Uma Menina com Medo
Plagiamos o amor que sentimos
Plagiamos o medo que temos
Plagiamos toda a dor que existe em nós
Plagiamos a solidão na noite escura e sombria
Plagiamos a nossa pele na areia quente da praia
Plagiamos o corpo em cirurgias perversas
Plagiamos o sangue que corre nas nossas veias
Plagiamos o cabelo dando-lhe outra cor
Plagiamos a nossa vida com medo dos outros
Plagiamos o trabalho que muitas vezes odiamos
Plagiamos por maldade ou por uma simples vontade
Plagiamos por tudo e por nada, por nada e por tudo!!
"Os que têm medo sonham. Porque tenho medo da cidade grande onde me perco eu sonho com cidade grande que posso amar. É uma utopia. Não existe. Mas não tem importância. Valéry perguntou: “Que seria de nós sem o socorro das coisas que não existem?” O que não existe socorre. Oscar Wilde, que sabia do socorro das coisas que não existem, escreveu: “Um mapa do mundo que não inclua o país da Utopia não merece nem mesmo um olhar, pois ignora o único país ao qual a Humanidade constantemente chega. E quando a Humanidade lá atraca, fica alerta, e levanta novamente as âncoras ao vislumbrar terra melhor…”."
Paradoxo do amor
As vezes sinto medo de jamais me apaixonar novamente,
Tenho medo de você ser o único e grande amor da minha vida,
Sei que parece ingenuo da minha parte ter esse tipo de medo,
Talvez seja insegurança, não sei ao certo,
Não queria ser essa romântica que acredita em amor para toda a vida,
Mas só acho que deveríamos ter um amor verdadeiro que deveria durar pelo menos até o fim das nossas vidas.
No entanto eu sei que esse amor é impossível, por isso o meu medo.
Imagina ficar para sempre apaixonada por uma pessoa,
que nunca ficara comigo?
Isso é assombroso,
Só quero um amor verdadeiro sabe?
Não quero um amor perfeito, até por que eu sei que não existe.
Só quero alguém para chamar de meu amor,
Para quando eu estiver mau,
me olhar nos olhos e me abraçar bem forte e dizer:
_Vai ficar tudo bem, eu estou aqui com você!
E quando eu estiver feliz, esteja ao meu lado sorrindo comigo.
Não quero amores impossíveis,
Não quero passar a vida toda vivendo de sonhos e de ilusões.
Quero um amor de verdade,
que eu possa abraçar não apenas em sonhos!
Só quero um amor verdadeiro...
O medo me fez muitas vezes vacilar, pensar e desistir...
Mas a coragem me fez refletir, raciocinar e lutar.
Nem sempre desistir é sinônimo de medo ou fraqueza, as vezes desistir é o melhor caminho a escolher, principalmente quando as consequências afetam as pessoas que você ama.
Não tenho medo das palavras, elas são obedientes e manipuláveis. Tenho medo é de meu olhar porque ele pode estragar tudo, revelando inclusive aquilo que não quero revelar...
Não é ciumes. Não é frieza. Não é orgulho. É medo de se apegar. É medo de se machucar. É medo de se decepcionar.
Não tenha medo de se envolver, de gostar, de sentir, se apaixonar... deixe seu coração bater, deixe seu corpo suar e tremer... sinta a intensidade da vida.
Ela: Para que esse ciúmes todo?
Ele: Não é ciumes, é só medo de te perder.
Ela: Você não vai me perder, não confia em
mim?
Ele: Em você eu confio, não confio é neles
O HOJE E O AMANHÃ.
As vezes nao desejamos dormir, com medo de que o amanhã não seja tão lindo como foi hoje. Mas devemos ter sempre a esperança de que o será
.autor: Marcio Souza.
Ela:Que apanhar?
Eu: Não tenho medo de você baixinha
Ela: A e? ta ferrado quando tu tiver deitado tu vai ver só.
Ele: So tenho medo de uma coisa
Ela: Que coisa?
Ele: De ficar sem você
Em lugar do medo, viva o amor; eles são polos opostos. As pessoas geralmente acham que o amor e o ódio são opostos; isso é errado, eles não são. O amor e o ódio são a mesma energia. O amor pode se tornar ódio, o ódio pode se tornar amor; eles são conversíveis. Então eles não são opostos, são complementares.
