Uma Cidade Chamada Felicidade

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Preciso de uma xícara de café bem quentinho e uma boa conversa com Deus para terminar minha noite mais feliz!

Sempre que uma voz interior clamar por novas e boas perspectivas de vida, siga, pois é a sua esperança guiada pela fé.

Aquele que uma vez lhe fez uma gentileza estará mais disposto a fazer-lhe outra do que aquele que foi obrigado a fazer alguma

A infância é uma fase tão maravilhosa que deveria ser dada aos adultos.

Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo, há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo.

Deixamos pra depois uma conversa amiga
que fosse para o bem, que fosse uma saída
Deixamos pra depois a troca de carinho
Deixamos que a rotina fosse nosso caminho
Deixamos pra depois a busca de abrigo
Deixamos de nos ver fazendo algum sentido

Amanhã ou depois, tanto faz se depois
for nunca mais...nunca mais

Deixamos de sentir o que a gente sentia
que trazia cor ao nosso dia a dia
Deixamos de dizer o que a gente dizia
Deixamos de levar em conta a alegria
Deixamos escapar por entre nossos dedos
A chance de manter unidas as nossas vidas

Amanhã ou depois, tanto faz se depois
for nunca mais...nunca mais

Amar e Ser Amado

A vida é uma constante seqüência de escolhas, algumas quase sem importância no rumo do futuro. E outras que irão mudar a vida pra sempre.
Impossível saber qual é a escolha certa 100% das vezes, mas é possível saber qual escolha não queremos para nós.

Afinal até que ponto vale a pena lutar por aquilo que se quer. Não sob o ponto de vista da perseverança. E sim do tempo perdido, desperdiçado em um batalha da qual o objetivo é utópico.

Isso é muito perceptível no amor. Todo mundo “sabe” que quando se ama de verdade, tudo deve ser feito em nome deste. Uma vez que tudo vale a pena por um grande e verdadeiro amor.

Diz-se que o amor não é um sentimento em que se troca, e sim de se doar. Dar sem pensar em receber, pelo simples fato de ver a outra pessoa feliz. E isso acontece.
Porém esqueceu-se de mencionar que o ser humano nasce e morre sozinho. É um ser por natureza egoísta. E como tal, necessita de um retorno, um reconhecendo do seu sentimento.

E isso muitas vezes é impossível, e aí vem uma questão.
O verdadeiro amor é real quando acontece sozinho, incompleto?
Onde existe a relação, do ser que ama de verdade e do ser que é verdadeiramente amado. Ao invés de o ser que ama e é amado verdadeiramente.

O que então deve ser feito, amar incondicionalmente, mesmo sem a certeza de que, presente ou futuramente, esse sentimento não possua retorno. Ou lutar para expurgar um sentimento que é oferecido a quem não o valoriza.

Não se vem a esse mundo para amar, vem-se para ser feliz. E a forma mais simples e perfeita para isso é amando e sendo amado. Uma relação completa e não algo fracionado ou ínfimo escondido muitas vezes por frases clichês de...As pessoas nunca amam da mesma maneira e intensidade.
Baboseira.

Aspectos de personalidade perfeita, e outras dezenas de adjetivos é algo fundamental.
Mas sentir-se amado pela pessoa que se dedica este forte sentimento é essencial.

Ninguém quer ser meio feliz, meio apaixonado, meio amante, meio especial. O ser humano que por completo, viver a intensidade desse sentimento importante, especial e único.
Sentir a pessoa se doar, preocupar-se, lutar seja pouco de vez em quando ou muito diariamente. Isso tudo para sentir a sensação de ser amado. Uma certeza singular de que alguém perde o sono por você, e que sua presença é algo tão especial que faz com que muitas vezes respirações sejam perdidas.

Enfim, após saber-se tudo isso. Vem o mais difícil de tudo. Tomar a atitude de tirar da sua vida uma das pessoas mais especiais para você. E resistir ao terremoto de saudade que irá bagunçar os pensamentos. E não perder a consciência que o mais importante para você é ser feliz..

Ignore as ofensas, ouça a chaleira chiando;
melhor do que esquentar a cabeça é esquentar uma água,
tomar um chimarrão e pensar...

Arrependimento é uma coisa engraçada.

Faz o melhor que pode para evitá-lo.

mas às vezes, são as coisas mais difíceis que nos ensinam mais

Que nos faz imaginar

se tivéssemos uma chance, quantos de nós fariam as coisas de um jeito diferente?

Para alguns, o arrependimento é algo que nos ajuda a deixar nossos medos para trás e seguir para o futuro.

Para outros, é algo que os permite voltar ao passado.

Na melhor das hipóteses, arrependimento pode ser a causa de um recomeço.

Onde qualquer coisa, e tudo, ainda é possível.

Season 02 Episode 10 Sonata in Three Parts.

Sou uma garotinha que sonha,
uma menina que desenha,
uma moça que beija,
uma mulher que provoca.

Podem me chamar de DIFERENTE, mas sou apenas uma pessoinha querendo viver em um mundo onde pessoas NORMAIS constroem Bombas!!

Um amigo se faz amigo apenas em alguns instantes ou por uma vida inteira. Demonstra-te carinho e desejo, um desejo preocupado com a felicidade, um carinho identificado pelo modo de olhar, pelo jeito de estender a mão.

