Uma carta em Forma de poema de Amizade
“O palpite é uma forma de demonstrar o quanto as pessoas sabem sempre resolver a vida dos outros e na sua falta o danado do palpite. Isso porque na maioria das vezes adoram dar, mais não gostam de receber. -Mais palpite pra si próprio e deixem que os demais, que vivam a vida como a eles lhe convém.”
—By Coelhinha
Não perca o teu precioso tempo avaliando e lamentando a forma como as pessoas fazem os seus julgamentos, desde a sociedade até ao tribunal elas julgam-te olhando apenas no rosto ou no comportamento.
Contenta-te simplesmente. Quem conhece o teu coração conhece perfeitamente os teus defeitos e qualidades, e compreende a razão do teu rosto rebelde, da tua admiração, das tuas favas, de estares feliz ou triste numa determinada situação sem precisares dizer alguma palavra.
Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8
De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8
Se o tempo não tem gosto, pq tão amargo?
Se não tem cor, nem forma, pq tão feio?
Se é tão rápido, pq tão lento?
Se é sempre tão preciso, pq tão perdido?
Se é o futuro, pq o presente?
Se é o passado, pq passou?
Tempo.
Quem é você afinal?
Tá roubando, ou tá me dando?
Me criando, ou me matando?
Tempo,
Não sei quem é você,
Mas você poderia ser mais legal.
O embargo imperial
foi lançado total
contra a Pátria de Bolívar,
não posso concordar
de forma alguma
com essa medida
que atenta contra a vida,
Não vou parar de gritar
mesmo que seja sozinha
e que me digam que é
miúda a esperança
de ser de fato ouvida;
A nacionalidade que foi
outorgada para as crianças
venezuelanas imigrantes,
não passa de uma
bondade cínica da parte
de quem sabemos
que vendeu a alma
pro demônio muito antes;
E não para de aumentar
a quantidade de militares
em prisão por 'discordar'
da ordem vigente,
não minto que sigo
inconformada e descontente:
96 homens do Exército,
20 da Aeronáutica,
24 da Marinha
71 da Guarda Nacional,
No total são 211 homens,
e entre eles está preso
o General que todos
sabem que é inocente,
um verdadeiro absurdo
o quê vem ocorrendo
com toda essa gente,
e seguem corvos
de ferro rondando
sobre a minha cabeça.
Da forma
que o 'paladino'
do Império
sugeriu ao povo,
Intuí que o
Deus da Guerra
não dançará
na Venezuela
e nem no continente,
Por mais que uns
e outros tentem,
Só peço tudo
se acalme,
e me devolvam
o mar, a tropa
e o General
inteiros e com vida.
Ao som de Torrealba
não consigo cessar
de pedir para que
esclareçam de
uma vez as intrigas,
Não há como respirar
enquanto não abandonar
o quê abafa a alma.
Nas linhas do destino
escrevo de a minha
recusa de não
parar de falar,
enquanto a paz
não nos for
plenamente devolvida,
Precisamos de paz
na América Latina.
De longe vejo
verdades que
me obrigo a falar:
cada um tem
a sua forma
de pensar e agir,
Quando grita
aos olhos não há
como não represar,
Que cada um tem
o direito de uma
causa abraçar
ou dela desistir,
E que ninguém
tem direito de usar
disso ou do nome
alheio para agredir
ou o caminho
do outro prejudicar.
Ninguém te dá
o direito de usar
politicamente
a prisão do General
para prejudicá-lo:
Ele que está com
o físico fragilizado
atrás das grades
há quase um ano,
E assim sem
provas encerrado
segue vitimado
em dobro por
gente como
você que brinca
com o nome
dele achando
convictamente
que a verdade
ninguém a vê,
A ausência
de justiça que
tu desdenha
amanhã pode
chegar até você.
Os teus recalques
e as tuas risíveis 'baixas paixões',
Você não sabe
e nem se esforça
para digerir,
Ao menos pense
na sua Pátria que
tanto necessita
parar de sofrer,
e voltar a sorrir;
porque poema
que se espalhou
pelo mundo não
há como conter.
A noite caiu fria,
e continuamos
Da mesma forma,
estamos sem
nenhuma notícia.
A caminhada pede
união para ver
Aonde estão
as estrelas
Que auxiliarão
as nos guiar
Até o amanhecer.
As letras fazem
a companhia,
Os poetas sentem
a agonia,
Somos a pacífica
resistência
contra a tirania.
A melhor forma de frear a violência doméstica é ensinar as pessoas a dialogarem usando a seguinte fórmula:
1- Um fala e o outro escuta até o final.
2- O primeiro terminou de falar escuta o outro.
