Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa

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O autocuidado é um ato de amor


Bem-vindas ao Outubro Rosa,
Se ame, se cuide, se toque,
Mostre a força que está em você,
E o amor próprio sempre nos toque.


Que cada gesto seja luz,
Que cada toque seja vida,
A prevenção é quem prolonga a vida,
E a coragem nunca será vencida.


Somos pétalas em flor,
Mesmo quando o medo ecoa,
O autocuidado é puro amor,
E cada mulher tem luz que não se apaga.


Anasantosescritora

Hoje acordei com um relógio mastigando nuvens, e a parede sussurrava alfabetos em espiral. Três cadeiras dançavam xadrez sobre o teto, enquanto meu nome virava vapor dentro de uma xícara vazia. A rua, lá fora, era um aquário de buzinas; eu caminhava sem pés, colecionando sombras como moedas furadas. Um pássaro de papel me pediu senha, e eu respondi com silêncio em braile. Tudo parecia erro de tradução: risos que não pertenciam, cores que tinham gosto de ferrugem.

Então percebi o fio: cada imagem era um recado do corpo. O relógio eram meus prazos, as nuvens, a ansiedade. A parede repetia o que eu evito dizer. As cadeiras no teto eram as conversas que deixei para depois. As moedas furadas, a energia que gasto tentando agradar. O pássaro de papel era meu pedido de ajuda, dobrado e escondido.

Quando coloquei a mão no peito, o aquário virou janela. Respirei, sentei, e desliguei o telefone por cinco minutos; ouvi o próprio coração batendo, sem metáforas, e finalmente entendi o idioma da manhã. Escrevi uma linha simples: hoje eu vou me escolher.

Linha Tênue

Escrevo esse poema
entre a dor e um dilema,
sabendo que muitos vão apontar
antes mesmo de tentar entender.

Pra nós…
já virou rotina sentir demais,
carregar um peso antigo
de quem, muitas vezes,
nem pediu pra nascer.

A vida… a morte…
quem é que diferencia?
Existe uma linha tão tênue
que meus passos caminham sobre ela
todos os dias,
sem garantia.

Já tive vontade de ir embora,
não por fraqueza,
mas por não achar lugar
onde eu pudesse caber.

Desajeitado, quebrado, perdido…
como só entende
quem já perdeu tudo
e ainda tenta sobreviver.

Mas a recuperação tem algo estranho,
quase um enigma que intriga:
a mesma dor que antes nos empurrava
pro fim,
hoje nos faz implorar
por mais um dia de vida.

E chega a ser irônico…
porque antes, sem perceber,
a gente se destruía aos poucos,
roubando os próprios dias
de uma contagem silenciosa,
de uma doença incurável,
progressiva
e fatal.

Hoje eu perdi um amigo.

Não foi para as garras
da adicção ativa,
e isso, de alguma forma, conforta…
mas não apaga a dor.

Porque perder…
ainda é perder.

E a vida, que antes parecia clara,
se mostra torta,
como um reflexo quebrado
de tudo que já fomos.

Mas no meio desse caos,
existe um porquê que insiste em ficar:

ele partiu limpo,
de cabeça erguida,
carregando uma vitória silenciosa
que o mundo nem sempre vê.

Meu amigo se foi…
sem saber que, no caminho,
salvou vidas.

Sem saber que foi luz
em meio à escuridão de muitos.

E talvez seja isso…
o que me mantém aqui:

entender que, mesmo na dor,
mesmo na perda,
mesmo na saudade que aperta…

eu ainda escolho viver
mais um dia.

Namorinho!

Trazia-me flores e perfumes
chocolates e palavras doces
me tocava suavemente
Um cheiro, um abraço
um cafuné, beijinhos
Fazia-me suspirar
contando os minutos
para o reencontrar
O coração palpitando
um frio na barriga
Saudade...
Voltavas a mim
cheio de amores, belas palavras
um cartão,carinho, mão dadas...
Saudoso é o tempo do namorinho
Do rapaz apaixonado
Da moça ansiosa a esperar
Saudoso namorinho que deixamos a rotina matar!!!

Filho (a)

Quando pensei que não havia motivos pra lutar
Chegou você pra mim, um amor tão forte que me fez levantar.
Transformou-me em mãe, foi minha sorte.
Você veio me completar e me ensinar
Por você filho (a) vencerei meus medos e incertezas
Por você eu serei forte.
Por você eu continuarei a viver.

