Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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A preguiça mental de leitura não é simplesmente falta de vontade; muitas vezes é um sintoma do nosso tempo. Vivemos na era da velocidade, dos estímulos constantes, das informações fragmentadas. A mente acostuma-se ao imediato, ao superficial, ao que exige pouco esforço e oferece recompensa rápida. Ler profundamente, porém, exige silêncio interior, disciplina e entrega e isso, para muitos, tornou-se um desafio.

A leitura é um ato de humildade. Quando lemos, reconhecemos que não sabemos tudo. Abrimo-nos para o pensamento do outro, permitimos que novas ideias nos desinstalem. A preguiça mental, por sua vez, nasce do conforto. É mais fácil permanecer nas próprias opiniões do que confrontá-las. É mais simples repetir frases prontas do que refletir criticamente.

Mas o aprimoramento pessoal nunca foi fruto da acomodação. Desde a antiguidade, filósofos como Santo Agostinho ensinavam que o crescimento interior exige esforço consciente. Ele buscava nas leituras e na meditação não apenas conhecimento, mas transformação da alma. Ler, nesse sentido, não é acumular informações é permitir que o pensamento se torne mais profundo, mais lúcido, mais consciente.

A dificuldade de aprimoramento surge quando queremos resultados sem processo. Queremos sabedoria sem estudo, clareza sem reflexão, expansão sem disciplina. Porém, a mente é como um músculo: se não for exercitada, atrofia-se; se for desafiada com constância, fortalece-se.

A preguiça mental também pode esconder medo. Medo de descobrir que precisamos mudar. Medo de abandonar crenças antigas. Medo de crescer. Porque crescer implica responsabilidade.

O aprimoramento começa com pequenos gestos:
* Ler algumas páginas por dia.
* Refletir sobre o que foi lido.
* Anotar ideias.
* Questionar-se.
Não é a quantidade que transforma, mas a constância.

A leitura disciplinada expande horizontes, melhora a linguagem, organiza o pensamento e fortalece o discernimento. Ela nos tira do automático e nos coloca no campo da consciência. E consciência é liberdade.

Superar a preguiça mental não é lutar contra si mesmo, mas compreender-se. Perguntar: por que resisto? O que evito? O que temo descobrir? Quando a leitura deixa de ser obrigação e passa a ser ferramenta de autoconhecimento, ela se torna prazerosa.

⁠Hoje eu estou muito feliz⁠, simplesmente pelo fato de ter acordado e ainda estar aqui neste plano.
A felicidade ,está na simplicidade de ter gratidão por tudo que a natureza pode me oferecer, pra dar ânimo pra correr atrás do que sonho em ter.

Queria dizer algo que nunca tivesse sido dito, mas às vezes as palavras simplesmente não obedecem.

Nem tudo precisa ser explicado. Algumas coisas simplesmente são.

O sol não luta contra a escuridão. Ele simplesmente ilumina.

Não quero simplesmente, estar na sua vida.
Quero fazer parte da sua vida.
Poder te ajudar sempre.
Te apoiar em todos os momentos.
Quero olhar nos seus olhos e dizer o quanto eu te amo.

É a cor do pecado em sua forma mais bela... única e perfeita... simplesmente maravilhosa!

Tempo...
Precioso tempo...
Que pra muitos escorrem pelos dedos e pra outros simplesmente deixam passar.
Se pudesse voltar no tempo mudaria um único fato:
Teria amado mais!

Às vezes o fim de um amor não faz barulho.
Ele simplesmente aprende a viver em silêncio.

“Você consegue viver de forma simples... simplesmente diminuindo o tamanho das coisas”

"Simplesmente
deixe a sua essência
brilhar ainda mais
forte.”

Arrisque-se. Busque. Lute por aquilo em que acredita. Não espere que as coisas simplesmente caiam do céu. Percorra passo a passo o caminho da realização. A vida pertence a quem se atreve!

