Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
Sou eu ,uma mulher adicta que há cinco meses me aceitei sem poder e nem força pra sozinha não sofrer a abstinencia da nicotina.
Que a realidade do que não presta sempre se manifeste a mim,que eu possa sofrer quantas vezes for necessário negando as atitudes que antes me era natural e sem valor.
Meu corpo agradece pelos anos que fumei,enquanto isso a fumaça vai sendo estirpada de dentro de mim aos poucos até não mais existir ..restando apenas uma saudade doente daquilo que se foi mesmo não prestando um dia esteve comigo me apoiando na ansiedade ,nos momentos difíceis e até nos momentos de risos e de conquistas.
Tenho muito respeito pela pessoa que eu era e muito respeito pela substância que me movia.
Hj com Deus ,não dou valor a nicotina e as coisas imprestáveis de antes. APENAS RESPEITO UM PASSADO QUE MORREU.
Hoje em dia tenho muito orgulho de mim, da mulher determinada que fiquei.
Não fico em lugares que não me sinto bem, e nem faço questão de estar em lugares onde sinto que não sou bem-vinda.
Sigo minha vida, sempre observando para desviar das pedras que encontro no meu caminho, o tempo todo focada se no caminho que trilho há paz, amor e o Espírito Santo.
No girar do tempo, o mundo floresce,
Pois hoje o dia é todo seu, e a vida agradece.
Mulher de força, de graça e de brilho sem fim,
Que cultiva sorrisos como quem cuida de um jardim.
Que seu novo ciclo seja um mar de conquistas,
Com horizontes abertos e as mais belas vistas.
Siga sendo essa luz que encanta e inspira,
A nota mais doce em qualquer melodia.
Parabéns por ser quem você é!
A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”
Meu último amor
Você pra mim é a mulher mais linda.
Você e pra mim meu sonho.
Você é pra mim minha vida.
Você é pra mim meu último amanhecer.
Você é pra mim meu último respirar.
Você é pra mim a luz que me guia.
Você é a mulher que me apaixono todos os dias, e me ajoelho diante de ti e juro meu amor, sem vergonha, sem pudor, pois amar é se entregar ao sentimento que vem puro, desnudo do fundo da alma, que não merece castigo, não merece ser reprimido, é o cantar dos anjo no paraíso, amar outro ser é enaltecer a criação de Deus. Te amo, pois você é meu último amor.
Sonhei que num restaurante eu estava,
Com Claudia Elisa, uma mulher bela, tão clara,
Sua pele, lisa como uma parede, reluzia,
E disse isso a ela, numa conversa íntima.
Depois, ao sair, uma bromélia encontrei,
Nas pedras do caminho, ao chão quis cair,
O céu escuro dizia que ia chover,
Uma tempestade se aproximava, a correr.
Voltei um passo, em frente ao local,
A filha de Elisa apareceu no final,
Era uma menina, com jeito infantil,
No banheiro havia aprontado, sem perceber, sutil.
Com sono, então, decidi seguir o caminho,
Andando só, sob o céu, matutino,
Encontrei duas mulheres de tom escuro,
Uma tinha uma borboleta no cabelo puro.
Ela assustou-se e saiu a correr,
Outra comandou pássaros vingar,
Grandes e assustados, voaram a deter,
E um, gato, na minha frente a tombar.
*Deus foi engenho do homem, a mulher descuido de Deus, e o diabo a obra prima da mulher.
*A mulher enganou a Deus e ao homem, não havia serpente no paraíso.
*Havendo dúvida, haverá também um progresso na pesquisa.
*Como vencer um inimigo sem travar um combate? -Pedindo-lhe clemência... Pois só os perdedores sabem perdoar.
*Só levantará a espada, o incapaz de levantar a “caneta”.
*Não tenho medo dos meus inimigos, pois conheço as suas armas. Tenho medo do arsenal oculto dos meus amigos.
Mulher
Eu aprendi cedo
que ser mulher é equilibrar o mundo
sem deixar cair a própria alma.
Já engoli silêncios,
já ouvi “não é o seu lugar”,
mas transformei cada limite imposto
em degrau.
