Um Poema para as Maes Drummond

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Tantas fases na vida, vivo agora um momento que sinto-me em paz, inteira e perdoada por mim mesma.

Cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.

Se você quer um relacionamento baseado em mentiras e traições, então que nossa história nem comece, pois sou mulher de seriedade e não lixo reciclável, que você pega, usa e joga fora.

Toda vez que você amar e ajudar alguém sem intenções, um passo a mais você deu em seu crescimento. Pois, se você só pensar em troca ou recompensa em tudo o que fizer, um dia você estará exausto e seu coração, vazio.

A manhã de um novo dia, merece ser escrita com uma caneta nova de cor nova
Porque na vida as cores também são outras e as coisas também são NOVAS.

Há momentos especiais na vida que não terminam, não acabam, apenas tomam um outro curso. São as esquinas da vida que nos fazem obrigatoriamente dobrar o caminho, criam esquinas, porem a sensação que temos e que pode nos tomar, nos dá essa falsa impressão..., de começo e de fim. Por isso se ligue somente naquilo que é bom. O futuro lhe mostrará exatamente quando e onde deverá usar aquilo que de fato aprendeu e guardado cuidadosamente em seu coração será, sem dúvida, a chave da sua felicidade, e nada e ninguém nunca aprisionar-lhe-ão!!!

"Na verdade, nós não somos mais uma sociedade, somos um bando. Porque não há ordem, não há mais respeito, não há decência. "

O líder, diante de um problema, não perde tempo buscando culpados e, sim, busca soluções.

Cidadania é um vírus benigno, pelo qual a sociedade brasileira não se deixa inocular!

“Uma vez, li em um livro de poesias antigo, que Yelda é o nome que se dá para uma noite sem estrelas, na qual aqueles que sofrem por um amor perdido ou distante permanecem acordados, suportando e encarando a escuridão interminável da noite esperando pelo nascer do sol, na expectativa de que seu amor reapareça junto com ele. Depois que te conheci, todas as noites da semana passaram a ser Yelda para mim.”

Vou lhes dar um conselho que eu mesmo segui desde a juventude e só me fez bem: Se você está assoberbado de problemas, dívidas, doenças, dramas de família, despreze tudo e se concentre ainda mais nos estudos e na oração. Enquanto tudo em volta desaba, você vai ficando dia a dia mais forte. Quem dura mais, vence. É só isso.

⁠Solitude é um buraco na vida cheio da nossa própria companhia. Solidão é vazio no peito repleto de ausência de vida.

Quanto mais evoluída a cultura de uma empresa ou de um país, mais o poder é compartilhado.

Um sinal de inteligência é que você está constantemente se questionando... Os idiotas estão sempre absolutamente certos de tudo que estão fazendo na vida.

Desculpa o mau jeito, as vezes acho que não nasci para amar, ou melhor, pra ser amada. É um tanto quanto estranho, tudo sempre deu errado pra mim, e na questão do amor, ah, esse sim foi o que eu tive azar, muito por sinal, é por isso que as vezes eu me fecho, me tranco num lugarzinho dentro de mim, e fico lá escondida, sem nada e nem ninguém. É só isso, medo, de amar, de ser amada, resumindo, medo do amor...

Desculpe se te magoei, você partiu meu coração, e eu deveria era dar um tiro no seu.

Tô bem mais feliz do que antes, autolibertação faz um bem incrível! Tchau, idiota.

Prefiro acordar chorando e descobrir q era só um pesadelo, do que acordar sorrindo e descobrir que foi apenas mais um sonho...

É um pouco aflitivo pensar nisso, e imaginar que, acima dos gestos e das palavras, o sentimento talvez valha alguma coisa; e que a ternura e o bem-querer devem ter um instinto certo e tocar naquelas zonas indefiníveis da alma em que nem os analistas conseguem explicar nada. Ora, pois; mesmo às cegas, burramente, amemos!

Rubem Braga
BRAGA, R., Um Cartão de Paris, 1997

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...

Adriana Britto

Nota: Trecho de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.