Uma Menina Simplesmente Apaixonada
Arte vida escrita Emanuel Andrade
A minha jornada nas Artes e na escrita pauta-se por uma crença e uma filosofia de vida que me permite conectar e interagir com as pessoas com vários meios e num contexto em que cada ser é um canal, absorvo inspiração para fazer acontecer mais, além de me conectar com Deus por meio de ferramentas e rituais espirutais, também aprecio a natureza, o maior mandamento é amar a Deus de todo pensamento e mente e força e amar o proximo como a nós mesmos. Logo ai começo por ter que gostar de mim e ao zelar, cuidando de mim vou cuidar dos outros, ao encontrar estas vocações das artes percebi que são dons que Deus nos dá e que podemos desenvolver, neste caminho mesmo com as minhas imperfeições, acredito que é melhor fazer acontecer, do que não fazer nada, porque assim não posso aperfeicoar, nem desenvolver, nem inovar, nem ser criatiativo, nem expressar o que vai na minha imaginação, mesmo errando é com os erros que cresço, com as minhas fraquezas que posso fortalecer, se não passar pelos desafios da vida, com amabilidade e agilidade, porque a medida que estou a evoluir tudo se torna mais facil de superar, as barreiras são mais faceis de ultrupassar. Tudo é um caminho um trajecto que me fui aprimorando com as artes, e todo que me circunda é amadurecimento, as vezes o fardo é muito pesado, reparto com alguém alguém de confiança, além que tenho os meus alicercerces solidos e extrurados, estou conectado de várias ordens, para não me perder, procuro transmitir o meu amor a minha confiança e honestidade para um mundo mais justo, sou um para os outros também sinto-me num patamar ao serviço da humanibade do bem comum, mesmo com as minhas falhas, desejo fazer melhor
BEM HAJA A TODOS
COM CARINHO, ESTIMA E DE MUI REAL CONSIDERAÇÃO
Emanuel Andrade
#lisboa
#portugal
2024
Amo ao meu gesto
É como uma flor
De petalas e seda em setim
seu forte poder
Em amar
Demostra
Uma musica
De um anjo
Que me embala
e me faz sentir alegre
com um palpitar nas emoções
Desejo que se encontra
Entre as nossas razões
De viver e estar
Encontrei em si
A beleza de amar
"Material humano coberto de soberba
Pedaço vivo que se acha uma estrela
Mas na verdade ninguém liga pra você
Todos querem que você se dane ou te ver sofrer.
Branco, preto e amarelo são todos decadentes, iludidos, perversos como serpente"
As árvores são uma espécie em extinção nos centros urbanos quando existem, são subestimadas em seu valor e na sua contribuição ao bem estar das pessoas e do cotidiano social.
Não Há percalços que fragilizem uma amizade verdadeira, está quando testada se fortalece por não haver besteira!
Uma boa amizade se constitui em qualquer tempo, mas existe uma que só os que crescem junto e desfrutam do companheirismo desde pequenininho que sabe a mais pura essência da palavra AMIZADE.
Migalhas de amor era o que eu vivia uma fantasia, migalhas, migalhas todos os dias me dava a sujeira que vivia em mordomia sem pudor e provavelmente sem alegria!
O que se deve esperar de uma sociedade que prioriza a reabertura de shopping, mas esquece da educação?
Tem muitos que pensam que sabem fazer politica, mas não entende uma coisa politica e arte e são poucos os artistas capazes por maior que for o esforço você jamais sera artista se não tiver nascido para a arte!
não é pertinente se pensar só em si dentro de uma realidade onde tudo se conecta e tende a exercer influência sobre o próximo é de grande pequenez pensar em uma só perspectiva a do eu e esquecer a do todo não vivemos em casulos!
Só existe uma maneira de avançar nessa guerra pandemica, despolitizando a ciência e politizando a consciência!