3- Não berrar em hipótese alguma. Quando houver grito não conversem.
4- Quando um dos lados ou os dois estiverem exaltados não conversem. Cada um vai para um lado.
5- Quando o assunto for complexo troquem cartas. Não berrem e não se agridam de maneira nenhuma.
6- Aprendam a se divertir com pouco dinheiro e cultivem o romantismo.
Gira a roda
da fortuna,
as cartas
não foram
colocadas
da forma
correta;
Ao menos
o direito
ao Esequibo
não foi mais
uma vez ferido,
eu ainda hei de
ver a alvorada
na Venezuela.
Aos que dizem
que apoiam
deveriam com
o povo se
compromissar
e ajudar porque
humanamente
o giro do tempo
está trazendo
o quê pode não
ser tão venturoso,
porque na vida
é necessário
ser realista
igual a cada
passo que se
dá um por vez.
Em nenhuma
República
cabem
de maneira
alguma dois
presidentes,
quando li essa
notícia me deu até
vontade de chorar.
As urgências
que o povo tem,
e até agora
nenhum deles
fez o dever
de solucionar,
porque não
nascemos
ingênuos,
e consciente
da pressa que
eles não têm,
me sinto
livre para falar.
Porque a vida
deles é outra,
e eu apenas
poemas posso
escrever para
pedir socorro
mesmo sabendo
que poucos
se interessarão
pelo General,
a tropa e
ao povo,
que não têm
nem como
se confortar.
O início do poema trata do adiamento do julgamento feito pela CIJ.
Não há beleza hipócrita que
caiba em falsos perdões,
Da mesma forma que não
Se aceita ver a alma
amada nos braços de outro,
É bem dessa forma que
se encontra a liberdade
Nas mãos de quem nada vale,
não calo, não deixo calar
E não sossego nenhum pouco.
Seguem presos pelo menos
dois cirurgiões e nessa altura
Pode haver até bem mais
até sob tortura e eu nem sei,
Só sei que não vou parar
de falar enquanto não
Restabelecerem a paz,
que só a liberdade pode trazer.
Nesse instante atravesso
sem notícia e isso é
Como ficar sem saber
o quê fazer e sem a luz solar;
Estou presa inocente,
sem provas e sem julgamentos,
Porque não vejo a hora
Dessa história acabar.
Rodeio Amorosa
Tenho esperado um sinal teu
da mesma forma
que tu deseja um sinal meu
nesta Rodeio amorosa
sob o abrir e fechar
das flores do tempo do jardim
celeste que abençoa
o Médio Vale do Itajaí;
você sabe que te amo
aqui religiosamente.
As flores do tempo
que se abrem e fecham
no céu tornam
mais forte o sentimento
nesta época que
viver um romance
caiu no esquecimento
e uns na incerteza do momento.
Por isso aqui nesta minha
Santa e Bela Catarina
venho devotando cada poema
em silêncio para quando
você chegar nada e ninguém
nos desarrumem por dentro,
porque onde o amor faz morada
é preciso proteger o reino.
Em silêncio revisitei os poemas
como forma de resposta poética
ao amor que encerrou as portas.
Ser amada é claro que importa.
Se crê naquilo que não vê,
não sou eu que vou mais
lembrar do que ficou atrás.
Deus sabe o quê faz.
Eu bem queria desacreditar,
já não te conheço mais;
muita falta você faz.
Inclusive, em datas solenes.
Um amor perene não se compra,
não se vende e não se prova;
amor que é amor é para sempre.
Amor que é amor encontra jeito.
Não sou mulher que se esqueça,
sou flecha que se honra no seio,
cumplicidade e amor bem feito.
O meu coração ainda chora.
Em oração escrevi as prosas
ao amor que importa muito
como se planta mil rosas.
O amor não escolhe outras vias.
Em recolhimento supero
a sua falta de diálogo,
eu assim decreto.
És o meu porquê, e eu a tua razão.
Uma tristeza de amor não cura
pelas mãos de outro amor
apenas se condena a secura.
O meu coração vibra, é feito de fibra.
Ontem, escrevi até um poema
no afã de te fazer país reconquistado,
foi letra semente para o amado.
Confesso que estou
na tua [mão
Entretida
com o nosso tempo,
Alguém deu
forma a [paixão;
Surgiu lindo
como um dia de sol,
Iluminando carinhoso
o [coração.
Cada passo
nas areias, uma marca,
De um grande amor
que não passa,
E uma grande distância
que maltrata,
Nem o tempo o dissipa,
e o sossega;
Fazendo de todos dias
a minha entrega.