A morte é simplesmente o fim.
Ela não transforma, não conduz, não prepara.
É o encerramento total do ciclo,
o ponto em que nada mais se prolonga.
Não há caminhos ocultos,
nem sentidos posteriores a serem buscados.
A morte existe para fechar,
para afirmar que tudo o que tinha tempo
chegou ao seu término.
Reconhecer isso não é negar a vida,
é aceitar que todo ciclo
se encerra exatamente onde termina.

⁠As vezes imagino se estou cá realmente, ou lá, ou ali, ou simplesmente de cama, dormindo, ou até em coma, fantasiando todo meu itinerário.

Já "conheci" muita gente!
Algumas, já nem me lembro mais, pois simplesmente passaram em minha vida e não deixaram nada de si...
Outras, já partiram deste mundo,deixaram marcas, lembranças e muitas saudades.
Convivo em meio a tantas, mas sou sincera em dizer que não as conheço... Muito difícil conhecer realmente alguém, quando na verdade, muitas vezes, desconhecemos a nós mesmos. Bom, esse é meu ponto de vista sobre as pessoas- inclusive eu que por vezes já me contrariei, me surpreendi e tive que engolir meus próprios mi mi mi...
E nessa mistura louca de essências humanas, a gente tenta se superar sem sufocar os gritos da alma, suportando as dores, engolindo lágrimas e atropelando alguns sentimentos e convivendo com as decepções. A cada dia que começa ou termina, me sinto vitoriosa por sobreviver às muitas atribulações do cotidiano e permanecer de pé pronta pra um novo combate, uma nova batalha e para dar continuidade à vida sempre agradecendo a Deus, o grande autor de toda criação, Àquele que nunca falha, nunca nos falta, nunca nos abandona.
Gratidão por tudo! Fé e confiança!
A vida segue e eu estou pronta!!

Às vezes a traição mais comum não vem de quem fala.
Vem de quem simplesmente decide sair do caminho.

"Não quero liberdade, quero simplesmente viver à minha maneira, sem cobranças, sem ter que ser como os outros querem que eu seja."

-Aline Lopes

Já pensou nela(e) hoje? Às vezes dói não? Sem nenhuma razão aparente, simplesmente dói, e você, assim como eu, obviamente, não sabemos como escapar dessa dor, chega a ser engraçado não é? Sabe, diante muito tempo, eu achava que iria conseguir, perante mim, acabar com toda a dor que me surgia.. Aos poucos fui percebendo, que... A dor, minimamente consegue, consegue nos remodelar, nos recriar...Eeeee, bem..
Eu sou eternamente grato à ela por isso...

Quando eu atravessei o meu deserto, vi muita gente que dizia estar perto simplesmente desaparecer.
Os de longe, poucos, ainda perguntavam o que tinha acontecido, mas era apenas pra alimentar a discórdia e fofoca , afinal, corações rancorosos.


Ali eu entendi, quem me sustentou não foi plateia, foi Deus. Ele foi minha fonte quando tudo parecia seco. A Palavra que diz “ser forte e corajoso” não ficou só na Bíblia, virou prática diária dentro de mim.


As poucas mãos que ficaram não eram muitas, mas eram verdadeiras. E com elas fiz conexões, levantei a cabeça e continuei caminhando. No meio da luta, tive que matar o menino ingênuo que ainda tentava sobreviver na minha alma. Não foi perder a essência, foi amadurecer.


Antes, o meu coração era aberto demais. Hoje ele é firme.
Não aprendi a destratar ninguém, mas aprendi a selecionar.
Não mudei minha verdade, só parei de jogar sozinho enquanto os outros jogavam diferente.


Sobrevivi.
E, no fim, foi um único braço que me sustentou de verdade.


Obrigado, Deus, por nunca soltar minha mão.
Graças ao perdão que me limpa.
Graças à energia que me mantém de pé.

Simplesmente aceitar o que não podemos mudar, essa é a chave para o bem viver.