A incerteza é uma constante na gestão pública e na vida. Muitas vezes, somos levados a acreditar que só podemos agir quando estivermos completamente preparados, mas a realidade demonstra o contrário: é no próprio processo que adquirimos a experiência e o conhecimento necessários para lidar com desafios. A frase "uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo" ilustra bem essa dinâmica e se alinha diretamente ao conceito de planejamento situacional, desenvolvido por Carlos Matus.
Matus, um dos principais teóricos da administração pública na América Latina, argumentava que o planejamento tradicional, rígido e baseado na previsibilidade, falha diante da complexidade e da constante mudança dos cenários sociais e políticos. Em contrapartida, seu modelo de planejamento situacional propõe uma abordagem flexível, na qual a tomada de decisões ocorre de forma contínua e ajustável, à medida que a realidade se transforma.
Este texto explora como essa perspectiva pode ser aplicada à gestão pública, destacando a importância da aprendizagem em movimento, da adaptação constante e da necessidade de gestores que compreendam que a prontidão não é um estado prévio à ação, mas sim um resultado dela.
Portanto a frase “uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo” reflete uma perspectiva que ressoa profundamente com o planejamento situacional proposto por Carlos Matus, em sua análise da gestão pública, particularmente no contexto da incerteza, da dinamicidade e da complexidade dos processos administrativos e sociais. Essa ideia pode ser entendida como um convite à flexibilidade e à adaptação contínua, elementos centrais no pensamento de Matus e na prática da gestão pública.
Planejamento Situacional de Carlos Matus
Carlos Matus, um dos principais teóricos latino-americanos em gestão pública, argumenta que o planejamento tradicional muitas vezes falha ao tentar ser rígido e previsível, em um ambiente social e político marcado pela incerteza e pela dinamicidade. Ele propõe, portanto, o planejamento situacional, que se caracteriza pela adaptabilidade e pela flexibilidade do planejamento, permitindo que ele seja moldado conforme as circunstâncias e o contexto que vão se desenrolando ao longo do tempo.
O planejamento situacional de Matus coloca em primeiro plano o aprendizado contínuo, a tomada de decisões descentralizada e o reconhecimento de que, enquanto a ação acontece, a realidade vai se alterando, e isso demanda ajustes constantes. A frase citada está intrinsecamente ligada a esse conceito, uma vez que sugere que a "prontidão" não é algo a ser alcançado antes de iniciar a ação, mas, ao contrário, é um processo contínuo de aprendizado e adaptação.
Análise Comparativa com o Planejamento Situacional
Incerteza e Flexibilidade
Planejamento Tradicional: Muitas vezes, o planejamento tradicional parte da ideia de que é possível e necessário prever e controlar todos os fatores possíveis antes de agir. Esse enfoque tende a ser rígido e, portanto, falha em lidar com a imprevisibilidade dos processos sociais e administrativos.
Planejamento Situacional: A frase pode ser vista como uma metáfora para o próprio planejamento situacional, onde a prontidão não é um pré-requisito para começar, mas sim algo que se conquista ao longo do processo, através da interação contínua com a realidade que está sendo gerida. O planejamento se ajusta e evolui com a dinâmica do ambiente, o que reflete uma visão mais aberta e adaptativa da gestão pública.
Descentralização e Processos Iterativos
Planejamento Tradicional: Muitas vezes é centralizado, com decisões tomadas de forma hierárquica e linear, sem espaço para reavaliações contínuas ou ajustes no caminho.
Planejamento Situacional: O conceito de que a pessoa se torna "pronta durante o processo" se alinha com a ideia de que os gestores públicos aprendem e se adaptam ao longo do tempo. Não é preciso esperar um momento de perfeição ou "prontidão", mas sim agir de forma iterativa, ajustando-se conforme novas informações e desafios se apresentam. Este processo de aprendizado constante é fundamental para o planejamento situacional.
