Um Poema para as Maes Drummond
Você apareceu como um anjo,
Com olhar iluminada, meigo, doce...
Me levou ao céu,
E quando estávamos bem alto,
Meu anjo desapareceu...
E me deixou num abismo de saudade,
solidão e desilusões....
Minha vida é uma Roseira
Que um vento mal desfolhou
Nada me resta nos sonhos
Nestes espinhos que Hoje Sou...
Fazer com que as pessoas sejam da forma que queremos nem sempre é possível.
Cada um tem seus defeitos, suas qualidades, assim como eu, e assim como você.
Cabe a cada um de nós aceitar e tentar viver bem sempre.
Criamos: desígnios, propósitos, possibilidades e viabilidades.
Revistando sempre o melhor para um de nos.
Quando tentando aperfeiçoar nossos desejos e vontades. Sempre existirá na vida: DECEPÇÃO.
Por experiência própria, não alentar em esperanças. O mormento certo, é despenhar outra cerca.
Voltar para a mesma viela, onde eu não deveria ter saído.
Mas um dia,
Acordo e chamo teu nome
Impossível me ouvir, tão distante estás.
Todos os dias sofro e choro por ti,
Sei que tudo faz parte do passado,
Sei que novas aventuras estás vivendo,
Apenas eu fiquei aprisionada nas lembranças de um passado bom.
Em cada ser existi um ser...
Em cada ser à uma esperança...
Em cada esperança à uma alegria...
Em cada alegria à um amor...
Em cada amor a uma amizade
Em cada amizade existem pessoas como você.
Você veio ao meu mundo, conquistou apenas um trejeito.
No dia-a-dia, você arriscava seu nervosismo, acercando à mim. Sua inquietude de querer conhecer o meu princípio vital.
Veio à tona, sua ânsia de me colocar dentro dos seus abraços, sentindo o meu perfume envolvente. A nossa espreitadela brilhava cada vez mais. A nossa sitônia estava a prestes a se arriscar novamente.
Aquele momento seu impulso, que te encorajou a me oscular vagarosamente. Segurou minha mão, e me olhou indultando o erro.
Logo, seguimos o nosso caminho. Começamos a pensar e refletir nosso envolvimento, fascínio e aspiração. Em, uns minutos de silêncio nós deixou tão volúpia. Nossos trocar de olhares de longe, nós deixou cada vez mais aflito.
Um desejo proibido, que não nos permite desígnios. Preferimos viver em arbítrio, sem expectativas e esperanças.
Somente o tempo nós dirá, se haverá essa afeto.
Chegou um momento que as emoções, os sentimentos e as mágoas são esclarecidas. O mundo que gira torno de nos, ELES MUDAM. Assim como VOCÊ MUDA!
A vida é cheio de surpresas, cheio de caminho para ser seguidos. Assim como você começou e termina por onde veio.
Apesar, cada um de nós tem aquela “mania” de ser ORGULHOSO demais. É esse orgulho faz você lembrar o quanto você passou por muita coisa e se agarrou com toda FÉ.
Nós temos que pensar positividade, harmoniar e sorrir. Pois é VOCÊ quem faz o seu mundo, é VOCÊ quem vai colorir, e lembra-se VOCÊ é CAPAZ!
Abra seu coração
Sonhe
Deseje... Ame... Sorria...
Fique feliz
Volte a ser criança
Desejo-te um natal cheio de paz,
Amor e felicidade.
Que o Papai Noel leve para você aquilo que você
Mais deseja, que seus sonhos
Se Realizem...
Que você seja capaz de continuar a sonhar!
Continue a viver!
Não se desespere, nem esmoreça.
Lembre-se: sempre há um novo amanhã, sempre há um sublime sorriso, sempre há uma nova esperança.
Siga! A vida o chama!
Não deixe que suas mágoas e decepções o dominem. Vamos! Caminhe!
Esforce-se para subir e elevar-se! Não chore — sorria para a vida: ela é sua, é minha, é de todos que dela participam.
Ouça!
Quem, na vida, nunca teve uma queda, um fracasso, uma decepção, uma desilusão, um doloroso desengano?
Quem, na vida, nunca chorou, nunca amou, nunca sofreu, nunca sentiu uma grande dor?
Quem, na vida, nunca derramou uma lágrima sentida — amorosa ou cruel?
Quem, na vida, nunca precisou de uma mão amiga?
Vamos!
