Um Poema para as Maes Drummond

Cerca de 296081 frases e pensamentos: Um Poema para as Maes Drummond

⁠Ser diplomático permite deixar, para o futuro,um espaço para manobras.

(Essa é a interpretação:
na horizontal para Maquiavel; e
na verticalpara Hermes)

Inserida por uspiao

⁠Na década de 1990, a moda era "fale igual a um nativo", "surpreenda um inglês falando um inglês igual ao de um inglês", "ser fluente é falar igual a um inglês", etc.

Desde a década de 2010, a moda é "pense em inglês (ou qualquer outro idioma)", "não traduza", "fluência é entender sem traduzir". Isso não existe. Sempre vai existir algum resquício do idioma natal quando nos expressamos em outro idioma.

Não existe pensar em inglês (ou qualquer outro idioma).

Quando nascemos no Brasil, "é instalado um drive" português (e isso é muito mais do que ser um falante).

Quando aprendemos um idioma o que acontece é "baixar um aplicativo, ou uma extensão" para que o outro idioma possa ser traduzido para o português.

O que chamamos de fluência, nada mais é do que traduzir muito rápido.

Para pensar em outro idioma seria necessário "instalar um outro drive" o que é muito mais do que ser um falante.

08/06/2024

Inserida por uspiao

⁠Round 6 - perto da vida real - é uma mera e apagada sombra de um fantasma em cápsula.

27/02/2025

Inserida por uspiao

Em qualquer aspecto da vida, um vencedor é um perdedor que nunca desiste.

27/02/2025

Inserida por uspiao

⁠Peça

Um maldito quebra-cabeça
Sou peça
Descartável
Sou peça
Sem partes
Com muitos espaços
Peça, que já não sabe se encaixar

Inserida por GabisAndrade

⁠A tristeza é um abismo sem fim,
Onde os dias se arrastam sem fim,
E a alma, perdida, se esconde no escuro,
Procurando luz, mas nada encontra no muro.

As cores do mundo se tornam opacas,
O céu, um peso que o peito carrega,
E as palavras que antes eram doces,
Agora são ecos, que a mente sufoque.

O tempo passa, mas é uma ilusão,
Cada segundo é uma prisão,
E o sorriso se perde na névoa do ser,
Enquanto o corpo luta para sobreviver.

As noites são longas, mais do que o dia,
O vazio é companhia fria,
E no silêncio, a alma grita,
Mas a dor é surda, nunca acredita.

O que resta quando a esperança se vai?
Apenas o eco daquilo que foi paz.
E na luta invisível, a coragem é pequena,
Mas ela insiste, mesmo na dor que condena.

E quem sabe, um dia, em algum lugar,
A luz se quebrará e a sombra se dissipará.
Mas até lá, no escuro, só resta resistir,
Com a esperança, ainda que frágil, de existir.

Inserida por john_costa_1

⁠Ato II: O Julgamento das Almas

Nas trevas profundas, eu os vejo,
Aqueles que suplicam por um vislumbre de luz.
Mas o que é luz neste abismo de medo,
Onde o destino de todos é cinza?

Bruxas, dizem, bruxas condenadas,
Mas onde estão as marcas do mal?
Quem entre nós não carrega pecado?
Quem pode julgar o inferno nas almas?

O malho está em minhas mãos,
Mas meu coração arde com dúvidas,
Eu, que sou o carcereiro,
Sou também prisioneiro das sombras.

Inocente sou, mas culpada estou,
Aos olhos que veem sombras nas estrelas.
Minha vida, presa a um fio de mentiras,
Minha alma, à beira do abismo da loucura.

Eles dizem que sou filha da noite,
Que meus feitiços dobram o vento e a lua,
Mas sou apenas uma alma perdida,
Afastada da luz que se esvaiu.

Não sou eu a bruxa,
Sou a chama que implora por redenção,
E, em ti, vejo a última esperança,
Será que me condenarás também?"*

Teus olhos me atravessam como lâminas,
Tu imploras por justiça, mas que justiça posso dar?
Sou eu, também, uma vítima da lei,
E na minha fraqueza, sou prisioneiro de ferro."