Processo de Ação
Planejamento Tradicional: Ação é vista muitas vezes como algo que deve ser conduzido conforme uma estratégia previamente estabelecida, com pouca margem para improvisação ou mudanças durante a execução.
Planejamento Situacional: Em contraste, no planejamento situacional, a ação e o planejamento se misturam. O planejamento é simultâneo ao fazer, e as decisões não são rigidamente preestabelecidas. Em vez de uma visão linear, a realidade vai sendo adaptada à medida que a ação acontece. A frase exemplifica essa visão, pois sugere que a pessoa adquire o conhecimento necessário para estar "pronta" ao agir e aprender no caminho.
Gestão Pública
Planejamento Tradicional: Em muitas administrações públicas tradicionais, a ênfase é colocada em estabelecer metas e controle rigidamente definido, com um foco na previsibilidade e no cumprimento de prazos de forma rígida. A gestão pública tradicionalmente busca criar um sistema em que os gestores sejam “prontos” antes de começar, com planos bem definidos e objetivos específicos.
Planejamento Situacional em Gestão Pública: Matus, por outro lado, advoga que o processo de gestão pública deve ser mais flexível e dinâmico. A frase citada reflete a natureza interativa e evolutiva da gestão pública no modelo de Matus, onde os gestores não estão “prontos” antes de agir, mas se tornam prontos ao enfrentar os desafios e aprender com eles ao longo do processo. Isso se aplica diretamente à gestão pública em contextos onde as condições sociais, políticas e econômicas são imprevisíveis e em constante mudança. Matus argumenta que um bom gestor público deve estar sempre aberto ao aprendizado, ajustando suas estratégias conforme o processo avança.
Sistemas Adaptativos
Planejamento Tradicional: A visão tradicional tende a adotar uma abordagem rígida e fixa, com etapas de planejamento seguidas de execução de forma linear e sequencial.
Planejamento Situacional: Matus vê o processo de gestão pública como um sistema adaptativo, no qual as decisões se ajustam às situações emergentes. A frase se encaixa aqui, pois sugere que a pessoa se torna “pronta” enquanto faz, ou seja, o processo de gestão pública deve ser um processo de adaptação contínua, onde a compreensão das realidades administrativas vai se aprofundando à medida que o trabalho é realizado.
Conclusão
Em suma, a frase "uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo" serve como uma excelente metáfora para o planejamento situacional de Carlos Matus na gestão pública. A ideia de que a prontidão não é algo que se alcança antes de iniciar, mas sim um produto do próprio processo, é uma chamada para a adaptação contínua e o aprendizado constante no contexto da administração pública. Em vez de buscar um planejamento rígido e inflexível, o planejamento situacional defende que a gestão pública deve ser conduzida de forma dinâmica, com ajustes constantes, à medida que o contexto e os desafios se desenrolam.
Esse modelo contrasta com o planejamento tradicional, que muitas vezes busca um estado de “prontidão” ou controle absoluto antes de qualquer ação, algo que, no contexto da complexidade e da incerteza da gestão pública, pode ser irrealista e contraproducente. A gestão pública, portanto, deve ser vista não como um processo de aplicação de um plano pré-existente, mas como uma experiência contínua de aprendizado e adaptação às necessidades e desafios emergentes.
Minha homenagem para um pequeno Serumaninho(Lemmy)
Você apareceu em uma foto entre os filhotes, e de imediato decisão tomada, adotar você !!!
Era diferente de todos uma bolinha preta entra suas manchas quase pintadas em seu corpinho, você sempre foi diferente em tudo.
Chegou com medo e aos poucos foi se adaptando a nova vida.
Lemmy é o teu nome, amoroso, dorminhoco e parecia que dançava quando chegava alguém para ver ele.
Sempre calmo, e decidia onde iria dormir.
Se passaram 14 anos, e você jamais mudou seus hábitos, teu olhar amoroso.
Tenho certeza que a tua evolução espiritual ajudou a mim também.
De Sua Tutora :
Dri Rezende
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