Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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Uma bela prova pra você que passa por dificuldades.
É a estação. Ela muda conforme as necessidades do ciclo da vida. Assim é na sua vida também.
Nas dificuldades te aproxima de Deus e te faz mais forte pra vencer qualquer batalha.
"CRESÇA NA FÉ E ASSIM ENGRANDECERÁ MAIS DEUS NA SUA VIDA."

─By Coelhinha

REFLEXÃO


O Antipatriota é uma alma atormentada.

Uma amizade não se resume na frequência da comunicação mas sim na intensidade do sentimento

É uma questão de dar prioridade
e não uma questão de ter duas caras
ou ser falso. Tudo que fazes eu faço
mas não no mesmo tempo e espaço.

Antes uma verdade dolorida do que uma mentira sublime

Não quebre o seu propósito para facilitar o caminho.

Existe uma diferença entre confiar no tempo de Deus e tentar encontrar atalhos porque o processo está difícil.
Às vezes, quando a caminhada pesa, somos tentados a negociar nossos princípios, diminuir nossos sonhos ou escolher caminhos mais fáceis só para aliviar o desconforto do momento. Mas nem todo caminho fácil nos leva ao destino certo, e nem todo caminho difícil significa que estamos no caminho errado.
Não se desvie daquilo que Deus colocou em seu coração apenas porque permanecer fiel está exigindo mais de você.
Há processos que nos confrontam, esperas que nos ensinam e situações que revelam partes de nós que precisam ser transformadas. E é justamente nesses momentos que precisamos ter discernimento: entender quando Deus está nos direcionando para uma mudança e quando somos nós que estamos tentando fugir do processo.
Existe uma passagem muito forte em Jeremias 18:1-6. Deus leva o profeta à casa do oleiro, onde ele observa o barro sendo trabalhado. Quando o vaso se estraga nas mãos do oleiro, ele o refaz, moldando-o conforme deseja.
A passagem não traz literalmente a frase “se for preciso te quebrar para te refazer, assim Eu farei”, mas transmite essa mensagem de transformação, correção e recomeço.
O barro não determina a forma que terá. Ele precisa permanecer nas mãos do oleiro.
E talvez essa seja a reflexão mais importante: não confunda ser moldado com ser abandonado, nem ser provado com ser esquecido.
Não fraqueje a ponto de abandonar seus valores. Não procure desvios apenas porque o caminho está demorando. Não troque aquilo que é verdadeiro por aquilo que é conveniente.
Mas também não confunda propósito com insistir em tudo a qualquer custo. Às vezes, Deus não está pedindo que você suporte o mesmo caminho; está ensinando você a caminhar de outra maneira, com mais sabedoria, maturidade e fé.
Em Jeremias 18, o barro continua nas mãos do oleiro. E é isso que importa: permanecer disponível para ser transformado.
Talvez hoje você não compreenda o processo. Talvez esteja cansado de esperar, de lutar ou de recomeçar. Ainda assim, não permita que a dificuldade de hoje faça você esquecer os princípios que sustentam quem você é.
Não abandone seu propósito para escapar do processo. Permita que o processo transforme você sem destruir aquilo que Deus está construindo em sua vida.
Porque, às vezes, o que precisa ser quebrado não é o seu propósito, mas o orgulho, a pressa, o medo e a versão de você que ainda não está preparada para vivê-lo.
“Como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão.” — Jeremias 18:6
Que a sua oração seja: “Senhor, não permita que a minha pressa me faça escolher atalhos que me afastem da Tua vontade. Dá-me força para permanecer, sabedoria para discernir e humildade para ser moldado. Se algo em mim precisa mudar, transforma-me. Mas não permita que eu perca de vista o propósito que me aproxima de Ti. Amém.”

Só uma mente verdadeiramente educada é capaz de compreender um pensamento diferente do seu sem sentir a necessidade de combatê-lo ou de adotá-lo como verdade. A educação amplia os horizontes, ensina a escutar e nos liberta da ilusão de que compreender o outro significa concordar com ele.

Uma mente limitada transforma divergências em ameaças; uma mente esclarecida reconhece nelas oportunidades de reflexão. Afinal, ninguém precisa abandonar suas convicções para respeitar as convicções alheias, assim como ninguém precisa vencer uma discussão para demonstrar inteligência.

