Um Poema para as Maes Drummond
Quando somos crianças, nos ensinam a distinguir entre um herói e um vilão, o bem e o mal, um salvador e uma causa perdida. Mas e se a única diferença real for quem está contando a história?
Não eram um casal perfeito, daqueles de cinema. Brigavam muito, ficavam um tempo sem se falar e nesse intervalo ainda rolava uma guerra de indiretas, cada um querendo ser o dono da verdade. Mas no fundo eles sabiam que tudo era joguinho bobo de orgulho, e que por trás das caras fechadas e bicos não se aguentavam de saudade. Tudo bem se eles passavam uma imagem de cão e gato, mas uma coisa é certa… Eles se amavam mais do que qualquer coisa.
Eu sei que é injusto. Mas há um modo natural das coisas acontecerem, elas simplesmente tem que acontecer, é uma reação em cadeia, se não acontecer como deve acontecer, há um desequilíbrio.
Cada pensamento, cada palavra e cada ação têm seu reflexo, sua ressonância e sua reação. É um sinal de fraqueza culpar os outros por seus problemas. Você deve suportar as conseqüências das suas próprias ações.
O coração do homem é como um moinho que trabalha sem parar. Se não há nada para moer, corre o risco de se triturar a si mesmo.
Hoje eu queria te levar um beijo de boa noite. Um beijo delicado sobre tua testa, sem nenhuma outra intenção além de te desejar uma boa noite de sono. Nem pedir para estar em teus sonhos, nem pedir para dormir ao teu lado. Queria apenas te ver doce, te ver repousar com todas as inseguranças e perspectivas de um menino, já que a barba será feita somente antes do trabalho, já que os compromissos, por enquanto, estão apenas na agenda, já que o coração está tranqüilo e quase amando uma menina que queria beijar sua testa pelas noites que virão, já que o sono parece uma boa cama para os sonhos que ainda precisam esperar, já que agora o homem pode tirar a máscara e deixar o nu da face iluminar um punhado de estrelas que moram no teto do seu quarto, já que o tempo entre um pensamento e outro é tão rápido e tão milagroso que pode despertar o próximo dia.
Paz não é a ausência de guerra. É uma virtude, um estado mental, uma disposição para a benevolência, confiança e justiça.
A derrota é um estado de espírito; ninguém é derrotado até a derrota ter sido aceita como uma realidade.
Caos não é um abismo. Caos é uma escada. Muitos que a tentam escalar, falham e nunca mais tentam de novo. A queda quebra eles. E a alguns é dada a chance de subir, eles se agarram ao reino ou aos deuses ou ao amor. Apenas a escada é real. A escalada é tudo o que existe.
Temos à nossa volta um império de carne, músculo, beleza, cabelo…, e tudo isso vai apodrecer no caixão. Vai apodrecer no caixão. A riqueza, o glamour, o brilho… tudo isso em que as pessoas investem as suas vidas, vai apodrecer. Mas o que faz a vontade de Deus permanecerá para sempre.
Não importa o que aconteça na vida, seja bom para as pessoas. Ser bom para as pessoas é um maravilhoso legado para deixar para trás.
"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]"
Se cada um cuidasse da sua própria vida como cuida da dos outros, o mundo teria bem menos gente frustrada, fracassada e mal-amada, pois estas só são assim porque acham a vida alheia mais interessante que a sua.
Basta um olhar Quando estiver em dificuldade e pensar em desistir OLHE PARA TRÁS e lembre-se dos obstáculos que já superou. Se tropeçar e cair, levante-se... Não fique prostrado, OLHE PARA FRENTE e esqueça o passado. Ao sentir-se orgulhoso por alguma realização pessoal, OLHE PARA DENTRO e sonde suas motivações. Antes que o egoísmo o domine, enquanto seu coração é sensível OLHE PARA OS LADOS e socorra aos que o cercam. Na escalada rumo às altas posições no afã de concretizar seus sonhos, OLHE PARA BAIXO e observe se não está pisando em alguém. Em todos os momentos da vida, seja qual for sua atividade, OLHE PARA CIMA e busque a aprovação de Deus.
Se você fala com os animais, eles falarão com você e vocês conhecerão um ao outro. Se não falar com eles, você não os conhecerá, e o que você não conhece você temerá. E aquilo que tememos, destruímos.
Se eu tivesse tomado um atalho, uma rua estreita qualquer, que tipo de pessoa eu teria me tornado? Não sei. Mas gostaria muito de saber. Pelo retrovisor, vejo todas as pessoas que eu poderia ter sido e não fui.
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