Sou a flor no inverno,
Cortada pelo gelo da noite.
Meu destino é frio, é morte,
A menos que tua compaixão me salve."

Nas tuas palavras vejo verdade,
Mas a verdade é sempre um espelho quebrado.
Como posso salvar uma alma,
Quando minha própria está presa ao abismo?"


"No abismo do julgamento, a luz e as trevas se entrelaçam, e aqueles que condenam são tão perdidos quanto aqueles que suplicam por redenção."

Inserida por MichaelBruthor

"Eternal Flame"

Há um fogo que arde, oculto em mim,
Um eco profundo, sem fim.
Sob o véu da noite, ouço a canção,
Do caos que pulsa no meu coração.

Uma estrela vaga no céu ancestral,
Solitária, dança em espiral.
Na vastidão, o mistério a chamar,
Um farol perdido, a me guiar.

Correntes de medo querem me prender,
Mas nas chamas encontro o meu renascer.
Cicatrizes marcam o que já vivi,
E no fogo vejo o que há por vir.

No espelho quebrado, visões surgirão,
Fragmentos de sonhos em nova canção.
Cada caco guarda uma verdade,
Uma voz oculta, de eternidade.

Se o véu cair e a luz escapar,
Que o caos nos ensine a criar.
Das cinzas, ergue-se o espírito,
Na dança eterna, o infinito.

Inserida por MichaelBruthor

"Trono Oculto"

No nevoeiro, onde os deuses se escondem,
Há um trono que os séculos respondem.
Oh! Trono oculto, de poder não visto,
Ah! Guardião do mistério jamais previsto.


Os ecos das eras sussurram segredos,
As sombras revelam seus decretos.
Oh! Sentar-se nele é perder a razão,
Ah! Trono oculto, devora o coração.

Trono oculto, véu da verdade,
Oh! Chamado por almas na eternidade.
Ah! Quem o busca jamais retorna,
Trono oculto, destino que transtorna.

Inserida por MichaelBruthor

"Labirinto da Alma"

Dentro do coração humano existe um labirinto,
Feito de sonhos, medos e desejos ocultos.
Cada curva revela um espelho do passado,
E cada porta guarda um segredo profundo.

As paredes são feitas de memórias quebradas,
E o chão é marcado por passos hesitantes.
No centro, uma chama vacila em silêncio,
Uma luz que guia, mas nunca revela tudo.

Os que entram nesse labirinto solitário,
Enfrentam demônios moldados pela própria mente.
Cada vitória é um passo em direção ao equilíbrio,
Mas a saída nunca é onde se espera.

No fim, o labirinto não é prisão,
Mas um caminho para autodescoberta.
E aqueles que o enfrentam sem medo,
Encontram a paz no caos interno.

Inserida por MichaelBruthor

⁠Redenção

Nas sombras do tempo, um eco perdido,
caminho entre ruínas de um sonho esquecido.
Os sinos ressoam em prantos de aço,
chorando o destino selado no espaço.

O vento murmura segredos da dor,
cortando as correntes do antigo temor.
Minha alma, em silêncio, ferida e vazia,
busca um altar sob a luz sombria.

Oh, luz oculta no véu da escuridão,
conduz-me ao brilho da redenção.

Liberta-me das cinzas do abismo,
salva-me na aurora de um novo amanhecer.
Que o fogo eterno purifique o meu ser.

Sob luas pálidas, dançam os espectros,
no véu dos mortos, ressurge o eleito.
Quebram-se as correntes, o sangue é vertido,
a fênix desperta do fogo esquecido.

Erguem-se torres de luz sobre as trevas,
cai o império de sombras eternas.
Um hino ressoa, um véu se desfaz,
e a noite se curva à glória da paz.

Redenção... redenção...

Inserida por MichaelBruthor

⁠Fim de um Ciclo

As sombras alongam-se sobre o tempo,
O vento sussurra o que já foi esquecido.
As muralhas ruem sem resistência,
Pois tudo que nasce já foi prometido.

