Uma Cidade Chamada Felicidade
"Percorrer caminhos sejam eles mansos ou tortuosos é sempre uma maneira de você chegar no objetivo, foco e fé sempre"
O ser humano não precisa de nada para ser feliz, até o ar que respiramos já é uma dádiva divina para a felicidade
Fabio Alexandre da Silva
Estudante.
Ela veio me visitar hoje! A solidão veio me visitar mais uma vez, ela me abraçou, seu abraço era tão forte e envolvente, acho que agora ela realmente conseguiu me dominar!
Curiosa, minha filha Júlia de três anos, perguntou-me com ares de segredo: "Pai; o que é uma surra?". Gaguejei. Baixei a voz e quis saber onde ouvira a palavra. Ouvira de um coleguinha na escola em que a mãe trabalha, que dissera ter levado uma. Pelo tom da voz, a Júlia sabia que não era boa coisa, e certamente o coleguinha surrado não fez boa expressão, ao dar a notícia.
Não tive coragem de dizer. Talvez devesse, não sei o que diriam os "educocratas", mas não tive. Convergi nossa conversa para coisas mais produtivas. É claro que ela saberá logo o que é uma surra, não graças a mim, mas acho que posso adiar um pouco. E na verdade, fico feliz por ter uma filha que vive num mundo (o de nossa casa) que ainda não registrou a palavra em seu glossário.
Era uma vez uma vez, que seria a dos pobres. Dos ditos excluídos e desamparados. Porque era uma vez uma voz, a da "bola da vez", que nasceu no seio da falta de vez e voz e rompeu a muralha dos donos do silêncio popular. Era uma era, a de quem não via a hora de ver a pátria mudar. Não para outra pátria, mas de postura e realidade. Uma era de quem por ora sonhava aplacar a ira da fome de justiça, igualdade e pão. Cidadania.
Mas era mais uma dessas horas que a ilusão não faz. A voz da veia de quem renegou a vez e se rendeu a vós sabeis bem o quê. Voz com que os nossos avós e ainda os mais antigos sonhavam. E assim fizeram, de todos nós, herdeiros tontos da crença no ser humano que alcança o poder. E era uma vez o sonho desse "venha a nós" de vez em quando. Continuamos no "seja feita a vossa vontade" sem nenhum retorno em nossas esperanças.
A voz, que no fim das contas não foi da nossa vez, calou-se no turbilhão das vantagens pessoais. Das chantagens partidárias. Dos deslumbramentos e da preguiça... Preguiça essa, de sacrificar-se tantas vezes quanto necessário, em razão de tantas vozes que mais uma vez se calam...
Se você tem problemas de relacionamento com todos ao seu redor, das duas uma: Todos reprovam sua maneira de ser ou você reprova a maneira de ser de todos. Pense nesse detalhe, disposto a reconhecer que o problema não está em quase todo o mundo. A harmonia será muito mais facilmente estabelecida, se a única peça que distoa do todo resolver mudar de postura, uma vez que tal peça tem vontade própria... Ou você acha, em sã consciência, que todos os outros devem mudar em razão de sua preciosa personalidade?
É preciso que se crie uma lei, realmente firme, que obrigue aos criadores de leis o cumprimento das leis fundamentais para o cidadão... não daquelas que são criadas em benefício dos próprios criadores.
Está bem, Rede Globo... A roubalheira da Igreja Universal, ou do Bispo Macedo, é de fato uma vergonha... Mas vamos combinar que a vergonha do senado não se tornou menor, como não justifica desviar todo o foco. Continuem denunciando, pelo menos até a copa do mundo.
ALGO ALÉM DA VISÃO
Este bloco de gelo acoberta uma chama;
meu olhar de Saara tem um lago oculto;
algo bom me reside, apesar da má fama,
sou alguém nas entranhas da faixa e do vulto...
Levo muitos pecados, mas mereço indulto;
tenho vida real escondida na trama
do boato e do vero; da ira e do culto;
acharás a minh´alma, revirando a lama...
Quem me quer venha fundo, mergulhe sem cisma;
queira mesmo a verdade, menospreze o prisma,
pra julgar meu melado considere a cana...
Tudo tem fundamento, sentido e razão;
cada cena e cenário algo além da visão;
minha capa de andróide uma máquina humana...
"Investir numa nova relação" é uma máxima bem adequada para o início de uma nova tentativa amorosa, em um mundo cada vez mais capitalista. De uma forma genérica, a mulher investe seus dotes visando antes a estabilidade financeira, depois a felicidade afetiva, e o homem investe seus recursos econômicos e sociais no amor da mulher, sabendo que sem isto será quase impossível. Por causa desse investimento, em tempos de crise as relações amorosas estão indo à falência e pedindo concordata com muita facilidade.
Às mulheres, a garantia de que reconhecemos os esforços e o talento com que um número delas, cada vez mais maior, busca essa estabilidade com esforço próprio. Vai em busca da independência numa espécie de informalidade, à margem das relações produtivas materialmente. Também sabemos que é crescente o número de homens que "investem", à moda femnina, em relações com essas mulheres. E pasmem, são menores as estatísticas de falências. Isso revela uma superioridade notória da capacidade afetiva da mulher.
A preguiça é uma praga. Ela devora o que há de melhor na sociedade: A vergonha de ser miserável, parasita ou bandido.
Há uma terrível forma de preconceito, expressa no argumento imbecil de não "fazer média" com negros apenas para provar que não é preconceituoso. Neste caso, a prova do preconceito está justamente na "média", por não ser média quando não é com negros...
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