Uma Menina Simplesmente Apaixonada
Um crime bárbaro, covarde e desumano, ceifa a possibilidade natural de uma vida plena, da vitima em um instante mas o que poucos sabem é que por este ato infeliz, pela imutável lei da vida, o restante amargo da sobrevida atormentada passará ser infernal e que o remorso irá corroer o corpo, o espirito e a alma, pouco a pouco, bem devagarzinho, lentamente, a enlouquecer e torturar toda equivocada e triste existência, do bastardo, criminoso e agressor.
Moralmente, todos os crimes cometidos no Brasil por intolerância religiosa contra uma pessoa, templo, lugar sagrado, igreja e terreiro, deveriam ter suas penas multiplicadas por três vezes. Por que são atos abomináveis e ilícitos, contra a constituição nacional, contra a cultura universal e a liberdade da crença e a fé, de um conjunto, que afetam diretamente, a um grande numero de pessoas.
Hoje diante a indicação de beatificação de um homem santo, me transborda uma felicidade infinita e da mui saudosa amizade na convivência com meu amigo e confessor de inúmeras conversas com o amigo monge beneditino, no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom Estevão Bettencourt um dos mais preparados exorcistas que conheci dentro do meio católico apostólico romano e um servo de Deus com uma bondade e compreensão infinita. Nossa amizade se iniciou, quando fiz parte do MESB, Movimento de Encontros do São Bento na época que teci amizades profundas com Dom Marcos Barbosa, Dom Emanuel, Dom Joao Evangelista Junot, Dom Tadeu, entre tantos outros dons na Abadia de São Bento no RJ, da Bahia e de SP. Em tempo, a expressão latina beneditina "Ora et labora" eterniza se.
Nem todo o sacrifício é merecedor por vida de uma recompensa da mesma forma que devemos agir com honestidade e bondade mesmo se ninguém está por perto, nos olhando.
Uma ordem filosófica teísta que vive para celebrar festas, distribuir medalhas, diplomas e realizar ágapes suntuosos e milionários. Se afasta de sua própria verdade, na realização da grande obra de um mundo melhor universal. Efetivando a fraternidade e a caridade por sabedoria entre os mais humildes e todos que precisam de um suporte mínimo, para melhor viver diante da cruel realidade terrena.
Meu mestre Zimba, o ator e diretor polonês Zbigniew Marian Ziembiński, trazia consigo uma vasta experiência teatral que acumulou desde os 12 anos de idade e com isto no Brasil por vanguarda na dramaturgia ele magistralmente implementou o novo processo de ensaio, introduziu a noção de diretor no teatro brasileiro, aquele que cria uma encenação, quase como um artista pintor da cena, substituindo a de ser um mero ensaiador, aquele que se preocupava apenas em distribuir os papéis, os textos e ordenar a movimentação em cena frente a quarta parede "a platéia". Zimba trabalhou muito com cenografia do expressivo artista brasileiro Tomás Santa Rosa e uma enorme quantidade de variações de luz e sombra, fala-se em mais de140 diferentes efeitos utilizados durante a encenação.
Por fé em uma Energia Universal que equilibra o mundo por ação e reação, com amor, generosidade e empatia por tudo que nos rodeia neste momento e dimensão em que vivemos, pelos caminhos percorridos, construímos e semeamos a nossa própria sorte sempre e a vida por conseqüência nos responderá e nos agraciará com carinhos.
Sobre gravuras nas artes plásticas, existe uma antiga discursão acadêmica, sobre varias obras de grandes artistas e quanto seus valores. Para muitos, o que vale é a imagem gerada pela impressão e para outros o que vale é a matriz da qual elas foram tiradas. Isto acontece a vários anos, cito como exemplo as gravuras de Rembrandt Van Rijn (Leida, 15 de julho de 1606 – Amsterdam, 4 de outubro de 1669) que foi um pintor e gravurista holandês. As suas gravuras tiradas por ele no século XVII, tem um alto valor mas as tiradas das matrizes originais, pelos nazistas na década de 1940 tem valores irrisórios e muitas das vezes, maldosamente foram tiradas em papel ordinário. O que vale é a imagem ou a matriz.
O colecionismo é uma coisa séria quando não passa de um amontoado de objetos caros, por diletantismo ou mera decoração. Quando uma pessoa decide iniciar uma boa coleção de arte, colecionismo e até mesmo de antiguidades, deve ter apoio e ajuda de um bom profissional especialista com vários anos de experiência no ramo. Afinal é sempre uma mobilização de um capital, que deve ser honrado, bem direcionado e bem investido. Os mercados onde tais obras e itens se encontram, em qualquer lugar do mundo são lugares de ávidos vendedores, muitas das vezes desonestos que oferecem grandes oportunidades que na verdade não valem nada. Aconselho sempre a buscar quem entende e possa dialogar para boa formação de um solido patrimônio.