As águas apagam pegadas na areia,
O fogo consome o que era raiz.
O que um dia ergueu-se em glória,
Agora descansa onde nada mais diz.

O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Da cinza renasce o grito dos ventos,
Um novo destino começa a crescer.

Os reis de ontem são pó sobre o trono,
As vozes antigas se perdem no ar.
Mas dentro do caos há nova semente,
Pronta a romper e recomeçar.

A noite devora o dia sem medo,
Mas a aurora renasce no céu.
Toda ruína é um templo em segredo,
Esperando o toque de um novo anel.

O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Mas tudo que cai, renasce em segredo,
E a roda do tempo não vai se deter.

Inserida por MichaelBruthor

⁠"O Canto das Estrelas Mortas"

Nas veias do tempo, correm sombras e luz,
O amor é um rio que secou sobre a cruz.
Os deuses dormem em tronos de pó,
E eu canto por ti, meu último véu.

Teu nome é um eco nos salões do além,
Esculpido em mármore pelo vento também.
A morte dança com véu de cristal,
E beija tua boca no fim do carnal.

Ohhh, levanta-te, alma, do leito de espinhos!
O universo é um verso sem fim nos teus vinhooos!
Queimamos no fogo das estrelas mortaaas,
Somos pó de diamante nas mãos da madrugadaaa!

No espelho da lua, teus olhos são marés,
Afogam meus ossos em sal e fé.
O amor? Uma espada que corta a ilusão,
A eternidade... um suspiro no vale da escuridão.

Eu te procurei nas cidades de prata,
Nos livros dos mortos, na boca da fada.
Mas eras o abismo que eu já carregava,
O verso final da canção não cantada!

Ohhh, levanta-te, alma, do leito de espinhos!
O universo é um verso sem fim nos teus vinhooos!
Queimamos no fogo das estrelas mortaaas,
Somos pó de diamante nas mãos da madrugadaaa!

E quando o último sol se apagar,
Nossas vozes serão o vento a cantar...
Uma canção sem nome, sem medo, sem fim,
Porque o amor é a morte, e a morte é assim.

Inserida por MichaelBruthor

Gurias que ficam em casa sábado a noite, tomando mate e ouvindo um vaneirão ou uma milonga conforme o coração.
Acreditem:
São pra casar!

Inserida por carloseduardoback

Sou simples, me contento com pouco.
Um mate, uma prosa ao lado de quem eu amo,
já me faz mui feliz.

Inserida por carloseduardoback

Tchê, todos nós temos um valor
muito especial, alto demais
para se calcular; e alguém há de
perceber isso. Então, não fique
te humilhando por quem não te quer,
não fique correndo atrás de quem
não está nem aí pra ti. Erga a cabeça,
siga em frente, "ceve um novo mate" e
permita ao seu coração a busca de um novo amor.

Inserida por carloseduardoback

Acordar, te ver preparar um mate,
ver o teu sorriso, te abraçar...
Sonho e peço a Deus, para esse dia chegar.

Inserida por carloseduardoback

Amor, me traz um mate
E senta bem aqui do meu ladinho,
Poe mais lenha na fogueira
Pra esquentar o nosso ranchinho,
Enquanto a chaleira não chia,
Eu fico provando os teus beijinhos.

Inserida por carloseduardoback

Tudo que eu queria era poder cevar um mate
ouvindo uma milonga na tua companhia.
Poder te abraçar e te beijar, dançar contigo
enquanto a chaleira lá na cozinha não chia.
Te dizer palavras sinceras, vindas desse coração
que te amou desde o primeiro dia.

Inserida por carloseduardoback

⁠Levo à vida na carona dos meus sonhos
Um passageiro de desejos inviáveis
Sigo à vida na euforia dos meus contos
Um viajante de enredos impossíveis


Vivo à vida na garupa dos meus feitos
Um possuinte de entrechos memoráveis
Cumpro à vida na penumbra dos meus tombos
Um transeunte de desfechos detestáveis


Como culpado por planos não cumpridos
E bendito por façanhas imprevistas
Sou um retalho de cenários ambíguos
Que abraça à vida entre o caos e o juízo

Inserida por ODEnario