A maturidade intelectual começa quando deixamos de ouvir apenas para responder e aprendemos a ouvir para compreender. É possível discordar sem desprezar, argumentar sem humilhar e defender nossas ideias sem transformar o diferente em inimigo.

A verdadeira inteligência não teme pensamentos diferentes; teme apenas a própria incapacidade de questionar suas certezas. Porque uma mente que só aceita aquilo com que concorda não busca conhecimento: busca apenas espelhos para admirar a si mesma.

Manter objetivos em mente e dar um sentido à dor ou ao esforço. Ter uma meta vital evita que o desânimo paralise as suas ações diárias.

E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.
E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.

Gênesis 11:1-7

Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.

Mateus 5:41

O caos aparente pode conter uma ordem que ainda não encontramos o instrumento adequado para perceber.

A aparência de uma ordem pode ocultar uma estrutura composta por forças menores que jamais aparecem no texto da lei.

Uma Corrida, Uma Avó e Uma Lição para a Vida
Uma corrida de poucos minutos, uma história de uma vida inteira e uma lição de amor inesquecível.
Era para ser apenas mais uma corrida na rotina do motorista peregrino Nino Carneiro. Mas, naquele dia, ao receber uma solicitação, algo dentro dele pareceu sussurrar: “Aceite logo essa corrida!”. Ele aceitou e chegou ao destino em menos de cinco minutos. Mal sabia que encontraria uma história de coragem, sacrifício e amor incondicional.
Ao chegar, encontrou uma senhora que aparentava ter mais de sessenta anos. Com cordialidade, cumprimentou-a: “Bom dia, senhora Cleusa! Para onde vamos?”. Com voz doce, ela respondeu: “Senhor, coloquei o endereço, mas não sei em qual bairro fica, porque não sou daqui”. Ele sorriu: “Não tem problema! Só perguntei para escolher o melhor caminho”. Agradecida, ela respondeu com tanta delicadeza que despertou a curiosidade do motorista. Seu coração de peregrino pressentiu que aquela passageira guardava uma boa história para sua coluna literária.
“Então, a senhora não é são-carlense? De onde veio?”, perguntou. “Sou de Paulínia, perto de Campinas.” Depois de um breve comentário sobre a cidade, ele quis saber o que a trouxera a São Carlos. A resposta veio acompanhada de carinho: “A minha neta Josefa!”. Dona Cleusa explicou que sua família era toda da Paraíba, da pequena cidade de Parari, no coração do Cariri paraibano.
Ela contou que seu pai havia partido para Paulínia a convite de um tio, enquanto ela permanecera em Parari com a mãe e os cinco irmãos. Foram tempos difíceis, de muitas privações e até de fome. O dinheiro enviado pelo pai mal dava para comprar os alimentos necessários. Mas a esperança resistia. Um dia, ele voltou e disse à esposa: “Prepare as coisas, porque vim buscar toda a minha família!”. Aquele reencontro permitiu que deixassem para trás a separação e começassem uma nova vida. Nino ouvia atentamente, imaginando quantas famílias enfrentam dificuldades sem abandonar a esperança de dias melhores.
Ainda curioso, o motorista perguntou: “Mas, dona Cleusa, por que a senhora veio para São Carlos?”. Com orgulho, ela respondeu: “Minha neta Josefa passou no vestibular para Engenharia Química!”. Explicou que a família não tinha uma situação financeira confortável. A mãe de Josefa trabalhava como auxiliar de serviços na Braskem, e o pai já estava na empresa havia mais de quinze anos. Além de Josefa, dona Cleusa tinha outros quatorze netos.
Quando soube da aprovação, não pensou nos obstáculos nem na saudade que sentiria da família. Tomou uma decisão que mudaria sua rotina: “Minha neta, eu vou com você para São Carlos! Vou trabalhar como diarista para ajudar a pagar as despesas da sua moradia”. E assim fez. Recomeçou a vida em outra cidade, conseguiu trabalho em casas de várias famílias e passou a morar perto da universidade com a neta. “Estamos muito felizes!”, contou. Pelo menos duas vezes por mês, visitavam os familiares em Paulínia, porque, por mais longe que a vida nos leve, o coração sempre procura voltar para quem ama.