Carrego lutas que nem sempre aparecem,
mas também carrego sonhos teimosos
que ninguém conseguiu arrancar de mim.
Sou delicadeza, sim —
no jeito de cuidar, de ouvir, de amar.
Mas sou também voz firme,
passo decidido,
coração que não aceita injustiça.
Ser mulher, para mim,
é acordar todos os dias
e escolher existir inteira —
com força, com doçura,
com coragem.
SONHO DE SER LIVRE
BY: Harley Kernner
A mulher quer ser livre como o Céu!
Toda mulher sonha em voar —
além das asas que o olhar pode ver,
carrega expectativas, sonhos de luar,
busca o caminho que só ela saberá trilhar.
Segue o coração, sem receio nem temor,
pois ser livre é ter voz para falar,
ser ouvida, sem calar seu amor,
é escolher o que o peito almeja encontrar.
Ser livre não é ter tudo ao alcance da mão,
mas ter o que verdadeiramente se quer;
é sonhar com força, sem fronteira nem chão, e coragem para realizar o que a alma saudou.
Ser livre é ser mãe, se esse for o seu desejo,
é escolher o rumo, sem deixar que ninguém impeça;
é viver sem máscaras, com todo o seu jeito,
ser feliz com quem se é — essa é a grande graça.
A mulher quer liberdade no Amor!
Na união, a mulher quer ser livre também,
caminhar junto, mas não perder seu ser;
encontrar o equilíbrio entre dois corações que se amam,
entre a individualidade e o vínculo a tecer.
Respeito e confiança são as chaves douradas
para uma vida em comum, cheia de luz;
dois seres distintos, com caminhos desenhados,
cada um com sua essência, seu próprio brilho a brilhar e seduzir.
Apoiar-se mutuamente é o segredo do amor que cresce,
sem limites, sem correntes que prendam o passo;
comunicação aberta é a base que se fortalece,
sem máscaras, sem medos que possam amassar o laço.
Independência e união, lado a lado caminhando,
um amor que é forte é aquele que liberta;
pois na liberdade mútua, o coração encontra o seu canto,
e a mulher brilha, completa e serena.
REFLEXÕES DO DIA:
"À toda mulher — que carrega o mundo no peito e o céu nos olhos, que faz da liberdade a sua maior beleza."
" Ser livre não é viver na solidão, mas ter suas asas libertas.
A liberdade saudável nunca descarta o respeito e o amor mútuo."
Ser mulher é continuar florescendo, mesmo depois de tudo o que já tentou nos arrancar pela raiz. Nós merecemos mais e mais bênçãos.
Nós pedimos proteção.
Nós queremos viver!
Desejamos que o mundo nos respeite e que possamos transbordar amor por todos os cantos.
Somos a profundeza do oceano, as cores da natureza e o perfume das flores. Somos o molho baiano, o cheiro de chuva, o banho de mar e nascer do sol.
Somos colo e cafuné.
Somos a voz calada que resolveu ocupar nosso lugar, parar de sobreviver para finalmente viver e transbordar!
#priescreve
Durante milênios, a palavra ‘mulher’ foi usada para descrever uma realidade biológica: o sexo feminino da espécie humana. Mas nas últimas décadas, surgiu uma nova forma de entender essa palavra, não apenas como biologia, mas como identidade.
E é aqui que nasce uma das discussões mais complexas do nosso tempo. De um lado, pessoas afirmam que ser mulher é, antes de tudo, uma experiência interior, uma identidade vivida.
De outro, há quem diga que a palavra ‘mulher’ não pode ser separada do corpo, da biologia, da história material de quem nasce do sexo feminino.
O conflito não é apenas político.
É filosófico.
Estamos discutindo uma pergunta antiga da filosofia: o que define aquilo que algo é?
É a natureza?
É a experiência?
É a linguagem que escolhemos usar?
Quando uma sociedade redefine palavras fundamentais, como homem, mulher, sexo ou gênero, ela não está apenas mudando um vocabulário. Ela está reorganizando categorias inteiras da realidade social. E toda mudança desse tipo inevitavelmente gera tensão, dúvidas e debates.