Na realidade nós amamos e nós odiamos a mesma pessoa: o amor e ódio estão sempre juntos. A oposição real é entre o amor e o medo. Eles nunca estão juntos; se você se tornar muito apegado ao medo, o amor desaparece. O medo não pode ser convertido em amor; eles não são conversíveis.
Somente o amor torna alguém rico. O medo aleija, paralisa, e quanto mais paralisado, mais medroso você se torna; então é um círculo vicioso. O amor lhe da asas, ajuda-o a relaxar na vida, lhe dá coragem para experimentar a vida de maneiras diferentes. Permite-lhe todo o espectro da vida, é multidimensional. É o arco-íris inteiro, todas as cores da vida. Então a primeira coisa: abandone o medo e beba mais e mais amor, substitua o medo por amor.
E a segunda coisa: pense no céu, na vastidão; pense na liberdade, no infinito. Não pense em coisas pequenas, triviais. O medo sempre pensa em coisas pequenas; o amor nunca pensa em coisas pequenas. O amor está pronto para sacrificar tudo; o amor pensa somente no vasto. É uma águia no vento, a procura do desconhecido.
Imagine uma nova história para você e recomece.
Não tenha medo é sempre cedo para tentar outra vez,
recomece.
Não desista, nunca, nunca,
porque se você desistir você despenca..
A casa cai, o seu mundo cai de vez...
Você morri!
..
As vezes voce preciza se arriscar mais, tentar denovo..
Seu medo e seu comodismo té tornam covarde perrante a vida..
Nao fique ahi sentado, apenas olhando, levanta e faz a historia mudar!
Voce é capaz!
Se der errado, re-começe! Até mesmo em suas dores, erros, e tropeços ah um ensinamento.. Basta voce vér! Tudo copera para seu bem. Levanta, e diga: EU SOU CAPAZ!
Vá ao velório sem medo.
As cerimônias funéreas fazem parte dos eventos sociais que nos obrigam, mais ou menos, a frequentá-las cotidianamente, ainda que contra a vontade. Não obstante que involuntário, mesmo no próprio velório, podemos causar constrangimento.
Neste compendio distribuirei conselhos guardados ao longo de vasta experiência pessoal. Espero que sirva aos vivos. Posto que, os velórios, são para os vivos mesmo.
Perguntas e respostas para quem não quer pagar mico em velório.
- Esses conselhos só servem para velório de estranho?
- É claro. Se for um parente muito próximo, você não terá tempo de ler nada disso.
-“Descansou”! É uma resposta que serve em todos os casos?
- Não. Só para defuntos maiores de 50 e que estejam sofrendo de doença crônica há muito tempo (nunca use em caso de acidentes).
- Se eu for ao velório, sou obrigado a me aproximar do defunto?
- É. Afinal você foi lá para isso. Mas não é obrigado a ir ao velório.
- Quando alguém entra em crise de choro ao nosso lado, fazemos o quê?
- Qualquer coisa, menos entrar, também, em crise de choro.
- E se a pessoa desmaiar?
- Se afaste um passo (mais ou menos um metro) da pessoa, olhe para ela e conte (em silêncio) até três. Se ninguém vier socorrê-la ofereça-se para ajuda-la.
- Quanto tempo devemos ficar próximo ao caixão?
- Até que a pessoa (a viva é claro – parente, colega de trabalho, vizinho, etc.) que te levou a ir ao velório te veja.
- E se eu quiser ficar mais?
- Problema seu.
- Quando estou próximo ao caixão e alguém que não conheço chega e pergunta (sobre o defunto): “Está inchado, não está?”
- Faça cara de estátua e responda baixinho, no ouvido da pessoa: “Você achou?” e já saia de perto.
- Quando damos crise de rir em velório, o que fazemos?
- Se já é um hábito, não vá. Mas, se vier de repente, pode fingir que está quase espirrando, e sair logo, sem empurrar as pessoas. Não pare até estar fora do velório. Não volte.
No próximo post trarei outros conselhos (são páginas e páginas). Espero estar prestando algum serviço.
Ozimpio