O motorista já estava emocionado, mas suas lágrimas quase encontraram caminho quando dona Cleusa pronunciou as palavras que resumiam sua história: “Enquanto eu for viva, nenhum neto meu passará pelas dificuldades que eu passei. Deus me deu uma vida inteira para acumular forças, e cada gota desse amor está guardada bem aqui!”.
Naquele instante, Nino compreendeu que estava diante de uma mulher extraordinária. Dona Cleusa não podia apagar a fome e as dificuldades da infância, mas podia transformar aquelas experiências em proteção para seus descendentes. Escolhera fazer isso com o trabalho das próprias mãos, a coragem do coração e a fé que sustentava seus passos. Talvez nunca recebesse medalhas ou tivesse seu nome estampado nos jornais, mas realizava uma das mais belas tarefas da vida: ajudar alguém a chegar mais longe.
Ao final da corrida, o motorista agradeceu a confiança e parabenizou dona Cleusa por sua maravilhosa história. Ela talvez tenha seguido seu caminho sem imaginar o impacto daquele encontro. Nino, porém, já não era o mesmo. Levava consigo uma pergunta: quantas vezes julgamos as pessoas pela aparência, pela idade ou pela profissão, sem conhecer os sacrifícios que fizeram por aqueles que amam?
Como peregrino, aprendi nos caminhos de Santiago de Compostela que nem sempre a maior lição está no destino, mas nas pessoas que encontramos durante a caminhada. Há encontros que duram poucos minutos, mas permanecem em nossa memória por toda a vida. Naquela corrida, enquanto conduzia dona Cleusa, Nino descobriu que também estava sendo conduzido a uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do amor.
Nem toda grandeza usa roupas elegantes, nem toda vitória recebe aplausos e nem todo herói aparece nos livros de história. Existem pessoas que acordam cedo, trabalham até o corpo pedir descanso e continuam porque alguém precisa delas. Existem avós que transformam suas cicatrizes em abrigo e as próprias dificuldades em oportunidades para que seus netos tenham um futuro melhor.
Talvez Josefa, ao concluir sua formação e conquistar seus sonhos, compreenda ainda mais profundamente o esforço de sua avó. Em cada página estudada, em cada desafio vencido e em cada conquista alcançada, estará também o amor de uma mulher que decidiu recomeçar a vida para ajudá-la a construir a própria história.
Naquele dia, a corrida terminou, mas a lição permaneceu. O Peregrino Nino Carneiro guardou no coração uma certeza: **a maior herança que podemos deixar aos nossos filhos e netos não é aquilo que acumulamos, mas a força que lhes oferecemos para que caminhem com dignidade, mesmo quando já não estivermos ao lado deles.**
Porque o verdadeiro amor não calcula o preço do sacrifício nem desiste diante das dificuldades. Ele simplesmente se levanta, prepara a bagagem e diz:
“Minha neta, eu vou com você!”
Peregrino Nino Carneiro

A preocupação deprime a pessoa, mas uma palavra de incentivo a anima.

Provérbios 12:25

O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como os ferrolhos de um palácio.

Provérbios 18:19

O metódico, diante de um lugar com uma única entrada, não ousa entrar: teme jamais encontrar a saída.

O conhecimento é uma lâmina afiada, que pode abrir caminhos ou deixar cicatrizes.

Parece que o planeta inteiro foi contaminado por uma frieza generalizada, onde ninguém mais quer saber de ajudar o outro e o caráter humano perdeu o seu valor.

"Peço-lhe que faça uma experiência com os seus servos durante dez dias: Não nos dê nada além de vegetais para comer e água para beber.
Depois compare a nossa aparência com a dos jovens que comem a comida do rei, e trate os seus servos de acordo com o que você concluir".
Ele concordou e fez a experiência com eles durante dez dias.
Passados os dez dias eles pareciam mais saudáveis e mais fortes do que todos os jovens que comiam a comida da mesa do rei.

Daniel 1:12-15

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

Eclesiastes 1:4