Quando uma época perde a coragem de encarar a realidade, começa a reinventar as palavras para não ter que enfrentá-la.
Parabéns, Mulher
Demétrio Sena - Magé
Minha vida sempre foi e continua sendo rodeada por mulheres fortes. Fortes como o próprio mundo exige que a mulher seja, em razão do machismo e da misoginia de uma sociedade profundamente patriarcal. Minha mãe, cuja força moldou a resistência de suas nove crias, como parecia improvável para todos a mera sobrevivência. Minha avó materna, minhas tias, irmãs, e as inúmeras amigas que tive ao longo dos meus anos me ajudaram muito em minha formação como pessoa.
Tempos depois me casaria com uma das mulheres mais fortes e generosas que já conheci, e com quem tive a sorte de me casar. E tenho, ainda, duas filhas que também forjam minha índole e com as quais aprendo bem mais do que sempre julguei ensinar. As preocupações que tenho com elas, por saber em que mundo vivemos, é compensada pela admiração que tenho por ver o quanto elas enfrentam as próprias adversidades e não desistem.
A luta pelos direitos sociais e políticos, a busca de um mundo que as incluísse com respeito e dignidade, iniciada no índio do Seculo XX, pela ativista alemã Clara Zetkin, ainda tem muito o que vencer. A sociedade, vocábulo feminino, mas que abriga um patriarcado perverso, preconceituoso e feminicida, tem muito a ser erradicado, conscientizado e vencido nesta questão, para se tornar uma sociedade justa. Humana. Coerente. Parabéns, mulher, por não se deixar sucumbir!
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Voz de Mulher
Somos muitas.
E mesmo quando tentam nos calar,
nossa voz aprende a nascer de novo. Somos as que caíram e também as que levantam outras mulheres do chão.
Somos cicatriz, mas também cura.
Num mundo que ainda insiste em nos ferir com o machismo, com o racismo, com o silêncio que tenta nos apagar, nós respondemos com existência.
Porque cada mulher viva é um ato de resistência.
Somos corpo, memória e luta.
Somos grito contra o feminicídio, contra a violência, contra todo medo que quiser nos prender.
Mas somos também poesia, ternura, inteligência, ancestralidade e futuro.
Quando uma mulher levanta a voz, outras mil encontram coragem.
Esse assunto é longo e com camadas, só queria expressar um pouco meus pensamentos soltos.
E assim seguimos de mãos dadas, de pé e vivas.
Porque ser mulher não é apenas existir.
É resistir, florescer e transformar o mundo.
MULHER MARAVILHA
HOMENAGEM AO DIA DA MULHER
ele canta olhando para ela)
Verso 1
Ela acorda antes do dia
Antes do sol se mostrar
Fica em frente ao espelho
Como quem tem que provar
Arruma rosto e cabelo
Esconde o cansaço antigo
Pra ser amada nesse mundo
Ela precisa estar pronta
Mesmo cansada consigo
Verso 2
Faz a unha, faz a pele
Perfume, creme e batom
Equilibra o seu corpo
Num salto que fere o chão
Três ou quatro horas por dia
Só pra parecer bonita
Enquanto o corpo reclama
Mas a alma vai calada
Aprendendo a ser bendita
Refrão
Ela faz tudo, ela aguenta
Sofre sem ninguém ver
Sacrifício do corpo e da mente
Pra poder ser desejada e viver
Querem ela sempre linda
Mas não veem a sua dor
Por trás do sorriso perfeito
Tem cansaço, medo e amor
Verso 3
Ela é mãe, ela alimenta
Dá do corpo pra nutrir
Amamenta de madrugada
Sem jamais desistir
Educa, cuida e ensina
Dá colo, limite e chão
Enquanto o mundo exige
Que ela seja perfeita
Sem falhar, sem perder a razão
Verso 4
Trabalha fora, tem luta
Tem história e profissão
Estuda pra se manter
Leva o mundo na mão
E todo mês o corpo cobra
Com dor que insiste em ficar
Mas ela veste o sorriso
E vai pra luta outra vez
Porque não pode parar
Refrão Final
Ela faz tudo… e ainda assim
Quase nunca é reconhecida
Chamam isso de dever
Mas é isso que sustenta a vida
Sem capa, sem aplauso
Carregando o mundo na mão
Essa mulher maravilha
Só queria descanso
E mais compreensão
Final
Se o amor fosse verdadeiro
Não faria ela sofrer
Pra ser desejada
Bastava existir
E simplesmente ser.