Amigos são aqueles que preenchem as horas mais oportunas de maneira única e insubstituível, são aqueles que amparam e protegem quando necessário, tomas as dores e oprimem se preciso, são aqueles que lhe chamam para rir ou para dividir um choro. Amigos são aqueles que dizem “não tenha medo”, aqueles que apertam forte sua mão e dizem “coragem”. Amigos são aqueles que têm ouvidos para guardar um elogio e apenas um buraco para passar as ofensas. Amigos não precisam de orgulho, nem pudor, trazem consigo apenas amor. Amigos sabem dizer “eu te amo”, amigos sabem dizer “eu sinto sua falta”, amigos sabem dizer “eu te perdôo”.

O amor, embora seja um verbo, antes de uma emoção, é uma daquelas áreas nas quais todos nós gostaríamos de controlar os dois lados da equação, mas só podemos controlar o nosso lado. E torcer!!!

Quando você tem uma meta, o que era um obstáculo passa a ser uma etapa de um dos planos.

É suposto você estar triste no outono. Uma parte de você morreu a cada ano quando as folhas caíram das árvores e seus galhos estavam nus contra o vento e a luz fria invernosa. Mas você sabia que haveria sempre a primavera, como você sabia que o rio fluiria novamente depois de ele ser congelado. Quando as chuvas frias continuaram e mataram a primavera, era como se uma pessoa jovem tivesse morrido sem razão alguma.

Quero te fazer uma proposta, mas tenho receio da sua resposta.
Ofereço-te meu amor, carinho, afeição.
Em troca quero o seu coração.

AS RAÍZES DA CORRUPÇÃO NO BRASIL

O brasileiro corrupto, na sua maioria o é por uma questão de cultura. Todo povo carrega em sua cultura peculiaridades que lhes são marcantes. Infelizmente nosso país carrega em seus ensinamentos naturais de berço a marca da corrupção e da marginalidade.

Nosso povo é formado de brancos, negros e índios.

Os brancos em sua maioria foram na época da colonização os enviados de Portugal para povoar a terra diante do receio de perderem o domínio e não ser possível explorar suas riquezas. Assim foi enviada para o Brasil a escória de Portugal, representada por bandidos, prisioneiros condenados, ladrões, assassinos, prostitutas e toda espécie de gente renegada pela sociedade portuguesa.

Os negros, por terem sido subjugados na escravidão e tratados como sub-raça humana aprenderam a se defender com muita garra, porém não havia exemplos de dignidade que pudessem seguir a não ser os de suas tribos de origem que ficaram na memória dos primeiros que aqui chegaram. Assim tornaram-se naturalmente corruptos como os brancos.

Os índios, os mais indefesos, sempre minoria, acabaram por perder a sua identidade. Uma pequena porção deles ainda hoje luta para manter sua cultura de origem. Porém, a maior parte desfaleceu, desanimou, baixou as machadinhas e se corrompeu.

Na mistura dessas três raças, que é o principal cruzamento genético brasileiro, não houve escapatória.

O povo brasileiro aprendeu a se aproveitar maliciosamente de tudo nesta vida.

O Brasil tem apenas 500 anos... dessa mistura de raças a que mais tarde acresceu-se outras culturas, advindas de imigrações européias e orientais, resultou um povo alegre, fascinante, de uma beleza que lhe é peculiar e esplendorosa. Porém facilmente assediável pelo vício da corrupção, desonestidade e alienação. O povo brasileiro não se importa com muita coisa. Não se permite ter memória para se defender do mal e se deixa levar facilmente por falsas promessas. É o povo que mais cai no conto do vigário. Porque é de boa-fé e não rancoroso.

Defeitos e virtudes à parte, penso que o nosso povo que aí está adulto, dificilmente mudará o seu jeito. Se há uma saída esta e encontra a partir da educação de nossas crianças. Os pais, e os mestres, o governo e as ONGs, todos num esforço de propósito precisamos investir nas crianças brasileiras, para ensiná-las e nos esforçar para não sermos maus exemplos a serem seguidos. Não se muda a cultura de um povo se não mexer na educação. Tarefa dura e de difícil adesão diante do quadro que se apresenta na geração atual. A saída conhecemos, mas como torná-la uma realidade?

Vi uma borboleta de cor viva
Em direção a um jardim de flores com cores vivas
Era bem livre e brincava de voar
No jardim perfumado repousava e se protegia em meio as cores
Que de tão vivas brilhavam como luz
E luz é a sua virtude
Me seguia como se me protegesse com sua leveza e sabedoria
Eu vi suas assas sobre a minha alma
Eu vi um novo caminho de desenhar feito com suas cores vivas.

Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim!

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

O que torna uma pessoa especial é sua capacidade de viver intensamente por uma causa. São raras nos dias de hoje. Vive-se muito pela metade. Pessoas que se empenham na realização de seus sonhos não se conformam com a uniformidade. Assumem o preço de serem diferentes e, geralmente, nadam contra a corrente. Isso requer coragem. Coragem de ser, não simplesmente de fazer. Ser é mais difícil do que fazer, afinal, é no ser que o fazer encontra o seu sustento. Faço a partir do que sou. Não o contrário.

Tenho encontrado muita gente perdida no muito fazer. Gente que perdeu totalmente o referencial existencial de suas vidas. Gente que se empenhou e investiu na vida só para um dia poder fazer alguma coisa. Estudou, lutou, aprofundou, com o desejo de um dia poder desempenhar uma função. É claro que o fazer também realiza, faz feliz, mas não podemos negar que há uma realidade que precede o mundo da prática.