Enxergo de forma clara o preconceito social contra os neurodivergentes como uma barreira cultural nascida da rigidez lógica da sociedade neurotípica. Para mim, como autor e pesquisador sobre o tema, a discriminação e a exclusão (formas latentes de capacitismo) não surgem necessariamente de um ódio intencional, mas sim da incapacidade coletiva de decifrar, entender e acolher formas de pensar não lineares, que naturalmente afastam as pessoas que foram preparadas para a aceitação e o acolhimento do comum. Cabe a sociedade contemporânea expandir a compreensão de todos os tipos de linguagens faladas ou emudecidas, mas reveladas por distintos comportamentos.
O conceito da Mente Padrão é uma falácia, que distancia se à cada informação e formação na linearidade. A sociedade contemporânea impõe um ritmo de produtividade e padrões de comunicação extremamente engessados segundo tradicionais e arcaicos conceitos. Afinal com o advento digital da internet, muita coisa mudou. O preconceito acontece quando a coletividade tenta forçar uma mente divergente a se encaixar nessa caixa padrão. O que gera a incompreensão revertida mesmo que inconscientemente em sentença e julgamento. Quando as pessoas não compreendem os comportamentos atípicos, a resposta social imediata costuma ser o não acolhimento, o isolamento do indivíduo ou a rotulação pejorativa.
Para superar a barreira social do preconceito ao neurodivergentes, proponho humildemente uma mudança radical de perspectivas. Tais como a
Evolução tecnológica e científica: Utilizando novas ferramentas pedagógicas assistidas para traduzir o potencial divergente e provar suas especificas
hiper competências para o mundo.
Sensibilização cultural pela arte: Usar canais artísticos e pedagógicos sensíveis para gerar empatia, humanizando o olhar da sociedade antes que o julgamento precoce aconteça.Humildade cognitiva: A sociedade precisa aceitar que a inteligência humana não é de via única e que há muito a ser descoberto pela ciência sobre os limites da mente.
A intuição é uma mensagem silenciosa do espirito ancestral para a mente, avisando que nem tudo que vemos por aparência ou achamos pelo raciocino logico, é real. Em si é um sentido a mais imaterial que nos revela de forma sutil o que é verdade sem ilusões e maquiagens, prudentemente devemos ouvi la e segui la sempre, a cada momento por todos os passos de nossas caminhadas.
Os portadores de TEA, desde novos possuem uma hipersensibilidade auditiva, visual, olfativa e sensorial o que lhe provoca crises com intensidade perante ambientes sobrecarregados de sons, luzes, informações e pessoas. O grande problema que vejo é que muitas vezes, eles não amadureceram a compreensão do que acontece com eles perante estas situações e muito menos adquiriram uma linguagem direta para expressar aos acompanhantes o que tanto dói e incomoda. Não existe medicação que possa diminuir estas crises. O que tem que existir é uma maior compreensão dos acompanhantes perante este sinais que tanto machucam os portadores de TEA e retira los imediatamente destes ambientes.
Fuja sempre das belas aparências sem alma, tudo tem que ter uma historia de superação. Quando não tem aparentemente, elas podem esconderem frustrações, invejas, psicopatias e falta de compaixão e perdão, uma cruel sentença de ser réu, carrasco e juiz
ate para si mesmo.
Não existe uma psicanalise completa de uma pessoa, distante da compreensão e analise das quatro personalidades. envolvidas no processo analítico.
Respeito todas as religiões mas discordo culturalmente da Umbanda, como ela é uma religião brasileira de matriz africana, indígena, cigana e cristã que prega a caridade, a evolução espiritual e a comunicação. Os dois pontos de minha critica cultural é quanto a abrangência indígena e cigana. Nossos povos originários, os indígenas brasileiros possuem uma espiritualidade e cosmovisão própria e rica, que deveriam ser respeitada. Assim como o povo Rom, que chamam de ciganos em suas giras, que chegaram no Brasil via Península Ibérica principalmente em três grandes etnias: Calon, Rom e Sinti, que lutam internacionalmente pelo reconhecimento de sua etnia e tem no Brasil uma população de quase 1 milhão de descendentes.
Com vocês eu vou
Sempre vou
Porque a amizade
É uma benção
Uma luz
Uma graça
Sabendo cultivar
É de graça.
Uma pedra tem um mínimo de vibração
Quase nada, por isso: dureza...
O universo, o invisível
O máximo de vibração
O que não se vê está na sublime potência
Uma consciência pura e que se você
Em ressonância entrar
Será a sua plenitude
O seu lar doce lar
Paz no 💓
Quando uma lágrima solitária e teimosa,
cisma em descer pelo meu rosto, ignoro-a,
porque já não tenho mais a ansiedade
da espera e nem o temor da ausência.
Neusa Marilda Mucci - Poetisa
Registrado na B.N. 2.012
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