O mar baila
em [celebração,
O tempo se ergue
em oração,
Talvez seja
um grande sinal:
Que voltarás
para a minha vida
Para habitar
pleno de [paixão.
Cada momento
não foi em [vão,
Nem mil almas
te encantarão,
Sei que sou a mulher
da sua vida,
E para sempre serei...,
- a dona do seu
delicado [coração.
Não consigo disfarçar
mais o meu sorriso,
Resolvi dar tom e forma
ao meu plano,
De te amar sem engano
e sem disfarce;
Porque é lindo o lábaro,
que emana de ti.
Respiro esse teu aroma
bárbaro e joaquino,
Maravilhosa e vana é a glória
de fazer-te(admirado).
Por presunção secreta
de que estás (apaixonado);
Entregue-se para mim,
que serás bem cuidado.
Não consigo parar,
de pensar em você,
Todo o dia é poeticamente
arquitetado,
Quero ser infinitamente tua - inteira;
E fazê-lo amoroso da forma mais perfeita, assumindo publicamente que estás enfeitiçado pelos poemas que são certezas.
Há duas metades e inteirezas
que formam uma ilha,
sabemos ser um mar de rosas
e mil carícias,
Há um desejo de exibir
ao mundo que nos amamos.
Desejamos matar os corações alheios de
- inveja e despeito -
Todo o dia sempre é perfeito:
para fortalecemos que nascemos
um para o outro;
E ainda bem mais do que isso:
não tem mais jeito,
(nós formamos o par perfeito).
Fico esperando
pelo teu beijo,
- você sabe
Essa foi a forma
que encontrei
Para me fazer pequena,
- é desse jeitinho
que consigo caber
Na palma da tua mão
Faço isso para ver
Se um dia entro de vez,
E fico no teu
(coração),
- porque no meu você
Mora de vez há um tempão.
A tua iniciativa
é uma forma
De fazer cativa
a minha atenção,
Basta você estalar
o teu dedo
Que me entrego
com paixão,
O teu carinho errante
em meu corpo
Acaba sempre
com qualquer escuridão.
A tua carícia está
aqui te esperando
Em qualquer estação,
- tenho por ti uma
espera afetuosa
Ditosa é a paz
que embalo no peito
Pelo nosso envolvimento,
- é delicioso saber
que aguarda
Por mim um beijo
que é suculento
- um doce fruto -
Da tua emoção
Tenho por ti um
desejo tórrido,
As minhas letras
que te encantam
E essa minha canção;
- quero o teu colo
não só por um verão
Você me deixa acesa,
sabemos direitinho
O roteiro da nossa empolgação,
De ti sou prisioneira
- meu pedaço de bom caminho -
Se te amar é tentação: não faço
Nenhuma resistência à nossa prisão...
Escrevo para correr perigo,
Para cair nas tuas mãos,
- és meu doce menino -
E por ti dou todas as voltas,
cambalhotas e arrepios.
Não me importo com o quê
neste momento
Estão pensando desses
versos messalinos;
- versos que nasceram
da tua atenção
E dos teus carinhos,
Se um poeta fosse
se preocupar em ser poeta,
Jamais escreveria,
porque escrever
Ocultando o quê sente é
uma enorme covardia!...
Escrevo muitas vezes
de forma erradia,
E não tenha dúvida que as minhas
linhas são vadias;
- mas são todas escritas para você
Sim, meu amor louco amor
escrevo para regar-te,
E regalar-te a tua alma
para quem sabe um dia
Tu sejas inteiramente meu
- completamente meu -
E plenamente meu
- por mais do que um dia,
Não digo à ninguém quem é você,
Para que não tenha fim
os nossos versos intimistas
- e toda a poesia.
O poema não se encerra em nós,
Do meu exílio a saudade é algoz,
É dessa forma doce que te adoro,
Sem ter você, não me conformo;
Rogo por tua atenção, imploro.
Sob a luz do pálio Universal,
Procuro pelo teu ser sensual,
E enquanto tento entender
O sentido desse amor magistral,
Oro pela proteção celestial.
Não há deserto
Diante da tua destreza,
Invade-me todo dia com tua beleza;
Sensual é a tua natureza,
Amo-te com inteireza, cortejo-te
Com poemas de doçura e grandeza.
Preenche-me como uma Via Láctea
O pensamento,
Não ter você é um doce
Tormento,
O coração não crê no amor
Desventurado;
Ele bate com fé
E está rendidamente
Enamorado - iluminado.
O teu jeito de dizer bom dia, A tua forma de trazer alegria O teu olhar é como o Sol que se levanta para trazer energia.
O rimário nascido na aurora, Traz algo de sonolento, O pouso dele é sempre lento, Aos poucos ele vai te aquecendo...