Siga as eternas apresentações do grande espetáculo da Humanidade.
E compreenda agora, ouvindo-me:
“A vida é uma longa e misteriosa estrada, sem desvios e sem fim. É necessário percorrê-la — seja como um farrapo vencido ou como um ser vencedor.”
Não é só um cão na rua,
É a dor que ninguém vê.
É a fome disfarçada
Na espera por um porquê.
Não é só um latido solto,
É um pedido contido no ar.
É o grito de quem um dia teve dono
E hoje só tem o caminhar.
Não é sobre raça, nem porte,
É sobre omissão e descaso.
É sobre quem fecha os olhos
Enquanto outro limpa o estrago.
Se alimenta, cuida. Se cuida, assume.
Não é bondade largar depois.
A rua não ensina carinho,
Só ensina a fugir dos “heróis”.
Ter um animal é promessa
De presença, cuidado e ação.
Se não for pra ser abrigo,
Não alimente a ilusão.
Cuidar é compromisso, não conveniência
Ter um animal vai além de alimentar e dar carinho.
É compromisso, é presença, é responsabilidade diária.
Não podemos tratar a guarda de um animal como algo descartável.
Eles não entendem desculpas.
Sentem ausência, abandono e fome.
E quando estão soltos na rua, é a omissão humana que grita — não a deles.
O silêncio também abandona
Toda vez que vemos um animal abandonado e fingimos que não vimos,
mais uma camada de frieza cobre o mundo.
Silenciar diante da negligência não é neutralidade —
é deixar que o problema cresça.
Às vezes, não podemos fazer tudo,
mas sempre podemos fazer alguma coisa.
Às Vezes
Às vezes subo até a superfice das palavras
Para respirar um gesto vago
De um silêncio sobre a pausa.
Às vezes olho por dentro dos olhos das pessoas
Para sentir uma humanidade
Que cala...
Às vezes colho o dia em minhas mãos
Para sentir o perfume
De Deus.
Às vezes fico numa melodia solitária
Para deixar a solidão do mundo
Ecoar o deserto...
(Suzete Brainer)
Cabeça Erguida
Um silêncio absoluto
Se fez em lágrimas
Lágrimas
Lágrimas
Uma raiz se soltou deixando um vazio
Numa ressonância
Profunda em minha alma.
Mãe, você se foi
O seu corpo,
A sua voz,
Mas não a sua essência,
A sua história,
A sua alma
Sempre presente;
Um gesto protetor a todos
Uma fonte de alimento
No acolher,
Sarar as feridas
Uma palavra
Um incentivo
Uma força imperativa
De empurrar para frente
"Cabeça erguida"
- Assim dizia a quem consolava...
Mesmo que o dia pareça sem sol com a sua ida,
Olharei o horizonte,
Sentirei a sua presença
O seu perfume
E escutarei o seu chamado:
"Cabeça erguida"...
(Suzete Brainer do livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende)
O Som do meu Violino
Marcas petrificadas
que evocam fantasmas
de um tempo perdido
(enterrado),
que anuncia a música da renovação.
Assim, toco a minha música
sem a tal mágoa;
transfigurada ao som do meu violino
libertador e divino.
Sim, a música silencia as dores
recolhidas nas asas feridas,
e cada nota sublime
harmoniza o impulso para o voo.
Fico ao Som do Meu Violino.
Ao som do meu violino fico
E a melodia é de paz.
Fico no silêncio profundo
vestido de mim.
Às vezes silencio diante do mundo,
Às vezes silencio diante das pessoas.
Há uma quietude que não me perturba,
há uma solidão que me cabe;
uma caminhada bem longe de mim,
um perto que só eu conheço.
E fico ao som do meu violino...
(Suzete Brainer do Livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende)
Os anjos que habitam os meus sonhos
Guardo em mim
Um olhar mergulhado na emoção,
Ao tocar o outro igual.
Os anjos que habitam meus sonhos,
São humanos
Que ainda choram.
(Suzete Brainer do Livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende)
O Olhar do Olhar do Poeta
O poeta é um ilusionista
Desta realidade concreta que assombra.
O que seria da beleza da vida,
Sem o olhar do poeta?
O poeta silencia o impossível
Com a infinitude nas mãos...
- Relacionados
- Poesias de Carlos Drummond de Andrade
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Poemas para o Dia dos Pais (versos de carinho e gratidão)
- Poemas de Carlos Drummond de Andrade
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
