Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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Compreender uma mulher é descobrir que ela pode ser o próprio porto seguro e a tempestade ao mesmo tempo. Ela não precisa que ninguém a salve do mundo, ela só precisa de alguém que tenha a coragem e a grandeza de caminhar ao lado de toda a imensidão que ela carrega no peito.

⁠A minha cabeça é uma fábrica. O meu corpo é uma máquina.

⁠A liberdade é uma estrela que brilha.

Emoção x Sentimento:

Emoção é uma reação imediata, enquanto que o sentimento é uma construção ⁠que envolve um alto grau de componente cognitivo.

⁠Todo dia é uma segunda chance de tentar de novo, de mudar e de melhorar.

⁠Você nasceu pra ser uma pessoa importante, não perfeita.

⁠Você precisa de uma crença absoluta em si e em seus objetivos.

⁠A cada experiência, uma nova versão de mim.

⁠A disciplina é como uma ponte que nos leva por meio da dor em direção às recompensas.

Kamorra não é apenas um nome — é uma identidade forjada no sentido da luta e da singularidade.


Do espanhol, vem Camorra, que significa resistência, enfrentamento e rebeldia contra o que corrompe. Representa a força de quem não se dobra, de quem encara o sistema, as mentiras e as fraquezas do mundo com coragem e firmeza.


Do hebraico, vem Kamocha, que significa “semelhante a ti”. Um termo que remete à ideia de espelho, de essência compartilhada — o reflexo entre o homem e o divino, entre o criador e sua criatura.


Da fusão desses dois mundos nasce Kamorra: o homem que resiste, mas que reconhece em Deus o reflexo de sua força.
Kamorra é resistência com propósito, rebeldia com fé, luta com sentido.


Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)
“Sou resistência, mas não sem direção."

Seu silêncio não é neutro, é uma posição política travestida de isenção.

Se alguém não exige prova nenhuma para engolir uma mentira sobre você, mas pede um dossiê inteiro para aceitar uma verdade sua, nunca esteve ao seu lado — só esperava um motivo para ficar contra você.

"A morte pode encerrar uma existência e o esquecimento pode encerrar um legado. Escrever é a forma mais humana de adiar o esquecimento."

PORMENORES


Eu fiz uma canção.
Ela exprime meus anseios.
Eu não tinha tal entendimento,
Mas a canção se fez rainha nos meus sonhos.
Qual a um erudito, fiz nos pormenores
As causas de sua construção.
E entoei um grito sufocado.
Eu já não tinha um porquê de entoá-la.
Mesmo assim, a fiz!
Desejei que o mundo ouvisse!
Mas, depois, compreendi...
Que só eu a entenderia!

A CANÇÃO QUE NÃO É MINHA


Existe uma canção em mim,
Uma canção que não é minha.
Ela vaga imortal no meu inconsciente
E arrasta sensações de tempestade e calmaria.
Nas poucas vezes que estou lúcido,
Sou arrebatado de forma cálida.


Eu, que não sou um entusiasta do meu pessimismo provocado por ela, devo esclarecer: entenda, meu pessimismo é meu bom vivant; não é tristeza, desesperança ou solidão, é apenas solitude.


Entenda: meu pessimismo foi construído com bases fortes na canção entoada na alma.
O pessimismo é meu, e ele se agarra a mim como se eu fosse a última fronteira entre a esperança e o desânimo.


A canção continua tocando, cadenciada e ressoando no caminho da alma, um caminho tortuoso e sem fim!

⁠​POESIAS


​Poesias são
Fontes da alma
Que jorram
Em uma linha tênue
Para a vida.

Confissões de uma Fé Inabalável


Eu rendo minha absoluta confiança ao que é comprovadamente falho.
Eu confio nas cartas metodicamente marcadas do jogo,
nos sorrisos límpidos dos políticos recém-eleitos
e nas mãos estendidas, já bem entendidas, a pedir meu ouro em todas as esquinas.
Eu confio na sorte grande e na alquimia silenciosa dos banqueiros em fazer dinheiro
a partir de juros que jamais poderei entender ou pagar.
Eu confio, sobretudo, nas mãos entendidas que, com uma, distribuem o sopão ao necessitado,
e com a outra, rapidamente recolhem o troco a mais dado pelo caixa distraído.
Eu confio no criminoso que mantém um código de honra limitado,
e naqueles arautos da fé que nos prometem o céu enquanto filipendiam a alma
para, em seguida, arremessá-la ao inferno como um brinquedo usado.
Eu acredito e ponho a mão no fogo nas pessoas maldizentes,
naquelas que não deixam escapar um só fio de maldade sutil
na hora da conversa trivial nos cafés.
Eu acredito fervorosamente na Justiça que, com um aceno,
solta o malfeitor que ceifou a vida de um trabalhador,
deixando a miséria da viuvez e a dor da orfandade como herança.
Eu confio na cortesia eloquente do loquaz,
que busca arrebanhar meu suor sagrado
em troca de um produto etéreo que só existe em sua promessa.
Eu acredito em um mundo onde as guerras que matam inocentes irão, de fato, resolver nossos problemas.
Eu acredito no Papai Noel, coelhinhos da Páscoa, em gnomos e fadas.
Eu acredito em um mundo melhor, onde a grama do vizinho é seca e a minha é verde.
Eu sempre acredito piamente em um mundo melhor.
Eu acredito num mundo onde os pais obedecem os filhos e são espancados por eles.
Acredito piamente que quando acordo todos os dias, todas as pessoas são menos inteligentes do que eu e devem, portanto, aceitar e acreditar no que eu acredito.
Eu acredito na beleza vertiginosa de tudo que me dá prazer imediato,
depois de ver meu suor e sangue sagrado
esvaírem-se em poucos minutos,
diluídos em uma noite de luxúrias vazias.
E finalmente, com a mais sombria convicção:
Eu acredito naquilo que me tira a paz, que está tirando,
porque mereço sofrer, ser insultado e suportar todo escárnio.
Com uma convicção quase religiosa,
eu confio em tudo o que me rouba a visão e a simples,
egoísta e cansativa tarefa de focar no meu próprio bem-estar.

Quando existe uma incógnita em nossas falas, talvez, seja porque não soubemos nos expressar bem.

A lua esboçava um sorriso e uma estrela fazia companhia numa noite de constelação de sonhos.
Não pude identificá-la na minha quase solidão... você não brilha mais em mim.

Um Homem sempre vai preferir uma nota de 100 meticais do que 100 moedas de 1 metical. Releia até entender.