Quando a Paz é Prioridade”
A mulher elegante não disputa:
ela se retira.
Porque sabe quem é
e tem dignidade;
não precisa provar nada com palavras,
pois suas ações falam mais que discursos.
A mulher elegante não disputa
porque não desce ao nível.
Ela não disputa
porque entende que tudo tem limite.
Sabe conquistar o seu espaço
e, se o espaço não lhe pertence,
ela o deixa ir.
Não se complica,
não se prende a conflitos:
prefere o silêncio,
a resposta interior,
a força e o respeito próprio.
A mulher elegante não discute
com quem precisa da mentira
para sustentar a própria identidade.
Ela escolhe a paz.
Ela escolhe a si.
Homem safado é igual a pneu careca: todo mundo vê que já rodou o mapa inteiro, a mulher sabe que não tem aderência nenhuma, que em qualquer curva mais fechada vai deslizar… mas insiste em dizer que “ainda aguenta mais um pouco”.
Ela sabe que não passa segurança, que não dá estabilidade, que vive prometendo que agora vai calibrar direito. Sabe que não dá pra confiar porque uma hora ou outra ele fura, e sempre no pior momento. Mas lá vai ela, rodando com o risco piscando no painel da consciência.
E o curioso? Só decide trocar quando ele começa a murchar de vez. Enquanto ainda dá pra encher e fingir que está firme, ela tenta. Enche de novo, ajeita aqui, empurra dali… até ficar na mão mais algumas vezes.
Aí percebe que segurança não combina com borracha gasta.
Mas sejamos honestos: tem quem goste de pneu meia-vida. Diz que já está “amaciado”, que conhece o caminho, que é experiente… Esquece só de mencionar que experiência demais, às vezes, é só excesso de estrada, e nenhuma intenção de trocar de rumo.
Hoje é o Dia Internacional da Mulher, uma data que deveria ser lembrada todos os dias.
Entretanto, há homens — e até mesmo mulheres — que, por falta de conhecimento histórico, acreditam que o movimento feminista é apenas um movimento de mulheres que não sabem o que querem ou que buscam apenas libertinagem. Mas não é isso.
O movimento feminista começou a ganhar força no século XIX, especialmente nas décadas de 1860 e 1870, quando muitas mulheres perceberam que viver sob a tutela legal e social dos homens lhes retirava direitos e voz. Naquela época, em muitos países, mulheres não podiam votar, tinham pouca autonomia jurídica e, muitas vezes, não podiam administrar seus próprios bens.
Essas mulheres, visionárias para o seu tempo, começaram a se organizar e a lutar por direitos básicos, como educação, participação política e igualdade perante a lei. Um marco importante desse processo foi a Convenção de Seneca Falls, realizada em 1848, nos Estados Unidos, considerada um dos primeiros grandes encontros organizados pela igualdade de direitos entre homens e mulheres.
Ao longo do tempo, essas lutas foram conquistando avanços graduais. No início do século XX, o movimento também ganhou força entre mulheres trabalhadoras que enfrentavam jornadas exaustivas, baixos salários e condições precárias nas fábricas.
Um episódio marcante foi o incêndio da fábrica Triangle Shirtwaist, em 1911, em Nova York, no qual mais de uma centena de trabalhadores — em sua maioria mulheres — morreram, em grande parte porque as portas estavam trancadas e não havia condições adequadas de segurança. Tragédias como essa chamaram a atenção do mundo para a situação das mulheres no trabalho e fortaleceram as mobilizações por direitos.
