Uma grande Amizade Nao tem Dinheiro que Pague

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Por mais soberbas que sejam as distinções de que se gabam os homens, eles têm todos a mesma origem, e essa origem é humilde.

Quanto mais brilhante você é, tão mais você tem a aprender.

o gato que dorme
tem sonhos de passarinho
na sombra do muro

O sucesso tem feito o fracasso de muitos homens.

Os poetas têm de ser pessoas médias, nem deuses, nem vendedores de livros.

Quem está ausente, teme e tem todos os males.

O melhor aço tem que passar pelo fogo mais quente.

Richard Nixon

Nota: Trecho de um discurso feito durante um jantar em 9 de maio de 1973.

Os ausentes nunca têm razão.

O homem que sabe compreender tem tudo.

As pessoas que nunca têm tempo para nada são as que menos conseguem fazer.

A consciência é a faculdade que o homem tem de contemplar quanto se passa no seu íntimo, assistir à própria existência, ser, por assim dizer, espectador de si próprio.

Todo o caráter coerente consigo mesmo tem sempre razão; perder a razão é a única contradição.

Quando se está a morrer, tem-se muito mais que fazer do que pensar na morte.

A imaginação e o recolhimento são duas doenças de que ninguém tem piedade.

Nunca confie no homem que tem motivos para suspeitar de que você sabe que ele lhe fez mal.

A loucura dos que têm êxito é a de se julgarem hábeis.

O longo caminho do material através da função até ao trabalho criativo tem apenas um objetivo - criar ordem a partir da confusão desesperada do nosso tempo. Temos de ter ordem, colocando cada coisa no seu devido lugar e dando o devido a cada coisa de acordo com a sua natureza.

Os homens inventaram o destino para lhe atribuir as desordens do universo, que têm por dever governar.

O instante só tem um lugar estreito entre a esperança e o desgosto, e esse é o lugar da vida.

Junto à água

Os homens temem as longas viagens,
os ladrões da estrada, as hospedarias,
e temem morrer em frios leitos
e ter sepultura em terra estranha.
Por isso os seus passos os levam
de regresso a casa, às veredas da infância,
ao velho portão em ruínas, à poeira
das primeiras, das únicas lágrimas.

Quantas vezes em
desolados quartos de hotel
esperei em vão que me batesses à porta,
voz de infância, que o teu silêncio me chamasse!

E perdi-vos para sempre entre prédios altos,
sonhos de beleza, e em ruas intermináveis,
e no meio das multidões dos aeroportos.
Agora só quero dormir um sono sem olhos

e sem escuridão, sob um telhado por fim.
À minha volta estilhaça-se
o meu rosto em infinitos espelhos
e desmoronam-se os meus retratos nas molduras.

Só quero um sítio onde pousar a cabeça.
Anoitece em todas as cidades do mundo,
acenderam-se as luzes de corredores sonâmbulos
onde o meu coração, falando, vagueia.