Um Poema para as Maes Drummond
Ás vezes não é solidão,
é só uma viagem de auto conhecimento emocional...
Um período de planejar a vida.
Às vezes não é Poeta.
É só um homem
de quarto bagunçado,
de cama mal feita e
de sentimentos revirados.
Um dia desses
do nada, de repente
tudo pro alto
conforto
casa
serviço
falsa segurança
será mesmo o poeta louco?
É, quem diria.
Talvez o amor pra ela é pouco,
vindo de tão longe de um poeta louco.
fez ela pensar um pouco... Talvez.
Ela uma dona Florinda apaixonada pelo professor girafales
Ele, um Kiko esperando ouvi dela um eu te amo:
"Diz que sim, diz que sim, vai.. simmm?"
Vamos começar poetizando versos
Aceitando um convite pra dançar
Vamos caminhar sem pressa,
sem nos cobrar demais.
Talvez quem sabe...
Às vezes o começar de novo,
seja apenas ser porta
(Talvez quem sabe?)
Às vezes o começar de novo,
seja apenas ser poeta
(Talvez quem sabe?)
Ei moça
cupido que em
vez de flecha,
jogou a lança.
Em mim a muito
já passou
de um simples romace
Já é amor
em coraçao criança
que rir de alegria,
quando um doce alcança
Se for um te apertar de me abraçar, sim
Se for um te apertar de me amar, tudo bem
Mas se for um apertar e me deixar... me mate também.
Você e um barco de recursos vários
Movido com a maior das energia; mulher
Me pesque, me faça peixe de aquários
Me tenha a onde você quiser
Em Sabará
Tem um poeta
E sua vontade
De querer fazer
A coisa certa
Em Belém
Tem uma poetisa
E sua vontade
De querer
Estar certa
E entre os dois.
Tem tanta coisa
Que pode ser amor
Mas só depende dela.
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