Espelho, espelho meu
Quero ouvir um conselho seu
Diante de ti estou eu
Só nos dois, amigo meu
Sincero
Singelo
Olho profundamente nos olhos teus
Que são reflexo dos meus
É a idade?
Ou a vaidade?
Mostre-me espelho meu
Onde posso retocar
Onde posso melhorar?
Espelho, espelho meu
Diga-me que aconteceu
Onde preciso mudar
Para paz encontrar
Há algo a me incomodar
Só você pode mostrar
Diga espelho meu
Estamos aqui só você e eu!

HOMENAGEM AO PAI QUE JA SE FOI.
Meu Pai,
Não posso lhe dar um abraço carinhoso, como gostaria, em homenagem ao Dia dos Pais, mas rogo ao Pai Celestial, em cuja morada se encontra, que permita ouvir o que tenho para lhe dizer.
Desejaria que estivesse aqui conosco, mas Deus quis que ficasse junto a Ele, cuja vontade devemos acatar.
Tenho certeza de que você teria orgulho em ver meu progresso familiar, nos estudos, no trabalho, e a minha própria evolução espiritual. Teria orgulho também em saber que sempre procuro agir com honestidade, perseverança, bondade, respeito, procurando dar amor e felicidade aos que me são próximos.
Tudo isto devo a você e a minha mãe que souberam me transmitir essas e outras virtudes.
Minha gratidão a vocês é enorme.
FELIZ DIA DOS PAIS!

Prece para o Ano Novo

Senhor, neste início de ano-novo, venho lhe agradecer por mais um ano que se findou;
Pedir que continue abençoando e derramando graças sobre mim, minha família e meus amigos;
Protegendo-nos de toda maldade;
Cobrindo-nos com seu manto de proteção;
Que a cada amanhecer nossas forças sejam renovadas para prosseguirmos, com saúde, paz, segurança, amor, felicidade e alegria e, assim, continuarmos evoluindo no belo ciclo da vida.
Amém.

Hoje, mais um dia de superação —
o ontem passou, mas deixou ensinamentos que, quando praticados e lapidados, revelam algo essencial: mesmo no meio das sombras, sempre há uma luz a iluminar o caminho.
Não desista — a vida é a grande faculdade do ser, onde a experiência, a superação dos desafios e as relações humanas se tornam os verdadeiros mestres.
A verdadeira sabedoria não nasce apenas dos livros, mas da prática, da vivência, da simplicidade e da humildade.
Nunca pare de lutar — pois, apesar das dificuldades, sempre existe um refúgio, um descanso e uma cura.
E, ao final, é a perseverança que conduz à vitória.
— Paulo Tondella

Minha saudade tem nome, endereço — e um sorriso que insiste em não se apagar da memória.


É lembrança viva…
da queda que não foi o fim,
mas o início de um reerguer silencioso.


— Aquele que me adestra nas batalhas não dorme —
e foi Ele quem me tomou pela mão
quando minhas forças já não eram suficientes.


Hoje sigo… confiante.
Trazendo à memória tudo aquilo que me devolve paz e serenidade.


Ando devagar —
porque já tive pressa.


E levo esse sorriso comigo —
porque já chorei demais.


— 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸 𝓣𝓸𝓷𝓭𝓮𝓵𝓵𝓪

Cheirinho de Café

01/04/2026

Eu estava feliz quando, de repente, senti um cheiro na cozinha, café recém passado.Típico, um café passado e uma manhã, combinação melhor não há. Ah, aquele cheiro amargo e suave veio às minhas narinas em forma de lembrança de uma certa manhã. Lembrei-me daquela manhã que foi suave ao viver e amarga pela saudade. Me lembrei do quentinho do coração que eu sentia ao lado dele, do quanto ele me inspirava. Ele era café, inspiração para as minhas manhãs. Mas o café quando não bem cuidado, ele esfria e só resta o amargo da cafeína e as saudades de quando estava quente. Tu é café, esfriou, mas talvez, ou por questões climáticas, eu não tenha preservado o meu café.

O homem inseguro raramente se reconhece como tal.
Ele descobre mecanismos.

Um dos mais comuns é simples:
rebaixar o outro para sentir-se elevado.

Funciona, como toda ilusão bem construída.

Mas há um custo silencioso:
quem torna o outro invisível perde, aos poucos, a própria capacidade de ver.

