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Um Poema para as Maes Drummond

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Ser um enfermeiro ou enfermeira docente é algo gratificante, pois permite transformar para melhor "reles estudantes" em profissionais de renome.

Somos um espelho refletido de nós mesmos em nossa vida a qual vai nos dar exatamente aquilo que a gente vive ou que já tenha vivido.

Fiz a mala e parti com todos os meus sonhos de outrora não vejo ninguém na estação de trem apenas um relógio embaçado que minha alma não consegue definir a hora.

Quero um dia acordar dessa simbiose com o meu filho autista e que ele olhe nos meus olhos, segure as minhas mãos e diga: - Despertei. O pesadelo acabou!

Eu faço o que me dá vontade, depois eu vejo o estrago, pode até ser um tiro no escuro, mas também posso acertar o alvo.

Almas afins se encontram para finalizar um desencontro que parecia nunca ter fim.

Se desistires no meio do caminho, poderá perder a chance de realizar um de seus sonhos, que talvez estejam alguns passos desse trajeto.

Eu não mudo pelos outros e sim por mim, chega um certo tempo da vida que tem que ser assim.

Se sentires um vazio em mim, saiba que nesse momento me esvaziei para me preencher de ti.

Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.

A esperança entrou no Bar da Vida e pediu uma dose de felicidade , mas acabou tomando um porre, aí a realidade que estava o tempo todo vigilante ao lado dela a segurou em seus braços e soprou aos seus ouvidos: - Tudo em sua dosagem certa.

E o sol foi tirar um cochilo atrás das nuvens cinzentas (sentimentos e emoções tristes) e é por isso que existem dias nublados.

“Somos almas errantes que despertam em constante metamorfose nessa vida, que sejamos a luz de um bom dia... “

O autismo e a caixa de Pandora tem algo em comum: -No caso de Pandora a caixa na verdade era um jarro que continha todos os males do mundo e quando ela abriu deixou escapar menos a esperança. No caso do autismo o mistério desse mundo escapa pela crises mas a mãe segura em seu peito com uma força descomunal essa esperança dentro de sua alma.

Tenha um sono tranquilo emoldurado na beleza e leveza dos detalhes simplistas da vida!

Um relacionamento amoroso ou mesmo de amizades e mesmo entre familiares é um forte regulador biológico do estresse. Essas relações de apoio mútuo, resiliência, respeito, compreensão e entendimento diminuem o cortisol e trazem saúde, amor, fé e encorajamento para enfrentar as adversidades da vida. Enquanto relações marcadas por conflitos constantes, raiva, o não *perdoar* elevam o cortisol e prejudicam não só a alma, mas o organismo num todo. Lu Lena

Ser mãe de autista é viver um estado de alerta permanente, mas também descobrir uma força capaz de transformar o mundo para o filho poder entrar no mundo da mãe e ele no dela, unificando esses dois elos tão distantes ao mesmo tempo tão próximos num só tempo, num só respirar da vida gerada e no corpo da alma genitora. Lu Lena

Enquanto a lua ilumina a noite, o sol tira um cochilo nas nuvens. Amanhã é a luz do sol que desperta nosso dia e assim segue a vida…
Lu Lena

Quando a dor parece ocupar toda a sala, eu falo com ela como a um parente. Pergunto seu nome, ofereço café, faço perguntas óbvias sobre seu humor. Às vezes ela responde com socos, outras, aceita sentar e dividir o jornal. Descubro que humanizar o sofrimento é um modo de domesticar o desespero.

Os sons percorrem longos caminhos antes de transpassarem os ouvidos daquele sapinho. Um sapinho mochileiro, chamado Gabiróba que pulava um pulo simples sem manobras e todos os dias assim que o sol brilhava bem cedinho e a paisagem ia se descobrinho e se levantava, e voltava feliz a pular seu caminho pois sabia que estava indo de volta para casa.
Hoje ele ouve o bater dos cascos de cavalos, latidos de cachorros de caças e o som de vozes humanas. Ele sabe que caminha sozinho mas não isolado, o perigo espreita por todos os lados e sempre tem alguém que precisa ser ajudado. Não existe no mundo lugar onde só vivem cabras e seus pastores, existem beleza e horrores em todo lugar e belas aves a cantar e alguns poucos humanos mulheres e homens felizes a dançar, mas sapos tem que se cuidar. Por isso nessa manhã barulhenta, Gabiroba sentindo o perigo no ar, voltou-se lentamente o seu pular, e retornou ao seu castelo dos passos lentos, que é o lugar mais protegido onde ele poderia estar.