Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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O pensamento é uma junção de tudo aquilo que olhamos, ouvimos, cheiramos, sentimos e tocamos desde o momento que nascemos até o momento em que morremos.

A alma e o corpo são uma coisa só: Eu.

Olhando da atmosfera para a terra, vejo uma família que não percebeu isso ainda.

Por que eu teria ódio de alguém? Esse alguém é uma parte de mim...

Trabalhar e viver precisam ser a mesma coisa. Trabalhar não deve ser uma obrigação; se for, é escravidão, não trabalho. Por isso, trabalhe no que ama viver. Se o que ama viver não existe no mercado, faça esse trabalho passar a existir.

Você se depara com uma situação e, em vez de apenas observar, sua mente começa a interpretá-la como um problema. Ao fazer isso, você passa a sentir esse "problema" emocionalmente, e, no final, ele se torna real para você – mesmo que seja algo que você mesmo criou na sua mente. Assim, um simples acontecimento se transforma em um problema apenas pela forma como você o vê e reage a ele.

O afeto está no que você dá, não no que você recebe. O que você dá é seu, é uma parte de você que permanece; o que você recebe, não é seu, pois passa por suas mãos e se vai.

A maior prova disso é a morte, que nos leva. Tudo o que é nosso, tudo o que verdadeiramente fizemos, fica. Os afetos que oferecemos, as marcas que deixamos, essas permanecem no mundo, na memória das pessoas, em tudo que tocamos.

Já o que recebemos, como algo externo, não nos acompanha para além da vida. Ele se desfaz, não carrega a mesma profundidade, pois não nasce de nós. O que damos, sim, se mantém, pois é o que alimenta o coração de quem fica.

O medo é um sentimento falso, uma ansiedade criada pela nossa mente ao anteciparmos algo que provavelmente nunca vai acontecer. A maior parte do medo vem daquilo que imaginamos, não do que realmente acontece. Mesmo que o que tememos se realize, o medo não vem do acontecimento em si, mas do pensamento sobre ele.

O presente, o agora, nunca nos dá medo. O medo é gerado quando pensamos no futuro, em algo que ainda nem existe. Pensar negativamente sobre o que está por vir não adianta, porque, no momento, não está acontecendo nada além do que é para acontecer. O medo é apenas uma construção mental que nos prende a uma realidade que ainda não se materializou.

Todos temos ego. Até quando alguém nega o próprio ego, isso já é uma demonstração de ego. O problema não é o ego em si, pois ele representa a imagem que temos de nós mesmos. O verdadeiro problema está em como lidamos com essa imagem.

Quando admitimos nosso próprio ego, ou seja, aceitamos quem somos em vez de escondê-lo por orgulho, acabamos aparentando menos ego.

A maior árvore do mundo, em termos de altura, é uma sequóia chamada Hyperion, que chega a impressionantes 115,61 metros de altura. Incrível, não? Ela foi descoberta em 2006 na Califórnia. Essa árvore levou séculos para crescer e alcançar esse tamanho extraordinário. O que eu quero te mostrar com isso é o seguinte: se você deseja construir algo duradouro, se quer plantar algo que tenha valor na humanidade, saiba que você precisará dedicar sua vida inteira ao processo. Isso significa viver com intenção, seguindo seus sentimentos e convicções, porque é esse caminho que dá sentido à vida.


E, é importante que você entenda: ao plantar, talvez você não colha os frutos imediatamente. Talvez nunca veja o crescimento inteiro daquilo que semeou. Mas, o que você plantou estará ali, pronto para ser regado e nutrido por aqueles que vierem depois de você. Alguém, algum dia, descobrirá o sentido dessa árvore e a cuidará até que ela cresça, se fortaleça e se torne útil para todos que passarem por ela.


Veja, Jesus fez algo semelhante. Sua árvore foi plantada há mais de 2 mil anos, e não se trata de "nome", de "história" ou de "obrigação". O que ele fez foi viver de maneira verdadeira, seguir suas próprias vontades, sem medo de ser quem realmente era. Essa foi sua maneira de plantar algo que ainda cresce e dá frutos, mesmo depois de tanto tempo.


Então, assim como essa grande árvore ou como Jesus fez, o que realmente importa é viver com propósito, em harmonia com o que você acredita. Isso é plantar. Viver é, de certa forma, uma maneira de viver e deixar algo que transcende o nosso tempo.

Não é por acaso que temos dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca. Isso mostra que devemos observar e ouvir mais do que falar. Antes de dizer qualquer coisa, é preciso entender.

Escutar e olhar nos ensinam muito mais do que falar. Quem fala sem ouvir, quem fala sem olhar, fala sem saber. A boca é só um, porque falar deve ser a última etapa, depois de aprender.

E isso vale para a comunicação em geral. Ser fluente não é apenas saber outros idiomas ou escrever bonito. É saber falar a linguagem certa para cada pessoa. É explicar algo difícil de um jeito simples para sua avó, para uma criança, para um universitário, para um humilde, para quem nunca ouviu falar do assunto.

Cada pessoa entende de um jeito. Para comunicar bem, você precisa ouvir e observar qual é a linguagem dela. Só assim você vai conseguir falar para que ela realmente entenda.

Mas isso exige humildade. Se o ego falar mais alto, você só vai criar conflitos, porque não ouviu nem entendeu antes de falar.

Por isso, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Primeiro, observe. Depois, escute. Por último, fale.

"Uma alma eleva a outra."




Obedes Lobadias, no livro Labiríntimos Ou Poemas Mal Escritos."

"A verdadeira prosperidade é uma dádiva que Deus nos concede para que possamos ser canais de bênção na vida de outros."

"Vamos construir uma rede social onde a tecnologia amplifica a virtude, e não apenas o ruído."

"Não somos apenas uma empresa de tecnologia; somos uma missão em forma de rede social."

Ao olhar uma estrela cintilante, não sei se seu brilho é verdade ou apenas a memória de uma luz extinta, que há muito deixou de existir. Talvez não seja ela que se perdeu, mas eu, que permaneço no lugar errado.

A nossa vida é comparada, a uma estrada para caminhar, mas quem lá no fim chegou, nunca mais voltou e nem voltará.

Sentado aos pés de uma figueira, imerso em pensamentos que desafiam até minha própria compreensão, percebo a tênue fragilidade do tempo. As horas se dissolvem como grãos de areia escapando pelos dedos da consciência, e o mundo ao redor se reduz a murmúrios sutis, o canto distante de um galo, o sussurro das folhas, ecos de lembranças e dilemas que insistem em me perseguir. Sem perceber, sou tragado para dentro de uma introspecção que transcende o instante, como se cada fragmento de percepção fosse simultaneamente revelação e enigma.

Diariamente me deparo com a intolerância ao desfavorecido, como se a responsabilidade por uma sociedade enferma não fosse também nossa. A desigualdade não nasce do acaso, ela persiste porque, em algum momento, alguém escolheu rejeitar, excluir, negar humanidade ao outro. E, assim, sustentamos um ciclo em que a indiferença se transforma em norma, esquecendo que toda injustiça social é também um reflexo de nossas próprias escolhas."

Em uma tarde fria de um dia qualquer, vou tentando me reerguer… entre lembranças que insistem em doer e a esperança que, mesmo frágil, ainda teima em permanecer. Cada passo é lento, mas carrega em si o peso da coragem de não desistir.