Uma Mulher com a Leveza

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E agradeço a Deus por sua existência, por sua essência tão pura, por seus beijos de doçura, e seus abraços de leveza, e essa linda certeza, que não estou mais sozinha.

⁠Para Quem Ousa Sentir

Eu sei que não sou para todo mundo. Nem todo lugar me merece, porque não sei estar sem presença, e nem todo sentimento merece minha atenção. Nem toda conexão vale o meu investimento, porque não entro pela metade.

Sou para aqueles que sabem reconhecer boas e raras companhias, para quem valoriza vínculos verdadeiros e sentimentos profundos. Fui feita para a leveza, para a paz, para a sensação de estar em casa—porque eu me faço lar.

Fui feita para quem tem coragem de sentir e demonstrar, para aqueles que ousam colocar o coração em mim, porque eu também o deixo ali. Minha companhia não é para preencher vazios, mas para tornar o caminho mais bonito, mais intenso, mais verdadeiro.

Que tudo o que combina com isso me encontre.

Difícil encontrar companhia igual à sua. Não pesa, pelo contrário. Você suaviza o caminho.

⁠Ela tinha tudo pra ficar triste, mas insiste em viver sorrindo. Ela tinha tudo pra desistir, mas prefere ser feliz, e o que diz é que vai continuar insistindo. Ela tem orgulho de quem se tornou e de tudo que fez ela cair. Porque ela sabe exatamente o que fez pra chegar até aqui. Ela dança pela vida com a leveza de uma pena. Ela canta pelos cantos com a timidez de uma criança pequena. Mas, olha, não se engane, pois ela segue seus sonhos e suas vontades. E, mesmo que às vezes se desvie, sabe que é só assim que vai encontrar a sua felicidade.

"Eu só sei que hoje estou leve.
Não sei se é o sol, o céu azul,
ou a brisa mansa que balança as plantas,
agitando os sinos dos ventos, fazendo aquele barulhinho gostoso.
Ou se é a esperança que assopra meus cabelos e cochicha nos meus ouvidos:
-Vai dar tudo certo! Continue acreditando!"

Eu gosto de gente doida.

Gente que coloca cor na vida, que fala demais, que tem ideias próprias e impróprias, que perde o senso e os limites do politicamente correto e do permitido. Que fala alto, que ri alto, que vive alto. Que canta, mesmo desafinando. Que dança, mesmo descompassando. Que é bobo alegre e feliz por nada. E quando triste, sabe fazer piada.

Gosto de gente que não fere ninguém, assim diretamente, às vezes só com as indiretas.

Pessoas doidas e livres, que são o que são. Que têm a liberdade de não enxergar os seus excessos. Que não se podam. Que têm opinião sobre tudo e que são donas de suas verdade – apesar de sabe-las efêmeras. Seus mundos são fantasias concretas. E tão estáveis quanto uma nuvem.

Perdem horas palestrando sobre seus universos e vivem neles diariamente. Não querem sair, querem que as pessoas entrem.

Gosto de gente doida, que se diferencia, e que por isso inspira.

Gente que escancara as portas do peito e deixa a vida entrar.

Gente que se move, que discorda, que sofre, que não se entrega, que não sabe voltar a ser o que era, se é que já foi, algum dia, outra coisa além de doida.

Gente que tem personalidade, tanta, que vira história, que vira referência, que vira centro das atenções e nem precisa subir num palco. Gente que vira assunto naqueles momentos chatos.

Gosto de gente forte na doidice. Gente assumida! Que saiu do armário ainda criança.
Eu sigo essa gente, eu rio com essa gente, eu choro com essa gente, eu me encontro nessa gente.

Eu fico hipnotizada com os doidinhos que equilibram a falta de sensatez do mundo.

“Os gatos têm muito a nos ensinar, observe-os quando comem, quando dormem, quando acordam. Quando acordam espreguiçam-se e se tornam leves e soltos e voltam a dormir na mesma cadência.”

"Eu poderia brigar, xingar,
ficar triste, me deprimir...
Mas prefiro reestruturar minha energia,
fortalecer minha luz,
sacudir a poeira deixada,
sentir a alma renovada,
e prosseguir com leveza,
a minha caminhada."

As
bolhas de sabão,
não têm asas...
Mas voam ao vento,
por serem leves...
Por não
carregarem consigo
tristezas.
Desilusões!
Vivem momentos.
São felizes em
suas existências.
Enfeitam o ar...
Encantam os olhos.
E nos ensinam a voar,
mesmo sem asas.
Basta sentirmos leves.
E carregarmos
no coração...
Levezas!

Feliz sábado!

Que você tenha um dia
leve, tranquilo e abençoado!
Com cheiro de rosas!

Por um mundo com mais pessoas que procurem controlar e compreender melhor suas próprias vidas ao invés de olhar para a dos outros e descarregar facilmente suas opiniões pessoais, com mais olho no olho, escuta, interesse real no outro, ao invés de julgamentos fáceis e "eu te amo" vazios, com maior acúmulo de sorrisos, gentilezas, leveza, do que de pontos no currículo...

Reverencio o amor

Reverencio o amor...
Amor dado sem cobranças,
Amor recebido sem porquês.
Reverencio o amor...
Amor dado de levezas,
Amor recebido sem durezas.
Reverencio o amor...
Amor dado pelo simples querer,
Amor recebido pela graça de merecer.
Reverencio o amor...
Amor dado sem espera de retorno,
Amor recebido sem ter que devolver.

