Uma Menina Simplesmente Apaixonada
Você que é um cavalheiro à moda antiga, Trago em mim um recato de menina, E um encanto que me mostro com poesia que me encontro tua cativa.
Mesmo que você nunca me veja, estarei na menina dos seus olhos. Mesmo que você nunca perceba, você é o meu pranto quando choro. Mesmo que você nunca ouça minha canção tocar, é por você que estarei sempre a cantar. Não quero curtidas, nem aventura estou procurando. Amo fazer poesia, para declarar, que eu te amo.
Ei, menina, deixe sua energia fluir, seu coração florir e seu amor florescer. Deixe que o tempo cure tudo, ajeite tudo e coloque todas as coisas em seu devido lugar. E o que tiver que ser, será, mas você jamais deixará de ter essa beleza no olhar, esse jeito bonito de encarar os desafios, despertar a beleza do mundo e atrair pessoas boas enquanto afasta aquelas que não contribuem para a sua caminhada. Continue seguindo firme, forte e bonita, com a elegância de gargalhar alto e no tom certo de quem sabe viver a vida. É isso que a transformará naquilo que quiser ser. Ainda bem!
O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite
Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.
Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.
Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”
Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.
Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.
Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.
Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”
É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.
E você também não.
É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.
E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.
Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.
Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.
E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.
E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.
Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.
Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.
E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.
Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.
São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.
Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.
Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.
Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.
E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.
Um sonho erguido com a arquitetura da essência
Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.
Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.
Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.
Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.
Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.
Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.
Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.
Autoria: Diane Leite
Quero voltar aos anos 80 para encontrar a menina que fui, porém, a mulher que sou não me deixa perder tempo romantizando o passado, ela pretende criar seu próprio Rock in roll, sem lamentar os momentos passados, mas com o paladar de quem já sabe muito bem o que quer...
😉 Vamos que vamos ✋
Meu mundo nos olhos da menina
sem nenhum segredo
seu brilho me fascina
compartilhando alegrias e medo.
Tarsila
Toda mulher nordestina
é desde menina
um pouco da Maria Bonita
cabelo com laço de fita
linda, delicada, guerreira
uma princesa do sertão
no jogo da capoeira
supera qualquer lampião.
Canção Para Menina Feia
Os seus olhos não são os mais lindos,
Mas você sabe colocar cores no branco e preto.
O seu narizinho também não é bonito,
Mas você franze e faz um charme no riso constante.
A sua boca não é sexy.
Mas você fala de um amor que supera tudo.
Seus cabelos não são extraordinários,
Mas você os trata com carinho
E eles, teimosos, esvoaçam e dão um "quê" diferente.
Não sei explicar como me prendi a você.
Perguntaram-me se eu a acho bonita
E, sinceramente: Não acho!
Você... você tem uma carinha lindamente feia!
Sabe,
Estou inclinado a fazer-lhe um convite:
– Minha patinha feia
Quero casar com você!
Primeiro beijo
nas cabeças do menino
gosto do desejo
contato imediato
no pensar da menina
será que não é um sapo.
Segue o baile...
A flor mais bela
... A que floresce na alma da menina
num coração feito jardim
bendita como a chama paixão
No entanto.
o malfeito que ninguém quer
... O amor arrancado do peito
o vazio sem jeito
a dor de uma mulher
Tomo-te por menina
que fascina enquanto passa
o coração em euforia
se desfaz ali na praça
passearei em teus cantares
rara beleza, para os meus olhares
que te vigiam da calçada
passarela a desfilar encantos
enquanto o tempo não urge a passar
sonho teus braços
num imenso abraço
que só o desejo é capaz de me dar...
"" Adrenalina
simpática menina
não perde a viagem
por não ter receio da ação
acelera para encorajar e ir em frente
o coração...
"" Queimas as bolhas da retina
quando menina, olhas o céu
e de lá próximo do firmamento,
por um momento, pensas em mim
que assim de tão longe, sugiro saudade
logo aí, dentro do teu coração...
CORAÇÃO PAUSADO
Olá menina linda, dona dos meus pensamentos puros e impuros, senhorita de sorriso maravilhoso perdido no jardim do amor, eu tenho quase certeza que já encontrou o jarro para colocar as suas flores ganhou do pretendente. Como uma pessoa pausa a batida de um coração ou aceleração como se estivesse corrigindo a palavra mal encaixado em uma linda canção?
Não sei, não tenho resposta apenas o desejo e sentimento de paixão dentro do meu peito por ti.
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