E existe uma pobreza que não é material, sim de espírito.
Nenhum sucesso a disfarça por muito tempo.

Grandeza não está no que se conquista,
mas no rastro que se deixa.

E há quem acumule vitórias…
e ainda assim caminhe cercado de cicatrizes que causou.

Tem um momento na vida em que o silêncio do outro começa a fazer barulho dentro da gente. É curioso isso, porque o silêncio em si não diz nada, mas a nossa mente… ah, essa não suporta o vazio. Ela é como uma escritora ansiosa, dessas que não dormem enquanto não terminam a história, mesmo que precise inventar metade dela.


Quando alguém fica mais quieto, mais distante, a gente não observa apenas… a gente interpreta. E interpretar, quase sempre, é correr o risco de exagerar. Eu mesma já me peguei criando enredos dignos de novela das nove, com direito a traição, abandono emocional e até diálogos que nunca aconteceram. Tudo isso enquanto a outra pessoa talvez só estivesse cansada, distraída ou simplesmente vivendo um dia ruim.


A mente não gosta de lacunas. Ela vê um espaço em branco e já pega a caneta. Só que ela não pergunta se pode escrever. Ela vai lá e escreve do jeito que acha mais coerente com os nossos medos. E é aí que mora o perigo. Porque raramente a mente preenche os vazios com leveza. Ela prefere o drama, o alerta, a defesa. Como se estivesse tentando nos proteger, mas, no fundo, só nos deixa mais inquietas.


E o mais irônico é que quanto menos informação a gente tem, mais certeza a gente sente. É quase uma coragem ilusória. A pessoa não respondeu direito, pronto, alguma coisa está errada. Ficou mais calada, pronto, tem algo acontecendo. E assim, sem perceber, a gente começa a reagir a histórias que nunca foram confirmadas.


Só que viver assim cansa. Cansa porque a gente sofre por antecipação, cria distâncias que talvez nem existam e, às vezes, acaba tratando o outro com base em algo que só aconteceu dentro da nossa própria cabeça. É como brigar com um fantasma e sair machucada no final.


Talvez o grande aprendizado aqui seja respirar antes de concluir. Nem todo silêncio é rejeição. Nem toda distância é abandono. Às vezes, é só… silêncio mesmo. E talvez confiar um pouco mais no que é real, no que foi dito, no que foi construído, seja um ato de maturidade emocional que a gente vai aprendendo aos poucos, tropeçando nas próprias suposições.


No fim das contas, nem tudo que a mente cria merece palco. Algumas histórias precisam ficar onde nasceram… dentro da cabeça da gente, sem virar verdade na vida real.


E se você gosta desse tipo de reflexão que abraça, cutuca e faz pensar ao mesmo tempo, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Tem muita coisa lá que parece ter sido escrita exatamente para esses dias em que a mente resolve falar alto demais.

Tem um tipo de silêncio que abraça. Ele chega devagar, como quem senta ao nosso lado sem pedir licença, mas também sem invadir. É aquele silêncio confortável, de quem não precisa preencher tudo com palavras porque a presença já basta. Esse silêncio é casa. É descanso. É paz.


Mas existe um outro. E esse… esse não avisa quando muda de forma.


De repente, o que antes era aconchego vira ausência. O que era pausa vira distância. E a gente começa a perceber que o silêncio já não acolhe, ele pesa. Ele cria um espaço estranho entre duas pessoas que antes se encontravam até no olhar. Agora não. Agora o olhar passa, escorrega, evita. E ninguém fala nada. E esse nada vai crescendo, como mato em terreno abandonado.


A verdade, meio dura, meio inevitável, é que o amor não respira bem dentro desse silêncio constante. Amor precisa de ar. E o ar dele é a conversa, mesmo quando ela é imperfeita, atravessada, meio sem jeito. Porque falar é se mostrar. E se mostrar é manter a ponte de pé.


Quando o silêncio vira regra, a gente começa a imaginar coisas. A mente, que já não é muito confiável, vira roteirista de tragédia. Um atraso vira desinteresse. Um cansaço vira frieza. Um dia ruim vira falta de amor. E ninguém confirma nada, porque ninguém fala nada. E assim, o que poderia ser resolvido com uma frase simples, vira um abismo inteiro.


Eu penso que amar também é ter coragem de quebrar o silêncio. Mesmo com a voz trêmula. Mesmo sem saber exatamente quais palavras usar. Porque o risco de falar errado ainda é menor do que o risco de não falar nada.