Todos devemos andar nos trilhos,
disse o trem.
Achou graça
o passarinho.

Ótima semana!
Escolha ter uma
semana feliz, com todas
as cores... você pode!
Bom dia!

Bom dia...
Boa semana...

Vamos manter a fé,
o otimismo e o pensamento
positivo, que seja uma semana
leve e abençoada!

O ideal no casamento é que a mulher seja cega e o homem surdo.

Um diplomata é aquele que se lembra sempre do aniversário de uma mulher, mas nunca da sua idade.

Lillian Russell

Nota: A piada costuma ser creditada a Robert Frost, porém, a expressão "lembrar do aniversário de uma mulher e não de sua idade" já estava em circulação desde a década de 1890, sem autoria conhecida. A atriz Lillian Russell foi a primeira que se tem notícia a usar a palavra diplomata com essa expressão.

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Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder com chapinhas, peitos falsos, bundas falsas, bebidas, poses, frases de efeito, saltos altos, maquiagem e risadas altas. Ninguém nunca me viu tão nua e transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente.
Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.

Tati Bernardi

Nota: Trecho da crônica "Toque de recolher" publicada em 20/05/2006 no site Blônicas

Mulher: a mais nua das carnes vivas e aquela cujo brilho é o mais suave.

Uma mulher chamada guitarra

Um dia, casualmente, eu disse a um amigo que a guitarra, ou violão, era "a música em forma de mulher". A frase o encantou e ele a andou espalhando como se ela constituísse o que os franceses chamam un mot d'esprit. Pesa-me ponderar que ela não quer ser nada disso; é, melhor, a pura verdade dos fatos.

O violão é não só a música (com todas as suas possibilidades orquestrais latentes) em forma de mulher, como, de todos os instrumentos musicais que se inspiram na forma feminina - viola, violino, bandolim, violoncelo, contrabaixo - o único que representa a mulher ideal: nem grande, nem pequena; de pescoço alongado, ombros redondos e suaves, cintura fina e ancas plenas; cultivada, mas sem jactância; relutante em exibir-se, a não ser pela mão daquele a quem ama; atenta e obediente ao seu amado, mas sem perda de caráter e dignidade; e, na intimidade, terna, sábia e apaixonada. Há mulheres-violino, mulheres-violoncelo e até mulheres-contrabaixo.

Mas como recusam-se a estabelecer aquela íntima relação que o violão oferece; como negam-se a se deixar cantar preferindo tornar-se objeto de solos ou partes orquestrais; como respondem mal ao contato dos dedos para se deixar vibrar, em benefício de agentes excitantes como arcos e palhetas, serão sempre preteridas, no final, pelas mulheres-violão, que um homem pode, sempre que quer, ter carinhosamente em seus braços e com ela passar horas de maravilhoso isolamento, sem necessidade, seja de tê-la em posições pouco cristãs, como acontece com os violoncelos, seja de estar obrigatoriamente de pé diante delas, como se dá com os contrabaixos.

Mesmo uma mulher-bandolim (vale dizer: um bandolim), se não encontrar um Jacob pela frente, está roubada. Sua voz é por demais estrídula para que se a suporte além de meia hora. E é nisso que a guitarra, ou violão (vale dizer: a mulher-violão), leva todas as vantagens. Nas mãos de um Segovia, de um Barrios, de um Sanz de la Mazza, de um Bonfá, de um Baden Powell, pode brilhar tão bem em sociedade quanto um violino nas mãos de um Oistrakh ou um violoncelo nas mãos de um Casals. Enquanto que aqueles instrumentos dificilmente poderão atingir a pungência ou a bossa peculiares que um violão pode ter, quer tocado canhestramente por um Jayme Ovalle ou um Manuel Bandeira, quer "passado na cara" por um João Gilberto ou mesmo o crioulo Zé-com-Fome, da Favela do Esqueleto.

Divino, delicioso instrumento que se casa tão bem com o amor e tudo o que, nos instantes mais belos da natureza, induz ao maravilhoso abandono! E não é à toa que um dos seus mais antigos ascendentes se chama viola d'amore, como a prenunciar o doce fenômeno de tantos corações diariamente feridos pelo melodioso acento de suas cordas... Até na maneira de ser tocado - contra o peito - lembra a mulher que se aninha nos braços do seu amado e, sem dizer-lhe nada, parece suplicar com beijos e carinhos que ele a tome toda, faça-a vibrar no mais fundo de si mesma, e a ame acima de tudo, pois do contrário ela não poderá ser nunca totalmente sua.

Ponha-se num céu alto uma Lua tranquila. Pede ela um contrabaixo? Nunca! Um violoncelo? Talvez, mas só se por trás dele houvesse um Casals. Um bandolim? Nem por sombra! Um bandolim, com seu tremolos, lhe perturbaria o luminoso êxtase. E o que pede então (direis) uma Lua tranquila num céu alto? E eu vos responderei: um violão. Pois dentre os instrumentos musicais criados pela mão do homem, só o violão é capaz de ouvir e de entender a Lua.

Vinicius de Moraes
Uma mulher chamada guitarra