O Dia Internacional da Mulher foi posteriormente institucionalizado após propostas apresentadas por movimentos socialistas e trabalhistas, como as defendidas pela ativista alemã Clara Zetkin, que sugeriu a criação de um dia internacional dedicado à luta das mulheres por direitos e igualdade.
Graças a décadas de mobilização social e política, as mulheres conquistaram direitos fundamentais, como o voto, maior participação no mercado de trabalho e presença crescente nos espaços de decisão.
Ainda hoje, porém, existem pessoas que deturpam o significado do feminismo, confundindo-o com machismo. O feminismo não busca a superioridade das mulheres, mas sim a igualdade de direitos, oportunidades e dignidade.
Que as mulheres continuem conscientes de sua força coletiva e ocupem cada vez mais espaços na sociedade, inclusive na política, para ampliar conquistas e construir uma sociedade mais justa para todos.
No princípio do tempo humano,
quando a vida ainda aprendia a existir,
foi na mulher que o mundo encontrou
sua primeira filosofia:
a de gerar, cuidar e resistir.
Ela é a síntese silenciosa
entre força e sensibilidade,
o ponto onde a fragilidade aparente
se transforma em potência.
Enquanto a história escrevia guerras,
muitas vezes foi ela
quem escreveu a continuidade da vida.
Ser mulher é carregar um paradoxo:
ser abrigo e batalha,
ser origem e caminho,
ser pergunta e resposta do próprio tempo.
Talvez por isso o universo
tenha confiado a ela o mistério mais profundo:
o de transformar dor em criação
e esperança em futuro.
Porque onde uma mulher permanece de pé,
a humanidade inteira ainda tem
motivos para continuar.
Mulher: matriz da vida
Tua luta firme e incansável nos protege todos os dias.
Tua força vigorosa e admirável nos sustenta todos os dias.
Tua sensibilidade delicada e humana nos ensina todos os dias.
Tua sabedoria prudente e luminosa nos orienta todos os dias.
Tua presença doce e inspiradora ilumina nossos caminhos todos os dias.
Tua esperança viva e resiliente renova nossas vidas todos os dias.
Teu brilho sereno e materno no olhar traduz tua delicadeza de ser mãe.
Teu sorriso largo e acolhedor nos encanta e nos abraça.
Teu carinho terno e generoso nos fortalece suavemente.
Teu carinho constante e afetuoso revela tua amabilidade e proteção.
Teu amor sincero e fiel e tua fé firme e serena são símbolos de paz interior.
Teu significado nobre e profundo é importante para todos nós eternamente.
A Beleza que Habita na Mulher
A mulher não é só beleza – ela é o que a beleza sonha em ser
é o amanhecer que pinta o céu, é o mar que brilha a luar
não é só o rosto que reflete luz, nem o sorriso que ilumina o dia
é o fogo no peito, a força que move montanhas e faz o mundo girar
Ela é a beleza da manhã: suave como a névoa sobre o campo verde
cabelos como fios de ouro ou seda preta que o vento quer acariciar
olhos que guardam mares profundos, céus infinitos e sonhos grandes
boca que sabe dizer palavras doces e lutar pelo que acredita e ama
Ela é a beleza do meio-dia: forte como o sol que aquece a terra
corpo que carrega histórias, vida, a força de gerar e cuidar
mãos que constroem, abraçam, curam feridas e tecem sonhos
pernas que caminham por caminhos difíceis e nunca desistem de chegar
Ela é a beleza da noite: misteriosa como o céu cheio de estrelas
seus segredos são constelações, só visíveis para quem sabe olhar
voz que sussurra canções antigas e canta melodias novas e fortes
alma que brilha como a lua cheia, iluminando o caminho dos outros
A beleza da mulher não se mede em centímetros ou tons de pele
não se compra nem vende – é a coragem de ser ela mesma
a graça de perdoar, amar de verdade, sonhar alto e alcançar
ela é a beleza da vida em si: real, profunda, verdadeira e eterna
Que o mundo aprenda a ver essa beleza que não está só na superfície
que valorize cada mulher, de qualquer cor ou lugar
pois ela é o que faz o mundo valer a pena, faz a vida florescer e brilhar
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