproveitar ao máximo no tempo que tinha. Em seu último ano de vida, ele se apaixonou e casou-se com a namorada, que ficou ao seu lado até o fim.
Alex Lewis foi diagnosticado aos 17 anos com câncer nos ossos e passou por um tratamento intensivo contra a doença, sem sucesso. Ele faleceu pouco depois do seu aniversário de 22 anos.
Durante os últimos três anos, ele experimentou o que muitas pessoas levam toda a vida para conseguir, inclusive conhecer e casar com o amor de sua vida.
O garoto foi diagnosticado depois de sentir dor no braço por meses.
- Ele jogava muito tênis de futebol americano, por isso imaginou que havia distendido alguns músculos, mas a dor não desaparecia.
Quando finalmente recebeu o diagnóstico, o câncer já havia se espalhado para seus pulmões. Ele passou por uma intensa quimioterapia e um dos ossos em seu braço foi substituído por uma prótese de metal.
Mas apesar de cirurgias e radioterapia, os tumores continuaram a se espalhar.Quando começou a enfrentar a perspectiva de morrer, Alex jurou viver cada dia com o máximo de energia que pudesse.
- (A doença) Faz você compreender como a vida é preciosa. A vida é maravilhosa, na verdade, mas para aproveitar cada minuto você precisa olhar para tudo de uma maneira positiva.
Enquanto realizava as diferentes etapas do tratamento, ele decidiu fazer viagens de aventura. Entre elas, como pular de pára-quedas na Nova Zelândia, andar de buggy nas dunas de Dubai e mergulhar após saltar de um penhasco na Cornualha.
'Beijo inesperado'
Em seu último ano de vida, durante uma festa em Swansea, no País de Gales, Alex conheceu Ali Strain, uma garota que havia visto durante uma viagem para encontrar amigos na Austrália, e se apaixonou.
- Foi um beijo inesperado e depois disso, tudo foi muito rápido. Eu pensei que esta era a garota com quem gostaria de passar o resto da minha vida.
O casal começou a namorar e Alex a pediu em casamento três meses depois.
- O apoio mútuo e carinho que eles compartilhavam um com o outro era, ao mesmo tempo, alentador e triste de assistir.
Eles ficaram noivos e Ali se mudou para a casa da família para ficar com Alex.
- Apesar de estar piorando fisicamente, ele amava ter alguém com quem dividir sua vida, e descreveu o tempo que passou com Ali como um relacionamento de seis anos que foi acelerado e condensado em cerca de três meses'.
Na época, o pai de Alex, disse que o relacionamento de seu filho 'fez com que ele começasse uma vida nova. Ele anda com um sorriso no rosto quando não sente dor'.
No entanto, já no outono, os tumores de Alex já se espalhavam por seus pulmões e ele tinha dificuldades para respirar.
- Ele tomava tanta morfina para controlar as dores que era surpreendente que permanecesse acordado, mas estava determinado a continuar fazendo festas e vendo seus amigos todos os fins de semana.
'Momentos felizes'
Com sua família, Alex chegou a comemorar três natais como se fossem seu último.
Em janeiro, o casamento com Ali foi realizado apressadamente, mas depois da festa, sua saúde deteriorou-se rapidamente.
Seu Pai registrou o apoio que o garoto recebia da namorada durante pior momento da doença.
- Ele estava sentindo tanta dor, então eu só dizia 'lembre-se de todos os momentos felizes...pense na noite em que ficamos juntos e pense em todos os seus amigos maravilhosos'. E isso o ajudou muito'.
- Ele queria que sua família e amigos soubessem como havia gostado de sua vida e que não pensassem sobre o destino que ele teve. Alex também quis ressaltar a dificuldade de diagnosticar o câncer ósseo para que outros adolescentes não sofressem o mesmo que ele.
- Pouco antes de morrer, Alex fez questão de dizer a sua família como acreditava que a vida que teve havia sido completa, apesar de ter acabado antes do tempo.
Um dia eu fui jovem, tão jovem que não sabia exatamente o que estava fazendo. Um dia eu serei velho, tão velho que me arrependerei do que não fiz. Um dia alguém se lembrará de mim, talvez pelo que eu fui ou talvez pelo que eu seja. Um dia eu não estarei mais aqui, talvez hoje, talvez amanhã. Um dia, bom, um dia eu quero ser tudo que sonhei, pois nesse dia, serei eu mesmo, serei feliz.
Um jovem frustrado poeta
Quando eu tinha uns quinze anos de idade comecei a escrever, a princípio eram letras das músicas da banda que eu iria ter, até guitarra eu tinha, mas não sabia tocar. Depois de um tempo, convencido de que aquele lance de banda não daria certo comecei a escrever poemas, que não se diferenciava muito daquilo que eu chamava de letra de música. Sentia-me o poeta, Cazuza passava longe daquilo que eu via como meu futuro.
Eu tinha o prazer em mostrar para todos os meus escritos, minhas obras de artes. Hoje sinto vergonha de um dia ter feito isso. Quando me lembro das letras eu penso: “Quanta bobagem!”. Eu falava sobre o amor sem nunca ter vivido-o, falava de paixão, de mulher, não rimava nada, mas eu era um poeta.
As coisas vão evoluindo, com o tempo fui escrevendo coisas mais maduras, o amor passou a ser menos encantador como o de antes, porque eu o vivi. As paixões passaram a ter mais críticas e eu não escrevia mais sobre as mulheres, pois eu passei a conhecê-las, a partir daí não conseguia mais entendê-las. Hoje não escrevo mais poemas, passei a ler mais, a conhecer os poetas e descobri que não sou um poeta. Passei a escrever crônicas, escrever críticas de tudo, descobri que sou como um velho rabugento cansado de tudo. Talvez depois de um tempo eu volte a olhar o que escrevo hoje e perceber que sou um péssimo cronista, talvez porque até lá, com certeza eu vivi muito mais coisa, e sentirei saudades do que hoje eu já me cansei.
Eu passarinho
Quando me mataram,
Pela décima vez,
Eu ainda era um jovem talento,
Ainda desconhecido.
Hoje estou velho,
Com o rosto esmaecido,
Agora, já me conhecem um pouquinho,
Só que me matam devagarzinho...
Ser um jovem adventista é ter o privilégio de saber que existe um Deus que pode me orientar em minha juventude !
Ser um jovem adventista é andar na contra-mão do mundo, mas em direção a Jesus !
E pra você, o que ser um jovem adventista ?
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