O silêncio, quando prolongado, não protege o amor. Ele desgasta. Ele cria versões diferentes da mesma história dentro de cada cabeça. E quando a gente vê, já não está brigando com a pessoa, está brigando com a ideia que criou dela.


E talvez o amor não acabe de uma vez. Ele vai ficando baixo, como uma música esquecida tocando no fundo, até que ninguém mais escuta.


No fim, não é sobre nunca ficar em silêncio. É sobre não morar nele.


Porque amor que é vivo mesmo… faz barulho. Nem que seja um sussurro dizendo “ei, eu ainda tô aqui”.


Agora me conta, você também já sentiu esse tipo de silêncio que afasta aos poucos? E se quiser mergulhar em mais reflexões assim, passa no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu te espero lá.

Rogo à Ciência da Ornitologia Mística, que me conceda a Inteligência de um Corvo. A Sabedoria iniciática da Coruja. A Força das garras de uma Águia, a visão noturna de um Morcego, a velocidade de um Falcão Peregrino e a constância renascentista da lendária Ave Fênix!




Às 08:24 in 3.04.2026

Eu te vejo tão de perto
Mesmo você estando tão distante...


Na história em que um cavaleiro enfrenta um dragão para salvar a princesa, será que ele era forte e corajoso ou só um medroso que decidiu arriscar?


Não sei dizer, mas o importante é que a existência do dragão não o foi suficiente para impedir o príncipe de tentar salvar a princesa...


Não seria uma má ideia seguir o exemplo desse cavaleiro imaginário...


De: Kauan
Para: A.J.

⁠Você não é um bruto
Você é o que tem de mais sensível, que já vi
É como se fosse um algodão doce, que cai na água e logo se desfaz
Você se vestiu nessa armadura quase perfeita
De diamante
Mas até o elemento mais forte da natureza, que se estilhaça
Ao ser duramente lapidado
Ou simplesmente norteado
Ele se quebra
E sua armadura quando trinca
É em meu coração e alma, onde eles vão parar
E sempre que sou atingida, dói, e muito
E com isso vou morrendo aos poucos
Aliás, minha alma já se foi
E aqui no meu corpo
Jas o coração que ainda bate
Em uma casa que já não existe
Quando sua armadura em fim, você tirar
Eu não estarei mais aqui
Como de clichê
Poderá ir visitar meu túmulo
E cada vez que for
Leve uma lasca de diamante
E lapide minha mais linda memória, você.

Quando se tenta pular de um navio em naufrágio
e não se consegue por amor,
porque sabe que seu ar está ali,
que se sair irá morrer,
mas também, ficando, irá morrer aos pouquinhos.
Isso é uma situação entre a cruz e a espada.
A maioria das vezes,
ficar no barco e admirá‑lo,
sabendo que está ali,
traz um leve conforto.
Às vezes, bate uma tempestade
que quase me derruba do barco.
É difícil.
Os pensamentos falam para eu pular no mar de vez
e me perder
nas profundezas das águas escuras,
para, enfim, descansar.

"Um vaso inteiro não machuca ninguém.
Porém, se alguém o quebrar,
Quem andar no seu caminho sairá machucado.
E isso não diz respeito apenas àqueles que se machucaram com os estilhaços,
Que um dia foi um belo vaso,
Que só queria agregar, ser notado, ganhar flores e embelezar a vida das pessoas ao seu redor.

Você que está lendo, sabe que isso não se trata de um vaso literalmente, né?
E sim de uma pessoa que saiu magoada de alguma relação, seja amorosa, familiar... enfim.

Com tudo isso, quebre essa corrente, se cure antes de deixar alguém entrar na sua vida.
Perdoe quem te feriu, faça isso por você.
Assim, você vai dar o primeiro passo para a cura e para o autoconhecimento.
E não tenha medo das mudanças.
Quando você também mudar, molde essa mudança para se tornar alguém melhor, uma pessoa mais sábia."

Você nunca esteve preso, apenas acreditou na ideia de um “alguém” que poderia se perder e depois se encontrar. Essa crença sustenta toda a busca. Quando isto é visto com clareza, a busca simplesmente acaba. Não há libertação, porque nunca houve prisão.
O desapego genuíno revela apenas aquilo que sempre este evidente: o Ser, intocado, sem centro, infinito e inabalável.