O meu poema é o meu quadro, Os meus versos são cores, Do meu amor e do meu mistério não revelado.
Cansada de viver de fantasia e de saudosismo, Quero é viver de futuro! Viver de futuro é o quê mais preciso!
A gente do nosso país precisa se organizar, A gente do nosso país precisa se valorizar, Basta de tanto nos explorar!
Eu tenho comigo o carinho das auroras do amor, A minha poesia segue contigo para onde você for.
Do cálice poético das pequenas provas, Nascem beijos que convidam ao brinde das grandiosas trovas.
O Sol surge entre o aroma de menta das nuvens, Nasce a aurora carinhosa, Com uma ternura perfumada e luminosa.
Os raios de sol afagam o mar, O barquinho a navegar, E eu em versos a sonhar... Contigo!
Nas asas do amor escrevi alguns poemas, Para fazer o voo do amor mais ágil, Um tanto mais leve e outro tanto mais hábil...
O meu passo é carinhoso, Sinto a brisa do outono, Pressinto a tua chegada, Mesmo os outros julgando que apenas seja um sonho.
O frio do outono platina ainda mais a minha pele, Perfumada ventania do mar, Um convite para amar...;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;
Se eu não levar amor, Estarei negando a missão de ser poesia, De buscar o teu beijo numa pétala de flor.
Perco-me em ti,Porque em ti encontrei-me até um estando longe do outro,Por isso segredo a tua alma em mim como quem guarda o mais fino ouro.
Os beijos em festejo, Não resisto, não desisto, É o sonho e meu paraíso, É dos nossos beijos que extraio o néctar que mais preciso.
Que venha o teu amor do jeito que for, Como lenha em brasa, Como fogo que não se apaga...
Que venha, mas que venha! A primavera do amor ao sabor do tempo, Somente ela pode trazer o aquecimento que a alma anseia... Venha!
Doce amanhecer dos amantes, Iluminado pela troca de beijos cintilantes, Outono aquecido por sentidos extasiantes...
O vento frio arrepia a pele, É outono com cara de inverno, Momento também para um carinho sincero.
Longe de calar a poesia, Insistente ela segue, Cantando o seu canto de liberdade, Por ser semente contra a covardia, e a favor da bondade.
O Sol surge dando ao um tom rosé, O mar abriu um sorriso franco, Aprendi o sentido de te amar tanto...
Rosa, rosa, rosa maravilhosa, Rosa do meu jardim esplendorosa, Rosa é o teu nome e a tua cor amorosa...
Rosa, rosa, rosa primorosa, Rosa toda esplendorosa, No meu jardim amorosa, Rosa é o teu nome e a tua cor maravilhosa...
E as nuvens beijam você como elas beijam os anjos, É o jeito que encontraram de mostrar os teus mil encantos...
Estreitada entre os pingos de chuva, Até assim sou tua...
A chuva enfeitando o céu como contas de cristal, A luz raiando o amor com beijo celestial, É o espetaculo cheio de brilho irial.
Amanheceu com o brilho do teu olhar, Motivo pelo qual resolvi me entregar, E me apaixonar...
O Sol chegou beijando o mar, O amor existe, é o nosso lugar, O Sol chegou para o céu acariciar...
Céu de inverno, Tarde fria, Melhor se eu estivesse na tua companhia.
O meu perfume tem a alma da revolução, A minha doçura nao sai do coração.
Eu sou o teu encanto, O teu recanto de paz, Eu sou aquela vontade que não arreda jamais!
Deu para notar no teu olhar, E quando me disse que não iria me abandonar, Que o quê sente por mim é muito mais...
Um poema de amor, Uma rosa em fulgor, Carrego você em mim, E o teu calor.
Amanhecer cinzento, Amanhecer intenso, Com você no coração e no pensamento.
Chove chuva, chove amor, Chove amor, Chove platinada, Chovendo poesia de amor e alegria.
Eu te desejo
de uma forma
indescritível:
com ou sem
perfume,
fome de amor
e sabor de festa.
Você sabe
que eu sonho
virando
a última página,
e escrevendo
[a nossa]
daqui para frente
irreversivelmente.
Eu não sei
o seu nome,
Não sei onde
você mora,
Não sei da onde
você virá,
Não sei quando
e de que forma virá,
Mas só sei de uma coisa:
já fazes uma diferença
e uma falta danada.
Você sabe
que eu te desejo
arcando
com as últimas
consequências
de me dobrar
por você.
Póstero a se evidenciar
teleologicamente:
O quê você sente,
aquilo que escrevo
E nas horas embalar
o desejo a transbordar
Aquilo que sentimos
silenciosamente.
